História O segredo de Melissa - Capítulo 1


Escrita por: ~, ~carolxvl e ~BiaLage

Postado
Categorias Originais
Visualizações 7
Palavras 1.234
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Mistério, Suspense, Terror e Horror

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Essa fanfic contará com ajuda de dois amigos meus também daqui do Spirit

Bialage e Carolxvl peço que leiam e passem no perfil delas tem muitas histórias daoras!

Capítulo 1 - O impacto


Fanfic / Fanfiction O segredo de Melissa - Capítulo 1 - O impacto

Eu via o escuro sobre a minha janela. Eu rezava para ser o último dia de chuva. Mas não funcionou , ele não parou. As pessoas continuavam dizendo que tudo iria melhorar. Era só o começo da crise ou  apenas o término dela.

Ouço a minha mãe me chamar, ela insiste e eu não posso evitar.

Coloco meu casaco amarelo, e me viro, abrindo a porta do meu quarto.

-Já vou!- Grito pegando a  minha mochila.

Desço as escadas e vou até a cozinha.

Minha casa é igual a todas as outras casas da época. É branca e tudo nela  é racionado, meio que uma casa econômica.

-Hahaha hoje é o grande dia!-Exclamava meu pai.

Enquanto eu sou do tipo de garota de cabelos negros e olhos verdes. Que não usa óculos, pois acha que sua visão é perfeita!

Me sento na mesa, onde o café é simples. Meus pais e meu irmão conversam e riem. Eu só levantava a cabeça em sinal de sim, como se estivesse ouvindo a conversa e comendo.  Tentando manter controle sobre minha situação.

Mas no fundo eu estou afundando, não aguento mais carros e pessoas. O jeito que elas apenas tinham as mesmas rotinas de sempre. Todas ambiciosas pelos seus sonhos. Criando coisas insignificantes para crer em algo. Para mim isso é uma grande tolice.

Me levanto da mesa após terminar o meu café da manhã, e coloco meus fones.

Entro no carro como sempre e fecho a porta. Em seguida, olho para o lado onde tem a janela e vejo minha mãe me olhar.

-Você está bem?

E como sempre ela vinha dirigir o carro. Mas é claro que ela iria dirigir! É uma mulher independente de certo modo. Ela é muito parecida comigo. Seus cabelos são castanhos e cacheados e também  escrevia poesias, algo que eu faço muito.  Ela trabalha como professora. E estuda medicina em uma faculdade.

Ela sorriu para mim. E eu apenas balancei a cabeça fazendo um sorriso forçado.

Meu irmão entra no carro. Barulhento como sempre.

Minha mãe começa a dirigir. Passamos pela cidade acidentada e bagunçada. Todos estavam cientes do seu direito. Era o ano das revoluções. Os adolescentes protestavam para um governo melhor e para aprovação da entrada de imigrantes.

A Coréia do norte atacou uma ilha dos EUA.

A cidade estava começando a se atualizar nos acontecimentos recentes.

Volto a olhar a janela,ouvindo uma música chamada: "Black Beautiful".

Na rua as poucas árvores informavam a construção de uma nova tecnologia, uma espécie de chip rastreador implantado nos trabalhadore.Que já estavam revoltados com aquilo tudo. Era como uma identidade.

Eu não tenho isso implantado em mim, aquilo ainda estava em andamento.

Eu começo a olhar pro céu e ver a chuva. O sol é tampado por uma enorme nuvem. Trovões anunciam uma tempestade.

Mas depois ouço algo além dos barulhos dos trovões.

-Filha chegamos!- Minha mãe exclama, me balançando.

Eu tiro os fones e saio do carro. Vejo todos entrando. Muitos não conversavam mais entre si. A tecnologia, a revolução e a proposta que devemos manter nossas opiniões para nós mesmos já estava bem firme em meu século.

Eu entro na escola toda branca. A cor branca era a cor do século. A cor do nada.

Ando até a minha sala,  sem nenhum desvio. As pessoas dos corredores  me olhavam estranho. Era um pontinho amarelo em meio a várias pessoas de preto.

Bem, talvez a burra aqui não sabe que hoje é 14 de setembro. O dia em que um enorme avião dispensou várias bombas de gás na cidade de Los Angeles, contra os protestantes. Nesse dia eles esperavam uma resposta do governo contra o neonazismo e eles responderam. Só que da pior forma!

