História O Sangue da Vingança - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jungkook, Namjin, Vampiros, Vingança, Vmin, Yoonseok
Visualizações 139
Palavras 5.328
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


☣ ATENÇÃO ☣
↪Esta fanfic contém cenas fortes e conteúdo violento. Se não gosta desse tipo de estória NÃO leia.
↪ Os atos sexuais em sua grande maioria são agressivos. Se isso lhe causa desconforto, recomendo que NÃO leia.
↪A fanfiction se passa na Era antiga, sendo assim muitos acontecimentos são retratadas pela realidade da época!
↪ Não se trata de ROMANTIZAÇÃO ou BANALIZAÇÃO dos fatos.
↪ Os conteúdo sexual se trata de dor em troca de prazer, e NÃO de romantismo! Repito, esses atos NÃO se tratam de amor.
↪ Se caso após os avisos tem o interesse de ler, é uma escolha sua, não me responsabilizarei.
↪ Há uma playlist nas notas finais, recomendo que a ouça para melhor experiência.
Todos os avisos foram dados. Se continua aqui seja bem-vindo, é um prazer lhe contar essa estória!
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AEEEEH CHEGOU O HOT OMG TÃO ESPERADO KKKKK
E pensar que eu estava louca para mostrar a vocês :') Bom, agora vocês podem desfrutar um pouco disso tudo ><
Esse hot ainda ta "leve" comparado aos seguintes porque a Neki não queria assustar tanto Jungkook, então já digo que se vocês tem agonia com coisas violentas pode passar essas partes, não vai afetar em nada na estória ><
Vamos lá u.u
AVISOS: Neste capítulo recomendo que comecem com a música "Shape of You" da nossa playlist, porque desta vez as coisas estarão bem quentes.
Boa leitura, bolinhos!

Capítulo 6 - Fifth Blood Drop


Fanfic / Fanfiction O Sangue da Vingança - Capítulo 6 - Fifth Blood Drop

A escuridão se intensificava à medida que anoitecia, as árvores balançavam excessivamente e o frio adentrava na casa de todos, tornando a noite cheia de cobertores e lareiras acessas. Mas para Jungkook ela seria especial, porque apesar de todos insistirem em uma tentativa inútil de se esquentar, somente o príncipe sentiria o fogo invadir seu ser por completo.

O jovem dormia tranquilamente, embora fosse a noite mais fria de todas. Ele estava cansado, precisava, desesperadamente, dormir. Todavia, seu sono não durara muito tempo e acordou completamente assustado ao perceber que alguém estava em cima de si, beijando-lhe o pescoço.

A escuridão não era tanta, já que a lareira empenhava-se em queimar toda madeira que fora ali posta. E por isso Jeon conseguia, minimamente, ver fios brancos da cabeleira alheia. Neste momento não hesitou em soltar um arfar. Aquela mulher o enlouquecia e nada facilitava ao sentir o chupão dado pela moça. Seu corpo esquentava com uma facilidade nunca sentida por si antes, tudo por causa de Nequitia, que cavalgava em seu membro coberto enquanto mordia toda a área de sua clavícula. O garoto arfava constantemente, foi pego de surpresa e isso só o instigava mais a sentir-se rendido a ela.

Jeon normalmente, por toda cidade, não era nem um pouco submisso. Poderia dizer que se portava como um homem obstinado, focado nos mínimos detalhes, todos para dar prazer a sua parceira. Era dominador até mesmo com os amigos e isso só o dava mais respeito perante a todos. Apesar da pouca idade, trabalhava com o pai, resolvia problemas do reino com maestria, e sempre fora muito parabenizado por isto, e quem o conhecia jamais poderia imaginar que se submeteria a uma mulher.

Ao contrário do que muitos pensam, se submeter é libertador. Se deixar levar, ser guiado, não ter que planejar, cuidar, controlar, somente estar ali para o jogo do prazer.

Nequitia parou os beijos e movimentações de seu quadril, saiu de cima do príncipe e levantou-se da cama. Jeon a olhava confuso, mas não disse nada, queria ser dominado – na verdade já se encontrava totalmente submisso. A jovem ordenou que lhe endeusasse suas pernas e assim Jungkook fez, desceu da cama e ajoelhou-se perante a mulher, tirando seus sapatos e meias finas ¾, totalmente pretas. Ao descer o tecido, deslizou a língua por toda panturrilha até chegar em seus pés. Deixou vários chupões pelo local e subiu novamente, de forma lenta, com beijos completamente molhados.

