História O Secretário - Capítulo 29


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Piece
Tags Lawbin, Lawna, Luhan, Saboala, Sana, Zorobin
Visualizações 371
Palavras 2.754
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yoo minna ~chu :3

A tia está em período de provas, então, só attendo pra não atrasar as outras fics também ~desu

HENTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIII ~chu :3

Capítulo 29 - Minha nova família com a Presidente


Fanfic / Fanfiction O Secretário - Capítulo 29 - Minha nova família com a Presidente

Hospital Militar Brigadeiro Matsuoka Nida 10:08 AM - Robin POV'S ON

Eu estava lendo um livro enquanto aguardava o Zoro voltar da terapia para os olhos, pelo que entendi, a facada que ele recebera no rosto quase o deixou cego e por isso vai demorar até que seu olho esquerdo volte ao normal. 

Os médicos ainda precisavam avaliar a situação da cicatriz, já que ela parece ser um tanto profunda... Enquanto pensava nisso, ainda prestava atenção na leitura, é um dos melhores livros sobre arqueologia que já li, afinal de contas, foi a minha mãe quem escreveu. 

- Hey, como o meu bebê está? -falando nela... 

- Seu bebê de quase trinta anos está muito bem, obrigada por perguntar. -fechei o livro e lhe sorri, ainda sentindo dores por causa da cirurgia- nunca pensei que comer fosse tão difícil depois de costurar o estômago. 

- É chatinho no início, mas logo melhora. -ela sorriu doce, distribuindo beijos pelo meu rosto, fiquei pensativa quanto a sua atitude- 

- Mãe, eu sei que você me ama, mas não precisa exagerar. 

- Só estou te mimando, eu gosto de fazer isso. 

- Devia mimar o Sabo, ele é quem vai ser pai. 

- Mas ele não sofreu na mão do seu pai quando mais novo, então, prefiro estar aqui e cuidar de você. 

Ok, não nego que é bom receber a atenção dela de vez em quando, mas isso também é muito exagerado. Além dos incontáveis beijos na minha cara, mamãe deitou do meu lado na maca e ficou me fazendo companhia. - Ás vezes sinto que fui uma péssima mãe, sabe?... 

- Por que essa conversa toda agora? -estranhei, eu não estou morta e nem morrendo! 

- Porque a última coisa que um pai deseja para um filho é vê-lo depender de um hospital para viver. -ela suspirou pesado e encarava o teto branco do leito- Quando seu pai começou a ficar doente, eu não tina percebido, as coisas começaram a mudar no nosso casamento. O homem gentil e adorável que conheci não era mais aquele que eu via todos os dias... Eu tentei entender o que havia acontecido, mas quando chegava perto, ele revidava e se afastava de mim. Achei que a melhor solução fosse ficar observando... Eu não sabia o que ele fazia com você porque me deixava em viagens longas fora do país, apenas quando Sabo me contava, eu acabava por brigar com o Lian. 

- O que quer dizer, exatamente? 

- Fui uma esposa ruim por não ter percebido que meu marido estava com problemas, e fui uma péssima mãe por não ter visto meus filhos sofrerem na mão de uma pessoa que estava se sentindo mal e destruída. 

Me calei por um instante. Eu não achava que ela a mamãe também sofresse com isso, talvez, eu tivesse julgado mal sua forma de pensar sobre o assunto. Com dificuldade, retribuí seu abraço torto e beijei sua testa. Agora entendia porque esse mimo todo. 

- Mãe, eu quero dormir... 

- Claro, querida... -ela me sorriu, usando as pontas de seus dedos para acariciar minha cabeça, sempre que ela fazia isso, eu sentia sono. 

Acho que não vou conseguir ficar acordada para ver o Zoro, então, apenas continuei apreciando seus mimos e apaguei em seguida. 

*

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*

*

Mansão Nico - 18:49 PM 

Ainda naquele dia, eu recebi alta no final da tarde, meus pais me levaram pra casa e continuaram me dando extrema atenção. Por um momento me senti como antigamente, a Princesinha da casa. 

É, tenho que admitir que sou exatamente isso; essa Princesinha que tem tudo o que quer. 

Eu estava deitada na minha cama, repleta de cobertas grandes e confortáveis, mesmo sendo verão, eu estava adorando ficar no quentinho do meu quarto. 

- Essa cicatriz vai ficar grande quando melhorar... -Koala estava lá, me ajeitando nos travesseiros- 

- Sim, vou ter que me acostumar com ela. -sorri fraca- e o Zoro? Eu não vi ele o dia inteiro. 

