História O Sequestro - Capítulo 23


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Categorias Luan Santana
Personagens Luan Santana, Personagens Originais
Exibições 36
Palavras 2.774
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem desse capítulo. Queria agradecer pelos favoritos e comentários eu fico feliz em saber que estão gostando e se eu demoro muito para postar é por conta do tempo que é MUITO corrido.

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A

para todos

Capítulo 23 - Prisão


Fanfic / Fanfiction O Sequestro - Capítulo 23 - Prisão

P.0.V Alicia Mendeleev

     Jonathan. O maior filho da puta de todos os tempos, mas é um filho da puta que vai morrer logo, logo.
 
     Tudo por causa de uma vingança idiota sem pé sem cabeça, uma vingança que levou a morte de três pessoas inocentes que não tinham nada haver com essa estupidez. Um sequestro bem planejado para aquele que não tinha nada haver com o que aconteceu no passado, era mais fácil ele ter mandado matar Marizete, mas não ele gosta de ver as pessoas sofrendo.

     Eu sabia das consequência ao defender Luan e o enfrentá-lo, sabia que boa coisa não aconteceria, mas nunca na minha vida eu imaginei que minha melhor amiga fosse pagar por tal ato, muito menos seus bebês. Parabéns Jonathan você conseguiu com uma jogada só colocar todo mundo na estaca zero.

     Meu vestido preto caía perfeitamente bem em meu corpo, meus cabelos presos em um coque e a maquiagem que disfarçava todas as minhas orelhas, Luan adentrou o quarto e me olhou com um sorriso nos lábios.

- Já estão todos lá em baixo - Ele sussurra se aproximando, minhas mãos entrelaçam seu pescoço de um modo possessivo, um sorriso de lado aparece em meus lábios e suas mãos rodeiam minha cintura-

- Lembre-se sempre dessas três palavras meu amor - Levanto um pouco meus pés e levo minha boca no seu ouvido sussurrando em seguida sentindo meus olhos lacrimejarem- Eu te amo

- E-eu também te amo - Ele me puxa para si apertando meu corpo contra o seu-

- Se algum dia algo assim acontecer comigo - Engulo em seco e o olho- prometa para mim que vai seguir em frente? Que... - Ele não me deixa terminar e me interrompe-

- Não vai acontecer Alicia, vo... - O interrompo o empurro na cama Luan caí sentado na pontinha e eu me sento em seu colo-

- Você tem que pensar em tudo a partir de agora, você viu o que aconteceu com Isabela ninguém nunca imaginaria que isso aconteceria, todo o cuidado nesse momento é pouco - Engulo em seco continuando- Temos a porra do FBI, da polícia brasileira, russa e os caralho a quatro atraz da gente, e ainda tem Jonathan que tá quieto demais, ele está aprontando e ele só está começando a jogar e nesse jogo só a um vencedor, ou você morre ou você mata. E se mais u de nós morre tudo está perdido, se formos presos - Fecho meus olhos- Seremos levados para o Brasil e depois seremos deportados para os Estados Unidos onde morreremos eletrocutado. Luan Rafael, se algo do gênero acontecer, você vai seguir sua vida - O encaro sentindo lágrimas escorrerem pelo meu rosto-

- Eu não conseguiria viver sem você - Ele responde me olhando com os olhinhos pretos lacrimejados-

      Deixo um beijo estalado em sua bochecha e me levanto me olho no espelho mais uma vez e pego minha arma, a coloco na cintura e caminho até a porta, parando na mesma olhando em um ponto fixo na minha frente

- Você vai ter que aprender - E então saio do quarto o deixando para traz-

     Não queria vê-lo sofrendo igual a mim. A escolha já estava tomada e eu estava sangrando por dentro.

     Minha amiga ia ser enterrada daqui meia hora, o caminho até o cemitério foi resumido em um silêncio constrangedor estávamos todos tensos com o que vinha daqui pra frente, Luan estava inquieto e dês de que sair do quarto não trocamos uma só palavra, meu irmão dirigia em silêncio ao meu lado os garotos ficaram em casa preparando tudo.

[...]

      Minha amiga e seus bebês foram enterrados, me segurava para não derramar uma lágrimas, mas a dor era muito grande e uma lágrima teimosa escorreu pela minha face.

