História O sacrifício. - Capítulo 21


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Categorias Originais
Tags Drama, Ficção, Mutilação, Policial, Sobrenatural, Suspense, Terror, Violencia
Visualizações 8
Palavras 2.991
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá meus queridos monstrinhos!!
Demorei um pouco para escrever este novo capítulo, mas aqui está ele, prontinho para ser devorado por vocês meus queridos!!
Espero que gostem!

Bjus!!

J.M.S. Efferon.

Capítulo 21 - Minha primeira morte.


Fanfic / Fanfiction O sacrifício. - Capítulo 21 - Minha primeira morte.

                                                                                                             1

 

            - Ae Cavera! – Gritava uma voz feminina. – Desce ae pra nóiz bate um papinho cara! A chefia mandou um recadinho pra ti mano.

            - Quem porra é essa mulher? – Perguntei vendo uma mulher alta de short no meio das coxas, blusa preta que mostrava um piercing no umbigo e uma tatuagem de rosas nas costelas. Ela estava parada em frente a um dos carros com uma metralhadora na mão segurando-a de uma forma que com certeza ela sabia como manejá-la.

            - Deve ser uma das “amigas” da ex-namorada do nosso amigo. – Disse Gio já com seu revólver na mão.

            - E nós vamos fazer isso mesmo? Vamos nos meter nessa porra?

            - Olhe para nossa cara, meu amigo. Eles vão sentir o cheiro de policia de longe. Ou “metemos eles” ou ficamos por aqui mesmo esperando o saco preto. Você é quem escolhe meu amigo. Não tem como nos escondermos disso.

            Aparentemente, sem ter outra escolha, saquei meu revolver esperando o momento que a merda toda iria começar. Não foi assim que imaginei meu dia. Imaginei ter uma conversa agradável com um traficante sobre a morte de sua ex-mulher, depois disso nós voltaríamos para a central para darmos continuidade as investigações da morte da prostituta, mas pelo visto não será assim que tudo vai ocorrer, vamos ter que trocar tiros com traficantes e o pior, estamos no meio de duas facções rivais, ou seja, a chance de “levarmos bala” dos dois lados é imensa.

            - Quantos você contou? – Perguntei.

            - Pelo que pude ver, há pelo menos sessenta do lado de lá e Deus sabe quantos aqui. Seja como for, estamos fodidos.

            O cara que estava junto com Caveira dentro de sua sala vinha pelo estreito corredor entre os prédios aparentemente calmo. Ele não trazia arma alguma com ele, mas os outros dez homens que o cercavam estavam muito bem armados. Ele passou por nós e andou mais uns dez metros parando mais ou menos trinta metros da mulher que desafiava Caveira.

            - Para que essa bagunça toda “mano”? O que “tu” acha que vai ganhar com isso?

            - Cadê o Cavera mano? O papo aqui é cum ele.

            - Cristal não te mandou para conversar? Caveira fez o mesmo.

            - Então mano, o papo é o seguinte. Voceis tem vinte e quatro hora pra caí fora da zona, tá ligado, porque aqui vai ser as banda da Cristal, entendeu?

            - Vamos ficar aqui parados? – Perguntei.

            - Claro que sim. Vamos ficar torcendo para que tudo se resolva “na boa” e a gente consiga sair daqui vivos.

            - Acho que foi você quem não entendeu. – Disse o homem para a garota. Conseguíamos ouvir nitidamente o que eles falavam. – Aqui pertence a Caveira e nada o fará sair daqui.

            - E se chamarmos reforço? – Perguntei.

            - Não sei não. Acho melhor deixar que eles se resolvam. Depois só comunicamos que houve o tiroteio.

            - Então – Disse a garota. – Acho que vamo te que resolve as coisa de outro jeito. – Olhei para a direção da garota que parecia estar preparada para começar a “festa”, assim como todos os outros que a acompanhavam.

            Ela andava de costas com a arma apontada para o homem que continuava como estátua no meio da rua. Ficamos escutando por segundos apenas os passos da garota no chão de terra. Fora isso o silêncio reinava naquelas ruas como talvez nunca antes tivesse acontecido. Olhei para Gio que deu os ombros balançando a cabeça sem entender o que estava acontecendo. Estávamos os dois sem reação.

            Olhei novamente para a garota e quando meus olhos chegaram no que parecia ser o braço direito de Caveira o som de uma pistola ecoou entre os prédios provavelmente chegando até os ouvidos de Caveira.

            Vi quando a bala atravessou a cabeça do homem jogando sangue e pedaços de crânio para os lados. Antes mesmo que seu corpo estivesse totalmente no chão, pelo menos cem balas já haviam cruzado por sobre ele.

