História O Sequestro - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Luan Santana
Personagens Luan Santana, Personagens Originais
Exibições 78
Palavras 1.388
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - Verdadeiro inferno


     P.O.V Alicia Santoro Mendeleev

    Tudo que eu precisava levar já estava pronto, não era muita coisa já que não podíamos chamar muita atenção, Luan já  estava caído, desmaiado no chão, mas se vocês estão pensando que fui eu que o bati, vocês estão errados, não conseguiria fazer isso, talvez antes eu o encheria de porrada. Enzo já havia avisado que as forças russas estavam a caminho, suspirei pesado e selei meu namorado desacordado.

- Vamos embora garotada - Dizia guardando a arma em minha cintura-

- vamos em dois carros, sendo eles duas Ferrari uma vermelha e outra amarela. Entregarei a vocês comunicadores caso uma emergência acontece, permaneça com ela sempre no ouvido e ligada, não tirem pra nada, todos entenderam? - Enzo pergunta e todos assentem- Boa sorte para nós

- Eu fico com a vermelha e Isabela vem comigo, os meninos irão na Ferrari amarela - Ouço eles bufarem e logo respondendo um sim, pego a chave na mão do Enzo e saio para fora da casa, com meus óculos escuros, observo a rua em total silêncio e um sorriso amarelo surgem em meus lábios-
meu ouvido, vendo Isabela fazer o mesmo, girei a chave de dignação, ouvindo o ronco do motor, acelerei o carro e dei partida antes dos garotos.

   Corria a 250km/h pouco me importava os radares, dou um pulo do meu assento ouvindo Enzo gritar na minha escuta

- MAS QUE PORRA ALICIA NÃO PODEMOS CHAMAR A ATENÇÃO DOS TIRA, MAS COM VOCÊ ESTOURANDO OS RADARES FICA DIFÍCIL SABIA? NÃO VOU MAIS LIMPAR SEU RASTRO NÃO, SE CORRER MUITO VOCÊ VAI SE FODER

- Ai meus típanos idiota. - Bufei ouvindo Isabela bufar também- não correrei tanto relaxa..

   Não escutei mais nada, e assim foi até chegarmos no aeroporto mais longe possível, nossas identidades falsas estavam  perfeitamente  pronta, minha piruca loura me fazia ficar, hum, uma verdadeira vadia, se Luan me visse desse jeito ficaria louco. Antes de sair do carro escuto uma coisa interessante dos meninos

- A polícia não o levou, os homens de Jonathan chegaram e travaram uma verdadeira guerra contra os tira, claro que nosso querido ex-patrão não perderia, aquele cara é um filho da puta - Engulo em seco ouvindo aquilo-

- Idiota, Alicia está ouvindo tudo - Escuto a voz do meu irmão falando com Enzo- Alicia não faça nada de imprudente  

- Eu já fiz irmãozinho. Agora ou vocês me seguem ou vocês ficam ai fugindo como verdadeiros idiotas - Esbravejo dando um giro de 180 graus e saio em disparada, mas agora sem  me  preocupar com radares.-

    Ouvia os meninos discutirem sobre alguma coisa já irritada com aquilo tiro a escuta do meu ouvido e a jogo no porta luvas, olho pra Isabela que estava com uma cara de atenta, parecia prestar atenção em alguma coisa

- Alli vira a estrada de terra a sua esquerda Enzo disse que a principal está cercada de polícia - Apenas assinto ela me pede para colocar a escuta bufo e a pego no porta luvas colocando em seguida no meu ouvido e a ligando, viro a esquerda entrando na  estrada de terra e ouvindo o som dos teclados do computador de Enzo trabalhando-

    Corria como se o mundo fosse acabar a raiva, a adrenalina correndo em minhas veias, meu coração acelerado me deixava ainda mais nervosa, nada ao meu redor existia mais, apenas escuridão. Sem o meu amor a vida é sem cr, nada mais importa, se algo acontecer com ele eu juro que vivo dessa Jonathan não sai.

- Alli a sua esquerda - Assinto e viro a esquerda-

        [...]

   10 minutos depois estacionava uma rua antes da casa de Jonathan, desço da Ferrari acompanhada por Isabela e logo atrás Isac e os meninos apareciam, recarrego minha arma e desço a rua acompanhada por eles.

   Chegamos em frente a mansão do eu querido papai e os seguranças apenas ignoraram minha presença, tento contar até dez, mas a falta de paciência foi tanto que só cheguei até o três.

