História O Rancho Infinity - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Visualizações 8
Palavras 942
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Magia, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - A POUSADA MÃE SUZAN


Henry ficou confuso com tudo aquilo que lhe estavam contando, não conseguia simplesmente acreditar que toda aquela historia era real. Parecia tudo um imenso conto de fadas. O tal rancho se parecia com uma espécie de terra do nunca!

- Vamos garoto, é melhor você conhecer o pessoal. - disse Sr.Ramstein, colocando a palma da mão sobre o ombro de Henry. 

A dupla passou pela imensa porta de madeira de carvalho, entrando numa espécie de sala de estar, onde se encontravam algumas pessoas.

A primeira coisa que Henry notou foi a curiosidade das pessoas que o olhavam, como se ele fosse algo impossível ou improvável.

Sentados no sofá, haviam dois garotos jogando xadrez, um deles era negro e tinha cabelos rastafári amarrados em um rabo de cavalo, aparentava ter uns 17 anos. Enquanto o outro era branco, tinha cabelos castanhos até os ombros, parecia ter uns 20 anos e tinha uma expressão abalada no rosto. 

Havia uma senhora gorducha de uns 50 anos, com cabelos curtos brancos e cacheados, servindo um prato de biscoitos açucarados feitos por ela mesma. só percebeu a presença de Henry depois de dar uma beijoca na testa do garoto de cabelos castanhos que aparentava estar triste.

- Oh! Um viajante! - a velha senhora veio correndo e deu uma beijoca na bochecha de Henry, o que o fez se sentir estranhamente em casa. - qual é o seu nome?

- Meu nome é Henry Elias Malcom, e a senhora? 

- Oh! Me chame de Suzan, ou Sr.Ramstein! 

É claro! Aquela era Suzan, a dona da pousada. Henry se sentiu estúpido por não ter percebido tão cedo.

- Entre! Sente-se alí com os garotos! Coma alguns biscoitos, recém tirei eles do forno! - disse Sr.Ramstein calorosamente. 

Henry se sentou timidamente ao lado do garoto de cabelos rastafári. 

- Olá, me chamo Opuá Samar. Henry não é? - disse o garoto de cabelos rastafári, apertando as mãos de Henry. 

- Exatamente.

- E eu me chamo Zachery Brewster. Me chame só de Zack. - disse o outro garoto, com uma cara de preocupado.

- Tudo bem, Zack? Eu mal te conheço mas vejo que parece preocupado. - disse Henry, tentando puxar assunto.

- Bem, não tinha como não estar, fui alimentar meus cães hoje pela manhã e eles sumiram, não sei para onde foram, passei a manhã inteira procurando por eles mas não os encontrei, e agora nós estamos esperando algum sinal deles, um latido ou algo assim, contra a minha vontade, é claro...

A senhora Ramstein entregou um copo d'água para Henry, que aceitou e agradeceu silenciosamente, para não atrapalhar Zack.

- ... Não viu nenhun rottweiler por aí? - perguntou Zack.

- Não, infelizmente, mas eu posso te ajudar a procurar, se você quiser, é claro.

Os olhos de Zack brilharam.

- Sério? Muito obrigado! Eu não sei onde eles possam estar, mas seria ótimo uma ajuda extra!

- E você pode aproveitar para dar uma olhada no rancho, não é Henry? - perguntou Opuá. 

- Claro, eu ainda estou tentando entender toda esta situação. como assim o rancho é infinito? As coisas mudam mesmo? Como funciona essa coisa do tempo? 

- É bem difícil de entender, primeiro é melhor você se acostumar com tudo. Fique sabendo que em 90% do rancho o tempo passa mais devagar. Mas existem lugares como o quarto número 9, aqui desta pousada, onde o tempo simplesmente não passa. Quem fica lá é imortal, não envelhece jamais. E ainda existem outros lugares, como a entrada do rancho, que simplesmente muda, hoje, pelo o que eu sei, é um pântano. Mas amanhã não vai mais ser. - disse Opuá. Balançando os braços para explicar.

- Mas você vai entender tudo com o tempo. Agora, se estiverem prontos, vamos procurar pelos Cães? - disse Zack, apreensivo.

- Vamos... - disse Henry. Levantando do sofá. Sendo acompanhado pelos outros dois.

- Nós vamos procurar os cães, tudo bem, mãe? - disse Zack.

Henry ficou intrigado, como poderia Zack ser filho de Suzan Ramstein? Eles não tinham nada parecido, nem mesmo o sobrenome era o mesmo. Mas Henry decidiu perguntar sobre aquilo depois.

- Ótimo, filho, mas lembre-se das regras! Tudo bem? - disse Suzan.

- Claro Mãe, não voltar depois das 23, não entrar no ferro-velho do Sr.Tiago, não chatear os animais... Eu lembro delas... - disse Zack, saindo apressado da pousada.

Assim que deixaram o local, Zack parou e pensou uns segundos.

- O que foi? - perguntou Opuá. 

Zack apertou os lábios. 

- Vamos precisar nos separar, mas não é bom ficarmos sozinhos, nem deixar Henry solto por aí, ele pode se perder... Precisamos chamar mais alguém...Carlos está em livre hoje? - perguntou zack.

Opuá  balançou a cabeça.

- Não... Mas eu sei de alguém que pode nos ajudar... - abriu um sorriso.

Como se Zack soubesse de quem ele estava falando, balançou a cabeça negativamente. 

- Não, não, não. Você não tem jeito mesmo não é? - olhou para o horizonte e bateu as mãos nas pernas - Tudo bem... Chame ela, mas é para procurar os meus cães! Nada de ficar de namorico, ok? 

Opuá abriu um largo e branco sorriso. 

- Ótimo! Vou chamar ela e depois vamos procurar pelo leste, você pode procurar pelo oeste. - disse Opuá, já saindo de perto da dupla.

- Esse Opuá não tem jeito mesmo. - Zack deu sorriso, que poderia ser maior caso ele não estivesse tão preocupado com seus cães. - Ele vai buscar a namorada dele, Marlene, é uma boa pessoa, mas os dois não podem ficar sozinhos que já ficam se beijando! Espero que foquem no nosso objetivo e deixem o namorico de lado.

Henry sorriu, apesar de tudo as pessoas que viviam alí eram "normais", tinham problemas com seus animais, regras para serem seguidas, paqueras, deveres... 



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