- Bom, depois das terapias, ele também recebeu alta e a família dele foi busca-lo. Soube que até o Luffy está lá, ajudando a cuidar dele. 

- Eu imaginei isso... -fiz uma careta feliz, Luffy é mesmo um amigo importante para o Zoro e vice-versa, os dois não conseguem viver longe um do outro- Então, vou descansar, quero muito poder sair logo dessa cama. 

- Nico Robin falando que quer largar a própria cama? Que milagre é esse? -minha cunhada começou a rir com ironia e logo beijou-me a testa- se ficar com fome, pode me chamar. 

- Ok... 

E lá estava eu, novamente. Sozinha no quarto, pensando na vida, suspirando de tédio e tentando dormir. Olhei para o criado mudo e vi meu celular ali, pensei em mandar mensagem para o Roronoa, mas ele provavelmente não irá responder. 

Bufei. 

- Droga... -sussurrei para mim, não havia outra pessoa mesmo. O aparelho começou a vibrar, me assustei e atendi prontamente- Alô? 

- Hey, Namorada Suicida, você sabe quando é que um bebê precisa de fraldas maiores? -a voz dele me acalma mesmo quando está tentando me provocar, sorri pensativa- 

- Bom, talvez quando algumas marcas da fralda começam a aparecer na pele. 

- Bom, então acho que já entendi porque o Chopper anda tão incomodado... 

- Tsc... -dei risada- 

- Como você está? 

- Melhor agora. -corei um pouco- meus pais não param de me dar atenção, isso é legal, mas não quero que exagerem. 

- Bom, não está muito diferente aqui em casa, tirando o fato de que o Chopper ainda consegue ser mais mimado que eu. 

- Por que será? -ironizei- ai... -reclamei em seguida-

- O que foi?

- É que quando eu começo a me mexer, dói. 

- Vai devagar, Morena, seu ferimento é bem pior que o meu. 

- Eu quero melhorar logo... 

- Eu sei, também quero... 

- E como está seu olho? 

- Bem, dói ás vezes, mas... está melhor do que ontem. 

Não sei quanto tempo fiquei naquela conversa, entretanto, já foi mais que o suficiente para em deixar tranquila. 

*

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Casa do Roronoa 15:30 PM - Tia Ella POV'S ON

O verão estava no auge, Robin já haviam melhorado totalmente do incidente com Agi. Aliás, esta teve que ser internada numa clínica especializada em doenças mentais. Mesmo sem a necessidade de fazer isto, a Presidente foi visita-la e conversara com ela por longas horas. 

Após isso, foi visitar o Roronoa, em sua casa. 

- E então? Como foi lá? -ele indagou, levando uma taça cheia de sorvete para ela- 

- Agi parece mais sã, ainda não se lembra completamente do que fez, mas... -suspirou- ela parecia ciente que machucou alguém, pediu desculpas, ela parecia sentir muitas dores. 

 - Dores? 

- É, notei isso quando a faca me cortou, ela puxava os cabelos e sentia tudo latejar por dentro, estava gritando descontroladamente por não saber parar a dor. -explicara calma- os médicos acham que pode ser por conta do aneurisma cerebral. 

- E os pais dela? Disseram algo? 

- Eles nem sequer se preocuparam em visita-la, estavam assustados demais com tanta informação. Disseram que a bolha de sangue no cérebro chegou a um tamanho inoperável, é só uma questão de tempo. 

- Entendo... -Zoro suspirou, por mais que tivesse guardado mágoa da ex, ainda assim, ela precisava de ajuda e agora, não a obteria por completo porque em poucos anos, provavelmente acabaria morrendo. - E você? Está bem assim? 

- Assim como? -Robin lhe encarou de forma fofinha e inocente, deixando-o corado e inciando sem querer, uma pequena explosão de excitação nele. A colher de prata perto dos lábios vermelhos, os cabelos longos e soltos delineando as curvas de seus seios, a taça de vidro pigando água graças a mudança de ambiente, as mãos delicadas segurando os objetos com maestria e suavidade... 

E os olhos, ah, olhos azuis como o mar lhe observando atentamente e de jeito infantil... Como não ama-la? 

Havia sorvete nas bochechas e no queixo da Nico, causando mais outra grande provocação em Zoro. 

