História O secretário - Capítulo 1


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Categorias Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti
Personagens Lucas "LubaTV", Lucas Olioti
Tags L3ddy, Luba, T3ddy
Exibições 82
Palavras 2.618
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá. Olha eu aqui de novo.
Como prometido, se a Fic Sentimentos Estranhos chegasse a 12.000 exibições, teria Oneshot.
Dessa vez, trouxe One L3ddy, vcs pediram muito, então escrevi sobre esse shipp maravilhoso.
Espero que gostem. Fiz com muito carinho.
Se puderem e quiserem, favoritem e comentem. Isso me ajuda a saber se gostaram ou não. Se continuo escrevendo esse tipo de coisa ou não.
Ps: Ainda essa semana haverá capítulo novo em "S.E", será a continuação do almoço.. Dessa vez, sem Spoiler Esperem o Capítulo.
Bom, sem mais.
Bora ler..

Capítulo 1 - Capítulo Único- A chuva


Fanfic / Fanfiction O secretário - Capítulo 1 - Capítulo Único- A chuva

Advogado, 26 anos, classe média, homem cobiçado por todas. Lucas Olioti, o advogado mais certinho de toda São Paulo. Olhos castanhos, barba bem feita, cabelo castanho escuro sempre penteado. Casamento marcado, em três meses estaria no altar esperando ansioso pela sua noiva, Alice, dona de uma beleza invejável.

Já tinha tudo planejado. Igreja, hora, roupa, lua de mel. Uma vida perfeita. Toda programada nos mínimos detalhes. Cada coisinha no seu devido e, especificado, lugar. Na vida dele é assim: Nada muda.

A mesma rotina á dois anos. Acorda ás seis da manhã, toma seu banho, bebe  sua xícara de café sem açúcar, pega seu material de trabalho, tira seu carro da garagem do prédio e dirige até a empresa em que trabalha. Na hora do almoço, liga para sua noiva, almoça no restaurante ao lado da empresa. Depois do expediente de trabalho, pega seu carro e dirige até a casa de Alice. Depois de uma hora, volta para seu próprio apartamento. Toma um banho, liga sua TV, assiste apenas dois episódios da série preferida. Por volta das 23 horas, deita na sua cama confortável e espaçosa, ativa o alarme e dorme.

-Preciso desses documentos assinados e carimbados para daqui a três horas. –falou firme, entregando os papeis a loira á sua frente.

-Certo. Ah, antes de me retirar, já tem dois candidatos ali fora esperando a entrevista de emprego.

-Pode mandar entrar, Júlia.

-Ok. Com licença. –a loira sorriu e se retirou da sala.

Tudo já começou mal. Meu carro faltou gasolina a duas quadras do prédio em que trabalho. Cheguei atrasado e me queimei quando fui tomar meu café sem açúcar. Meu dia estava sendo nada agradável. Quase na hora do almoço, a minha secretária anunciou que dois candidatos estavam a espera para a entrevista de emprego. Ótimo,  o dia só piora. A Júlia,  minha mais fiel secretária, trabalha comigo a mais de um ano. Infelizmente, pediu demissão,  irá morar em outro estado, Rio de Janeiro. Não sei como, e se um dia, vou encontrar alguém tão competente como ela. 

-Toc toc toc -sou desperto por batidas na porta

-Entre. -ordeno

A porta se abre e por ela passa uma mulher alta, loira, bonita.

-Vim para a entrevista.

-Sim, sim. Sente-se.

A mulher sentou e logo começamos a entrevista.

A loira era bem bonita, coisa que chama a atenção de qualquer homem, seu currículo era bom, mas o perfeccionista, Senhor Olioti, já tinha visto melhores. Ele queria alguém a altura do cargo, não podia ser qualquer um. Tinha que ser alguém tão bom quanto Júlia.  Alguém responsável, que saiba pelo menos mexer em um computador de cima a baixo, se possível até desmonta-lo e monta-lo novamente. Infelizmente,  aquela mulher mal sabia mexer no aparelho. 
Essa buscar por uma secretária competente iria ser dificil. 

-Ótimo. Faremos mais entrevistas com outros candidatos. Qualquer coisa, ligaremos para a senhorita. 

-Ok. Obrigada. 

A moça saiu da sala e um suspiro derrotado saiu da boca do moreno. Será difícil,  muito dificil.

-Toc toc toc. –Novamente batem na porta

-Entre.

Dessa vez, nenhuma loira passou pela porta, nenhuma mulher. Um homem passou, com um sorriso meia boca, cabelos loiros, barba quase ruiva, olhos verdes, papel na mão.

-Pode sentar. –o advogado falou firme

-Obrigado.  –o rapaz falou ao se sentar de frente ao seu talvez futuro chefe.

