História O Sequestro - Capítulo 24


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Categorias Luan Santana
Personagens Luan Santana, Personagens Originais
Exibições 32
Palavras 1.941
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu tentei postar ontem, só que os meus lindos vizinhos desligaram o Wifi. Imaginem uma pessoa que ficou puta. EU.

Capítulo 24 - Eu lutarei por ela!


Fanfic / Fanfiction O Sequestro - Capítulo 24 - Eu lutarei por ela!

P.O.V Alicia Mendeleev

      A vida é feita de escolhas. Verdade. Eu me submeti a esse mundo mesmo sabendo que não tem nenhuma saída mesmo sabendo que ela te levará apenas para a escuridão, nunca encontrará a felicidade nela é o que muitos dizem, mas eles estão errados. Essa vida é vício e foi nela que eu encontrei a minha felicidade, Luan, mesmo ele não estando nessa vida que a sem saída eu o encontrei e nele está minha felicidade.

      Diria que estou confortável em minha nova "casa", mas eu não estou, pelo menos meu querido irmão está desfrutando da liberdade, isso se o plano deu certo. Por que diabos existe sempre esse "se"?

      Ouvia alguns resmungos de algumas presas, e um barulho de algo passando nas grades daquela prisão, estava encostada na parede quando uma guarda abril a minha cela, queria tentar fugir, mas essa minha atitude falha colocaria tudo a perder.

- Visita para você - Ela disse me algemando, minha vontade era de jogar uma bomba nesse lugar e sequestrar meu amor de novo-

- Nossa me sentir importante - Ironizo e a mulher apenas revira os olhos-

     Ao sair da sala dois homens de ternos nos esperávamos, forcei as vistas e vi que eram agentes da Interpol e FBI. Puta que pariu. Andamos por mais alguns corredores até chegarmos a uma sala fechada, sinto minhas mãos serem libertas das algemas e adentro a sala com um sorriso nos lábios, mas ele morre ao ver quem me aguarda.

- Marizete? - Murmuro meio desconfortável-

    P.O.V Mari

      Meu filho finalmente estava em casa, o pesadelo finalmente havia acabado, mas por que eu sentia que ele não estava feliz? Que a cada sorriso que ele esbanjou ontem não era verdadeiro? Estaria ele amando aquela garota? Oh Deus!

    O café já estava pronto quando ele desceu, sorrio ao vê-lo e o meu menininho logo corresponde.

- Estou faminto mamusca - Ele diz me abraçando e beijando com toda delicadeza meu rosto-

- O café já está posto meu filho - Sorrio e só então o encaro eu enxergava alegria ,claro, mas também um misto de preocupação e tristeza -

- Então eu ou comer - Ele se senta logo começa a devorar toda aquela comida-


        Alguns minutos depois meu marido e minha filha logo desceram para se juntar ao meu menino comilão, os deixei comendo e subi para meu quarto para tomar um banho, depois de banho tomado e roupa colocada a porta do meu quarto é aberta revelando meu filho.

- Pensei que ficaria em casa hoje - Ele diz, hum... Magoado?-

- Eu voltarei logo meu filho - O respondo simples para não prolongar ainda mais o assunto-

- Mãe nós temos muito o que conversar - Ele diz me encarando e eu respiro fundo me sentando do seu lado- Por que vocês nunca me contaram sobre minha paternidade.

- Eu queria te proteger meu filho - Digo o encarando tentando desvendar sua expressão-

- Mãe pelo amor de Deus, não diga que fez isso para me proteger porque é mentira - Ele diz apertando seus cabelos entre os dedos- que droga se vocês tivesse me contado dês de o princípio sobre tudo que aconteceu no seu passado, nada disso teria acontecido

- Luan, eu sei que eu errei, mas Jonathan viria atrás de você de todo jeito - Digo tentando amenizar a situação-