A Capuz Vermelho não apreciava homens tão gentis, não era seu perfil. Porém admitia que não resistia a homens que usassem a boca com maestria. Era inacreditavelmente sensual, não fazia questão de esconder isso. Entretanto, mesmo com a boca que julgava perfeita, começou a sentir-se antipática. A forma que ele se portava tão incrivelmente submisso estava lhe irritando, a excitação e o prazer deram lugar a impaciência.

Alguma coisa lhe incomodava naquela postura, sabia que não era real. Ninguém chega na primeira vez consigo totalmente domesticado. Se a relação de entrega não for verdadeira, não faz menor sentido pra si. Representar é o pior caminho.

- Pare! – ordenou. – Levante-se! – mandou. Tirou as vestes dele e logo após amarrou seus pulsos com uma pequena corda.

- Ande pelo quarto. – sentou-se numa poltrona ali e observou. – Fique de quatro! – mandou novamente. Ele a olhou surpreso, mas não a repreendeu.

Nequitia o deixou de quatro por um bom tempo, pegou um chicote e se aproximou dele.

- O que você é? – perguntou o fitando.

- Seu submisso. – ele disse sem saber o que responder. A jovem lhe estalou as costas numa forte chicotada, que lhe fez arder a pele. Jeon estava completamente confuso com o ato. - O que quer que eu diga? – ela novamente estalou o chicote, agora em suas nádegas.

- Eu quero que você medite sobre o que você é e me fale.

Ele não sabia o que responder, estava confuso, se não era um submisso o que seria? Não fazia o menor sentido. E ela continuava lhe estalando as costas.

- Sou seu brinquedo! – respondeu querendo parar com aquilo.

- Vosmicê é minha posse, meu domínio. Irei te humilhar, te machucar e muito. A melhor coisa que você pode fazer é se afastar de mim. Você quer fugir, Jungkook? – sorriu sacana para ele.

- Não. – respondeu baixinho, enquanto se recuperava da ardência que ficou na pele de suas costas.

- Pense bem, Jeon. Se ficar, seu destino é completamente a prisão. Vou transformá-lo em objeto. Acostume-se a me ver de baixo, seu lugar comigo sempre será o chão.

- Eu não quero fugir, Nequitia. – agora mais controlado e mais seguro do caminho que deveria tomar e como se comportar. Ela ficou o olhando ao chão, de quatro, sem nada a dizer.

Depois de meia hora desamarrou a corda que prendia seus pulsos um ao outro. E ordenou que ele subisse no colchão. Sua cama tinha quatro pilastras, uma em cada canto, todas de madeira. A Capuz Vermelho não hesitou em amarrar cordas nas duas pilastras da frente, depois posicionou Jeon entre elas, amarrando seus pulsos em ambas cordas, assim o deixando em forma de uma cruz. Foi até a cômoda onde estavam todos os instrumentos que trouxe consigo e ali pegou seu charuto, acendeu e tragou enquanto andava lentamente para frente do moreno. Olhou o corpo dele, a ereção, que durante as chicotadas havia ido embora, mas agora se mantinha firme apenas com um olhar da jovem. Ele a olhava à espera de um comando e ela estudava cada parte do corpo deste, que para si era uma delicia, arriscava a dizer uma perdição.

Porém algo nele despertava uma irritação nela, parecer tão pronto, e sentia que não podia humilhá-lo tão facilmente. Ficou na dúvida de qual caminho tomar. Precisava explorar seus pontos fracos, só que com o controle que Jeon demonstrava e a total obediência, ela ainda não tinha achado o que precisava.

Estava na hora de seu show, sabia que não podia bater-lhe na cara, mas iria tirar aquela afeição cordial que ele lhe mostrava. Colocou clamps pequenos em seus mamilos, apertou seus testículos com força e viu Jeon forçar a face para não demonstrar dor, ao contrário disso ele soltou um gemido.

Por mais doentio que parecesse, pela primeira vez ele estava adorando sentir dor, isso só o deixava mais duro e aquilo o enlouquecia de forma arrebatadora.

Nequitia após largar os testículos do jovem, caminhou até a cômoda novamente e pegou o chicote - o qual era usado nos escravos -, e foi até o garoto chicoteando sua barriga. Jeon gemeu de dor, arrastadamente. Chicoteou-lhe novamente em várias partes do corpo, e todas elas Jeon arfava, jogando a cabeça para trás. Enquanto isso o xingava para quebrar seu ar controlado e servil. Notou que sua pele já começara a ficar com marcas avermelhadas, se questionou quão forte estava o batendo. Fez uma pausa para que ele recuperasse o fôlego.

