História O resgate ( continuação A aposta) - Capítulo 8


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
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Palavras 823
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como prometido no aviso aqui está um capitulo
Hoje irei postar uns 3 capítulos, fiquem atentos.
Boa leitura!

Capítulo 8 - Assalto...Hospital


Fanfic / Fanfiction O resgate ( continuação A aposta) - Capítulo 8 - Assalto...Hospital

1 semana se passou e não há pistas de Anne e Avallanna. Eu e meus amigos temos andado a treinar para entrar no mundo do crime e hoje faremos o primeiro assalto a um armazém de armas pois as que temos são muita  poucas no máximo 10 que compramos pela internet mas precisamos de mais e também procuramos homens para ajudar e serem nossos seguranças mas enquanto isso continuamos sozinhos.

Chaz: já desliguei o alarme do armazém podem entrar - ordenou pela escuta que ele próprio fez

Eu: está na hora - abri a porta do telhado e atirei nos seguranças que estavam lá mas não para matar

Desci as escadas e parei num corredor onde encontrei Chris e Ryan que tinham entrado pelas traseiras e esgoto. De um lado ao outro via-se enormes estantes e armários de armas de vários calibres e tamanhos.

Eu: já sabem o que fazer - cada um correu pelas várias estantes pegando tudo o que via pela frente

Chaz: não vou conseguir segurar por mais tempo a polícia está começar a desconfiar das câmaras sempre a darem as mesmas imagens - alertou preocupado

Eu: acho que estas são suficientes vamos embora - corremos para as portas onde tínhamos entrado e eu respirei alívio ao ver que todos os seguranças estavam desmaiados devido ao gás que os rapazes lançaram ao saírem

Entrei no carro e pude perceber que os rapazes também tinham entrado e então demos partida ouvindo o som do alarme logo em seguida.

Gargalhei ouvindo os outros fazendo o mesmo. Era impressionante a adrenalina em minhas veias. Porque não fiz isto antes? Era maravilhosa a sensação.

Eu: rapazes temos de fazer isto mais vezes é a melhor sensação da minha vida - comentei alegre

Chris: podes crer - concordou

Ryan: quando será o próximo? - perguntou divertido

Eu: primeiro vamos ao galpão, depois vamos arranjar mais pessoal e depois sim faremos outras aventuras como esta ou melhor - expliquei olhando para um dos sacos de armas que estava ao meu lado

Ryan: ok - desligou a escuta assim que chegamos ao galpão que esta semana encontramos no meio de um terreno deserto depois de uma floresta sombria

Entrei com as várias malas carregadas de armas e coloquei em cima da mesa.

Chaz: uau devem estar aqui mais de 10 mil armas - disse observando as armas e junto de nós despejou todas as armas na mesa - são as melhores bom trabalho - riu

Eu: ok as armas já temos agora precisamos de pessoal - sentei no sofá e peguei uma cerveja

Chris: o Alfredo é dono de empresa de segurança podes pedir alguns - lembrou

Eu: já não nos vemos há dois anos desde que ele viajou para a Rússia - murmurei - vou telefonar-lhe - peguei no telemóvel e marquei o número do Alfredo que era um dos meus melhores amigos no tempo da escola

Telefonema on

Eu: alô

Alfredo: alô Justin quanto tempo? - disse rindo ao atender o telemóvel

Eu: pois é - ri também

Alfredo: como vai tua mulher e tua filha? - perguntou entusiasmado e eu respirei fundo lembrando de tudo o que estava acontecer

Eu: preciso de conversar pessoalmente é um caso urgente - suspirei

Alfredo: ok quando? - perguntou ansioso

Eu: o mais depressa possível - respondi sério

Alfredo: o caso é mesmo grave - murmurou

Eu: infelizmente - engoli o choro - traz uns 30 mil seguranças confiáveis - pedi

Alfredo: 30 mil? - repetiu assustado

Eu: sim é um caso de vida ou morte - insisti

Alfredo: ok vou reunir meus seguranças e ver isso - disse e pude suspirar de alívio

Eu: manda mensagem ou liga quando vieres que passo a morada onde vamos conversar - desliguei

telefonema off

Eu: já está - avisei e levantei-me - vou para casa - saí do galpão e entrei noutro carro dando partida

Ao fim de uns minutos cheguei em casa, estava um silêncio estranho e senti um aperto no peito. Subi às escadas e ao entrar no nosso quarto meus olhos encheram-se de lágrimas ao ver Angel na cama com os pulsos cheios de sangue.

Era sempre assim, quando Angel sofria alguma desilusão, decepção ou desgosto tinha recaídas e se cortava mas nunca chegava a desmaiar. Acho que o desaparecimento da nossa pequena foi o ápice de tudo.

Peguei seu corpo em meus braços e desci as escadas a correr, coloquei deitada no banco de trás e entrei dando partida o mais rápido possível.

Por sorte não havia trânsito mas os sinais não estavam ao meu favor, ao fim de quase 10 minutos cheguei ao hospital e entrei a correr chamando atenção de todos.

Eu: ALGUEM AJUDA - gritei e logo 3 enfermeiros ajudaram a colocar Angel na maca e seguiram pelos corredores enquanto eu fiquei na sala de espera

Espero que tenha sido apenas um susto, eu odiaria perder minha mulher nesta fase complicada da vida.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Até o próximo!


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