História O Quê Seus Olhos Vê — Imagine Jimin - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Imagine, Imagine Bts, Jimin, Romance, Tragedia, Você
Visualizações 185
Palavras 1.186
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amores :') tudo bem?

Cheguei com um capítulo novo dessa Fanfic que eu tanto amo. Eu queria agradecer a todos vocês que estão favoritando a história, eu realmente gosto muito de escreve-la. E os favoritos de vocês ajuda muito com isso ^^

Boa leitura =

Capítulo 4 - Capítulo quatro.


Fanfic / Fanfiction O Quê Seus Olhos Vê — Imagine Jimin - Capítulo 4 - Capítulo quatro.

Eles não gostaram de mim, tia. — Baixei minha cabeça.

— Quem querida? — Segurou minhas mãos. 

— Os país de Jimin. Eles disseram que não queriam ele com uma pessoa cega! 

— (S/N). Eu quero você longe dessas pessoas, não fique perto delas. — Seu timbre era de raiva. — Eles não sabem o quê dizem.

— Mas eu amo Jimin, não quero deixá-lo. Ele também me ama. 

— Eu não quero que deixe ele. Mas quero que fique longe de sua família.

— Tudo bem. — Sorri para a mesma que saiu de perto. 

Por mais que sua família não apoie nosso namoro, eu não irei desistir dele, assim como ele nunca irá desistir de mim. Ele me ama, e eu amo ele.

 Nascemos um para o outro.

Jimin tenta me ajudar em tudo que preciso, ele nunca me deixa sozinha, e é isso que eu admiro nele. Eu amo Park Jimin. 

— Oi. — Um beijo foi depositado em meu pescoço. — Eu vim te ver. — Passou suas mãos por meu rosto.

— Jimin? Eu não escutei você entrando. — Sorri. — Saiu cedo do seu trabalho? 

— Eu não fui trabalhar. Eu queria muito te ver. — Beijou minha testa. — Vamos sair? — Concordei.

— Espere, Jimin. — Minha tia chamou sua atenção. — Ela me disse de sua família. — Ele suspirou.

— Eu ficarei com ela mesmo assim. Eu amo sua sobrinha, assim como ela me ama. Não me afaste dela.

— O problema será sua família, se eles não aceitaram, irão fazer algo contra o casal. Eu não quero minha sobrinha machucada. 

— Ela não irá, eu prometo. — Jimin segurou minha mão e parecia estar me levando para fora. 

— Porque insiste em me levar a lugares, sabendo que nunca irei vê-los? 

— Porque eu quero você comigo para compartilhamos os mesmos momentos. Eu sei que não enxerga, mas isso não muda nada.  

— Mas iremos para onde? A praia mais uma vez? 

— Não! — Senti alguém esbarra em minhas costas. — Cuidado. — Jimin dizia.

— Essa garota não está me vendo? Idiota. 

— O quê você disse? — Ele havia soltado minhas mãos.

— Jimin... — Tentei trazê-lo para perto de mim, mas não funcionou.

— Sua namorada é cega? Como consegue namorar alguém assim? — Rio.

— Você não disse isso. — Só o quê pude escutar era socos e mais socos. 

— Jimin. — Fiquei chamando seu nome, mas ele não me dizia nada. — Jimin para, por favor. — Eu estava ficando nervosa. 

— Sai daqui sua garota cega. — Era a voz do outro homem. Ele havia me empurrado, e acabei caindo no chão. 

Aí. — Toquei meu braço e senti algo melado sair de lá.

— Vai embora se não eu te arrebento mais ainda. — Era a voz de Jimin. — (S/N), você está bem? — Levantou-me do chão. — Você se machucou! — Afirmou. 

— Não foi nada. — Sorri, mas eu sentia algumas dores partir do meu braço. 

— Senta aqui. — Me sentou em um banco e passou suas mãos pelos meus ferimentos. — Bem na sua frente tem uma loja. Eu irei lá, não se preucupe que eu não vou demorar. — Confirmei. Ele depositou um beijo em minha testa. 

