História O Retorno ao Makai - Capítulo 18


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Categorias Yu Yu Hakusho
Personagens Botan, Kazuma Kuwabara, Keiko Yukimura, Koenma, Kurama Youko, Mestra Genkai, Mukuro, Personagens Originais, Yomi, Yusuke Urameshi
Tags Kurama Youko, Sayuri Yukida, Yu Yu Hakusho
Visualizações 31
Palavras 1.980
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 18 - Um Pouco de Paz


Fanfic / Fanfiction O Retorno ao Makai - Capítulo 18 - Um Pouco de Paz

 

A noite estava fria e tempestuosa no Makai como de costume, Yomi havia saído sem dar satisfações a Shura que acabou deixando por assim mesmo sem insistir na pergunta para o pai. Yomi então se dirigiu a fortaleza de Mukuro, ele não queria só ver Sayuri como queria também conversar com a amiga. Quando chegou foi bem recebido, Sayuri ainda estava adormecida mas Mukuro estava recebendo os relatórios sobre os últimos dias de patrulhas  de seus subordinados e foi surpreendida com a chegada de Yomi.
— Yomi, você por aqui uma hora dessa? Se sente melhor?
— Boa noite, eu vou ficar bem. Onde está o baixinho?
— Não sei, ele se irritou e sumiu mas deve ter ido para Raizen. O que te traz aqui? Aliás acho que não preciso perguntar.
Ela pediu para o amigo se sentar e pediu para que servissem uma bebida para ele que aceitou de bom grado.
— Eu vim ver a Sayuri e conversar com você... Como ela está?
— Ela está bem, comeu bem e está dormindo.
— Que pena.
— Não ia beijar a garota a força de novo não é?
— Não.
— E o que você quer conversar comigo?
— A respeito dela, o que Kurama falou durante a luta que pelo menos o amor dela ele já tinha.
— Imagino, mas você a ama?
— Eu não sei, mas sinto algo forte por ela desde a maldita vez que ela tocou em meus olhos e eu pude ver melhor sua beleza, as vezes penso que eu deveria ter impedido e ter ficado cego.
Mukuro começou a rir.
— Qual a graça?
— O grande Yomi bobo por uma garota.
— Você acha isto engraçado?  E você com o Hiei?
— Hiei e eu somos um caso perdido, ando neutra até porque não sei se vai para frente essa relação.
Ela suspira e abaixa  o olhar por um instante mas volta a olhar para Yomi.
— Mas eu quero saber de você e esta garota, o que pretende?
— Se por o acaso Sayuri se apaixonasse por mim e deixasse Kurama por conta disso, eu criaria o filho deles com ela.
— Isto é loucura.
— Pode ser, mas é algo excitante eu já não tenho mais raiva do Kurama e honestamente me sinto um lixo com esta situação mas o que posso fazer?
— Meu conselho é que esqueça ela. Como é possível? Você a beijou duas vezes a força, não teve retribuição dela e nem afeto se ela gosta de você, não passa de sentimento de amizade.
— E se eu não conseguir esquecer ela?
— Tenta, pior é não tentar.
— Tem razão.
Eles em seguida mudava de assunto e Sayuri acordou com sede, ela se levantou com sede e ia saindo de seu quarto procurando por Mukuro mas quando chegou ao salão descalça se deparou com o Yomi lá e se espantou.
— Y-Yomi? O que faz aqui?!
— O-oi, Sayuri... Como você está? Calma eu não vim te atazanar, apenas vim falar com Mukuro e na verdade eu quero lhe pedir desculpas por tudo.
— Tudo bem.
— Quer algo?
— Sim! Eu estou querendo beber água.
— Vá para seu quarto descansar, eles vão levar para você.
— Obrigada, boa noite.
— Boa noite.
Mukuro pede para levarem água no quarto dela após ela se retirar e ir deitar.
— Cara, você ficou gaguejando.
— Ela também.
— Mas ela porque não te esperava aqui.
Yomi ficou sem graça e depois começou a rir com Mukuro e os dois mudaram de assunto, Sayuri estava em seu quarto e após tomar a água se deitou novamente preoucupada com Kurama e em dúvida porque ele pediu para que a trouxessem a fortaleza de Mukuro, depois de algum tempo ela pegou no sono outra vez. Yomi passou quase a noite toda conversando com Mukuro e antes de ir embora passou em frente ao quarto de Sayuri e abriu a porta devagar vendo a face serena da jovem adormecida, apenas a observou por alguns minutos e depois fechou a porta se despedindo de Mukuro e foi embora. Mukuro não gostava muito da ideia de Yomi realmente estar apaixonado por Sayuri, ela se preoucupava que isto faria mal ao amigo mais do que já estava fazendo e a moça também que parecia bastante feliz com o noivado e com a notícia de que seria mãe em breve.