- Eu te amo - Luan sussurra e eu me viro para encarar aquele rostinho bonito, disfarçadamente olho para os cantos-

- Você nunca foi apaixonado por me, eu sempre te tratei feito um cachorro me ouviu? - Tentava manter minha voz firme o encarando com frieza, ele me olhava sem entender nada- você me odeia com todas as suas forças e você não sabe o motivo de ter sido sequestrado - Minhas mãos voaram para seu rosto e antes que eu o derrubasse no chão barulho de armas sendo direcionadas a nós me desviou a atenção-

     Centenas de polícias armados até a cabeça apareceram no cemitério, suas armas estavam apontadas para minha cabeça e a do meu irmão que estava com os braços cruzados bem ao meu lado, joguei Luan no chão e coloquei meu pé direito em seu pescoço.

- VOCÊS ESTÃO CERCADOS, PEÇO QUE DEIXEM O REFÉM E SE ENTREGUEM - Uma voz soava de um megafone-

- Abaixem as armas - Grito para eles e aperto ainda mais o pescoço do meu garoto com os pés- ou ele morre agora mesmo - Um sorrisinho debochado aparece em meus lábios-

       O que parece estar comandando a tropa de burros os mandam abaixar as armas, afrouxo os pés do seu pescoço e o lanço um olhar de desculpas. Sinto uma presença a traz de mim e reviro os olhos sentindo o peso de um corpo me jogar no chão, deixei que me algemassem, mas quando me sentir sufocada por ele comecei a me debater, de relance vejo Luan sendo arrastado para fora do cemitério, sinto meus olhos lacrimejarem e o chefão deles se ajoelhar na minha frente, faço uma careta quando sinto um lado do meu rosto ser esfregado no chão.

- Srta. Mendeleev, você está sendo presa por sequestro, assassino, porte de armas ilegais, tráfico de pessoas e outras coisas que iremos descobrir. - Ele me algema- Você tem o direito de ficar calada ou qualquer palavra poderá ser usada contra você no seu julgamento. Você estará em contato com o seu advogado e tentar sair dessa situação - Ele dá uma pausa e me olha com desdém- se bem que nem um milagre te livrará da prisão e muito menos da morte

     Meu corpo é levantado com brutalidade, olho para os lados e vejo meu irmão sendo carregado para fora do cemitério de cabeça baixa. Vários flash atingiram meu rosto e nesse momento desejei ser cega. Como esse povo soube tão rápido?      Puta que pariu.

[...]

      Um agente da FBI me encarava querendo respostas e eu me mantinha calada, abria a boca apenas para ironizar, debochar ou fazer alguma piada.

- Onde estão seus cúmplices Srta, Mendeleev? - Ele perguntou pela milésima vez e eu permaneci calada o encarando com a sobrancelha arqueada, um homem com um crachá pendurado no pescoço que eu não fiz questão de ler adentrou a sala-

- Sr. Jason os polícias invadiram a casa e não encontraram nada de suspeito... - O interrompo-

- Eu disse, num disse? - Gargalhei os olhando, a mão do tal Jason fecharam em punho e vieram parar no meu rosto, e porra aquilo doeu- Acho que pra um policial você bate muito fraquinho - Sorrio cínica o encarando e ele ia me dar outro soco quando o outro homem o segura-

- Pode dar problema - Ele o acalma e o Sr. Jason, sintam a ironia-

- Vamos levá-la para o Brasil logo


[...]


         Algumas horas de viagem foram o bastante para descobrir que o meu irmão ficara por lá já que o problema do Brasil era com a minha pessoa e que Luan já estava em casa, tudo muito rápido. Tudo certo até agora.

    O jatinho pousou e mais uma vez fui algemada. No aeroporto estava uma bagunça e tanta pessoas para todos os lados, pessoas querendo pular as grades e querendo me matar, sinceramente me sentir como uma atriz, sorri com meus pensamentos e continuei com minha cabeça erguida, ao sair do aeroporto adivinha? Mais gente querendo me matar, os repórteres estavam eufórico fazendo pergunta do tipo:

" Você está arrependida pelo acontecido?"

" Basicamente o mundo inteiro estar querendo te matar, como se sente sabendo disso?"