- Confortável nessa situação tão perigosa... -ele disse mais baixo, se aproximando devagar da namorada. Ela, sem entender, colocara a taça com sorvete e mais a colher, em cima do criado mudo do quarto do esverdeado. 

Sentiu a língua dele lamber seu rosto em vários pontos diferentes, Robin corou tímida - Você não sabe brincar de provocar, Morena, isso é injusto da sua parte. 

- Mas o que eu fiz agora? 

- Está me encarando como se nunca tivesse feito nada errado, isso é sujeira. 

- Não sei do que está falando... -ele a deitou na cama, sendo delicado com as roupas que mais gostava de vê-la usar. 

Aquele vestido rosa claro de seda lhe deixava como um ar tão inocente e adorável... Era como assistir uma Nico Robin voltando a ser mais nova. Beijou-a carinhosamente, pedindo espaço para sua língua lhe explorar. 

Ela por sua vez, deslizou os dedos pela nuca do rapaz, era uma mania divertida que adquiriu com o tempo em que foi conhecendo os prazeres e desprazeres do corpo dele, ali era um ponto que muito lhe agradava tocar e sentir arrepios. 

Quem precisa de ar mesmo? 

- Desta vez, com mais gentileza... -o campeão de Kendo sorriu e baixou as mangas da peça que cobria o corpo de sua Presidente. Seu coração falhou batidas ao encara-la tão ansiosa, desde o sutiã vermelho até a calcinha de mesma cor, observou com atenção a grande cicatriz que lhe atravessava a pele. - Agora estamos iguais...

 - Estamos... -Robin puxou a camisa azul clara dele para cima, olhando serenamente para a cicatriz no peitoral robusto. Da mesma forma que ela estava agora, ele já possuía tal marca. - Isso me deixa chateada... 

- Por quê? 

- Porque me faz lembrar que fui bastante estúpida ao me jogar na frente da Agi, mais ainda em deixar que essa cicatriz ficasse assim. -suspirou agoniada- ela me incomoda. 

- Eu gosto dela... -Zoro beijou-lhe no início daquela linha de pele um pouquinho mais espessa, porém, ainda macia como o resto de seu corpo curvilíneo- agora é uma marca que faz parte de você e eu amo tudo o que você tem... Até os machucados. 

- Zoro... 

- Eu tive que aprender a conviver com isso... -referiu-se a sua própria cicatriz- ela me faz lembrar todos os dias daquele acidente, me faz lembrar que perdi pessoas importantes pra mim, mas ela também me faz lembrar que estou vivo e se o mundo estava sendo cruel comigo, eu tinha que aprender a lidar com ele. As pessoas reclamam demais para fazerem de menos, Robin, não seja como os outros, se estiver triste, sorria, lembre-se que alguém pode estar precisando do seu sorriso, mais do que você mesma... 

Com cuidado, ele chegou no baixo ventre da jovem, mordendo de canto, causando pequenos choques elétricos pelo corpo da amada- Além do mais, isso me faz pensar que você realmente se preocupa comigo, gosto dessa cicatriz porque ela definitivamente responde a minha pergunta. 

- Que pergunta? 

- Se você me ama... 

- Ai, Zoro... -ela estava corada, batendo a mão na testa e rindo de si mesma por ser tão ingênua e cair naquela maravilhosa ladainha de sempre. É claro que era amor, se não fosse, não precisava se dar ao trabalho de deixa-lo tirar suas roupas. 

Sentiu os dentes dele morderem sua intimidade ainda coberta pelo tecido vermelho, gemeu baixo e agarrou os lençóis da cama. Recostada contra os travesseiros, Robin espalmara os dedos pelos braços fortes do namorado, tendo ciência de que ambos não deixariam um ficar com mais controle que o outro da situação. 

- Não somos casados, mas... Já te acho uma ótima "esposa", você pelo menos dá comida de verdade pro Chopper e cuida dele melhor do que eu... Acredito. 

- Jaja, Roronoa Zoro, isto foi um pedido de casamento ou é apenas mais uma das suas viagens na maionese? -ela riu altiva, sentindo o corpo maior abraçar-se ao seu com cuidado, agora com seus rostos bem próximos, podiam sentir a respiração de ambos. 

- Na verdade eu não sei, só sei que já consigo te definir como Ohana

- Ohana? 

- Você nunca viu Lilo e Stich? Que maldita Presidente é você? -ironizou incrédulo-

- Até onde eu sei, "Ohana quer dizer Família, e significa jamais abandonar ou esquecer". 