Entro na sala e todos continuam me encarando. Alguns olham para cara uns dos outros espantados. Eu também estava espantada, não sabia o por quê de tantas pessoas de preto.

Eu me sento na minha carteira e a professora olha pra mim com desdém.

-Melissa! Poderia vir aqui na frente por favor!?

Eu vou meio que  com medo do que poderia acontecer comigo. Ela coloca a mão em seu queixo chique, bem ajeitado. Ela é a professora exemplar!  Tem 42 anos, mas com cara de 20. Seu cabelo curto e sua cara meio que "perfeita".  Ela usa óculos  e claro sempre andava de salto. Ela estava adequadamente sentada na sua carteira de professora.

Bem, eu estou com uma cara de assustada, olhando para ela.  Então a professora  fala com tom firme:

-Por que não veio com a roupa preta!?! E que casaco é esse!?  Vamos, retire ele!

Eu me espanto. Não sou de desafiar as autoridades, mas não sei oque deu em mim!

-Não!- Falei sem saber de onde isso veio.

Todos da sala se espantam. Ninguém nunca tinha desafiado uma professora dessa forma. Mas a professora continua com o seu tom de voz grosso e firme comigo.

-Hahaha! O que deu em você?! Está contestando sua professora? Sou a autoridade daqui. Agora tire o casaco!

Eu faço que não com a cabeça.

Ela se levanta severamente da sua mesa e segura meu braço.

-Você vem comigo mocinha!

Eu me afasto e dou um tapa em suas mãos. E mais uma vez os alunos se espantam com os meus atos.

-Oque você fez!? - Ela me segura severamente pelo capuz do meu casaco e me puxa pra fora da sala.

Dessa vez, lá vou eu na diretoria. Coisa que só acontece raramente comigo.

-Meu bem o que aconteceu dessa vez?- A diretora fala em um tom suave.

Abaixo a cabeça e não respondo.

-Vamos meu bem, preciso que você se defenda por que se não, levará uma suspensão.

Olho para ela, e tenho uma enorme vontade de gritar: "VOCÊ NÃO PERCEBE COMO ISSO TA ERRADO?!?  POR CAUSA DE UM CASACO!! NÃO FUI EU QUE CAUSEI A MORTE DAQUELAS PESSOAS!!!"

Mas eu simplesmente continuei com a cabeça baixa. Então  percebo ela falar bem baixinho

-É...Agora não tem como eu fazer mais nada. Infelizmente mocinha, você está suspensa! - Ela pega um papel com a minha foto, e marca bem grande sobre ela "SUSPENSÃO".

[QUEBRA DE TEMPO...]

Agora já no carro. Minha mãe não parava de falar,  ela reclamava muito sobre isso que acabara de acontecer!

Eu estava com o capuz na cabeça, olhando a janela,  e de novo com os meus  fones, que nem ouvia ela e seus chiliques.

Meu coração estava congelado. Meu irmão dormia ao meu lado. Mas quando acordou arregalou os olhos ao perceber um ônibus. Estava  pegando fogo, parecia algum tipo de protesto.

Era algo estranho para mim. Como uma chama que acabara de ser despertada em mim. Uma chama de justiça sobre meus olhos.

Minha mãe rapidamente desvia o carro, pegando um atalho.

-Parece que teremos que entrar por aqui...- Ela fala entrando na rua que mais parecia abandonada.

Eu olho pro outro lado, e vejo alguns moradores de rua colocando fogo em barris para se esquentar. Realmente era uma noite em que o céu chorava.

Saímos do atalho e chegamos em casa. Era estranho todas as casas estavam acesas, era a noite mas aquilo não fazia sentido. Todos os carros para fora. Os vizinhos saíam desesperados com malas colocando no carro. Pareciam fugir de algo.

-O que tá acontecendo?-Retrucou minha mãe

Ela sai do carro e eu acordo meu irmão que tinha voltado a dormir.

-Já Che-chegamos?- Ele pergunta esfregando os olhos.

-Fique aqui! Eu falo e saio do carro pra ver oque está acontecendo, meus olhos são arregalados.

Todos olham para o céu em meio a tudo aquilo pássaros; milhares de pássaros, voando como algo chegando.  Aquilo não é normal em nenhuma hipótese.

Assinado Diário de Melissa

"O começo"


Notas Finais


Obrigado por lerem,não esqueçam de passar nos perfis de Carolxvl e Bialage!


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