- Sabe mãe - Ele corta sua própria fala - esses últimos meses eu aprendi tanta coisa: Aprendi que quando você caí sempre terá alguém para nos levantar, sempre terá aquela âncora que te fortalecerá e te apoiará em qualquer coisa, capaz de fazer você se esquecer de tudo, das mentiras, das fofocas, do mundo, nos fazem entender que tudo acontece por um acaso. Eu não lhe julgo mamusca, pelo contrário lhe admiro por sua coragem de fugir daquele homem, por não ter me tirado e agradeço a Deus por você ter encontrado o meu pai. Meu pai - Ele sussurra- mas enfim eu estou chateado demais, porém vai passar e eu... - Não o deixei que terminasse o abracei como se o mundo fosse acabar-

- Perdoe-me por ter escondido a verdade - Sussurro deixando que as lágrimas caem- eu nunca encontrava a hora certa de dizer, ai aconteceu tudo e você foi sequestrado.

- Não gosto de ver quem eu amo chorando - Ele diz e um suspiro alto saí da sua boca-

- Você a ama? - Pergunto e seus lindos olhinhos se arregalam-

- E-eu c-claro, puta merda - Ele sussura a última parte-

- Luan Rafael - O repreendo-

- É mamusca, eu amo aquela mulher mais do que tudo nessa vida - Ele desabafa e eu peço para que prossiga- ela também me ama.

- Filho ela n... - E antes que eu pudesse terminar ele me interrompe-

- Sim mãe ela me ama - Ele abre um sorriso lindo- e ela já provou isso de tantas formas - Ele me olho com os olhinhos marejados, sorrio de leve para conforta-lo e deito sua cabeça em meu colo-

- Conte-me tudo meu filho.

- Na Rússia que eu conheci Jonathan. Alli não sabia o real motivo para estar me levando para lá, ela fazia tudo que ele pedia até que ela ouviu a nossa conversa e o enfrentou, nisso teve tanta confusão. Ele manda um segurança bater nela na frente de todos, mas claro como ela é demais ele saiu tetraplégico - Ele rir de leve ao lembrar- depois a mansão em que eu estava é invadida e eles tinham um plano que não funcionou, Jonathan me sequestrou e Alli foi atrás de me, o filho da puta fez um acordo com ela, se ela trabalhasse para ele novamente, ele me deixaria vivo, lembrando que ele disse que era por enquanto. Nisso ela aceitou, tudo por me, nisso Isabela engravidou, Alicia estava tão animada com a chegada dos bebês.

- OH! Então é gêmeos? - Pergunto surpresa-

- Sim - Ele respira fundo antes de continuar- Eram gêmeos

- Como assim eram gêmeos? - Pergunto e só quando ele solta o primeiro soluço me dou conta - Eu sinto muito meu filho, eu não fazia ideia.

- Ela estava mais animada que a própria mãe, Ali a ajudou em tudo e enfim eles nasceram, mas no mesmo dia morreram junto com a mãe, uma covardia feita a mando da desgraça do Jonathan ele é tão desumano, mandou matar asfixiado os bebê e a mãe - Ele da uma pausa e meus olhos já estavam marejados- Esse foi a gota d'água uma armadilha no enterro deles foi o suficiente para tudo acabar. E o que mais me irrita é saber que ela não reagiu e apenas ela e o irmão foram presos. Mamusca eu não sei o que pensar - Ele murmura intrigado-

- Eu sinto muito por tudo isso meu filho. - Acaricio seus cabelos macios-

- Eu também sinto mãe. - Ele se levanta e me encara- eu a amo como vou renegá-la? E se ela morrer? Eu não posso viver sem ela.

- Como assim renegá-la?

- Ela pediu isso quando fomos pegos - Ele sussurra -

- Eu te amo muito okay? - O puxo para um abraço sentindo todo o conforto -

     Agora sim que eu estava decidida a encontrá-la encarar cara a cara a mulher que fez meu filho se apaixonar por ela, que o sequestrou, o magoou, o fez feliz e agora está o fazendo sofrer de novo. Deus essa mulher é fogo.

