História O Rancho Infinity - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Visualizações 8
Palavras 1.184
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Magia, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - A VARINHA


- Não pode ser tão difícil de arrumar uma varinha para você! - gritou o Sr.Ramstein, que já estava tentando dar um varinha para Henry a mais de uma hora. 

Henry descobriu que não é o bruxo que escolhe a varinha, mas sim a varinha que escolhe o bruxo. 

Já havia tentando usar pelo menos 20 varinhas, mas nenhuma delas aceitava Henry, simplesmente faziam coisas que ele não queria. O objetivo era a varinha executar um simples feitiço de faíscas verdes. Mas ao invés disso ela fazia as mais estranhas coisas, como soltar lesmas ou fazer algo flutuar.

O Sr. Ramstein tinha um armazém cheio de itens mágicos, dos quais, ele se orgulhava muito das varinhas.

- Não é possível! Nem mesmo a de pelo de unicórnio e de ipê...  - murmurou Sr. Ramstein. - Talvez... Talvez eu tenha uma que sirva. 

Ramstein andou até uma gaveta, e puxou uma chave de dentro do bolso, abrindo-a, dentro. Havia somente uma coisa. uma varinha com cerca de trinta centímetros, parecia feita de carvalho, aparentemente simples. 

- Esta aqui, Henry. Nunca obedece a ninguém, foi feita com um galho do carvalho que cresce e não morre, daqui do rancho. Tem cordas vocais de dragão e... Nunca aceitou ninguém... - estendeu a varinha para Henry, que a pegou com a mão direita. 

Observou o cabo, era uma madeira muito bonita, e uma varinha de peso mais leve que as outras que já havia empunhado. 

Testou o movimento, e desta vez a varinha expeliu as faíscas verdes que estavam procurando. A varinha havia o aceitado.

O Sr. Ramstein fitava Henry com um ar intrigado.

- Interessante, muito interessante.

Mas de repente Henry sentiu que a varinha se contraía na sua mão, algo estava brotando de dentro dela, sem a sua vontade.

Deixou a mão aberta para ver o que estava acontecendo. 

Uma espécie de desenho estava sendo feito magicamente na varinha, e o olhar intrigado de Camilo Ramstein ficou ainda mais firme. 

Henry olhou o desenho com cuidado. era o inconfundível desenho de um dragão, que ao invés de cuspir fogo, cuspia uma palavra.

- O que é isso senhor Camilo? Era para isso acontecer? - perguntou Henry.

O Sr.Ramstein pegou a varinha de Henry com cuidado, e observou a inscrição. 

- É sem duvidas uma palavra mágica... Mas o que seria? Não reconheço feitiço... Nunca ouvi falar, está escrito: infinito perplexum... 

O Sr. Ramstein observou a inscrição por meio de uma lupa na sua mesa.

- Henry, por favor, não mostre isso a ninguém, entendeu?

- Sim, senhor... Mas... O que é isso?

- É pelo fato de eu não saber que eu quero que você não espalhe, por favor, não fale estas palavras em voz alta com a varinha na mão, não diga a ninguém sobre isso e não mostre essa inscrição a ninguém. - disse Sr Ramstein, envolvendo o punho da varinha com uma fita preta. - não sabemos o que é, e se eu não sei, ninguém mais aqui neste rancho sabe, por isso, não mostre a ninguém, entendeu?

Henry pegou a varinha das mãos de Camilo e a segurou com cuidado. 

- Entendi... 

- Agora vá até Zack, ele vai te ensinar alguns feitiços... 


Henry encontrou Zack no canil, alimentando os cães. 

- Hey, Zack, consegui uma varinha! - disse Henry, atrás das cercas.

Zack se virou e por acidente Tróia pisou no seu pé. 

- Hey! Legal! - saiu do canil, deixando os cães comendo. - Vou te ensinar um feitiço muito basico e simples, mas igualmente muito útil. - Zack tirou a sua varinha do bolso de trás das calças. - Você segura a varinha deste jeito, balança nessa posição e diz: Lumus!