- ABRAM A PORRA DO PORTÃO CARALHO - Grito ouvindo um deles falarem algo no rádio-

- O patrão lhe aguarda senhorita

   Passo pelo enorme jardim e logo adentro a enorme casa, respiro fundo ouvindo a voz irritante de Jonathan atrás de nós

- Veio salvar o namoradinho, filhinha? - Foi só eu que sentir cheiro de ironia no ar?-

- Olá papai, é eu vim salvar meu namorado sim. Por quê? - Sorrio falsamente-

- Mas ele está sendo tão bem tratado, por que se preocupar tanto meu amor? - Ele pergunta se aproximando-

- Minha vontade nesse exato momento é estourar seus miolos - Fecho as mãos em punho tentando controlar a raiva-

- Você é muito mal agradecida minha filha, eu te dei tudo quando você não tinha nada, não tinha ninguém, você e p germe do seu irmão - Acerto um soco no seu nariz com força-

- GERME É VOCÊ SEU FILHO DA PUTA DESGRAÇADO - Grito e sinto quatro mãos me segurando- ME SOLTA SEUS FILHO DA PUTA

- Alli pelo amor de Deus estamos em desvantagem, não faça isso - A voz doce de Isabela soa pela sala, a olho e vejo que meus amigos também estão sendo segurados por segurança-

- Me soltem - Olho Jonathan- Cadê ele?

- Está, venha comigo, você também Isac - Os trogloditas dos seguranças me soltam e saio andando ao lado do meu irmão, caminhamos até uma salinha na no andar de cima e só de lembrar dessa sala meu coração se enche de tristeza-

FlashBack on

5 anos atrás  Alicia com 15 anos

- NÃO PAPAI, POR FAVOR NÃO FAÇA ISSO, PROMETO NÃO DECEPCIONA-LO MAIS - Eu gritava descontrolada enquanto eu me debatia na cadeira-

- Você vai ter uma lição, quando eu mandar você matar alguém você não pode chorar - Dito isso ele desferiu três golpes com um martelo em minha cabeça, já estava tudo girando-

- Desculpe - Falo baixinho deixando que as às lágrimas caem-

- Cinco dias sem água e comida, e durante esses cinco dias, alguma parte do seu corpo será queimada...

   Durante cinco dias passei fome e sede, durante cinco dias eu sofri lesões corporais, mas no último foi o pior, cinco homens adentraram aquela sala e me violentaram até eu perder a consciência

FlashBack off

    E foi a partir dai que eu comecei a matar sem pena, não tomava a dor das pessoas, e principalmente eu nunca mais chorei ao matar alguém.

Um grito agudo me faz despertar dos meus pensamentos, eu conhecia aquele grito, era o grito do meu Luan, o grito do homem que eu amo, sinto meus olhos marejarem quando Jonathan abre aquela porta para o caminho do verdadeiro inferno

P.O.V Luan

   Acordei em lugar claro, parecia uma sala de hospital. Quem dera se fosse, o lugar tinha objetos cortantes para todos os lados, uma cadeira, uma cama e um armário. Eu estava a 30cm do chão tentei me mexer, mas meu braço estavam amarrados por uma corda um separado do outro, tentei soltá-los, mas foi em vão.

   A porta a minha frente é aberta e nela aparece a silhueta de um homem, ele se aproxima e pega uma faca que estava em cima da cama

- O-o que vai fazer comigo?

- Me divertir - Ele disse checando se faca estava afiada- mas relaxa não vai durar muito sua namoradinha já está aqui no portão

- Alicia uma hora dessas deve estar bem longe daqui - Digo convicto daquilo-

- Pobre Luan - Ele diz se aproximando e cravando a faca em minha coxa esquerda- diz pra sua amada o quanto dói

   Não o respondo, fecho meus olhos com força sentindo uma dor insuportável

- Diz Luan, diz pra Alicia vim te salvar - Ele continua- DIZ - Ele grita e agora a faca vem parar em minha outra coxa-

   E mais uma vez o ignoro, meus olho se abrem e o homem a minha frente se enfurece

- Grita vai. Anda seu moleque pede para me parar, chama pela sua mulherzinha

 

   Ele pega a faca e faz um corte profundo em minha barriga, mas agora foi demais, um grito agudo, cheio de pavor sai pela minha boca e então a porta se abre, e a minha garota passa por ela desesperada


Notas Finais


Não ficou TÃO grande assim, mas foi o que eu pude e conseguir fazer


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