História O Silêncio dos Ninjas - Capítulo 12


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Categorias As Tartarugas Ninja
Personagens Hamato "Karai" Miwa, Hamato "Mestre Splinter" Yoshi, Oroku "Destruidor" Saki, Personagens Originais, Tang Shen
Tags Destruidor, Shredder X Splinter Yaoi, Shreter Fanfic, Splinter
Exibições 12
Palavras 1.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ooooooooooooooi pessoal, como estão? Espero que bem. Olha só, tia Raffy cumpriu a promessa e vai postar capítulo novo. Milagre, não? KKKKKKKKKKKKKKKK, mas enfim pessoal aqui está mais um capítulo. Será que nosso querido Saki vai se vingar do pai do Yoshi? Vamos verificar. E também deixarei o link da minha nova fic que está BOMBANDO. E agradeço muito pelo apoio de cada um de vocês.
Boa leitura!

Capítulo 12 - 16 de Abril de 1998


Estava fazendo um pequeno friozinho naquela manhã. Os últimos dias foram difíceis para mim. Não conseguia encarar Yuuta nos treinamentos sem sentir ódio e a vontade de mata-lo. Por tudo que fez ao meu pai. Este maldito o deixou para morrer na guerra. Nagi disse para esquecer e seguir em frente. Mas infelizmente não posso deixar este criminoso em vão.

O treinamento estava bem mais puxado. Yoshi como sempre se superava graças aos esforços que teve na infância. Já a mim, não tive a mesma sorte. O desgraçado não me ensinou igual aos outros e por isto, acabei sendo a vergonha do clã Hamato e chacoteado pelos outros alunos.

Mas recuperei o tempo perdido com meu irmão e aprendi alguns antigos golpes do Clã do Pé. Um deles, apliquei agora em Yoshi. Finalmente o consegui colocar no chão. O golpe era concentrado em imobilizar o inimigo e depois chutá-lo para muito longe. O olhei ali, caído como um verdadeiro derrotado. Agora sabe como me sinto quando era passado para trás.

Não senti nenhuma pena. Dei um largo sorriso e o intimidei. Yoshi ficou apreensivo e pela primeira vez pude ter algum respeito após anos de chacota.

– Já chega! – Grita Yuuta que me empurra para acudir o querido filhinho dele – Yoshi. Você está bem? Este demônio lhe machucou? – Agora sei porque este desgraçado é tão mimado. Lógico que não iria machucá-lo. Eu o amo e não conseguiria fazer tal ato. Mas seu pai... como tenho vontade de arrancar suas entranhas e pendurá-las na porta do dojo para que todos vissem.

– De onde o Saki aprendeu esse golpe? – Pergunta Yoshi que se levanta com a ajuda do pai – Eu não o conhecia... – Ele se aproxima de mim com um ar misterioso. Fiquei até um pouco ressabiado – Me ensina? Eu gostei demais da conta. – O que? Yoshi gostou do meu golpe? Mesmo sendo intimidado? Quando digo que este inútil não presta a atenção nas coisas que estão ao seu redor, eu é que sou o culpado. Mas realmente estou muito surpreso.

– Você não vai aprender nada com este yokai. – Disse Yuuta já soltando seu veneno quente e pegajoso – Isto é um truque da família dos Oroku antigamente conhecidos como Clã do Pé. É algo sujo. Imoral. Uma vergonha para os ninjas de bem como nós. Tudo que esta maldita família faz assusta até o próprio diabo.

– Imoral foi o que você fez com meu pai. – Senti uma certa desconfiança de Yuuta quando mencionei meu amado pai. Agora Yoshi irá conhecer como é seu querido e debilitado pai.

– D-Do que você sabe? – Gagueja, já entregando sua culpa.

– Muitas coisas... desertor! – Joguei em sua cara, sem perdão.

Yuuta fica nervoso e saiu correndo do dojo. Ele pensa que pode fugir do passada e que ele não irá voltar para cobrar os crimes no presente. Claramente que Yoshi não iria entender. Tão avoado que não percebe dois palmos na frente do rosto. Fui atrás daquele velho para mais explicações. Sorte que não foi muito longe. Consegui intercepta-lo logo na entrada, próximo as escadas. Agarrei seu braço e o puxei para minha direção. Desculpe Nagi, mas isto eu preciso fazer. Você querendo ou não.

– Me solte yokai. Não te devo nenhuma satisfação. – Resmunga, achando que vou soltá-lo. Mas não fazer isto nunca.

– Deve sim. Principalmente para seu filho. – Não iria soltar este maldito em hipótese nenhuma, como já expliquei. Olhei para Yoshi que estava atrás de mim, observando toda aquela cena deprimente – E então? Não irá falar nada para Yoshi... ou prefere que eu fale?

– Do que o Saki está falando, pai? O que tem para me dizer?

– Você é realmente um monstro. Já não basta desejar a esposa de meu filho e agora o quer colocar contra mim? – Ele também acredita nesta história que sou interessado na Shen? Na verdade, desejo o filho dele. E vou consegui-lo. – Juro que depois desta afronta, vou lhe colocar no olho da rua.

– Ei! Será que vocês podem me dizer o que está acontecendo? – Pergunta Yoshi que parecia estar um pouco nervoso – Falem logo que eu preciso ir ao banheiro. Tô muito apertado...

