História O Seu Jeito de Andar - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Marco Reus, Mario Götze, Pierre-Emerick Aubameyang, Robert Lewandowski
Personagens Marco Reus, Personagens Originais
Tags Aiyana Lewis, Esporte, Futebol!, Marcos Reus, Romance
Exibições 54
Palavras 1.685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá! Gostaria de agradecer aos favoritos e aos comentários no primeiro capítulo. Espero que gostem E NOS VEMOS NOS COMENTÁRIOS. Beijos!

Capítulo 2 - Orgulho da família Lewandowski


Fanfic / Fanfiction O Seu Jeito de Andar - Capítulo 2 - Orgulho da família Lewandowski

  Até quando pretende ficar assim, tão só? - Bruna Lima.

 

 Uma simples coisa pode se tornar grande para outras pessoas. Pessoas das quais são tão infelizes que precisam comentar sobre um problema de outra pessoa para que se sintam superiores, porém nem todas são assim e veremos ao longo da jornada. Não é Marco Reus?

 

 Aiyana Pov.

 Olá! Estou que digamos atrasada para o meu trabalho, porém devo ter tempo pra me apresentar não é? Afinal de contas estou no trânsito mesmo. Bom, eu sou a Aiyana Lewis e tenho vinte anos. Nasci em Atlanta Geórgia, USA. Sou cirurgiã dentista em um dos maiores consultórios daqui da Alemanha e que fica mais especificamente em Dortmund, porém para a minha felicidade suprema vou abrir o meu próprio em Munique.

 Vocês devem se perguntar agora o motivo do qual eu moro aqui na Alemanha? Se moro com os mais pais? Sozinha? Vou responder todas elas agora ok? Vamos lá, bem eu vim pra Alemanha por conta de um intercâmbio, acabei me apaixonando pelo o país e acabei que indo em um dos jogos do Borussia Dortmund, como minha prima a Yasmin namora com um dos jogadores, acabamos por ter passe livre em algumas partes do estádio. Nesse jogo conhecemos a Anna, esposa do Robert Lewandowski que hoje é o meu melhor amigo e um dos meus pacientes.

 Minha relação com a família Lewandowski é exatamente de uma família, pois eles são e significam isso para mim e principalmente aqui na Alemanha. Conheço-os há anos, sim eu já estou aqui faz cinco anos.  Vamos para a segunda pergunta e já disparando não, não moro com os meus pais, até porque eles moram nos Estados Unidos. Isso nos leva a terceira e última pergunta e não, não moro sozinha e sim com duas das minhas melhores amigas e minha prima. Madison Beer tem dezenove anos e é cantora. É louco, pois ela saiu dos Estados Unidos para sumir um pouco da mídia e diz que não sabe se pretende voltar ou não. Ela dá aula de música na escola onde os filhos dos jogadores, pessoas famosas, de elite frequentam. Alexis Ren tem vinte anos e é arquiteta. Saiu dos Estados Unidos para tentar a vida fora e em um dos passeios por Dortmund acabou que gostando e ficando aqui. Minha prima Yasmin Senna tem vinte e quatro anos e é design de interiores. Também saiu dos Estados Unidos por conta do intercâmbio e acabou por se apaixonar por nada mais e nada menos que Erik Durm.

 Eu e Yasmin conhecemos as meninas num jogo do Borussia Dortmund e Bayern de Munique e desde então, há cinco anos somos como unha e carne.

  Pela glória divina cheguei ao consultório e adentrei o mesmo correndo.

 - Bom dia Morgana. – Cumprimento sorridente a recepcionista que me retribui com um sorriso.

  Adentro minha sala e começo a me preparar para atender o meu primeiro paciente. Faço a higienização, coloco meu jaleco e olho a ficha da pessoa. Confesso que não sabia o motivo das pessoas odiarem essa pessoa da qual eu irei atender, e ficava a todo o momento tentando achar alguma coisa para que comprovasse esse ódio todo.

 - Doutora Lewis, a sua primeira paciente já está a sua espera. – Diz minha secretária Luma.

 - Oi Luma, pode a mandar entrar, por favor, e obrigada. – Digo educadamente e ela assentiu logo se retirando.

 Dentro de alguns segundos a minha porta se abre, então deem as boas vindas a Nina Weiss. Sim gente vocês não estão loucos é sim a esposa no Manuel Neuer.

 - Nina como vai? – Falo a cumprimentando formalmente e ela retribui simpática.

 - Vou bem e você doutora Lewis? – Pergunta ela.

 - Vou muito bem obrigada por perguntar. Pode se sentar, fique a vontade. – Digo olhando mais uma vez a sua ficha e o logo volto a minha atenção a senhora Neuer. – Bem, vamos fazer o mesmo procedimento que fazemos a cada mês. Mais uma manutenção dos dentes ok? – Falo e ela assenti prontamente.

 Pus minha máscara, ajeitei minhas luvas, a luz e logo comecei o meu dever que não demorou muito, pois era uma simples manutenção e um clareamento. Os dentes da senhora Neuer estavam mais saudáveis do que nunca. Despedi-me dela e logo atendi mais quarto pacientes. Um deles precisou fazer extração e foi demorado e nada bonito. Como eu só trabalharia pela manhã meu turno havia acabado ali.

 Arrumei minhas coisas, despedi-me das meninas e fui ao meu restaurante favorito aqui em Dortmund, o Pfefferkorn NY Steakhouse. Adentrei morrendo de fome, fiz meu pedido e Alexis chegou para me acompanhar, realmente ela viu a mensagem.

 - Como foi seu dia? – Perguntou ela jogando o celular de canto um pouco irritada.