Não se tratava de prazer, ela o estava castigando. Não entendia o por quê, mas esse não era seu jogo. Fumou o resto do charuto, tirou os clamps e percebeu que sua ereção ainda permanecia ali, mais dura que antes.

Que tipo de pervertido ele era para ser castigado sem sentido e ainda assim manter a ereção? Não se tratava de uma punição prazerosa, ela sabia que fugira totalmente do foco. O torturava sem alguma razão aparente. Contudo, tinha que confessar que aquilo a excitava em grande quantidade.

Partiu para a dominação psicológica, o insultou provocando rebeldia. Acabou lhe tocando o ânus e lhe chamou de menino reclamão.

Jeon olhou-a muito sério, seu maxilar estava travado e seu olhar completamente repreensor.

Ela descobrira seu ponto fraco.  

Estava satisfeita ao ver que, afinal ele não era imbatível. Homens detestam questionamentos sobre sua sexualidade, homens conservadores, e ele era um.

Como uma comemoração ajoelhou-se e passou a língua na glande o provocando. Agora sua expressão reprovadora dera lugar a uma de súplica. Porém ela não o satisfez; o deixou com mais vontade ao beijar seu oblíquo e subir para seu abdômen com várias mordidas. O deixou ali, se afastando. Tirou com calma seu capuz vermelho e o jogou em qualquer canto. Virou-se de costas para Jeon e começou a descer o vestido com calma, fez questão de empinar as nádegas quando tecido já devia passar por suas pernas. O largou no chão mesmo e virou-se novamente para o príncipe. Ela ainda vestia a calcinha e seu espartilho preto, completamente apertado, saltando seus seios para fora. Seu olhar perfurou Jeon, que tinha a respiração descompassada apenas com aquela visão, quem dirá pelo o que estava por vir.

- Tu és muito linda, Nequitia! - elogiou totalmente preso a atração que sentia pela jovem.

Ela sorriu ao receber o elogio, Jeon ao mesmo tempo que a deixava irritada, fazia com que a mulher aceitasse qualquer palavra vinda de si.

- Fique quieto, Jungkook! - não falou rude, porém sua voz era firme. Ordenou que ficasse em silêncio com seus lábios bem próximos do garoto e ali deixou um beijo suave e molhado. Enquanto desfrutava dos lábios alheios, - enchendo Jeon de tesão - desamarrava as cordas de ambos braços, libertando o príncipe que não deixou de levar as mãos entre a nuca e a mandíbula da garota, a puxando mais para o beijo, que agora era afoito.

Não durou muito tempo, já que Nequitia pousou as mãos sobre as suas e puxou com força, deitando Jeon rapidamente e prensando-as no colchão.

- Eu deixei que me tocasse? - franziu o cenho com o olhar sedutor ainda presente. O príncipe nada respondeu e isso deixou a vampira mais irritada. - Responda!

- Não. - disse quase como um sussurro.

- Enquanto eu não disser para me tocar, você não deve fazê-lo, ou se não eu o punirei. Como agora.

Levantou em um só pulo e foi direto a cômoda, pegando a vela acessa, que iluminava mais o quarto, e levou até onde Jeon estava deitado. Sentou-se em seu colo, com seu membro totalmente descoberto, provocando um gemido do garoto. Virou a vela e deixou que vários pingos de cera queimasse seu peitoral. Ele gritou e apertou os olhos tentando conter a dor, mas quanto mais Nequitia se mexia, mais os sexos esfregavam-se contra o outro.

Uma mistura de dor com prazer atingia seu corpo, não havia sentido nada igual, e cada vez mais que os pingos lhe atingiam a pele, seu pênis pulsava com força.

Apesar da vampira ainda vestir a calcinha, podia sentir através do tecido e se deliciava ao ouvir Jeon gemer rogando para que aquela tortura parasse. A moça escorregou suas nádegas para as coxas fartas do príncipe, que gemeu ao sentir a intimidade da garota raspar em seu pênis. O membro agora a amostra fez com que a Capuz Vermelho mordesse os lábios em puro desejo.

Era grande, não gigante, mas bem dotado. Também grosso e tinham veias esverdeadas por todo comprimento, que pulsavam ao ver dela.

Não pensou duas vezes antes de pingar a cera no local produzindo um gemido com seu nome.

- Nequitia! Oh, meu Deus! - gemeu se contorcendo.

Aquilo doía como o inferno, e mais cômico que isso não era possível, pronunciara o nome de Deus em meio a coisas tão perversas, que era do fruto de uma Vampira.