" Srta. Alicia por que sequestrou o Luan?"

     Antes de adentrar a viatura olhei fixamente para a câmera e disse.

- Me aguarde Jonathan querido, sua hora está chegando - Todos me olharam confusos e sorri largo sendo empurrada para dentro do carro com brutalidade-


P.O.V Luan Santana


          Ela estava estranha, veio com aquele papo de morrer ou ser presa, quando ela disse que eu tinha que aprender a viver sem ela eu fiquei desnorteado sem saber o que fazer. Eu não sabia o que estava acontecendo, não sabia o que aconteceria daqui pra frente tinha um mal pressentimento, eu sabia que tudo iria mudar.

        No cemitério foi tudo o mais triste possível eu e Alli não trocamos uma palavra e eu via que ela estava sofrendo com a perda, seus olhos estavam marejados sua feição estava triste e eu não me aguentei ficar calado, tive que dizer algo que a confortaria.

- Eu te amo - Sussurrei no seu ouvido a abraçando por traz, ela se virou e e me encarou com aqueles olhinhos maravilhosos que ela tem-

- Você nunca foi apaixonado por me, eu sempre te tratei feito um cachorro me ouviu? - Tentava assimilar o que ela estava dizendo, ela estava louca só pode- você me odeia com todas as suas forças e você não sabe o motivo de ter sido sequestrado - Suas mãos voaram para meu rosto e antes que ela fizesse qualquer coisa um barulho de armas sendo direcionadas a nós me chamou a atenção. Claro agora tudo fazia sentindo-

      Centenas de polícias armados até a cabeça apareceram no cemitério, suas armas estavam apontadas para a cabeça da minha garota  e a do seu irmão que estava com os braços cruzados bem ao seu lado, meu corpo foi arremessado no chão no chão e o pé direito dela apertou meu pescoço.

- VOCÊS ESTÃO CERCADOS, PEÇO QUE DEIXEM O REFÉM E SE ENTREGUEM - Uma voz soava de um megafone-

- Abaixem as armas - Ela grita para eles e aperta ainda mais o meu pescoço com os pés- ou ele morre agora mesmo - Um sorrisinho debochado aparece em seus lábios, nessa altura do campeonato meus olhos já se encontravam lacrimejados e ainda me perguntava o porque de ela não ter chamado seus seguranças. Era impressão minha ou ela estava se entregando-

       Ouço uma voz dizendo para todos baixarem as armas, seus pés são afrouxados do meu pescoço e um olhar de desculpas é direcionado para me. Seu pé é tirado de cima de me, seu corpo é arremessado com força no chão e um policial sobe em cima dela. Filho da puta só eu posso fazer isso. Sinto braços me ajudarem e olho o irmão dela que estava sendo algemado, mas espera sem reagir? Leio seus lábios que me diziam que tudo pra fazer tudo que ela disse e que tudo ia ficar bem, mas ao olhar minha menina deitada no chão não tive a certeza que nada ficaria bem.

      Ao sair de dentro do cemitério flash me cegaram e eu não prestei atenção em nada do que eles perguntavam, algumas pessoas que estavam no local chamavam por me, mas não ligava só queria sair dali o mais rápido possível.

      Só queria saber como ela estava, o que aconteceria com ela e nossa conversa de algumas horas a traz me fez derramar algumas lágrimas.


                " Seremos levados para o Brasil e depois seremos deportados para os Estados Unidos onde morreremos Luan Rafel, se algo do gênero acontecer, você vai seguir sua vida"

     "Você vai ter que aprender "

     Saio dos meus devaneios com uma agulha adentrando meu braço olho assustado para o ser que fez isso.

- É um calmante - Ela diz apenas e sinto meu corpo mole e logo a escuridão tomando conta de me-

 

[...]

 

     Abri meus olhos lentamente vendo um quarto desconhecido por mim, um homem com um dispositivo pendurado no pescoço adentra no quarto e sorri quando me ver acordado.

- Vejo que acordou Sr. Santana - Ele endireita a postura pigarreando de leve- Já vamos pousar - Franzo o cenho confuso. Como assim pousando?-

- Pousando? Aonde?