Yomi chegou bem tarde em sua fortaleza e Shura ainda estava acordado pois estava preocupado com a saída de seu pai ferido daquele jeito e quando percebeu a presença do mesmo correu para falar com ele.
— Você foi atrás dela?
— Como assim Shura?
Disse Yomi se fazendo de besta.
— Você não me engana.
Yomi começou a rir com o jeito invocado de seu filho.
— Não posso mais ir conversar com uma amiga?
— Pai...
— Sim, também fui vê-la mas não fiz nada.
— Isso me preoucupa bastante.
— Fique tranquilo, o seu pai sabe o que faz.
Após essa rápida conversa pai e filho se recolheram, Yomi se sentia um pouco melhor.
                                                                                                                                                                    -----
Amanheceu o dia no Makai, Kurama acordou logo cedo pois estava ansioso para ver Sayuri. Com a ajuda dos amigos ela estava se recuperando bem e conseguiu normalmente se levantar para tomar café com os outros.
— Bom dia.
— Bom dia Kurama! Como se sente?
Pergunta Koenma.
— Eu estou melhorando, no momento só quero ver Sayuri.
— Vocês são tão fofos!
— Verdade.
Opina Botan e Yukina confirma.
— Onde está Yusuke e Keiko?
— Não levantaram ainda.
— Aqueles danados!
Diz Kuwabara e Hiei bufa pois se irritava fácil com o cunhado, Shizuka chega acendendo um cigarro.
— Bom dia!
— Bom dia, e a Mestra?
— Está deitada ainda, disse que vai se levantar depois.
— Ah, sim depois eu preciso falar com ela.
Afirma Koenma.
— Eu dou o recado.
— Hiei, vai comigo em Mukuro buscar minha noiva?
— Tudo bem.
Eles se levantam se despedindo de todos e se retiram saindo do castelo e Kurama puxa assunto.
— Como foi a patrulha ontem a noite?
— Nenhum sinal do demônio.
— E a garota?
— Momento algum ela foi atrás dele, acho que perceberam que estamos de olho.
— Então vamos mudar de tática.
— Sim.
Não demorou para que eles chegassem em Mukuro e Sayuri estava terminando o café da manhã bem reforçado e preparado a mando de Mukuro, Kurama entrou com Hiei e quando a moça viu o ruivo correu para abraçar ele.
— Que saudades! Está melhor?
— Estou amor, e você?
— Eu também.
Hiei fecha a cara porém Mukuro o encara e ele disfarça desviando olhar diversas vezes.
— Muito obrigado por cuidar dela Mukuro.
— Sem problemas.
Sayuri pensou na hora em dizer que Yomi esteve ali na noite passada mas não queria prejudicar Mukuro e aquele não era momento, o fato é que ela não conseguia esconder nada ele e enquanto eles trocavam carícias matando as saudades Mukuro chamou Hiei para conversar em outro cômodo, ele não gostou muito mas a acompanhou.
— Onde esteve?
— Não é óbvio? Em Raizen.
— E por que saiu daquela forma?
— Que foi, virou detetive? Não me enche!
Ele vira o rosto e Mukuro segura  o mesmo com força o fazendo olhar para ela.
— Hiei, eu não aguento mais, abre o jogo anda!
— Deixa de ser idiota.
— Eu não vou at...
No mesmo instante Hiei puxa o rosto de Mukuro e beija seus lábios fazendo a mulher se calar, ela é pega de surpresa mas retribui o beijo lentamente e após um tempo ele cessa e olha para ela nos olhos.
— Eu amo você, está satisfeita agora?
Ele se retira deixando a mulher surpresa e feliz em ouvir aquelas palavras, depois de algum tempo ela sai também e Kurama avisa que já ia embora com Sayuri. Hiei se despede e vai para o local de treinamento junto com Mukuro para treinar e os casal de raposas vão embora de volta para Raizen. Não demoram para chegar lá e vão direto para o quarto passar um tempo juntos e se deitam.