- Está doendo? - perguntou fingindo inocência. Jeon abriu os olhos e a fitou, assentiu meio receioso. A mulher levantou, separando ambas pernas uma da outra, e se ajoelhou no meio, dando total visão ao moreno. Tirou o pingo de cera grudado na pele e sentiu ele tencionar as pernas. - Será que se eu der beijinho irá melhorar? - perguntou já aproximando seus lábios da glande. Chupou apenas a ponta de forma provocativa, Jeon gemeu roucamente, revirando os olhos.

Ela passou a pontinha da língua no comprimento lentamente, e sentiu cada veia sua. Suspirou. Veias a deixavam louca, principalmente o sangue, que sentia passar por todas elas rapidamente. Parou de enrolações e abocanhou o pênis alheio de uma vez, já o encostando no fim de sua garganta. Jungkook estava louco, apertava as próprias palmas da mão chegando a arrancar-lhe sangue.

Nequitia se controlou, isso era uma provocação e tanto para si e por causa de tal ato o puniria novamente.

Movimentou sua boca para cima e para baixo lentamente, enquanto estimulava seus testículos, queria ver até que ponto Jeon podia aguentar aquilo, estava brava e faria de tudo para que ele sentisse sua fúria na pele.

Chupava com maestria, e de vez em quando raspava os dentes ali deixando um pingo de dor se alastrar pelo corpo alheio. Amou sentir a pele do mais novo, por si só já tinha um gosto que a deixava levemente molhada.

Jeon já não aguentava mais a lentidão e quando ela percebeu isso moveu-se com mais rapidez. Um choque percorreu o corpo do príncipe, estava pronto para gozar, sua única falha foi proferir o nome de sua companheira.

- Nequitia! - gemeu o mais alto possível. Se perguntava como ninguém não tinha ouvido ainda seus gritos.

A citada largou seu membro e sorriu sacana, Jeon não evitou arregalar os olhos e erguer seu tronco para olha-la confuso.

Bem no momento que chegaria o seu gozo ela o deixara?

- O que foi, Jungkook? - perguntou inocente.

- Eu não acredito que fez isso! - jogou novamente a cabeça no colchão e bufou frustrado, passando seus dedos pelos fios novamente, puxando-os para trás.

- Qual o problema? Eu apenas cansei, algum mal nisso? - se fez de desentendida. Ele sabia exatamente que ela não era assim, aquela mulher era como o diabo em pessoa, e isso só deixava seu corpo queimando mais.

Quando a onda passou, Nequitia o abocanhou novamente, surpreendendo-o. Levantou o tronco pelo prazer que sentira e se deixou cair de novo na cama. Ela o sugava com mais força, enquanto movia sua mão junto com seus lábios, apertando mais seu pênis. E lá estava mais uma vez Jeon prestes a gozar. Porém foi interrompido quando ela levantou a cabeça e o olhou com um sorriso psicodélico.

No mesmo instante percebeu a brincadeira que esta fazia consigo e adquiriu uma expressão séria.

- Me deixe gozar, por favor. - suplicou ofegante. Já estava doendo e precisava se aliviar naquele instante, porém fora ignorado de novo ao sentir os lábios de Nequitia o sugando com força novamente. Rebolou contra a boca dela, sentindo seus dentes rasparem fortemente na pele. Gemeu alto.

A vampira repetiu mais uma vez aquela tortura massante, e depois parou sem faze-lo gozar ainda. Se levantou na cama, tirou sua calcinha e foi até o rosto do moreno agachando, deixou cada joelho ao lado de sua cabeça e pediu:

- Me chupe, Jungkook. - com rapidez colocou a mãos na coxa dela, sem permissão mesmo e a puxou para baixo com a língua já de fora. - Awnnn. - Nequitia gemeu causando um choque pelo corpo do rapaz que a apertava com força. Ele chupava cada pedacinho da vagina da mulher. Enfiava a língua em sua entrada e brincava com seu clitóris. A melhor parte de todos era chupar os lábios maiores dela, sentindo-a molhar mais contra sua boca.

Ela gemia e rebolava em sua boca, e Jeon nunca se sentira tão sortudo como naquele momento. A vampira era um poço de prazer e sentir seu gosto só deixava seu pau pingar mais com o pré gozo. Nequitia puxava seus fios de cabelo e nada disso importava pra ele, percebeu que nada mais o atrairia mais do que ser submisso daquela mulher tão misteriosa.

Diferente da garota, não parou e sim a estimulou cada vez mais para que ela gozasse, e assim ela fez, comprovando sua tese de que sua boca era incrivelmente deliciosa.

Ainda com as pernas fracas deixou o príncipe ali, ainda de costas começou a desamarrar seu espartilho. Tirou-o de seu corpo e Jeon suspirou ao ver suas costas lisas e totalmente nua. Quando ela virou para si novamente, viu que os seios eram redondos e fartos, deixando ele mais extasiado que antes.