- No Brasil Senhor, você em alguns minutos estará junto com sua família que já sabe que conseguimos te salvar - Dito isso ele sai do quarto -

    Por que salvar uma pessoa que não queria ser salvo? Me salvar do que exatamente? A alguns meses eu até queria ser salvo, mas agora eu não tenho o porque de ser salvo, não existe um motivo para me salvar. Porra eu não precisava ser salvo de algo que eu estava amando. Ficar a lado de Alicia me fazia feliz, ela se tornou meu tudo a razão do meu viver, ela é a pessoa que eu quero passar o resto da família.

     Família.

     Só de pensar que eu os verei novamente, não negarei que estava louco de saudades de cada um deles, meu pai, minha irmã os meus fãs, meus amigos e minha mãe, ah minha mãe aquela que eu pensei que nunca me faria mal, que nunca mentiria para mim, escondeu um passado que me levou a essa confusão toda, é tudo culpa dela.

     O avião acabará de pousar um arrepio gostoso percorre meu corpo, o solo brasileiro, meu lar. Ao descer do avião com um polícia de cada lado meu meu pensamentos pairam nela, como ela deve estar nesse exato momento? E o que me irrita nisso tudo foi saber que ela sabia de tudo, as palavras dela do seu irmão, o modo ao qual ela agiu não sai da minha cabeça. Como eu negarei meu amor por ela? Como eu mentirei sobre tudo? Não sei se conseguirei.

    Flash, pessoas gritando meu nome, um alvoroço que só no aeroporto, de longe pude ver minha família e Rober, quando seus olhares se encontraram com os meus a única coisa que eu fiz foi correr até eles e os abraçarem. Lágrimas, muitas lágrimas de felicidade e de tristeza correm pelo meu rosto, tristeza por não saber o que vai acontecer com Alicia e o pensamento de nunca mais poder tocá-la, beijar  aquela boca que me tira o sossego, aquele cheiro que me deixa completamente louco e irracional e felicidade por estará junto de minha família matar a saudade que eu sentia deles.

- Pi, eu estava com tanto medo de te perder - Bruna fala depois de um tempo em silêncio, entre nós porque ao redor estava tudo uma bagunça-

- Shhi meu amor - Aconchego seus cabelos aspirando seu cheiro- Eu estou bem.

- Não ouse dizer que está bem Luan Rafael - Minha mãe me adverte tirando Bruna do meus braços e se apoderando deles- Eu sentir tanta a sua falta meu amor.

- Eu também sentir mamusca - A aperto em meus braços-

- Deixa eu abraçá-lo também Marizete - Meu pai diz a tirando de perto de mim- Meu filho eu estava com medo, pela primeira vez na vida eu tive medo. - Seus braços me apertam e eu não seguro as lágrimas -

- Eu te amo pai, te amo muito - De relance olho Rober, meu amigo tinha os olhos marejados, sorrio de lado deixando os braços do meu pai e vou até ele o abraçando - Também sentir sua falta meu amigo

- Nem me diga. Porra cara você fez falta, muita falta, o Brasil estava triste sem você

     Olhei em volta vendo as pessoas nos encararem, algumas choravam outras sorriam e uma estavam com suas mãos levantadas para o seu orando, alguns policiais apareceram e nos levaram para fora com muito custo e a chegar no carro pude ouvir as pessoas gritando por mim.

" Luan eu te amo"

    E assim foi o coro até eu entrar no carro e suas vozes forem sumindo aos poucos.

 

[...]

 

     Estava tudo igual. Minha casa não havia mudado nada meu quarto continuava do esmo jeito o violão no canto a cama perfeitamente arrumada as roupas separadas uma das outras por cores.

    Meu banheiro estava do mesmo jeito, aproveitei e tomei um banho tinha sido um dia cansativo. Quando sair do banheiro uma bandeja de coisas gostosas me esperava, sorri de lado e me aproximei, tinha até creme de abacate, permitir a sorrir largo e devorei tudo.

    Coloquei uma cueca preta e a bandeja na mesinha, liguei o ar e peguei uma toalha. Sentia falta da minha cama, mas sentia falta muito mais dela em meus braços do que qualquer outra coisa.

    Fechei meus olhos e deixei meus pensamentos vagarem nela até o sono me pegar de jeito e eu ser levado pela escuridão.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Tentarei atualizar o mais rápido possível


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