História O roubo da jóia - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Joia, Roubo
Visualizações 4
Palavras 1.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Policial, Suspense

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Tudo só piora


Fanfic / Fanfiction O roubo da jóia - Capítulo 2 - Tudo só piora

O portão abriu, e os alunos entraram, e eu em pânico escondi o colar em meu bolso direito, e fui para a aula, confesso que demorei um tempo pra achar, mas nunca adivinharia que a sala 8 é tão distante.

*Quebra tempo*

Quando as aulas acabaram eram dez em ponto, já estava escuro e decidi ir pra casa. Quando cheguei me troquei e tomei um banho, fui para a sala e decidi assistir minhas séries, e foi ai que me lembrei do colar de possíveis  diamantes, que a minha mochila acabou furtando. Então decidi comer algo e levalo ao meu quarto e esconder, antes coloquei meu pijama e deitei em minha cama, peguei ele em mãos e fiquei observando por alguns instantes, e não vou mentir pra agradar ninguém, mas o colar era realmente encantador. E quando virei seu pingente que era uma pedra de diamante em formato de gota, percebi um pequeno quadradinho piscando , com uma luz vermelha, então decidi envestigar.

Depois de alguns minutos pesquisando na Internet, cheguei a conclusão que o pontinho vermelho que piscava grudado atrás do colar era um rastreador. E no momento que isso passou pela minha cabeça eu surtei:

- Isso não pode estar acontecendo! Eu vou ser rastreada pelo FBI!  Ou até pior, calma, NÃO TEM COMO FICAR PIOR!! Na verdade, tudo só piora!  - após dito isso, respirei como se não ouvesse amanhã.

 Depois me acalmei e fui procurar um estilete, uma faca,  ou sei lá,  mas eu estava serta que de um jeito ou de outro, eu ia tirar o rastreador.

E pra variar ele não saiu, então decidi jogar a jóia num rio, ou até de uma ponte, mas pensei bem, e se alguém estivesse atrás do colar e o rastreando, ia acabar me seguindo e eu ia ser pega no flagra. Também pensei em ir à polícia,  mas ia acabar mentindo e não tenho coragem o suficiente para ir a delegacia.

Então me acalmei mais um pouco e decidi descansar, deixei o colar sob a cama e desci ir para a sala,  e não conseguia parar de pensar na quela luz vermelha piscando atrás do colar, era como se fosse meu coração batendo, era como chipe, só que tinha a luz e era duas vezes menor.

Na sala, liguei a televisão, continuei assistindo minha série,  e estava tão cansada que acabei dormindo.

E meu coração parou por um segundo quando a campanhia tocou, eu me levantei e já em pânico corri pro meu quarto, peguei o colar e o coloquei no armário da cozinha no fundo de um pote de farinha, olhei no relógio e ele marcava exatamente duas e trinta e três, respirei fundo e me dirigi até a porta, e estava torcendo para que fosse só mais uma festa do vizinho, mas o silêncio me sufocava,  So conseguia pensar em ser presa e mais nada, fui até a porta e ainda na esperança de que fosse só mais uma festa do vizinho, abri.

- O-Oi,  quem são vocês?  - Uma mulher me cumprimentou. 

- Olá Amy, sou amiga de sua tia, me chamo Hanna,  ela não te avisou que viria passar um tempo aqui? -Ela sorriu me abraçando. 

- Não verdade ela avisou meu pai, e ele me avisou, então praticamente fui avisada. - rebati com um sorriso.

- E esse é meu filho, Erich, pelo oque Dominic me disse você está com dezessete anos, e meu filhote já tem Dezoito. - ela deu um beijo no rosto do garoto . - Seja educado, de pelo menos um Oi pra ela.

- E aí? - ele sorriu.- Melhorou mae?

- Grr...esquece. - ela se irritou 

- Oi Erich, quer saber, entrem está frio aqui fora.

Eles entram e os levei até o comodo de cima.

- Vou lhe mostrar o quarto em que vocês vão dormir. ..Venham comigo Por favor... - Os levei até os quartos de hóspedes ao lado de meu quarto.

- Bom,  aqui está,  se quiserem dormir em quartos separados sintam-se em casa. - eu disse super ansiosa para o final de uma das minhas séries.

- Faço questão de dormir em quartos separados. - Erich sorriu e entrou no quarto ao lado do meu e fechou a porta.

- Deixa que eu te ajudo com as malas Hanna. - peguei metade das malas ajudando ela, já que o Erich é muito egoísta e inútil.

- Nooossssaaaaa!! Que gentil.  - Erich gritou de dentro do quarto.

- Não liga pra Ele. 

Após feito isso fui dormir com  o coração em mãos. 

 *Quebra tempo*

Acordei as seis e meia, tomei um banho me troquei e fui tomar meu café da manhã, peguei uns pães de queijo, um suco, e algumas bolachas integrais.

Me sentei na mesa e não demorou muito pra porcaria do Erich detonar o meu dia, eu mal o conheço e já o odeio, pois ele é muito iguinoramte e inútil. 

- Bom dia capiqueike. - ele se sentou e pegou um pão de queijo. 

- Do que você me chamou?! - disse indignada.

- A você sabe... tipo você é igual a um capiqueike, é fofinha, bonitinha, e as vezes crua.

- Eu não sou um bolinho. 

- Calma, se você não gostou me da um apelido. -Ele sorriu 

- Inútil.  

- Eu disse um apelido, não uma ofensa.

- Se você preferir garotinha ... 

- Vai inútil mesmo.

 - Você não tem oque fazer da vida? - eu disse já irritada. 

- Atormentar a sua vida, e você? - ele sorriu sarcasticamente.

- Nada mais? - eu disse quase explodindo.

- Eu jogo no meu celular.

- Aquele pedaçode bosta? 

- Sim, quero dizer... Não!  Ele pode ser ate antigo, mas tem seu valor sentimental.

- Aí que fofinho, ele tem sentimentos pelo pedaço de bosta. -  irritei ele.

- Ele não é "Um pedaço de bosta. "

- A desculpa, quis dizer lixo eletrônico. 

- Quer saber eu vou tomar meu café que eu ganho mais. - ele se dirigiu até a geladeira.

- Ta bom. -  continuei comendo.

Alguns minutos se passaram e ele disse:

- Capiqueike... 

- Que foi, inútil? - perguntei sem animo.

- Tem um colar no seu pote de farinha...






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