Após um sorriso sensual de canto que a jovem deu, caminhou e sentou-se novamente na poltrona, colocando suas pernas também em cima da mesma, dando-o a visão do paraíso - ou pelo menos foi assim que ele titulou na hora. Com o indicador pediu que ele fosse até lá, e Jeon foi, sem desviar o olhar dela um segundo se quer.

- Se ajoelhe! - mandou, e assim ele fez tendo a visão de sua vagina mais de perto ainda. Como queria entrar dentro dela e a foder com força, pena que não poderia fazer nada sem que ela mandasse. - Se masturbe, Jungkook. Mas se gozar não lhe deixarei me foder. - mais uma tortura, que evidentemente acabou com seu psicológico principalmente ao vê-lá estimular os bicos dos próprios seios.

Colocou uma de suas mãos em seu pênis e começou a movimentá-lo lentamente, não poderia gozar e essa era a tortura. Ele odiava o devagar, e Nequitia sabia muito bem disso ao provocá-lo anteriormente.

Ela apertou os bicos jogando a cabeça para trás, um gemido foi solto e Jeon viu sua entrada contrair, assim fazendo seu pau pulsar, enquanto ele o apertava forte para tentar tirar aquela sensação, porém era totalmente falho, isso só o excitava mais.

Simplesmente amava o proibido.

Nequitia desceu sua mão direita até seu clitóris e parou ali, o massageando, rendendo mais gemidos enquanto seus lábios eram judiados pelos próprios dentes. Queria poder fechar as pernas, mas a tortura acabaria por ali, então apenas levou seu dedo médio para a entrada, adentrando lentamente.

- Jungkook. - gemeu o nome do garoto o deixando mais desconcertado. Começou a mover sua mão no mesmo ritmo do dedo da jovem. Rápido.

Fechou os olhos se deliciando com o gemidos alheio, estava preste a gozar, mas pôde se lembrar do que ela dissera. Parou no mesmo instante, queria fodê-la mais do que seu desejo urgente de se aliviar.

A olhou ofegante, e alguns minutos depois viu ela se desmanchar ali mesmo, nos próprios dedos, que agora já eram três.

Ele fez menção de se aproximar para lamber cada gota do líquido, porém levou uma chicotada.

- Eu não mandei parar de se masturbar. - disse séria e ele apenas obedeceu prosseguindo com a masturbação. Seu pau estava em chamas, totalmente vermelho, gotejava muito, arfava, não conseguindo aguentar.

Nequitia o olhava com desejo eminente em suas íris. Queria-o agora, naquele momento mesmo, nem se importava mais com a tortura, só pensava em satisfazer ambos.

Enquanto ele se mantinha de olhos fechados ela se levantou, e agachou ali onde ele estava, o assustando ao sentir a vagina da vampira tocar-lhe sua glande. Suspirou alto no ouvido desta, que gemeu com aquilo, era seu ponto fraco. E ela se agachou mais, fazendo que o pênis entrasse por completo em si.

Ela apertou sua intimidade com força ao sentir ele arranhar sua cintura com as unhas. Não lhe deu permissão para tal ato, mas também não reclamou, tinha gostado afinal.

Jeon vendo o ponto fraco da mulher que o enlouquecia, gemeu rouco o nome dela, bem em seu ouvido. Proferindo palavras de submissão.

- Eu sou totalmente seu, faça o quiser, Nequitia. - com isso começou a mover a cintura dela com força, estocando mais fundo.

Ela sabia somente arranhá-lo com suas unhas enormes e afiadas, Jungkook amava aquilo de uma forma absurda. A Capuz Vermelho puxou alguns fios do cabelo do moreno fazendo a olhar.

- Sim, você é totalmente meu, baby. - arfou novamente sentando com força. Jeon gemeu indo mais rápido. - Goze pra mim, Jungkook. - pediu manhosa enquanto mordia os lóbulos dele.

- Com todo prazer, mas não antes de vosmicê. - falou totalmente provocador a encarando.

Nequitia empurrou seu tronco para o chão e ele sorriu de lado, se vendo ser dominado novamente.

- Tem certeza? - mordeu os lábios e rebolou.

- Ahnnn... Toda. - disse gemendo.

Ela virou de costas ainda com o pau do príncipe dentro de si, o fazendo arfar e não tardou a quicar e rebolar mostrando sua bunda, que deixava Jeon hipnotizado. Estava se segurando o máximo, porém precisava apertar algo e isso seria as nádegas da vampira que gemeu surpresa, ao sentir a dor no local pelo forte aperto.