- É... Agora você também é a minha Ohana... -um sorriso sincero e feliz, Zoro beijara-lhe novamente, como todo o carinho possível. 

Livrou do restante das roupas que ainda cobriam-lhe os corpos e finalmente adentrara a mulher que tinha certeza que amava. Sem discussões, sem provocações, apenas e nada mais que um momento prazeroso e divertido com alguém que se ame tanto. 

Ela o prendia em suas pernas e lhe exigia mais contato e com um pouco mais de força, o que em retribuição, acontecia num aperto entre suas paredes mais íntimas; Zoro ainda não conseguiu definir o que fará da vida nos próximos anos, mas de uma coisa ele tinha certeza: estaria ao lado dela. 

Suas costas foram arranhadas, os braços beliscados, as pernas apertadas, a boca toda estava inchada depois de tanto receber mordidas e chupões... Que importavam as dores? Quando prazer e dor estão juntos no mesmo ato, as consequências que cada um traz não parecem existir. E para ele, a visão de ter uma das mulheres mais importantes do mundo gozando (literalmente) por sua causa, era de fato, incrível. 

Mesmo vermelha e ofegante, com os cabelos desalinhados e espalhados pelos travesseiros, o corpo inteiro tremendo e as mãos jogadas pela cama, Nico Robin ainda conseguia ser extremamente fofa em pleno ápice. Zoro teve de sorrir com esse pensamento, logo depois deixando um pouco de raiva sobressair também: ela é apenas e somente dele, de ninguém mais! 

Pensando bem, agora ela estava mesmo lembrando um tomate... Riu alto. 

- O que foi?... -depois de tanto esperar para respirar normalmente, ela o encarou curiosa- 

- Você é um belo Tomatinho, sabia? 

- Obrigado, mas... não é o tipo de coisa que eu esperava ouvir pós-sexo. -seu cenho franziu confuso- 

- Bom, eu poderia dizer que fica linda gozando, mas acho que seria desnecessário... 

- É-é sim... bem desnecessário. -ela concordou ainda tímida- pode se manter dentro mais pouco? 

- Por quê? 

- Porque eu gosto disso... -Robin olhou para baixo, com um sorriso doce, tocara o final de sua cicatriz e olhou para o namorado em seguida- gosto de sentir que somos uma coisa só... É como se o mundo não existisse e as pessoas não pudessem nos machucar. É um sensação esquisita, mas acolhedora também. Não sei explicar com palavras se é apenas desejo carnal ou uma parcela de amor e preguiça em te tirar da minha vagina... 

- Fingi que não ouvi o final... -riram juntos- 

- Eu te amo, Zoro, mas sério... -Robin fez uma careta- meu cu vai morrer virgem! 

- Já ouvi isso antes e não se preocupe, não tenho a intenção de estuprar sua cavidade anal... -ele deitou-se no colo macio dela- ainda...

- Zoro! 

- Sacanagem!

- Tsc... 

- Mas falando sério agora... 

- Hm? 

- Como acha que será o próximo ano? 

- Eu não sei... eu espero que seja bem divertido, como esse. 

- Morena, não brinca com isso, eu pretendo continuar sendo alguém na vida, não quero encontrar outra Agi da vida por aí... 

- Não vai acontecer... -Robin o apertou em seus braços- a não ser que você queira perder sua capacidade sexual de me satisfazer. 

- A não ser que você queria ficar sem o seu melhor brinquedo... ok. 

- Ok... 

- Ok. 

- Ok... 

Silêncio. Os dedos dela acariciavam o topo da cabeleira esverdeada, em resposta, Zoro ainda mantinha-se dentro de si e deixava suas mãos lhe tocarem gentilmente a cintura. 

- Robin... 

- Sim? 

- Eu te amo... 

- Eu também te amo... 

*

*

*

*

Robin POV'S ON

- Alguém me lembra de nunca mais transar sem comer nada... -reclamei com dores excessivas no corpo, Kuina riu da minha cara e ao meu lado, estava Zoro, de mesma forma. 

- Vocês dois são impossíveis! 

- Isso não tem graça, sua idiota! -o Roronoa rosnou pra irmã, que continuou rindo- 

- Eu devia contar pro papai, mas seria muita humilhação! -ela se levantou, deixando uma bacia cheia de oshiboris ao lado da cama. Bufei e sorri de canto depois de ter tanto trabalho para me vestir com um dos pijamas do Zoro. 

Até nisso a gente combina! 

 



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