 - O meu está sendo ótimo, já o seu né Alexis... – A respondo curiosa. – O que aconteceu?

 - Você acredita que aquele cretino não para de me perseguir? E olha que ele está em Nova York! Nova York Ay! – Dizia ela nervosa.

 - Você deveria avisar a polícia! Ele lhe disse o que? – Perguntei preocupada.

 - Não acho que a polícia de lá faria algo significante. Você sabe disso. Ele disse-me que o nosso amor não acabou. Falou que sabe que fomos feitos um para o outro, que somos alma gêmea, só que a única alma gêmea aqui vai ser a minha mão na cara dele se ele ousar chegar perto de mim de novo. – Dizia ela irritada. – Já acabou faz quatro anos! Ele precisa superar! Ele disse que vai vir me ver e sinceramente estou me cagando de medo, pois não sei do que ele é capaz de fazer. Ele não está no seu melhor estado mental. Ele é um obsessivo. – Era possível sentir o tom de desespero na voz dela e eu também estava com medo por ela.

 - Quando ele resolver aparecer chamamos a polícia. Ele não vai encostar em você Alexis, não vai. – Digo e vou a abraçar na mesma hora.

 Nosso almoço foi bom, porém tudo que é bom dura pouco e Alexis tinha que voltar ao trabalho. Já eu? Pois bem recebi uma mensagem da Anna pedindo pra eu passar em sua casa, então desviei do meu caminho e segui para a sua casa. Passei pela portaria e segui até a sua humilde residência se é que me entendem.

 - Anna? – A chamei adentrando, pois se não sabem sou bem íntima da família Lewandowski. – Caroline? – Chamo pela babá e nenhum sinal, então resolvo ir até a parte externa da casa, mais precisamente o jardim de trás e lá estava ela.

 - Yana! – Exclamou Anna feliz vindo me abraçar e eu retribuo. – Como vai? – perguntou ela simpática como sempre.

 - Vou bem e você? Onde está a minha bonequinha? – Perguntei referindo-me a Klara filha dela e do Robert.

 - Estou ótima e a Klara foi para escolinha. – Respondeu-me ela pensativa e eu sabia o por que.

 - E como Robert conseguiu levar ela na escola sem que você visse? – Perguntei realmente curiosa.

 Caso não saibam a Anna não queria pôr Klara agora na escola, já Robert pelo que viram né...

 - Ele me dopou. O filho da mãe me dopou! – Dizia ela revoltada e eu ri. – Vou fazer greve e quero ver quando ele vai fazer isso outra vez. – Falou ela vingativa. – Vem, vou lhe apresentar uma amiga que estava doida pra lhe conhecer. – Diz ela me levando a tal amiga e eu estava bastante curiosa. – Bom essa é a Ann Kathrin Brömmel e Ann essa é a Aiyana Lewis. – Nos apresentou Anna e cumprimentei a moça educadamente assim com ela.

 - Olá, pode me chamar apenas de Ann. Você é linda e vou confessar que estava doida pra lhe conhecer, sabe a Anna fala muito de você. – Dizia ela tímida e eu sorri envergonhada.

 - Bom, eu agradeço o elogio e você também é muito linda. É um prazer conhecer você. – Sorri amigável.

 - Você sabia que o Mário vai voltar a jogar na próxima temporada? – Perguntou Anna para mim e eu a olhei sem acreditar.

 - Não brinca com isso Anna! Sério? Isso é fantástico! – Exclamei feliz.

 - Ele disse que não vê a hora de voltar e mostrar aos que duvidaram da volta dele. – Dizia Ann feliz. Eu nem a conhecia bem e já deu pra sentir que ela realmente o ama.

 - E seus sapatos já chegaram? Ficaram certos os tamanhos? A altura do esquerdo é boa? – Perguntava Anna agora mais séria.

 - Chegaram ontem de noite e estão todos ótimos. – A respondi e vi a cara de interrogação da Ann. – Ann, eu tenho dismetria dos membros inferiores, ou seja, uma perna minha que no caso é a esquerda é maior menor que a direita. Por isso eu tenho que encomendar todos os meus sapatos. Ela é causada por uma alteração anatómica ou estrutural dos membros inferiores. O tratamento para a dismetria será sempre ortopodológico através da aplicação de uma ortótese plantar personalizada, todavia eu prefiro apenas encomendar os meus sapatos. Sinto-me mais confortável e as pessoas nem notam tanto ao contrário se estivesse com a ‘’bota’’. – Explico resumido para ela que ouvia atentamente.

 - E você leva isso numa boa? Eu queria ser igual a você. – Dizia ela admirada e Anna sorria orgulhosa.

 - Eu tento não me importar com os comentários preconceituosos. Imagina só, uma americana, negra, com dismetria dos membros inferiores? Já pode ter noção não é? – Perguntava e ela assentiu. – Entretanto não é sempre que eu consigo deixar de lado, tem vezes que alguns me acertam em cheio e quando vejo já estou chorando e querendo saber o motivo de eu não ter nascido normal. – Digo pensativa. Diria como um desabafo pequeno.

 - Você é normal. Você é literalmente uma das pessoas mais fortes que eu conheço e agora é minha inspiração menina! Não ligue pra esses infelizes. Isso deve ser falta de sexo! Você é incrível. – Disse Ann já do meu lado arrancando-me um sorriso pelo ‘’Isso deve ser falta de sexo!’’, num abraço verdadeiro.

 - É o orgulho da família Lewandowski. – Falou Anna juntando-se ao abraço.

 Obrigada Ann. Obrigada pelas palavras.

 


Notas Finais


Continuo?


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