Aquilo foi o fim para si, jogou a cabeça pra trás e gozou arqueando as costas, sua intimidade ficou mais molhada que antes e ao sentir o pulsar do príncipe, apertou sua entrada mais no membro deste.

Jungkook já satisfeito de tê-la feito gozar, lhe deitou no chão e subiu em cima, já voltando a estoca-la rapidamente. Não demorou muito e gozou deliciosamente dentro dela, um orgasmo e tanto, estava desesperado por esse momento e agora o aproveitava com gosto.

Nequitia sorriu ofegante e tirou alguns fios molhados pelo suor da testa dele, estava totalmente adorável.

- Isso é só o começo, não é? - questionou com dificuldade.

- Sim, coisas piores estão por vir. - riu contente, aquilo não passava do básico para não assustá-lo.

- De ti eu espero tudo. - começou a espalhar beijos no pescoço da garota, indo para sua clavícula, enquanto ela afagava o cabelo moreno.

- E deves esperar mesmo. - puxou seu cabelo para que ele a encarasse. - Vosmicê foi muito bem. - chupou seu lábio inferior. - Mas agora eu preciso ir. - deu-lhe um último beijo demorado e se levantou. O príncipe a olhava confuso enquanto a mesma procurava suas peças e as vestia.

- Eu achei que ficaria. - ele se levantou e sentou na cama.

- É, somente achou. Não costumo dormir com os homens que me relaciono. - colocou a última vestimenta, o capuz vermelho, e sorriu para ele. - Mas eu volto, não se preocupe. - foi até ele, selou ambos lábios despedindo-se. Caminhou até a porta e saiu dali, enquanto Jeon se jogava na cama e suspirava perdido.

- Essa mulher está acabando comigo.

...

Acordou disposto, saltou da cama ainda nú e sorriu. O dia estava quente; franziu o cenho, a noite fizera tanto frio, era impossível o sol estar escaldante. Decidiu ir até as janelas e as abriu sem pudor algum. O sol lhe atingiu os olhos, ele apertou ambos numa tentativa falha de se acostumar com a claridade, mas logo os abriu vendo algumas damas lá debaixo o olhando de boca aberta. Reparou que estava nú e sorriu para todas com seu charme galanteador. Ouviu alguns gritinhos e suas vozes baixas, todas envergonhadas.

- Isso é totalmente patético, Jeon. - A voz de Taehyung se fez presente no quarto e o citado lhe encarou.

- Se é bonito, devo mostrá-lo. - caminhou até o amigo com um sorriso sacana no rosto.

- Vista uma roupa, eu não sou obrigado a ficar vendo isso daí. - apontou para o membro do príncipe que gargalhou com a cara desconfortável de seu amigo.

- Vosmicê parece ser minha mãe às vezes. - o repreendeu colocando algumas vestimentas finas, refrescantes. - Quer virar uma mulher também? - debochou colocando agora sua bota de couro.

- Não é uma má ideia. - falou com desdém. O moreno lhe encarou imediatamente confuso. Taehyung riu, nunca dissera nada sobre isso.

- Está igual ao Jin agora? Gostando de homens?

- E qual o problema disso? Descobriu que agora gosto de homens e vai ser correspondido? Se quiser se confessar vai em frente, mas vosmicê não faz nenhum um pouco meu tipo. - zombou do amigo que o encarava sério.

- Está ficando engraçado, não é? Vai virar palhaço também? Ah não, já és, que ainda por cima gosta de pênis alheio.

- O que disseste? - ficou furioso. O príncipe não esperou para correr do cômodo. - Pelo menos eu não sou rodado que nem vossa pessoa, príncipe! - gritou ao longe, ainda correndo atrás do garoto.

- Eu não gosto de homem. Eu não gosto de homem. Eu não gosto de homem. - saltitava enquanto repetia essa frase, só para irritar seu amigo.

Pouco lhe importava com a sexualidade de Taehyung, mas gostava de ver o garoto bravo consigo.

- Vai pro inferno, Jeon! - parou de correr ao perceber que já estavam na mesa do café da manhã. - Oh, mil perdões. - se curvava várias vezes arrependido. - Não reparei que estávamos aqui.

- Tens uma boquinha bem suja, não é? - Jimin o olhou desgostoso.

- Até parece que não me conheces.

- Me arrependo por este feito toda vez que o vejo. - retrucou.

- Sentem-se! Estão atrasados. - o rei ordenou, sem muito humor.

- Desculpe, majestade! - os dois disseram se curvando.