— Yomi esteve lá em Mukuro ontem a noite...
— Ele fez ou te falou algo?
— Não, ele me pediu desculpas e ficou conversando com Mukuro.
— Hum.
— Eu estava pensando em um nome pro bebê.
— É? E quais são?
— É sim! Se for menino Andreas... Agora se for menina eu não sei ainda que nome por.
— Por que Andreas?
— Eu gosto, é diferente.
— Então se for menino vai ser Andreas Minamino, e eu escolho se for menina, certo? Se for menina será o nome será Ayaka.
— Flor colorida? Adorei!
— Perfeito.
Eles sorriam, estavam felizes, mais do que podiam imaginar. Kurama aproximou seus lábios aos lábios de Sayuri e começou a beijá-los com carinho e a moça retribuiu da mesma forma e intensamente no mesmo ritmo lento, se virando com cuidado para cima de Kurama com cuidado e era possível ouvir os estalos de suas bocas uma na outra e Kurama deslizou sua mão até a barriga da moça e sussurrou.
— Fico excitado só de lembrar que está grávida.
— Que safado!
Ele sorriu maliciosamente e mordeu o lábio inferior da moça.
— Nunca fizemos como humanos.
— Para tudo se tem uma primeira vez amor.
Ela volta a beijá-lo passando sua língua na da dele lentamente e movia sua cabeça contra a dele, segurando firme em sua nuca por debaixo dos longos cabelos vermelhos e ele retribuia a mesma intensidade do beijo tirando a blusa da moça deixando exposto seu sutiã preto e apertou seus seios, tentou controlar-se para não virar Youko queria algo novo com sua amada. Ela deslizou suas unhas pelos braços fortes do rapaz e tirou sua camisa dando uma chupadas intensas em sua língua, ele levou suas mãos firmes até a saia da moça tirando junto com a calcinha e logo Sayuri estava nua. Sayuri levou as mãos até a calça de Kurama e abaixou a mesma de vez deixando o membro duro do rapaz exposto  e lentamente ela se sentou nele começando a pular lentamente pausando o beijo para gemer quando sua intimidade molhada e pulsante deslizava naquele membro duro, Kurama inclinou sua cabeça para trás encostando-a na cabeceira da cama e Sayuri para provoca-lo começou a dar várias reboladas lentas por cima jogando seu quadril para frente e traz junto ao corpo do rapaz e a cama se balança devagar.
— Sayuri...
Ela morde o lábio inferior do rapaz e em seguida desliza seus lábios até o pescoço do rapaz deixando o mesmo bastante marcado, ele segurou no quadril da moça a fazendo ir mais rápido e forte em cima dela e ela gemia cada vez mais alto, ele se contorcia de prazer. Sayuri acompanhava o ritmo das mãos de Kurama indo mais rápido e rebolando sem parar em seu pênis que ia cada vez mais fundo em sua vagina e pulsava, ele coloca uma mão em um dos seios da moça enquanto a outra aperta seu quadril com tal força que a mesma fica marcada com seus dedos, ele tocou a ponta de sua língua no bico eriçado e empinado de seu seio e começou a chupar o mesmo fazendo Sayuri gemer cada vez mais alto e manhosa chegando ao orgasmo melando o membro de Kurama e no mesmo instante ele gozou, gozou fundo dentro dela que seu leite escorreu pela fenda da garota até as pernas e após aquele imenso prazer voltaram a se beijar.
— Hum... Como foi gostoso.
— Você é maravilhosa.
— Você quem é meu amor, vamos tomar um banho?
— Não é uma proposta decente para um cara que ainda está louco de tesão.
Ela riu e sabia como ele se sentia, se levantaram ainda nus se dirigindo ao banheiro que ficava no quarto deles e entraram embaixo do chuveiro onde se amaram mais uma vez. Kurama pretendia retornar logo ao Ningenkai com Sayuri para casar-se com ela e também fugir da perseguição de Yomi com sua noiva mas ainda tinha o problema de Hideki, ele queria o mais rápido possível resolver isto para ficar 'livre' de tudo, planejava no outro dia caçar o youkai e matá-lo mas naquele momento não queria pensar nisto, apenas queria curtir com sua doce raposa.



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