História O Raio de Sol Apos a Chuva - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Romance, Yaoi
Visualizações 5
Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Neste capitulo a historia volta para o Eriky como o principal personagem, espero que vocês gostem.
Obs: Desculpa por confundir um pouco a historia >.<

Capítulo 4 - Meu corpo conhece o medo


Fanfic / Fanfiction O Raio de Sol Apos a Chuva - Capítulo 4 - Meu corpo conhece o medo

Eu não posso acreditar!! Ele estava aqui o tempo todo escutando o meu teatrinho patético? Que vergonha o que ele vai pensar de mim agora?? Não posso crer que isso esta acontecendo.

- Eriky...

- Por favor presidente me deixe sozinho... A vergonha tomou conta do meu corpo senti minha garganta fechar e lagrimas se formando em meu olhos. 

- Eriky eu só estava preocupado, você saiu tão de repente...

Eu não queria olhar pra ele, não queria que ele me visse desse jeito, me senti encurralado. E se ele começasse a me odiar? E se ele sentisse nojo de mim? E ele não me quisesse mais como seu secretario? Não conseguia mais conter meus pensamentos eu só queria me encolher e sumir.

- Eriky esta me ouvindo? Ele deu um passo em minha direção, senti meu corpo se encolher,as lagrimas rolaram pelo meu rosto, eu era mesmo um miserável da classe mais baixa. 

- Eriky se acalme não precisa ficar tão nervoso... Vamos conversar sobre isso, não posso fazer nada se você não me contar o que esta acontecendo!

- O que esta acontecendo... eu não posso... eu... simplesmente não posso...    Finalmente consegui me mover, sai correndo feito um covarde com nojo de mim mesmo. Por que ele parecia tão calmo? Por que ele quer falar sobre isso? Por que ele parecia não sentir repulsa de mim? Quero ir para casa...quero ir para casa e esquecer que isso aconteceu...

  Já havia me acalmado um pouco quando sai do prédio da empresa, não queria me encontrar com o Seiji amanha no trabalho mais eu sabia que era impossível. Minha cabeça estava doendo de tanto estresse, após andar algumas ruas percebi que não sabia exatamente onde ficava o meu prédio, eu estava tão absorto em meus pensamento que acabei me perdendo, tentei perguntar a direção para uma senhora mais ela me achou suspeito e ameaçou chamar a policia, andei mais algumas quadras sem rumo até que esbarrei em dois rapazes em uma rua praticamente deserta.

- Eii cuidado vê se olha por onde anda!  Um deles exclamou.

- Me desculpe eu estou perdido,  vocês podem me ajudar?

Eles se entre olharão e o mais auto falou:

- Não sei... Será que podemos te ajudar?  Por algum motivo o tom de sua voz fez meu coração gelar, era baixo e ameaçador.

- Hum... Não tudo bem... não preciso de ajuda,posso encontrar o caminho sozinho.   Eu me virei e comecei a andar, dei uma breve olhada pra trás e os dois rapazes estavam logo atrás de mim, não sabia se estavam me seguindo ou só indo na mesma direção que eu, mais por precaução eu apertei o passo, eu estava nervoso e meu coração começou a acelerar, meu sub-consciente só me dizia que eu não deveria estar ali, que eu tinha que me afastar deles, que eu tinha que encontrar rápido o caminho de volta pra casa.  Eu virei algumas ruas e percebi que aquele era o caminho de volta para empresa, me senti aliviado por um instante e de repente senti uma dor aguda e muito forte atras da minha cabeça e então tudo ficou escuro...

Ao abrir os olhos a luz de um poste elétrico feriu minha retinas, senti uma brisa fraca e me encolhi de frio, ao fundo eu podia escutar vozes mais não entendia muito bem o que diziam, tentei me levantar mais não conseguia mover minhas mãos, foi ai que o medo aterrador percorreu o meu corpo quando percebi que minhas mãos estavam amarradas com a minha gravata, e minha boca amordaçada com meu próprio cinto, e algo quente e e viscoso descia pela minha nuca,minha visão estava embaçada mais captei duas formas em meio a escuridão levemente sendo refletida pela luz do poste. Entrei em pânico, olhando ao redor eu notei que estava em um beco não havia ninguém por perto...   "Droga ele não tem muito dinheiro"   um deles exclamou enquanto atirava minha carteira no chão , pela voz eu percebi que eram os caras que eu havia esbarrado a pouco tempo.  Dei um pulo quando o celular no meu bolço começou a vibrar, eu estava com o telefone fornecido pela empresa, agradeci a Deus por ter colocado no silencioso, mais de alguma forma eles perceberão.

- Olha, só a bela adormecida acordou.  O mais alto disse com um sorriso assustador.

- O que vamos fazer com ele? Disse o outro. 

- Ele não tem dinheiro.... Mas olha bem para esse rosto...

- Ele é bonito... vamos checar se ele é mesmo um homem ha ha ha...  Meu coração que já estava acelerado batia tanto a ponto de doer o meu peito, sentia meu corpo tremer, e lagrimas começarão a rolar pelo meu rosto. 

-  Não faça uma cara erótica assim, eu vou ficar excitado.   O mais alto retirou de dentro da jaqueta um canivete, então eu comecei a gritar mais o cinto em minha boca só deixava escapar alguns grunhidos desesperados, ele começou a cortar minha camisa, os botões foram saltando de um a um ate minha cintura.

- AHHH ele é mesmo homem. O outro disse com uma expressão frustrada nada convincente. 

- Vamos fazer assim mesmo!  O mais alto disse enquanto puxava fortemente o meu cabelo me levantando do chão, senti o cinto deslizar um pouco pra baixo, então aproveitei a chance pra livrar minha boca.     Tentei gritar por socorro mais um deles me deu um soco forte na costela seguido de uma cotovelada no meu rosto, a dor lancinante me arrancou o ar, senti o gosto de sangue na boca, me encolhi tentando respirar mais parecia que o ar não chegava aos meus pulmões.

- NÃO NOS FAÇA DE IDIOTAS!!   Um deles gritou pra mim enquanto o outro levantava minha cintura, num instante arrancarão a minha calça, o panico tomou conta de mim. Meu corpo conhece o medo, o panico e o sentimento de sentir encurralado, varias lembranças do meu passado sombrio invadirão minha mente...

- NÃO, NÃO POR FAVOR NÃO! POR FAVOR!  Desesperado eu implorei pra que eles parassem mais tudo que eu recebi foi outro soco no estomago. 

De repente escuto um barulho auto vindo de um dos lados da rua, um carro preto parou abruptamente a poucos metros de nós, eu tentei gritar mais  um deles chutou repetidas vezes no estomago de novo e eu cai de joelhos no chão tossindo, minha cabeça latejava e meu corpo tremia violentamente, eu me deixei cair na rua afim de me acalmar um pouco, recostei meu rosto no chão frio da calçada, com a respiração entrecortada,  a essa altura eu já havia aceitado o fato de que iria morrer naquele beco, senti gotas de chuva no meu rosto, e então sem me importar com ninguém fechei meus olhos e deixei a escuridão e torpor me envolverem completamente...


Notas Finais


Muito obrigado pela leitura, vou me esforçar bastante para o próximo vocês gostarem tbm <3 <3


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