     Depois de alguns minutos naquele abraço delicioso descido me afastar e seguir o meu caminho e assim eu fiz. Chamei um táxi e fui rumo a delegacia, seja o que Deus quiser.

[...]

      Estava aguardando naquela sala a pouco mais de quinze minutos, sorri ao ver que eles me puseram em uma sala sem câmera e sem escutas, a desculpa que eu usei foi de ter privacidade com a detenta e humilha-la por tudo que fez o meu filho passar.

     A porta é aberta e uma mulher com um uniforme horrível alaranjado, e os cabelos longos presos em um coque frouxo, seus olhos se arregalam e o sorriso debochado logo some quando me ver, sorrio por aquilo e ela logo se pronuncia.

- Marizete?

- Vejo que se lembra de me querida - Balanço a cabeça negativamente -Sente-se

- Veio fazer o que aqui? - Ela pergunta ao se sentar -

- Vim ver essa sua cara de pau - Esbravejo e ela abre um sorriso brincalhão-

- A cara de pau mais linda que você já viu

- OH! Com certeza - Ironizo e ela revira olhos-

- Então dona Marizete, o que devo a honra da sua visita? - Suas mãos vão parar em cima da mesa -

- Quero que se afaste do meu filho -Endireito na cadeira e ela rir-

- Bom isso já aconteceu quando eu vim parar aqui - Ela da de ombros desinteressada aproxima seu rosto angelical do meu e sussurra- Câmeras - é o que ela diz e antes que eu pudesse olhar o local ela segura meu rosto com força - Eu amo seu filho e me perdoa por isso, diz que eu o amo e muito e que sempre estarei o observando quero que fala para ele ser feliz, sem me - Ela engole em seco e eu não estava entendo nada- e não se chateie comigo por causa disso sogrinha - Sorrio com tal apelido, mas o mesmo vai embora quando sinto meu rosto esquentar - Grita - É o que ela diz antes de vim pra cima de me como uma onça -

- SOCORRO, SOCORRO TIRA ESSA LOUCA DE CIMA DE MIM - Suas mãos apertavam meu pescoço, não com força, mas de um jeito que veria a marca de longe-

     Seu corpo é tirado de cima do meu e ela se debate nos braços dos policiais me encarando, caralho ela é uma boa triz. Sinto braços me ajudando e antes que eu saísse da sala dois homens a seguravam enquanto o outro a enchia de socos, seu rosto se vira lentamente para meu e com um sussurro ela diz: Eu o amo. E ela cai no chão acordada, mas sem forças.

- Sra. Santana vamos levá-la para o hospital - Um homem diz me encarando-

- Não precisa, só quero ir pra casa - Respiro fundo sussurrando e ele assente-

[...]

       Chegando em casa Amarildo vem todo preocupado e eu os conto tudinho. Luan ficou cheio de raiva em si.

- Meu filho ela tem um plano - Sussurro para ele-

- AH É CLARO QUE TEM, UM PLANO DE QUASE MATAR A MINHA MÃE - Ele grita nervoso- ATÉ AGORA NÃO ESTOU ACREDITANDO QUE ELA FEZ ISSO COM VOCÊ. QUE MERDA!

- Ela só fez porque eu ia colocar tudo a aprender revelando que a ajudaria com o que fosse possível

- M-mas, ela não me disse nada - Ele suspira e se senta ao lado de Bruna que o abraça o irmão de forma aconchegante, essa menina é de ouro.- Ela não me ama mais.

- Claro que ama, antes de voar pra cima de me ela disse com todas as palavras que o ama e quando tava apanhando pelos policiais a única coisa que ela disse foi: Eu o amo. - Não contaria a parte do seguir em frente, nem eu tinha entendido direito-

- Eu a amo e lutarei por ela.

      Meu filho realmente está apaixonado, acho que os Mendeleev's tem esse dom de fazer com que as pessoas se apaixonem rápido demais.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

O que será que passou na cabeça da Alicia para não fugir?


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