            Não sabíamos muito sobre Cristal. Mas o que tínhamos sobre ela era o fato de ela ser a ex-namorada do Caveira servindo também como uma espécie de contadora para ele. Era ela que tomava conta do dinheiro que entrava do tráfico. Sabíamos que logo após a separação ela havia formado sua própria gangue vendendo drogas em pequenos bairros da cidade, mas pelo que pude ver nesta atitude ousada, ela era bem mais do que parecia.

            Em menos de dez segundos apareceram homens armados saídos de todos os cantos daquele beco atirando contra os homens de Cristal que aos poucos, e novamente com muita ousadia, tentavam ganhar terreno. Ela talvez não soubesse quantos homens Caveira tinha ao seu lado ou talvez ela tivesse uma grande confiança naqueles que ali estavam, mas pelo que eu estava presenciando, a quantidade homens que ela havia mandado para a “ocupação” não seria suficiente, mas ainda assim seus “comparsas” atiravam e ganhavam terreno. Poucos metros, mas sempre à frente.

            Estávamos protegidos pelo carro, mas essa barreira não seguraria por muito tempo, ainda mais se o pessoal que estava atacando conseguisse ganhar campo suficiente chegando até nosso esconderijo. Não havia muito a se fazer. No momento acho que o melhor era esperar um pouco.

            Escutamos um grito alto vindo de cima e ao olhar vimos que alguém caia de um dos prédios. Ele caiu bem em nossa frente, um pouco mais de dois metros de onde estávamos. Pude ouvir o som de seus ossos quebrando com a queda e por poucos centímetros seu sangue não espirrou em nós. Era possível ver o osso da canela que havia rasgado a pele assim como o cotovelo do braço esquerdo. Ele parecia olhar para nós como em um pedido de socorro, mas nada do que fizéssemos iria ajuda-lo. Não sei como ele não morreu com a queda e na verdade nem me interesso muito, mas acredito que os quase um minuto desde a queda até a morte foram bem doloridos.

            Alguém atirou quase que ao nosso lado, mas logo ele estava no chão com mais de dez tiros espalhados pelo corpo. Olhei novamente para cima, no prédio ao lado, e vi quando quem estava lá em cima levou um tiro certeiro que o fez cair para trás. Quatro homens que estavam no beco foram atingidos. Um deles levou três tiros na cabeça praticamente a destruindo e os outros levaram tiros por todos os cantos do corpo.

            Nada ali parecia favorecer Caveira. Não que eu quisesse isso. Por mim todos poderiam morrer ali mesmo, mas levando em consideração a posição que nós nos encontrávamos, acredito que um triunfo dos “parsas” de Caveira seria muito mais interessante.

            Eu já havia contado vinte corpos naquele campo de guerra que havia se tornado aquela rua e já estava pensando que a qualquer momento os homens de Cristal chegaria a onde estávamos e aí não teríamos muitas escolhas. Quando achei que tudo estava perdido, do beco em nossa frente, outro grupo chegava para reforçar os homens de Caveira e o que eles traziam era algo pesado.

            Eram armas que deveriam apenas ser usadas pela policia e exército, mas como sabemos o funcionamento das coisas, elas estavam com traficantes.

            Levantei um pouco a cabeça para enxergar como estava a situação a frente e nesse momento vi duas coisas. Na primeira vi uma mulher de calça jeans e camiseta verde ter seu braço esquerdo quase arrancado, com uma sequencia de tiros de uma dessas armas que fazia um som muito alto, e metade de sua cabeça estourando com a força daquelas balas. A segunda foi um par de olhos pequenos espiando pelas cercas de madeira velha. Ele estava a mais ou menos dez metros de onde eu estava apoiado nas madeiras podres, porém do outro lado da rua. Eu olhava para ele, mas o garoto olhava para o outro lado, assustado com tudo aquilo. Eu queria fazer um sinal para que ele saísse dali, mas ele não me olhava. Olhei por cima do carro para ver para onde seus olhos estavam apontando. Ele olhava para uma pequena casa de madeira onde uma mulher olhava para sua direção pela fresta da porta. Aquela devia ser sua casa e ali onde ele estava deve ter sido o primeiro lugar que ele encontrou quando tudo começou.

            Há coisas que nunca saberemos por que acontecem, mas elas simplesmente acontecem.

            Os homens de Cristal aproximaram-se um pouco mais e um deles costeava aquela cerca no momento em que ela quebrou com o peso do garoto aliado à podridão das madeiras. O homem viu as madeiras quebrando e alguém saindo, na verdade caindo, delas e seu primeiro instinto foi atirar. Foi um único tiro e um único e desesperado grito de uma mãe.

            - Não, não, não, não! – Levantei-me e corri na direção do garoto atirando contra o homem que estava parado com as mãos na boca sem acreditar no que ele havia feito.

            - Osório, espere! – Gio gritou, mas nada me faria parar.

