História O Sequestrador e Sua Vítima - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Sequestrador Vítima
Visualizações 19
Palavras 555
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Voltei, pessoal!
Boa Leitura

Capítulo 16 - Presa? Parte II


Ele olhou no fundo dos meus olhos, um olhar enigmático que eu não pude interpretar, mas sentia que não cheirava muito bem.

- O que você quer? - respondeu, como se tivesse pressa para fazer algo

- Queria saber onde estou, quem é o senhor e como posso chegar à cidade... - falei, com certa insegurança

- Como pode ver, você está no meio da floresta e a cidade fica muito longe, você não conseguiria chegar lá. E meu nome é Filip. - respondeu, de forma grosseira.

- Prazer, meu nome é Sara - tentei ser educada

- Eu já sei

Por um momento eu me perguntei por que raios ele saberia meu nome. Mas como o vi assim que fugi, deduzi que pudesse ter escutado Bill me gritar.

- Como?

- Um homem perguntou por você. A descreveu e eu a reconheci. Agora me deixe fazer meu trabalho - abaixou a cabeça novamente

- Você pode me ajudar a chegar lá?

Ainda debruçado, arrumando sua máquina, ele levantou a cabeça o suficiente para olhar para mim.

- Se quiser mesmo, vai ter que esperar. Estou trabalhando e não posso parar

- Ah sim, tudo bem. - respondi


Passados mais ou menos 40 minutos - tempo o suficiente para me deixar demasiadamente faminta e ainda mais cansada -, Filip terminou. E pensando bem, ele parecia bastante um filipino, mas não, seria patriotismo demais...

Eu me levantei, apressada para sair daquele lugar, por outro lado, com toda calma do mundo, Filip recolheu seus pertences, guardou o que pode e saiu caminhando em minha frente. Eu o segui, e pude notar que ele caminhava em direção à um carro velho, decerto eu já o havia visto, só não lembrava de onde. Adentrei o carro, me sentando no banco de passageiro (isso porque o s bancos traseiros estavam ocupados com ferramentas) e ele se sentou ao meu lado, obviamente. 

- Para onde vamos? - perguntei, tateando o lado interior direito do carro, procurando pelo cinto

- Para meu local de trabalho - disse, sorrindo brevemente de canto, como se houvesse conquistado algo

- E fica muito longe daqui? - deixei a ideia do cinto de lado, o carro era tão velho que já não devia ter

- O suficiente para você dormir

Realmente eu queria dormir, mas sabia que não conseguiria. Em especial, porque estava em um carro com um desconhecido. 

Alguns minutos mais tarde, observei de longe, uma construção conhecida e traumática. Era a oficina de Bill, aquela na qual eu fiquei presa. Tentei abrir a porta, mas Filip foi mais rápido em segurar meus braços. Comecei a gritar, mesmo que sem esperanças de alguém que realmente pudesse me ajudar ouvir. Com o barulho de gritos e buzinas (isso devido eu terme debatido insistentemente enquanto era paralisada), Bill saiu de dentro do lugar, como um velho resmungão, secando as gotas de suor da testa com o dorso da mão. A essa altura, eu já estava com os braços e pernas presos.

- O que está acontecendo aqui, André? - caminhava a passos apressados e pesados em nossa direção

Como assim André? Ele não chamava-se Filip? Pelo que parece, mentiu. E ao perceber que eu havia descoberto, olhou-me com certa preocupação. Aliás, como eu não desconfiei? Ele realmente tinha cara de um equatoriano deportado, por isso o nome latino.

- Ela, chefe... - os dois olharam em minha direção e eu vi uma chama acender nos olhos de Bill



Notas Finais


Fiz rapidinho


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