– Então já que seu querido papai não vai falar... eu falo. – Olhei bem fundo para os olhos de Yoshi e fiquei observado o quanto seu rosto era lindo. É uma pena que nosso amor seja impossível meu querido e por tudo que me faz sofrer com essas brincadeiras estúpidas. Mas não posso lhe esconder isso. – A verdade é que... seu pai é um veterano de guerra.

– E cadê a novidade nisso? – Questiona Yoshi – Tudo mundo sabe que meu pai foi do serviço secreto japonês na Segunda Guerra Mundial. Ele era um espião. Sabia de todos os planos do inimigo.

– Sabia até demais... – Sussurro para que nenhum dos dois ouvissem.

– Por favor, meu filho. Não acredite em nada que este verme vai lhe falar. O que quer fazer é te envenenar contra mim. Para que finalmente consiga sua esposa. Não enxerga isso, Hamato Yoshi?

– CALA A BOCA, YUUTA! – Grito, para ver se este velho imbecil me deixa falar com Yoshi em paz – Como dizia, o que você não sabe meu querido – Chego perto de seu rosto de seu corpo, coloco minhas mãos sobre seus ombros e sussurro em seu ouvido – É que seu pai é um desertor. Fugiu da guerra e deixou o meu pai morrer. – Está última parte foi fincada em meu peito com muita força que até senti uma fisgada em meu coração.

Me afasto de Yoshi e o olho. Sua expressão é de espanto. Não era de se esperar. O pai, obviamente nunca lhe disse aquilo. Depois de contar até senti um alivio em meu peito. Aquela fincada havia passado. Meu amado sabe a verdade por trás do ódio entra as famílias. Mas percebo que com isso, posso me meter em problemas. Yuuta puxou meu braço e me fez olhar para aqueles olhos cansados e maliciosos. Aquilo, era a própria visão infernal.

– Você não tinha o direito de fazer isso. Era o meu segredo e iria morrer junto comigo. Maldito dia em que Yasmin lhe trouxe para esta santíssima família. – Santíssima? Sério? De santos vocês não tem nada. A única santa era dona Yasmin – Só ando tendo decepções ao longo da vida. Primeiro foi você, maldito yokai e o segundo foi Yoshi. Este desnaturado que não sabe fazer nada além de ficar dando risada o dia todo. Pelo menos, em ninjutsu você não me decepcionou.

– A culpa não foi minha. Foi tia Elvira que me derrubou do berçário quando nasci. – Diz Yoshi em tom de choro.

– Não me fale de sua tia Elvira. Aquela mulher previu que você seria uma decepção quando crescesse. E ela não estava errada – Ele volta a me encarar – Está feliz, monstrinho? Conseguiu o que queria? Agora vá jogar na cara daquele outro yokai que você fez isso. Ou melhor, foi ele que disse que para fazer toda essa discórdia, não é? – Senti uma raiva entrando em meu corpo. Seu o maldito não calar a boca, juro que irei fazer uma grande besteira.

– Eu não vou admitir que fale de Nagi assim na minha frente, pos diferente de você, meu irmão tem caráter e é um bom homem. Coisa que você nunca foi e nunca será. Você é o pior dos yokais.

Ele me dá um forte tapa no rosto que até dou alguns passos para trás. Mas acham mesmo que deixarei barato? Claro que não. Me virei e o encarei com o rosto um pouco avermelhado. Segurei forte em seus ombros e lhe dei um grande empurrão. Yuuta acabou se desiquilibrando e rolando escada abaixo. Yoshi gritou por seu nome e foi correndo ajudar o papaizinho querido que agora há pouco lhe chamava de decepção e desnaturado. Só fiquei observando esta cena ridícula que Yoshi se propõe a participar.

– Pai. O senhor está bem?

– Y-Yoshi. M-Minha perna está d-doendo. – Percebi que seu rosto tinha um pequeno corte e sua perna estava desalinhada – A-Acho que está quebrada... – Os dois me olham com rispidez.

– Agora você ultrapassou de todos os limites, Saki. Sai da minha frente. – Fiquei o encarando por alguns segundos até começar a gritar – SAI DAQUI! SEU MONSTRO!

Não aguentei as ofensas e sai correndo direto para meu quarto. Tranquei a porta e fiquei quieto chorando em minha cama. Acho que meu irmão estava certo. Coloquei tudo a perder. Não acredito. Agora ficarei sem Yoshi para sempre. Mas espere. Nem tudo está perdido. Tem a pequena Miwa que... posso pegar e criar como filha. Seria o sonho de minha vida. Ter duas meninas ao meu lado. Se eles me expulsarem, podem ter a certeza de que Miwa, ou melhor, Karai virá comigo.


Notas Finais


Link da minha fic que está bombando (Desejo Selvagem): https://spiritfanfics.com/historia/desejo-selvagem-7098518
VISH! A COISA TA TENSA MANO!
Saki se revoltou e jogou Yuuta da escada. Mas agora terá o ódio do Yoshi. Ainda mais por querer sua filha, nossa linda Miwa aka Karai (não sei, prefiro mil vezes Karai. É uma opinião kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk), mas enfim pessoal. Comentem o que acharam e suas partes preferidas. Me despeço agora. FUIS!
Bjs da tia Raffy


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