História O Rancho Infinity - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Visualizações 16
Palavras 1.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - NO FERRO-VELHO AUGOSTINE


Zack e Henry procuravam pelo rancho, passaram pelo lindo lugar, de grama aparada e de árvores grandes e bem cuidadas. Passaram por muitos lugares diferentes, alguns casebres e cabanas, e até mesmo ao lado de um lugar onde haviam vacas, que Zack explicou a Henry: 

- Elas parecem normais não é? Tem as tradicionais manchas pretas e brancas, mas elas não dão leite, e sua carne não é a das mais saborosas. Elas produzem um líquido de gosto semelhante ao vinho, que nós costumamos tomar por aqui.

Henry, de tanto gritar pelo nome dos cães, decorou:

- LUZ! TROIA! RAMAZ!

Com o passar do tempo, Zack ficou muito bravo e preocupado com o fato de que não tiveram nenhum sinal de Opuá e nem mesmo dos cães.

  Henry começou ficar preocupado, não queria passar a noite naquele lugar, mas parecia inevitável. E ficava curiosíssimo com tudo no rancho, mas sentia que era melhor não perguntar a Zack, não por enquanto.

Henry até estaria com fome se não estivesse tão imerso naquela procura, e tão preocupado com os seus pais.

As 20 horas, estavam passando por trás de um grande muro feito de telhas, quando bem de longe eles escutaram um latido.

Zack se impertigou todo, fez sinal para que Henry não falasse.

Zack se aproximou do muro de telhas, colocou o seu ouvido e ficou alguns segundos ouvindo os latidos.

- São eles? - perguntou Henry. 

Zack não sabia se sorria ou se chorava.

- S. São eles... Droga... Aquele velho maldito! - disse Zack, com um tom de voz muito stressado.

- Qual é o problema? Nos os achamos, não é? - perguntou Henry.

Zack andava de um lado para o outro.

- Sim, mas não do melhor jeito! Eles estão no ferro-velho do Sr.Tiago... E uma das principais regras é não entrar lá! Aquele velho maluco... Espero que não tenha feito nada aos meus cães...

- Nós não temos que entrar! Quem sabe só pedimos a ele que devolva os cães? 

- Você tá maluco? Esse velho é louco das ideias, se quisermos os cães de volta vamos ter que nos esgueirar pelo ferro-velho sem que ele nos veja!

- Mas... Mas... E se ele nos encontrar?

- Eu não sei, provavelmente nos mata e come nossa carne. Ou coisa pior!

Henry não acreditava que o velho Sr.Tiago pudesse ser tão mau assim.

- Não há outro jeito... Temos que fazer isso o mais rápido possível, não podemos chegar tarde na pousada... - disse Zack, cruzando os braços.

- Deveríamos chamar Opuá? - perguntou Henry.

Zack olhou para os lados.

- Vamos perder tempo demais até acha-lo. é melhor fazermos isso sozinhos. Quanto menos gente, menos barulho.

Zack puxou uma das telhas o suficiente para passar alguém. 

- Passe você primeiro, depois você segura a telha por dentro e eu passo. - disse Zack, segurando a telha com ambas as mãos. 

Henry nunca tinha invadido uma propriedade privada antes, e pretendia nunca ter que invadir. Mas pela expressão de necessidade de ajuda no rosto de Zack, Henry soube que aquilo não era algo do mau, ele só entraria e salvaria os cães, e ganharia a confiança e a amizade de Zack.

Henry se esgueirou pelo meio das telhas. Assim que entrou, ficou escondido atrás de um carro velho, e os latidos dos cães já não estavam tão longe. Mas não havia nenhum sinal do Sr.Tiago. 

Henry empurrou a telha com força, e Zack passou engatinhando pela fenda.

- Ótimo, onde eles estão? - disse Zack, silencioso. 

Passaram silenciosamente pelo ferro velho, procurando ficar mais próximos do lugar de onde vinham os latidos.