-Isso é um currículo? –apontou para o papel nas mãos do candidato

-Sim, é meu currículo. –entregou ao moreno

-Lucas Feuerschütte.. terminando curso de direito.. 24 anos.. já trabalhou em dois escritórios.. tem um excelente currículo.

-Obrigado. Senhor..

-Lucas Olioti. Somos xarás. –estendeu a mão

-Prazer, senhor Olioti. –retribuiu o cumprimento

Algo de diferente naquele rapaz interessava o jovem advogado. Ele tinha um ótimo currículo, além de ser, aparentemente, simpático e prestativo. É, talvez não seja tão difícil achar alguém para o cargo.

A entrevista continuou por mais alguns minutos. O Olioti estava começando a gostar das qualidades profissionais que o ser á sua frente apontava.

-Júlia, por hoje, é só isso. Acho que já encontrei meu novo secretário. –fez uma ligação a sua secretária.

-Isso quer dizer que..

-Sim, está contratado, Lucas.

-Eu nem acredito.. muito obrigado. –o loiro sorriu largo, deixando transparecer sua felicidade.

-Me agradeça fazendo um excelente trabalho, eu preciso de alguém competente, que me ajude em todo tipo de problema com o trabalho. Desde elaboração de reuniões, até o concerto do meu computador. Está preparado para o dever árduo, rapaz? –perguntou om uma sobrancelha erguida.

-Claro.

O moreno sorriu ao ouvir uma resposta clara e objetiva como aquela. Em pouco tempo de conversa, já percebeu que o seu novo funcionário é bem animado e firme. Tem um entusiasmo contagiante e uma palavra firme, quando necessária.

E não é que o chefe estava certo. Lucas se descreveria exatamente assim.

-Amanhã, quero você aqui ás oito em ponto. A Júlia, minha secretária, vai te passar as instruções para começar a trabalhar. Sempre chego na hora, então odeio atrasos.

-Sem problemas. Ás oito estarei aqui, pronto para aprender.

-Assim espero.

O rapaz sorridente se retirou da sala do seu mais novo chefe, sua felicidade não cabia em um simples sorriso. Quem diria que ele seria o escolhido?! Quando aquela loira entrou na sala, antes dele. Sua ansiedade extrapolou os limites aceitos, já não tinha unhas para roer. Tinha certeza que o emprego seria dela. Além de parecer bem profissional, era um mulherão, suas chances chegaram a quase zero, ao vê-la sair daquela sala sorrindo. O entrego tinha sido entregue a ela.

Foram esses pensamentos que atormentaram a cabeça loira do rapaz. Ele não teria chance nem de fazer a entrevista. Quem diria, agora, que o emprego era todo seu?!

Lucas se dirigiu a porta de saída do prédio. Pegou um ônibus e foi para casa, mas aquele sorriso não saiu de sua boca. Seria até um sonho.

 

~Dia seguinte~

Ás oito em ponto, o novo secretário do senhor Olioti, já se encontrava na empresa. Aprendeu a usar o computador, a separar todos os papeis importantes e até que tipo de café seu chefe gostava.

Aprendeu a driblar o patrão quando o mesmo estivesse nervoso, aprendeu a sair e entrar na sala dele, aprendeu tudo o que Júlia havia-o ensinado. Seu primeiro dia estava acabando. Já eram cinco da tarde. Estava cansado e feliz. Seu primeiro dia no novo emprego foi um sucesso. Em dois dias, a Júlia vai embora, ele terá que se virar sozinho.

~Uma semana depois~

-Senhor, esses papeis aqui precisam ser assinados. –falou entrando na sala

-Ok. Deixe ai, depois assino. Deixa só eu terminar de fazer esse relatório.

-Certo, eu vou entregar aqueles documentos no setor de entrega. Depois vou embora.

-Pode ir. Eu vou terminar aqui para ir embora também.

-Então tchau.

-Tchau.

Vinte minutos depois, o moreno se dirigia para a porta de saída do prédio, quando escutou um trovão forte.

“Parece que vai chover” –pensou ao entrar em seu carro.

Ao virar a esquina, viu uma imagem familiar sentado em um banco, esperando no ponto do ônibus. A essa altura, as gotas grossas da chuva começavam a cair. Pelo visto, seria uma chuva forte.

-Eii, está esperando o ônibus? –perguntou abaixando a janela do carro

-Ah, sim senhor. Ele passa ás seis horas. –o secretario explicou

-Mas ainda falta muito tempo, a chuva vai cair antes disso. Vem, eu te dou uma carona.

-Ah, não. Minha casa fica longe, não precisa se preocupar com isso. –sorriu cumplice

-Preciso sim, se você ficar na chuva, pegará uma gripe, passo o dia com você, então pegarei gripe também. –riu, e fez o outro ri também. –Vem, vamos. Eu te levo em casa.