Taehyung sentou-se ao lado de Jimin e Jeon à frente de si. Todos comiam em silêncio, e ninguém ali se propôs a quebra-lo. Jimin acidentalmente repousou a mão na mesa, indo de encontro com a do mais alto, que arregalou os olhos instantaneamente. Olhou para o príncipe lentamente com o cenho franzido. O que ele estava fazendo?

O garoto continuava a comer, parecia ao menos ter notado com o contato, e à medida que o tempo ia passando as peles se esfregavam umas nas outras. Taehyung ficou completamente sem jeito, e enquanto degustava sua refeição sentia seu rosto ferver e seu estomago embrulhar. Não entendeu o porquê, mas Jimin nunca o tocara, nem mesmo um abraço tinha recebido do menor durante todo tempo que se conheceram.

Por um momento se questionou dessa atitude, o príncipe era alguém muito rude consigo, por mais que demonstrasse amor a todo momento com as pessoas de sua convivência. Talvez ele realmente não tivesse notado o contato e o Kim só estava pensando barbaridades atoa.

E então você deve estar se perguntando: Por que Taehyung não retirou sua mão dali, se estava se sentindo tão desconfortável?

Ah, o Kim não queria. Ele não sabia o motivo para isso, apenas estava aproveitando do único toque que receberia em sua vida toda de Jimin. E de uma coisa Taehyung tinha certeza, ele não estava nenhum pouco desconfortável com o toque e sim surpreso. Arrisco-me a dizer que feliz.

- Tae, eu não me esqueci. Depois iremos conversar. – Jeon tomou sua atenção, tirando o loiro de seus devaneios.

- Conversar sobre o quê? – o Rei se intrometeu curioso.

- Coisas intimas, majestade. – o príncipe sorriu tentando demonstrar confiança em suas palavras.

- Tudo bem, conversaremos depois da refeição. – Taehyung disse convicto.

Jimin finalmente retirou a mão da mesa como se nada tivesse acontecido. O maior sentiu uma leve pontada em seu peito por ter visto aquilo.

Ele realmente não notara, até porque jamais o tocaria inconscientemente.

Os minutos passaram rápidos e todos satisfizeram seus estômagos. Estavam cheios e prontos para mais um dia, e assim se levantaram da mesa, se retirando.

O príncipe e o Kim foram para a mesma direção: o jardim. Caminhavam lentamente em silêncio, aproveitando um pouco do sol. As plantas – tanto flores como as árvores – se mexiam lentamente com o fraco vento presente, de modo que os perfumes misturassem entre si formando uma ótima fragrância.

- Nunca me contaste que tinha uma irmã. – Jeon riu fraco um pouco inconformado. – E principalmente que ela era uma vampira. – o mais velho mordeu o lábio inferior pelo nervosismo de ter sido descoberto.

- Compreendes agora o motivo de não ter lhe contado? Vosmicê me acharia louco ou contaria ao seu pai. O que acha que ele faria, me diz? – seu tom de voz era um tanto irônico, mas parecia completamente entristecido.

- O mataria... – falou baixo. – Mas eu nunca contaria isso a ele! Tu és meu amigo! – o encarou aborrecido. – Não confias em mim?

- Não é questão de não confiar, Jeon! Eu devo minha vida a ti, mas pense se fosse contigo. É minha irmã, a única família que tenho.

- A irmã que te deixou sem ninguém, com fome e perdido... Com medo. – indignou-se.

- Vosmicê não faz ideia do que diz. Ela não me abandonou porque quis, longe disso.

- Então por quê? Me diz o motivo disso! – gritou enquanto lágrimas caiam dos olhos de ambos. – Se não fosse eu nem sei o que seria de ti agora. Eu sofri contigo e todos os dias que passaram eu odiei cada parte da sua família por ter lhe deixado.

- Eles morreram! – Taehyung gritou o interrompendo. – Eles morreram, está bem? Eu não contei por que essas coisas estão longe da sua compreensão. Vai muito além de mim e de ti. – ele já soluçava sentindo uma dor se alastrar em seu peito. – Eu queria tanto ter lhe dito tudo, ter feito com que pudesse entender minha história, mas infelizmente eu não posso... - Por que não? – as vozes de ambos estavam altas e inconformadas. Magoadas.

- Por que minha vida não é minha, Jeon! – respirou tentando conter o choro. – Eu não tenho respostas para as suas perguntas, me desculpe. – estava muito arrependido por isso. Tinha convicção de que o príncipe nunca mais falaria consigo por ter lhe enganado e muito mais porque não podia respondê-lo.