            Acertei dois tiros no peito do homem que caiu ao lado do corpo do garoto e eu levei um tiro em meu braço e outro na perna. Atirei-me no chão quase do lado do garoto disparando cinco vezes contra os homens de Cristal, mas não sei se acertei alguém. Cai olhando para Gio que gritava para mim.

            - Que merda Osório! – Ele gritou levantando-se para me dar cobertura.

            - Se abaixe seu idiota! – Gritei para ele já no chão e vi meu parceiro levar três tiros.

            - Não seu filho da puta! Falei para se abaixar porra! – Algumas lágrimas queriam descer de meu rosto enquanto eu me arrastava para o outro lado da cerca.

            Puxei o garoto para meu lado e coloquei sua cabeça em minhas pernas, mas era tarde. O disparo havia acertado seu peito.

            - E-u n-ã-o q-u-e-r-i-a... ma... Machu-cá-l-o. – Disse uma voz trêmula e sofrida.

            Olhei para o assassino do garoto que agonizava. Eu podia deixa-lo sangrar até morrer, mas senti que se eu o matasse eu vingaria o pequeno que estava em meu colo. Sei que não é assim que funciona, mas foi o eu fiz.

            Apontei a arma para ele e disparei duas vezes acertando os dois tiros em sua testa.

            Olhei mais uma vez para o garoto que parecia ter os olhos fixos nos meus, os olhos de quem estava desesperado por ajuda. Ajuda que eu não pude oferecer.

            Foi ai que morri pela primeira vez.

 

                                                                                                       2

 

            Peguei o corpo do garoto colocando-o no chão ao meu lado. Com o canto do olho vi que Gio continuava no chão sem mexer um único dedo.

            - Ah, que merda Gio, que merda você fez! – Minha perna esquerda e braço esquerdos ardiam um pouco escorrendo um pouco de sangue dos ferimentos que, por muita sorte, pegaram de raspão.

            Levantei-me quando dois dos homens de Cristal avançaram chegando até minha frente. Um deles apontou a arma para mim com um semblante assustado quando me viu. Sem deixar ele pensar, puxei o gatilho acertando duas balas em seu peito. O outro, que estava atrás do nosso carro, foi atingido por um dos homens de Caveira.

            Puxando a perna, mas ainda com boa agilidade, atravessei a rua com o tronco curvado para baixo até chegar onde Gio estava. Vi que os homens de Caveira estavam recuando e aquilo não era um bom sinal para nós. Coloquei o dedo no pescoço de Gio para verificar se ele estava vivo, ele tinha que estar vivo, ele não podia me deixar na mão. Não agora, não naquele momento. Ele estava lá. Fiquei aliviado quando senti seus batimentos.

            Puxei o revolver que estava no coldre dentro do casaco virando-me para o pessoal de Cristal começando a disparar. Acertei dois tiros em uma mulher e pelo menos mais um na perna de um homem, mas não estava sendo suficiente. Eles estavam chegando.

            Escutem um som vindo de longe, mas não consegui identificar o que era.

            Senti uma bala passando ao lado de meu corpo e escutei quando muitos tiros pegaram na lataria do carro. Levantei-me novamente voltando a disparar contra eles. Desta vez acertei um tiro na cabeça de um dos homens que avançavam sobre a caminhonete.

            Mirei em um que vinha pela calçada do meu lado, mas quando disparei minha arma não respondeu. Nenhuma das duas. Minha munição havia acabado. Peguei a arma de Gio e quando novamente apontei para o homem alguém o acertou primeiro.

            Olhei para trás e muitos dos homens de Caveira já estavam dentro do beco. Alguns poucos ainda estavam sobre o telhado dos prédios. Olhei para os lados começando a sentir o cheiro da merda. Eu estava ficando sozinho. Comecei a ficar sem muitas alternativas, sendo uma delas tentar cair fora dali de qualquer jeito.

            Eu poderia entrar em uma das casas, mas isso colocaria em risco os moradores. Correr para o corredor seria uma má ideia, pois já havia gente demais nele, mas o meu maior dilema era como tirar Gio dali. Ou simplesmente deixa-lo.

            Apontei para quem vinha em minha direção e mais uma vez disparei acertando a cabeça de um deles, mas isso ainda não era o bastante para conte-los. Eu precisaria de mais do que isso, mas não havia mais nada.

            - Já morremos?

            - Porra cara! – Gritei olhando para ele.

            - Merda! Meu braço está doendo para caralho!

            - Sim seu imbecil, você levou um tiro. – Gritei. – Um tiro. E não sei se você percebeu, mas a coisa está meio complicada por aqui.

            - Merda! – Disse Gio tirando um revolver também debaixo do casaco.

