História O Retorno - Capítulo 1


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Categorias Lucifer
Tags Anjos, Demonios, Guerras, Lucifer, Marcas, Objetos Magicos, Rituais
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Palavras 1.019
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, essa é minha segunda tentativa de não fracassar em uma historia, tenho varias prontas, mas como esse é um assunto interessante, resolvi que seria a primeira a ser postada. Tentarei postar toda quinta feira um capitulo e aos sábados alguns capítulos bônus (curtos).
Espero que gostem.

Capítulo 1 - Denize


Era o mês de junho, o inverno chegou com tudo. Época de férias. Os alunos estavam empolgados, queriam se ver livre da escola, só queriam férias e mais nada. Os alunos do ultimo ano tinham um projeto final de férias, que incluía viajar para uma cidade antiga e saber sobre sua historia.

Denize mal chegou no portão e já sentiu uma enxurrada de pessoas a empurrarem e abraçarem, suas amigas estavam totalmente ansiosas para discutirem e saberem como seria essa viagem, mas Denize estava preocupada havia combinado com uns amigos uma outra viagem, e teria vergonha de dizer que deixaria de ir a uma cidade chique e ir para um breu. Sabia que seria excluída do seu grupinho, mas valia nota e ela estava precisando. Resolveu mentir, inventar uma doença seria a saida

Denize Marver era uma garota alta, pele clara cabelos morenos que chegavam até seu colo, era muito popular na escola e muito amigável, era inteligente divertida (com quem merecia), enfim uma ótima pessoa para se ter como amiga. Porém além de todas essas vantagens, era uma pessoa arrogante e egoista, muitos ali não a suportavam por ela ser assim.

Depois de trocarem muitos risos e conversas as garotas ouvem o som do sinal que anuncia o fim da aula, logo deixando-os mais próximos do dia da viagem. Denize sai da sala diretamente para o carro de seus pais, queria logo chegar em casa e contar da doença que faria ela não ir viajar com suas amigas. Chegou e forçou a voz para que parecesse o mais doente possível, surpresas com a historia, as amigas lamentaram a sua falta e disseram que ela perderia a oportunidade. Triste, Denize foi arrumar sua mala.

Na mesma noite a garota teve um sonho estranho, com uma guerra, ela não conseguia, veio alguém em sua direção dizendo ser um conhecido e que estava na hora de ela tomar seu reino, ela já estava pronta, porem a garota não entendeu o que estava acontecendo e foi atrás do homem estranho, não reconheceu o lugar, pra ela era indescritível, sentiu como se já estivesse ido la, as pessoas se curvavam quando ela passava, viu mortos e asas sem dono jogadas no chão, sentiu medo, queria correr, foi quando ouviu um barulho alto e acordou. Eram 5 da manhã quase hora de levantar, não sabia como agir depois daquele sonho, parecia tão real pra ela.

Assim que amanheceu, ela foi para a escola, eram um sábado, e somente sua turma viajaria naquele dia, o que lhe chamou atenção foi uma garota, um pouco mais velha que ela, provavelmente a monitora que tomaria conta de sua turma naquele fim de semana, a moça usava jaqueta de couro preta com vários spikes, os cabelos morenos estavam presos em um alto rabo de cavalo, calça, como a garota estava de costas, não viu seu rosto tinha esmalte preto nas unhas. Assim que o diretor apareceu, a garota que lhe tinha chamado atenção virou de costas, ficando de frente para Denize, fazendo com que a mesma tomasse um susto ao reconhecer aquele rosto, lembrou-se de seu sonho, mas como havia sonhado com alguém que nunca tinha visto?  Percebeu que a moça a encarava também e desviou o olhar, a duvida ainda permanecia em sua cabeça e resolveu que na viagem iria fazer amizade com a tal monitora.

Todos entraram no ônibus, Denize quis ser a ultima pra quem sabe sentar ao lado da garota. Conseguiu. Sentou-se com ela, mas percebeu que algo estava incomodando-a e quis perguntar. Na primeira tentativa não houve resposta e então tentou outra vez:

                - Olha, só quero ajudar, me parece que algo lhe incomoda. É minha presença? Porque se for, eu sinto muito em dizer, mas o ônibus todo está ocupado e não tem lugar para eu sentar.

- Perdoe-me, não foi minha intenção não lhe dar uma resposta, sua fama de arrogante já chegou em mim e eu achei que cortando o assunto seria o mais longe possível que eu ficaria disso, mas vi que sua insistência não vai me deixar quieta, não é mesmo? Então vamos la, eu sou Lilith, me chame de Lili apenas. Sei seu nome, esta no seu colar, e não, nada me incomoda.

Denize se calou a viagem toda, pegou um livro em sua bolsa e se distraiu.

Ao chegarem na cidade. Lili desceu do ônibus e foi levar a turma ate o hotel em que ficariam. Não era um 5 estrelas, mas eram o que tinha.

Mais tarde, 10 minutos antes do primeiro passeio, Denize resolveu ir falar outra vez com Lili e tentar tirar aquela impressão ruim que tinha deixado. Aporta do quarto de Lili estava berta e do corredor dava pra ouvir ela conversando com alguém, mas em uma língua que Denize não conhecia, então não entendeu nada, ao se aproximar mais do quarto, a conversa parou e Lili apareceu na porta.

- Mais uma vez? O que quer?

- Desculpe atrapalhar, mas eu so queria me retratar, eu não sou a garota que pensa que eu sou, eu sei ser amiga e eu só estava sendo amigável. – Tentou olhar dentro do quarto para saber se alguém conhecido estava la, mas não viu ninguém, então deduziu que Lili estava no telefone, talvez com um parente distante.

- Certo, desculpada. Com licença.

Após ter tido sua cara deixada na porta, Denize sentiu um cheiro ruim vindo do quarto de Lili e viu que havia fumaça saindo do vão entre o chão e a porta, mas algo lhe dizia para não incomodar mais, então deixou a ideia de tentar algo amigável de lado.

Na mesma noite sonhou com o mesmo homem, ele lhe dizia para tomar cuidado, muitos queriam destruí-la, mas chamou-a de Cora. Viu Lili em seu sonho mais uma vez chamando o homem que estava com ela para conversar, acabaram discutindo numa língua estranha e então ele disse-lhe que aquela era a enviada dele para protege-la no mundo em que vivia no momento e que logo a traria pra junto dele, só pediu para que esperasse a guerra acabar. Ao menos ela seria salva.


Notas Finais


Até o proximo. Deem opniões, recomendem coisas para que eu possa me aprofundar mais no tema central. Obrigada.
perdoem qualquer erro, na proxima revisão irei corrigir.


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