-Ok, ok. –respondeu derrotado.

Os dois Lucas, agora dentro do carro, saíram daquele ponto de ônibus.

-Onde você mora?

-Perto do Shopping Paulista Central. Eu disse que era longe.

-Nada, em meia hora chegamos lá. Eu não poderia deixar meu excelente funcionário sozinho no meio da chuva. Poderia? –sorriu

-Obrigado.

Por um breve momento, o silêncio foi estabelecido dentro do veiculo. O único barulho presente eram as gotas d´água que agora caiam forte. Era um temporal.

-Mora sozinho, com os pais, namorada?

-Moro com um amigo, mas ele está viajando com a namorada dele.

-Ahh. Seus pais são daqui?

-Na verdade, não. Eu sou de Santa Catarina, eles também. Mas vim para São Paulo a cinco anos.

-Eu já morei em Santa Catarina por seis meses. Estava cuidando de uma tia que estava doente.

-O que aconteceu com ela? Melhorou, piorou?

-Ficou boa. Hoje está curada do câncer de mama.

-Ainda bem.

Mais uma vez, o silêncio se fez presente. Foi assim o resto do caminho.

-Entre. A chuva está muito forte, já está escuro, fora o trânsito caótico. Vai chegar em casa amanhecendo o dia. –o loiro insistiu

-Não exagere Lucas. –riu do exagero do outro

-Eu insisto para o senhor entrar. Assim como não me deixou na chuva, eu também não o deixarei enfrentar ela.

-Tá bom. Vou esperar a chuva passar um pouco.

Os dois se dirigem a porta da residência simples do Lucas loiro.

-Aceita alguma coisa para beber?

-Tem cerveja?

-Acho que ainda tem. Vem.

Lucas seguiu para a cozinha seguido de Olioti.

-Tem sim. –falou abrindo a geladeira.

Tirou duas cervejas e voltaram para a sala. Beberam as latinhas de cerveja, enquanto conversavam sobre suas vidas. Meia hora já havia se passado, e nada da chuva cessar.

Já tomaram mais cervejas, conversaram sobre negócios, a chuva continuava lá fora.

-Esse é seu colega de apartamento? –o moreno perguntou apontando para o porta retrato em cima da mesinha de centro.

-Não. É meu ex-namorado.

-Ex? Espera, você é gay? –falou surpreso

-Sim. Esse é Mauro, meu antigo namorado.

-Ahhh. Vocês formavam um bonito casal.

-Obrigado. Mas, hoje, somos só amigos.

-Meu antigo vizinho era gay. Ele foi morar fora do país, faz tempo que não o vejo.

-Não tem problema em eu ser gay, não né?

-Claro que não. –revirou os olhos ao escutar tal tolice. –Você é um ótimo funcionário, independente da sua orientação sexual.

De repente, um barulho estrondoso e um apagão.

-Droga. Faltou energia.

-E agora, como vou voltar para casa?

-Eu não sei. Está completamente um caos lá fora.

-Eu vou ligar para minha noiva, avisando que estou bem.

-Ok. Eu vou procurar velas.

~Dez minutos depois~

-Achei as velas. –o loiro disse ficando de joelhos no chão e colocando as velas no centro da mesinha.

-O quarto do seu amigo está vago, não está. Eu posso dormir nele?

-Infelizmente, está em reforma. Todos os móveis estão desmontados e em caixas. O Rafael foi viajar justamente por causa dessa reforma.

-Droga.

-Mas, se o senhor quiser, pode dormir na minha cama. Eu me arranjo pelo o sofá.

-Não, eu não vou te tirar da sua própria cama.

-Deixa disso, eu insisto.

-Quem insiste sou eu. –falou firme. –Podemos dormir na mesma cama, se não for incômodo.

-Claro que não, senhor. A cama é grande.

-Então, ok. –o chefe falou

-Vou fazer alguma coisa para comermos antes de dormir.

Os dois rapazes, comeram um macarrão instantâneo, e um resto de pizza da noite anterior.

-Quer tomar banho? Só que a água está fria, por causa da falta de energia.

-Não tem problema, adoro banho frio. –Lucas Olioti falou

-Então, vou pegar uma roupa para o senhor.

-Para de me chamar de senhor. Me sinto um velho assim. Sou só dois anos mais velho do que você.

-Ok, se.. quer dizer.. Ok.

Os dois riram. O mais velho tomou seu banho, logo o loiro foi tomar também. Depois de banhos tomados, se encontravam em pé, olhando a cama.

-Prefere o lado da parede ou não?

-Você que é dono da casa. Você escolhe.

-Certo. Fico com a parede. –sorriu

Os dois deitaram, mas o sono estava fazendo falta. Nenhum dos dois conseguia dormir. O barulho de chuva era relaxante, mas o sono não vinha. De tanto mexer e remexer na cama, acabaram ficando um de frente ao outro. Seus olhos se cruzaram.

