História O que virá depois? - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Tags Drarry, Lemon, Mpreg, Romance, Shounen Ai, Yaoi
Exibições 160
Palavras 1.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Lemon, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Meu deus que nervoso, meu deus que fogo no cu pra escrever foi esse?! Meu deus que sono! Meu deus Marisa Monte é tipo, muito boa, o que eu tô falando?!

Capítulo 1 - Desbafo - blog de um bruxo


   Blog : Casa do bruxo, lar dos trouxas

Tópico: Desabafo

O dia em que eu perdi o meu amor - baboseiras de adolescente #09

 Muitos de vocês sabem que eu acabei por adotar o celibato, mas nunca tinha revelado o porquê da questão. A verdade é que foi mais uma das minhas decisões por impulso, uma daquelas que veio num momento desesperado deste que vos escreve. Mas, embora meus motivos tenham-me feito anunciar para meio mundo que não mais teria relação, isso acabou se tornando algo que realmente me foi bom.

 Minha experiência escolhendo não me relacionar com ninguém, por mim nem romântica e nem sexualmente, me mantendo solteiro no conceito geral de celibatário, não me deu nem um tipo de solidão, não por este motivo. O que mais me conveio foram as pessoas que me entendiam, ou passavam a entender através de mim mesmo, e que não mais me forçaram, vocês entendem? Muitos me mal compreendiam e outros tentavam a todo custo terem seus contos de fadas tentando ser o diferencial em minha vida, e vocês bem sabem que eu tenho nome por onde moro, seria uma bela de uma credibilidade ter o famoso Harry, que adotou ao celibato, em mãos no sentido “relacionamento romântico “.

 Enfim, após a longa introdução, vocês merecem saber o “porque”. Eu vou começar em forma de conto de fadas, como amo fazer sempre aqui pelo “baboseiras de adolescente”:

 Era uma vez . . .

 Havia um garoto de belos olhos vivos em um brilho infantil e ao mesmo tempo sádico, além de uma certa carência que verias se tu enfrentastes sua resistência e tentastes aprofundar o estudo em suas “janelas da alma”. Esse garoto era belo em aparência como um todo também, ele tinha fios platinados, se assim pode-se descrever, e uma pele branca como açúcar, porque eu amo açúcar, assim como o amava (amo), menos no café, assim como não gostava dele mergulhado num mar de escuridão que o afastaria de mim.

 Aquele garoto se chamava Malfoy, era só o que sobressaia naquela época, seu sobrenome. Ele era cria de um homem mal visto, contudo temido, ele era apenas uma criança, assim como eu também era. Por essas e outras, por intrigas, ambos se consideravam inimigos, entretanto eu penso hoje que talvez eu nunca o tenha odiado, porque toda a descrição de seu olhar e sua aparência bela e juvenil me veio naquela época, mas como viram eu não era tão bom com as palavras, quem dirá poeta, aquele era apenas um menino que guardou bem guardada sua admiração e observação.

 Houve um período de tempo, na escola, que foi onde o conheci e onde supostamente  crescemos juntos, em que comecei a pensar mais nele, reparava mais em sua “desenvoltura”, aquela era uma palavra nova que eu tinha descoberto numa de suas falas, a qual fui buscar o significado no dicionário, além de procurar brechas para me aproximar, mas parecia ser tão errado, eu precisava canalizar toda aquela atenção para outra coisa, como eu poderia estar tão atento e excitado com cada movimento de meu arqui-inimigo? Eu não deveria ter vontade de sorrir por todas as vezes em que ele dizia meu nome, nem deveria ser um adolescente com planos de ir parar num hospício só pela ideia de enlouquecer por Draco, este era seu nome, que agora fazia mais sentido em minha mente.

 Situações de todos os tipos aconteceram em minha vida, vocês devem se lembrar da forma em que descobri como realizar o sonho do “rótulo próprio”, que as pessoas tinham para mim, e decidi que se era para dizer quem sou por minha sexualidade, que me chamassem de bissexual, prazer! Mas eu só vim descobrir resquícios desse meu rótulo mal almejado na minha adolescência confusa e cheia de hormônios malditos, quando, antes de ter de enfrentar a vida real onde eu deveria morrer no final, para poder viver (acompanhantes ácidos do blog estão ligados), eu pude ter meu corpo nu junto ao corpo nu dele, era mágico, me lembrou a sensação de beijar minha primeira garota, porque eu me sentia o máximo, mas é óbvio que com ele era diferente, eu tinha recém descoberto que o amava naquela época e ele tinha recém tomado coragem, apenas me joguei.

 Por motivos de eu ter sido um desavisado quanto a sentimentos e completamente inexperiente com relacionamentos na situação em que estávamos, que eu vou deixá-los curiosos para saber qual era (prevejo expectativa para o próximo B.A.!), e, em toda a minha confusão, pressão e ingenuidade, eu acabar dizendo coisas que o magoaram, eu findei nossa tão prematura relação dizendo coisas com consequências que me matam até hoje e acabei o fazendo sumir do meu mapa, completamente.

 E o blog que conta minhas experiências na vida, minhas experiências nessas viagens malucas pra todo tipo de lugar e, principalmente, que mostra, para quem quiser ver, todas as minhas formas de me expressar através de qualquer arte, do que eu chamo de arte, nasceu assim. Como se é capaz de deduzir eu comecei viajando à procura de Draco, mas hoje, eu vos afirmo, só busco minha espiritualidade para poder ter paz, aquele loiro ainda é o centro da minha vida e a preocupação em minhas orações, tenho medo de alguma forma ainda estar prendendo ele ao meu egoísmo, se algum dia o encontrar por aí não quero me jogar nele e o sequestrar para nunca mais, é mais fácil ele estar me odiando agora do que gostar de mim como ainda gosto dele, quero ver seu sorriso não sua face de náusea ante à mim.

 Eu quero poder olhar para Draco e sorrir feliz por sua felicidade, poder apenas realmente querer que ele se levante se estiver mal, sem no fundo alimentar uma vontade de o ter, quero simplesmente o olhar e o amar, amar seus belos olhos, amar seu belo ser e qualquer que seja sua personalidade hoje, quero apenas olhá-lo e poder gostar dele, poder sentir meu coração bater sem culpa, porque eu preciso simplesmente amar Draco, contudo eu ainda não sei, não faz tamanho tempo de minha adolescência, só temos 2 anos de blog, certo? Não se entreguem às minhas palavras sensacionalistas quanto ao tempo.

 Aprender a simplesmente amar é difícil, afinal eu sempre reprimi um sentimento que se tornou uma paixão ardente demais no final, tudo veio de uma vez e eu mal aprendi a usar as palavras até aqui, como saberia encarar Draco e simplesmente amá-lo?

 Espero que vocês entendam, porque foi meio impossível não chorar ao lembrar de minha história com ele, sabe, eu sei de tudo e acabei chorando, talvez seja o que me resta, ou talvez eu esteja apenas limpando a alma e me preparando para mais uma vez me encher de esperança de encontrá-lo.

Comentários:

M.Dragon comentou: Por qual demência você não passou n’A toca ainda?


Notas Finais


Desculpe qualquer erro ortográfico cometido! EU TÔ BEM LOKA E BEM SECA! MEU DEUS EU FIQUEI QUASE UM SÉCULO PRA VIM UMA IDÉIA AÍ ELA BROTA DO INFERNO NO MEIO DA MADRUGADA QUANDO EU TENHO UM DIA IMPORTANTE PELA FRENTE! CU!
A Omma Carol ama vocês. ❤

Beijos e coelhos!


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