            Ele preparava-se para atirar quando escutei outro barulho, esse muito mais perto e fácil de identificar. Eram fogos de artifício. Logo que eles estouraram no céu o tiroteio começou a diminuir, inicialmente por parte dos homens de Caveira que correram para o beco e depois pelos de Cristal.

            - Vamo caí fora porra! Fodeu, fodeu!

            Passei a mão pelo rosto quando vi os homens de Cristal entrarem nos carros começando a recuar e fiquei ainda mais aliviado quando identifiquei o primeiro som que eu havia ouvido.

            Era um helicóptero. A porra de um helicóptero.

            Levantei-me, agora ficando totalmente em pé, e comecei a atirar contra os carros de Cristal, mesmo sabendo que isso seria inútil. Dois tiros pegaram na lataria do carro e o restante perdeu-se pelas ruas da vila.

            Um deles ainda atirou contra mim sendo esse seu último ato nesta terra.

            Três caminhões da policia entraram na rua de chão batido parando em frente aos carros de Cristal. Trinta homens do batalhão especial saíram dos caminhões. O pessoal de Cristal tentou uma reação, mas isso sim foi inútil. Alguns se renderam, mas outros à esta hora estão sendo cozidos pelo diabo.

            - Tudo limpo senhor! – Gritou um dos policiais.

            Neste momento, Gio caiu sentado no chão com a mão em seu ombro direito e eu caminhei até o meio da rua com alguma dificuldade. Peguei meu chapéu que havia caído no meio do tiroteio e fui até onde estava o corpo do garoto.

            Escutei o choro desesperado de uma mãe chegando perto de mim. Uma mulher baixa, gorda e com um aspecto muito humilde passou por mim atirando-se ao lado do corpo do filho. Ela chorava debruçada sobre a criança falando palavras enroladas. Entendi poucas delas, como: “Porque meu pequeno?”, “Não, meu bebê não?” e “Porque meu Lipe?”.

            A menos de um metro dali, havia uma pequena sacola plástica onde dentro estava um pacote de arroz e um saco de leite que o garoto havia comprado no pequeno mercado ao meu lado com o dinheiro que havíamos dado à ele.

            Fiquei escorado na parede olhando o desespero da mulher, que não tinha mais do que trinta anos, sem saber o que dizer enquanto os curiosos aglomeravam-se em minhas costas.

 

                                                                                        3

 

            - Como ele está? – Perguntei sentado em uma das ambulâncias para o enfermeiro.

            - Ele está estabilizado, não corre risco algum. As balas não ficaram alojadas, mas ele perdeu bastante sangue. Agora quando chegarmos ao hospital será feito uma nova avaliação, mas tenho certeza que ele ficará bem.

            - Que bom, que bom! –

            - Levando em consideração o que estou vendo aqui, vocês tiveram muita sorte.

            - Hoje foi o dia que esgotamos a sorte meu amigo.

            Ele sorriu.

            - Ele está acordado?

            - Sim, mas demos sedativos para dor, então ele deve estar um pouco “grogue”.

            - Entendo.

            - Seria bom você acompanha-lo até o hospital, assim você poderá ser reavaliado.

            - É uma boa ideia. – Eu disse.

            Mais uma vez olhei para aquela cena de guerra onde muitas pessoas perderam a vida, entre elas uma criança que ainda tinha tudo pela frente.

            Entrei na ambulância sentando-me ao lado de Gio que estava mais para lá do que para cá. Não conseguia pronunciar uma palavra sem enrolar a língua. Não entendi muito do que ele falou. Na verdade não prestei muita atenção em suas palavras. Fiquei pensando em Caveira e Cristal. Fiquei pensando nos dois atrás das grades, isso se eu não meter uma bala no meio da testa deles, assim como fiz com o cara que matou o garoto. Mas do que isso adiantaria? Provavelmente em nada. Nada que eu fizesse o traria de volta a vida, absolutamente nada. Nada faria com que sua mãe tivesse a chance de vê-lo crescer, de vê-lo ter um futuro, um futuro longe daquele mundo.  

Muitos acham que por ele ter vivido no meio do tráfico, no meio de bandidos, crescendo vendo o uso de drogas, vendo armas como brinquedo na mão de adolescentes, ele teria um futuro de crime. Que ele seria um bandido como aqueles que estavam no meio do tiroteio.

Será que é o meio em que vivemos que nos faz ou somos nós que fizemos o meio que em vivemos?

            Já vi muitas crianças crescerem em lugares iguais à esse e tornando-se pessoas boas, assim como vi muitos nascerem em berço de prata e tornarem-se marginais da pior espécie.

            Qual seria o seu futuro?

            Nunca saberemos.


Notas Finais


Então meus queridos!
O que acharam?
Espero que tenham gostado! :)
Deixem seus comentários sobre o capítulo e sobre o que vocês estão achando da história.

Bjus amores!!

J.M.S. Efferon.


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