As palavras daquele homem me machucaram, assim como a Jimin. Ele se importava comigo, querendo ou não ele iria me defender de tudo. Eu sei disso, Jimin era meu porto seguro, e sei que nele posso confiar.

Mas eu só preciso que eles parem de me tratar assim, como se não fosse ninguém por conta de ser cega. Eu sou uma pessoa, e sou muito feliz contendo está doença. Não me importo com o quê as pessoas irão falar de mim, porque sei que elas dizem sem pensar.

Eu só quero ser feliz, sem ter que me preocupar com o quê irão fazer comigo, ou não ter medo do que as pessoas irão pensar por esta namorando uma pessoa normal. Mas Jimin não tem nada de diferente comigo. 

As pessoas apenas enxergam o físico das outras. 

— Me dê seu braço. — Era Jimin, ele abria alguma coisa. — Isso irá sarar logo. — Passou alguma coisa por meus ferimentos. — Me desculpa. — Pude escutar seu timbre ser fraco. 

— Pelo o quê, Jimin? — Tentei tocar suas mãos. O mesmo me ajudou nisso. 

— Pelo o quê aconteceu com você. Eu não queria te ver machucada nisso tudo. — Beijou minhas mãos. 

— Mas não foi sua culpa. Aquele homem não sabia o quê estava fazendo. — Ele me interrompeu. 

— Ele te machucou, mas você não demonstra nem um raiva por ele. É isso que eu admiro em você. — Tocou meu rosto.

— Eu também te admiro muito. — Fechei meus olhos sentindo seus toques. 

Eu te amo. — Sussurou em meu ouvido. Depois selo nossos lábios. 

— Seus pais não estão em casa? — Perguntei para ele.

— Não! Eles saíram para o trabalho e provavelmente irão demorar. 

— Mas eles podem voltar, se me verem aqui não irão gostar. — O fato de estar na casa dos pais de Jimin, me incomodava um pouco. 

— Aqui, será melhor do que ficar em sua casa sozinha. Sua tia foi apenas fazer as compras, não irá demorar, meus pais irão. 

— Tudo bem, então. — Sorri para ele.

— Eu irei sair. Mas não irei demorar, Maria ficará com você. — A mesma tocou meus braços. — Cuide bem dela. 

— Com certeza irei cuidar bem dela, Jimin. — Pude sentir a mesma sorri. 

— Até mais. — Selo meus lábios com um beijo demorado. 

— Vamos para a cozinha, (S/N). Eu fiz um bolo para você. — Assenti com a cabeça. 

Maria me sentou em uma cadeira enquanto colocava um prato perto de mim. Ela colocou o garfo em minhas mãos e o levou até o pedaço do bolo. 

— Consegue comer sozinha? — Assenti. — Tudo bem, irei lavar os pratos. Nesta casa não paro quieta. — Sorri sapeca para ela. — Você é Jimin estão se dando bem? 

— Sim! Ele é um anjo que caiu em meu caminho. — Sorri. — Ele é um ótimo namorado. 

— Eu gosto muito de vocês dois juntos. Jimin sempre me fala de você. Eu nunca o vi tão feliz como agora. — Sorri com o quê ela havia dito. 

— Jimin me faz feliz, e eu faço ele feliz. Nunca iremos abandonar um ao outro. 

Que lindo. Mas Jimin não ficará com você. Eu já disse isso. — Era a voz da mãe de Jimin. 

— Senhora Park? Você chegou cedo. — A outra rio. 

— Porquê está aqui (S/N)? Quem mandou você entrar na minha casa? — Ela havia puxado meu braço com uma certa força. Acabei deixando o prato cair no chão. — Eu não quero você com meu filho. 

— Senhora Park me solte. Está me machucando. — Eu já estava ficando nervosa.

— Isso ainda não é nada. Eu nunca deixarei você em paz enquanto vocês não terminarem. E se for preciso, eu irei fazer pela forma mais cruel.


Notas Finais


Não esqueçam do lindo comentario de vocês que eu tanto gosto de depender. Até um simples "continua" serve. ^^

Perfil: @StayGirl


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