Uma espécie de luz apareceu na ponta da varinha de Zack, que provavelmente brilharia muito de noite.

Henry tentou, mas não aconteceu nada.

- Nunca se consegue as coisas de primeira amigo. Continue treinando o movimento e... Por que a sua varinha está com essa fita enrolada? - perguntou Zack.

Henry segurou o impulso de contar para Zack a verdade.

- Eu... É... Sr. Camilo me disse que a empunhadura dela é muito desconfortável, e colocou essa fita ao redor. Não me importo com ela...

Zack olhou para Henry com um olhar de quem reconhece uma mentira, o que era irônico, pois Zack mentia muito mal.

- Ok... Opuá e Marlene me disseram que precisam de ajuda com as Cowaias, aquelas vacas que dão vinho ao invés de leite. Eu estou um pouco ocupado aqui então... Se quiser aprender um pouco mais sobre tudo aqui e ajudar eles um pouquinho...

- Claro! - disse Henry, ansioso para ver uma Cowaia de perto.

Henry já foi se afastando, olhando para a varinha em suas mãos. Mas Zack gritou de longe:

- ALGUMAS COISAS DEVEM TER MUDADO! CUIDADO POR ONDE ANDA! CASO SE PERDER SÓ PROCURE ANDAR NA DIREÇÃO DAQUELA MONTANHA E VOCÊ ESTARÁ AQUI!

- OK!

Henry andou calmamente pelo rancho, observando as árvores e alguns pequeninos açudes. Mas uma árvore chamou a sua atenção.

Certamente não estava lá na outra noite, pois ele teria notado as folhas azuis. Era uma árvore que não existia no mundo "normal". E sua varinha tremeu no seu bolso ao chegar perto dela. Talvez aquele fosse a tal árvore que não crescia e nem morria, da qual foi arrancado um galho para fazer a sua varinha.

Decidiu ignora-la por enquanto. E seguiu o seu caminho até que chegou nos cercados das Cowaias.

Assim que chegou, viu que Opuá e Marlene se divertiam tirando vinho de duas Cowaias.

- Se você tirar mais vinho que eu, vou ser obrigado a te fazer engolir três quilos de cocô de Cowaia! - Disse Marlene, brincando.

- Ainda bem que você vai perder! - Opuá deu uma gargalhada e os seus rastafaris deslizaram pelas costas.

Henry chegou meio timido, não queria interromper a diversão  deles.

- Er... Eae pessoal! - disse Henry.

Opuá e Marlene se viraram, e quando viram Henry abriram um sorriso.

- Chega mais cara! Nós já estamos um litro de vinho na frente de você! Pegue aquela Cowaia alí e comece a ordenhar! - disse Opuá, dando ênfase a última palavra como se fosse um lutador de MMA.

Henry sentou em um banco ao lado de uma grande Cowaia, e Marlene lhe estendeu um balde para colocar o vinho.

- Eu... Bem... Eu nunca ordenhei una vaca antes... - Disse Henry.

- Ah! Não é difícil, você pega o jeito, só tem que ser bem cuidadoso e fazer com carinho, se não elas se assustam e fogem. - disse Marlene.

Henry, com muito cuidado, começou a tentar ordenhar a Cowaia, mas não saía nada. O animal tinha cheiro de uvas e de álcool, o tradicional cheiro do vinho.

Após muito tempo tentando, Henry finalmente pegou o jeito, e agora ordenhava muito bem, enchendo um balde. um litro, dois litros...

- Enchi! Ganhei! - gritou Marlene. Apontando para Opuá, que fez uma cara de desapontado.

- Você venceu a batalha, mas não a guerra! - Opuá riu - e você Henry, como está? 

- Eu acho que peguei o jeito! Já passei a marca dos três litros! 

Opuá franziu o cenho.

- É, você tem o dom!

- Hoje tem bastante vinho de Cowaia pro almoço! - disse Marlene, pegando o balde como se fosse um troféu. 













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