-Seus olhos verdes são lindos. –o moreno falou

-Obrigado. –sorriu com o elogio

-Seu sorriso também. –sorriu em resposta

Quando o silêncio iria iniciar naquele local, um corpo se mexeu rapidamente. O chefe pulou em cima do seu secretário e o beijou.

Não se sabe se foi um impulso, se foi uma atração súbita ou apenas o efeito das várias cervejas tomadas. Mas aquele beijo era ótimo demais para parar.

Beijo estalado, quente, molhado. O Loiro foi pego de surpresa, mas não resistiu. Ao se separarem para respirar, nenhuma palavra foi dita. Apenas mais um beijo iniciado, e mais um, e outro, e outro. Até estarem sem camisa, com ereções se chocando, pequenos gemidos e respirações pesadas.

-Ahh.. –o loiro gemeu ao sentir sua ereção dolorida ser apertada

Logo sua calça foi tirada e arremessada em um lugar qualquer do quarto. Depois sua cueca também foi tirada de seu corpo.

-Uhhh..

Uma massagem, extremamente devagar, foi iniciada. Seu corpo estava sendo torturado.

-Mais rápido..

-Não. Tem que ser devagar. –seu chefe falou rouco

Mais alguns segundos, veio o orgasmo avassalador, fazendo o corpo de pele suada sentir calafrios.

-Tem lubrificante? –o moreno perguntou rápido.

O loiro podia ver seu sorriso malicioso e cheio de malicia, iluminado pelas chamas das velas.

-Tenho. Na gaveta ali. –falou ofegante, ainda regularizando a respiração.

O moreno levantou, foi até o criado-mudo, tirou de lá camisinha e lubrificante. Antes de voltar para a cama, tirou toda sua roupa, e já foi colocando a camisinha. Se sentou na cama de joelhos, separou as pernas grossas do seu secretário e despejou um pouco do liquido viscoso em sua entrada apertada.

-Posso? –falou no ouvido do loiro que arfava

-Pode. Vai logo. –ordenou e foi ,prontamente, atendido

O moreno introduziu tudo, de uma vez, com um único golpe, e o loiro soltou um grito de dor e prazer misturado.

Dois minutos se passaram e nada de movimentos. O maior continuava parado dentro do loiro. Se contentando apenas com uns beijinhos que lhe dava.

-Já pode continuar. –falou manhoso ao pé do ouvido do chefe, que se arrepiou inteiro.

-Como que se pede? –sorriu meia boca

-Me fode logo, por favor. –choramingou

-Você que pediu.

As estocadas eram certeiras. A cada investida o menor ia ao céu e voltada. Aquilo estava fora de qualquer coisa imaginável. Foi quando sua próstata foi atingida em cheio que um grito seco saiu de sua garganta.

-AAAAHHHHHAHAHAHAHAAAAH De novo. –pediu

Novamente, seu pedido foi atendido, vários acertos naquele lugar maravilhoso. O barulho obsceno de corpos se chocando se misturavam com o barulho da chuva e dos gemidos de prazer. Era tanto prazer, que pela segunda vez, naquela noite, o orgasmo veio sem aviso.

Ao sentir a cavidade apertada se contraindo e esmagando seu pênis, o moreno logo se desmanchou dentro do menor. Depois de mais algumas investidas, saiu da cavidade quentinha e retirou a camisinha, a jogando no cesto. Caiu cansado na cama, ofegante, com um sorriso nos lábios. Olhou para o homem ao seu lado e sorriu mais ainda. Nada disseram, apenas fecharam os olhos e dormiram um ao lado do outro.

No dia seguinte, tomaram banho juntos, com direito a caricias entre os beijos quentes. Na empresa ocorreu todo normalmente, até a hora do almoço. Já que depois, os dois resolveram testar a mesa da sala, fazendo sexo em cima dela.

É parece que um certo moreno, terá que desmarcar o casamento. Seu coração já nem lembra mais porque está com Alice. Seus pensamentos agora, só tem um ser. Um tal Lucas Feuerschütte, seu secretário.

                                            Fim.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
S quiserem, favoritem e comentem, irei responder todos os comentários o mais breve possível.
Outras Fanfic's e Oneshot's:
Fanfic's:
Sentimentos Estranhos: https://spiritfanfics.com/historia/sentimentos-estranhos-5544048
One Silent Love: https://spiritfanfics.com/historia/one-silent-love-um-amor-calado-5332317
Oneshot's:
Apenas uma noite: https://spiritfanfics.com/historia/apenas-uma-noite-6859364
Nossa princesa: https://spiritfanfics.com/historia/nossa-princesa-6927130
Bjss da Tia Coruja.. <3


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