- Taehyung, podes continuar a morar aqui, mas eu não quero ter que olhar para sua cara nunca mais. Quando me ver, corra, e se tiver que se esconder, o faça. Me esqueça, finja que não existe um príncipe e que seu único propósito agora é servir o rei. Por favor, só saia da minha vida. Eu só te peço isso. – sua voz estava embargada em choro e sua face encharcada pelas lágrimas.

O moreno virou-se de costas e saiu de perto do Kim sem pensar duas vezes. Estava magoado, a única pessoa que tinha como um irmão para si era nada mais do que um mentiroso e aproveitador. Era dessa forma que Jeon agora pensava.

...

O dia estava confortável; na floresta as aves cantavam e Nequitia acompanhava o canto com assobios, enquanto colhia algumas ervas e cogumelos pelo caminho. A garota se encontrava um pouco longe do palácio, contudo isso não a preocupava. Conhecia a floresta como a palma de suas mãos.

Gostava de colher plantas, afinal todas eram para alguém que a ajudara desde ao nascer. Uma velha bruxa.

Bom, ela não era tão velha assim; era como Nequitia, não escapava do tempo e dos anos que acrescentava em sua vida, porém sua beleza era a mesma, continuava com o físico de uma garota nova.

Sorriu. A bruxa foi sua única amiga durante toda vida, no fim das contas a garota nunca pôde ter uma relação afetiva com as pessoas, e se tinha com a outra era por pura rebeldia de desobedecer tais regras.

Colocou tudo o que colheu dentro de sua cesta e ao virar-se para ir embora bateu em alguém a frente de si. Olhou para cima confusa e encontrou o homem alto de sorriso debochado, a encarando. Sua confusão deu lugar a raiva, aquele cara a enojava.

- O que fazes aqui? – esbravejou.

- Não sabia que era proibido adentrar a floresta. – disse incrédulo.

- Eu não estou com paciência para brincadeiras. Tem como me dizer logo o que estava fazendo aqui do meu lado, ou terei que optar por cortar sua garganta para que desembuche? – seus olhos estavam queimando de ódio sobre Kyung.

- E vai fazer isto como? – a provocou reparando em cada movimento que esta fazia.

- Eu tenho uma faca. – ela sorriu tirando o objeto da cesta. – Ah, e ela está bem afiada. – prolongou a palavra “bem”. – Afiei hoje cedo. – a manuseou raspando sua lâmina na palma da mão livre. – Quer experimentar em sua pele? – encarou o homem com sorriso sádico, que daria medo em qualquer um.

- Dessa vez eu passo sua proposta. – riu como se não ligasse para as ameaças. – Eu estava procurando erva-cidreira para fazer chá e a vi, quando ia lhe cumprimentar vossa pessoa se virou antes. – explicou calmo, enquanto mantinha sua pose cheia de si.

- Estranho, nosso palácio o que não falta são ervas-cidreiras, e se quisesse um chá era só pedir para alguma serva do palácio. – arqueou uma de suas sobrancelhas.

- Eu gosto de colher e preparar meu próprio chá. – respondeu rápido.

- Achas que eu sou burra, não é? – sorriu e semicerrou os olhos. – Espero não te ver me rondando nunca mais, Kyung. Se não vosmicê encontrarás a morte e eu faço questão de ser a ponte para que se conheçam. – seu sorriso desapareceu e o afrontou seriamente. Desviou do corpo alheio e começou a caminhar para fora da floresta.

- Passar bem! – ele gritou.

- Morra no inferno! – bradou enraivecida.

O homem gargalhou satisfeito, estava próximo do que queria e tinha a plena convicção de quem Nequitia era, só lhe faltava ter a plena certeza, para que todos logo também soubessem.


Notas Finais


PLAYLIST
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JESUS QUE DLC PQP PAI AMADO!
Que hot gostoso, amo ele u.u
O que acharam? Ta pesado, tá suave para vocês? Se eu piorar todas essas punições vocês aguentam?
Bom, como já vimos Taehyung gosta de homens e sinceramente ADOREI! E rolou até aquele Vmin básico sabe e.e
E essa treta com o JK? Coisas foram reveladas e espero q prestem bem atenção nesses detalhes u.u
E Nequitia como sempre tendo esse humor sarcástico que amo do fundo do meu coração (estou aprendendo a ser como ela, isso faz com que eu me machuque menos com as pessoas e os machuque mais, recomendo!), ela só não matou ainda Kyung porque não viu necessidade mesmo, então vamos ver o que rola e.e
Me digam o que acharam, isso me faz pensar mais com vocês u.u Teorias? Amo u.u
Obrigada pelos novos Favs e até sexta-feira, leitores ❤


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