História O que você significa para mim - Capítulo 2


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Tinker Bell, Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Swan Queen, Swanqueen
Visualizações 122
Palavras 999
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá meus amores aqui vai mas um cap, para vocês ♥

Capítulo 2 - Dor


Fanfic / Fanfiction O que você significa para mim - Capítulo 2 - Dor

                                                                           Points of View Regina Mills

Com a cabeça enfiada dentro daquele saco ficava difícil respirar, eu não aguentava mais segurar a porra do meu choro, mas eu precisava iria transformar toda a minha dor em ódio e quem sabe assim arrumar um jeito de fugir.

Pararam o carro aonde eu estava e logo grandes mãos me puxaram para fora do mesmo, eu tropeçava nos meus próprios pés, enquanto aqueles ogros continuavam a apertar meu braço.

Fui jogada no chão com força, e bati a perna com força no chão. Ouvi passos em minha direção e mãos tocaram o saco que estava em minha cabeça o retirando em seguida, abri e fechei os meus olhos até me acostumar com a luz.

- Boa noite meu anjo. – disse um homem que estava parado na minha frente. – sou David Swan, mas pode me chamar do que quiser. – ele sorriu.

- Que tal demônio? – perguntei afastando meu corpo de perto dele

- Assim você me ofende gracinha, são sou tão cruel assim. – ele levantou e foi até um tipo de bar enchendo o copo com alguma bebida. – Aceita um copo?  - neguei com a cabeça. – Bom que sobra mais.

David virou seu copo bebendo cada gota daquela coisa amarela.

- Bom agora que já falei com a mercadoria pode  mandar Henry entrar.

Ele disse Henry? Henry?

 

Seus capangas saíram da sala e depois de uns segundo meu pai estava na minha frente jogaram ele da mesma forma que fizerem quando cheguei.

- Vocês tem cinco minutos. – David disse e saiu da sala, levando com ele a garrafa de sua bebida.

Henry ajoelhou no chão perto de mim, mas eu levantei rapidamente.

 

- Se afasta de mim, não ouse chegar perto! – gritei.

- Regina me desculpe, eu posso explicar. Não foi minha culpa, acredite.

- Acreditar em você? Eu acreditei minha vida toda, acreditei que você me amava, que você se preocupava comigo... Olha só oque você fez, me vendeu! – senti um nó se formar em minha garganta. – Você não tinha esse direito, eu merecia uma vida, merecia terminar meu estudos, fazer uma faculdade e escolher uma profissão, mas você... – apontei meu dedo em sua direção. – Você escolheu para mim, você é um montro.

 

Henry se aproximou novamente, mas eu me afastei.

 

- Regina, por favor, me deixa explicar.

- Não quero ouvir explicações nenhuma não existem desculpas para o que você fez, eu te amava, confiava em você e você me traiu, traiu da pior forma possível. – um soluço escapou e lagrimas começaram a escorrer pelo meu rosto. – Sai daqui! – gritei.

- Eu vou voltar Regina, vou concertar as coisas. Eu prometo, filha. – os seguranças de David entraram na sala novamente.

- Não volte, não vou estar esperando você. Nunca vou te perdoar, não quero te ver nunca mais, nuca mais está me ouvindo? – os capangas o seguraram enquanto o mesmo ameaçou se aproximar de mim e começaram a tirar ele da sala.

- Eu te amo Regina, eu vou voltar filha! – ele disse antes que fosse jogado para fora, cai no chão de joelho e comecei a chorar desesperadamente.

- Belo show! – escutei aplausos e não levantei a cabeça para saber que era David. – Levem a garota lá pra cima e chamem minha filha.

 

                                                                  Points Of View Emma Swan

Estava no escritório quando alguém bateu na minha porta e avisou que meu pai queria conversar. Terminei de chegar um boleto e guardei o mesmo na minha pasta, levantei e fui para o escritório de David que ficava no segundo andar. Bati na porta e o mesmo pediu para eu entrar.

 

- Demorou por que? – ele perguntou rude.

- Estava vendo uns boletos da boate, mas fala aí, o que você quer que eu faça?

- Então, como sabe hoje eu fui em um dos leilões e comprei algumas mulheres, uma delas é virgem e como sabe eu sou o primeiro a tocar nelas.

- Isso eu já sei, por que me chamou?

- Cala a boca e me escuta porra! Eu preciso que faça um favor para mim, preciso que tire a virgindade da garota e depois a mande para o pior puteiro que temos.

- Ta falando sério? Quer eu faça isso?

- Por acaso parece que eu estou brincando?! Quero eu suba lá faço oquê tem que ser feito, até que ela se arrependa de ter nascido.

David me assustou com aquelas palavras, eu nunca tinha visto ele falar daquela forma por causa de uma de suas garotas.

- Não posso fazer isso. – disse e vi os olhos de David escurecerem em terror.

- Não me interessa se você não pode, não quer ou sei lá oque. Eu estou mandando! – ele cuspi as palavras.

- David, você sabe que esse lance de tráfico de mulher não é comigo, eu não vou me meter nisso.

- Você é uma franca, Emma. – Ele disse e saiu do escritório batendo a porta.

 

                                                                  Points Of View Regina Mills

 

Tinham me deixando apenas de calcinha e sutiã dentro de um quarto, e do mesmo jeito que me deixaram eu fiquei, no chão. Ouvi a porta sendo aberta e continuei com o rosto enterrado nas penas, senti alguém se abaixar perto de mim.

- Escuta, quem deixou você entrar aqui no quarto? – perguntou uma voz rouca, mas eu não respondi. – Não vou fazer mal a você, só quero que me responda, foi David?

- Foi um dos capangas dele. – disse ainda sem olhar para a pessoa.

- Entendi. Qual seu nome?

- Regina. – respondi levantando a cabeça. – senti todo meu corpo se arrepiar ao encarar aqueles olhos, a mulher estava tão perto de mim que eu estava nervosa, ela disse que não me faria mal, mas eu não acreditava.

- Quantos anos você tem?

- Dezesseis.

- Meu Deus! – ela disse sentando no chão. – David pirou de vez, ele nunca trouxe uma de menor e agora você me aparece.

- O que vai fazer comigo? – perguntei receosa.

- Ta aí, uma pergunta que não sei responder.



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