O cheiro de ferrugem naquele lugar era muito forte, e não se podia tocar em nada, se não as mãos ficavam completamente alaranjadas.

A casa do Sr.Tiago era muito feia em comparação a tudo no rancho. Era uma construção de madeira podre e muito baixa, não devia ter nem 2 metros e meio de altura. O que fez Henry se perguntar qual era a altura de Sr.Tiago.

Depois de alguns minutos andando e procurando. Henry viu onde estavam os cães. 

Estavam presos em uma gaiola debaixo de um abrigo feito com lonas, havia um pote de água e um outro com arroz.

- Esse cara acha que vai ficar com os meus cães? Ele está completamente errado! - disse Zack, um pouco mais alto do que deveria.

Quando os cães viram Zack, começaram a grunhir de emoção, com saudade dele.

- Eu sei, eu sei... Vou tirar vocês daqui.

Mas quando Zack estava quase abrindo a gaiola, a porta da casa de Sr.Tiago se abriu. 

- Droga... - disse Henry, se escondendo. 

A figura escura do Sr.Tiago saiu da casa lentamente, parecia que tinha uns 70 anos, usava um casaco de lã e era estranhamente parecido com Sr.Ramstein.

Quando ele saiu da casa, Henry percebeu uma coisa muito estranha. O Sr.Tiago mancava, e parecia ter uma coisa cintilante na perna.

Sr.Tiago saiu mancando até um portão e saiu do ferro-velho. 

- Melhor assim... - disse Zack. Abrindo a grande gaiola.

Os três cães saíram de lá, pareciam normais, não assustados. Henry não soube dizer de que raça eram, mas pareciam jovens, não eram filhotes, mas não atingiram a idade adulta ainda. Tinham o pelo muito escuro, e na escuridão eles só conseguiram ver os olhos deles brilhando no escuro.

- Meus Bebês... Vamos sair daqui o mais rápido possível...

Saíram andando e levando os cães consigo. Sem interrupções. Tudo estava dando certo.

Zack empurrou a cerca e Henry saiu, chamando os cães pelo outro lado da cerca. 

- Venham aqui, Luz, Troia, e Ramaz... 

Os cães seguiram Henry para fora, e quando Zack foi passar pelo vão, acabou tropeçando e empurrando a telha, fazendo ela raspar as pontas nas mãos de Henry. Que acabou fazendo um pequeno corte na mão esquerda.

- Cuidado, Zack! - disse Henry. 

- Eu sei, desculpa! 

Depois que estavam fora do ferro velho. Começaram a levar os cães de volta ao canil, que não ficava muito longe da pousada.

Mas no meio do caminho eles viram a silhueta de um velho homem mancando, perto da estrebaria.

- Cuidado! Se ele nos ver ele vai saber que entramos na casa dele! - disse Zack, se escondendo atrás de um poste.

Mas o velho Sr.Tiago seguiu o seu caminho, e a dupla conseguiu chegar até o canil e devolver os cães, em um puro silêncio. 

- Ufa.. - disse Zack, depois de fechar a porta do canil.

- Onde foram Opuá e Marlene? - perguntou Henry. 

- Vamos voltar para pousada, eles devem estar lá. 

Assim que chegaram, viram que Opuá e Marlene estavam sentados no sofá da sala de estar da pousada.

- Aí estão vocês! Sabem que já são 21 horas?  Estavamos preocupados com vocês! - disse Opuá. 

- Mas achamos eles! - disse Zack, com um sorriso no rosto.

- Onde estavam? - perguntou Marlene, uma linda mulher de uns 17 anos, com um cabelo "black power".

Zack e Henry se entreolharam, não podiam contar para ninguém que entraram no ferro-velho do Sr.Tiago.

- Er... Estavam presos num lamaceiro lá na floresta ao norte... - disse Zack.

Zack não era muito bom em mentir. Se os cães estivessem presos em um lamaçal eles certamente estariam sujos, mas não estavam.

- Ah! Aí estão vocês, queridos... Estive tão preocupada! - disse a senhora Suzan.



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