História O sol do meu mundo - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Dragon Ball
Visualizações 8
Palavras 2.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Confissão


Fanfic / Fanfiction O sol do meu mundo - Capítulo 4 - Confissão

Os raios do sol batem na terra, já amanhecia quando acordei, coloquei um vestido qual batia em meu joelho, ele era Branco com alguns toques de azul e rosa espalhados. Passei pelos corredores e pela escada até chegar na cozinha que estava vazia, resolvi pegar o livro de receitas para tentar cozinhar algo, escolhi a receita de panquecas, quando peguei a panela, minhas mãos escorregou e acabou derrubando a ferramenta é com certeza acordou todos na casa.

- O que aconteceu? - minha mãe veio em minha direção, sonolenta
- Nada! - escondo a panela atras do meu vestido
- Mostra a panela! Eu sei como é o barulho de uma
- Eu estava tentando cozinhar…
- Vem cá que eu te ensino

Passamos algum tempo cozinhando e não acredito que era tão fácil! É muito legal cozinhar, mas é difícil uma sayajin fazer isso, quando a fome bate, devoraria toda a comida que seria para os outros, estávamos acabando de fazer o almoço quando senti uma imensa fome que causou um ruído em minha barriga

- Bra! - ela me segura - não coma nosso almoço!

Ela colocou uma bandeja com torradas, salada de fruta, cereal, suco, panquecas e queijo, lembrei que teria de ir a casa de Pan, mas aquela guria só acorda às 12. Olhei no relógio da cozinha, eram 10:30, me despedi da minha mãe, peguei a chave do meu carro e fui para sua casa, sei que faltava meia hora, porém, ela está morando na casa dos avós onde é noutra cidade, ou melhor, no interior, daqui que chegue lá é 1 hora e 15 minutos, a estrada estava íngrime e tinha medo de estragar minhas rodas, e meu pesadelo aconteceu; o veículo ficou preso num buraco, transformei ele numa cápsula e fui voando, toquei na campainha quando a avó da garota atendeu, queria ser o mais educada possível, pôs se um dia ela for minha sogra, melhor que ela goste de mim. Limpei minhas sapatilhas na entrada, me ofereci a lavar a louça e limpar o chão, ela recusou educadamente e me dirigi ao quarto de minha amiga, como imaginei, ela estava dormindo, ia embora da casa quando Chichi disse que era uma longa viagem do interior a cidade e eu poderia conversar com ela esperando Pan acordar, lembrei que um dia minha mãe disse que ela era sua melhor amiga, e com razão! Ela era engraçada e tinha vários assuntos interessantes a contar. Pan acordou e ficou esperando terminamos de falar, mas nem eu ou ela tínhamos percebido-a, por isso, após esperar tanto, a neta se irritou

- Você veio aqui conversar comigo ou minha avó?
- Vamos ao seu quarto?

Ela me levou até seu quarto e me disse que tinha conseguido virar super sayajin, e me contou que estava treinando com seu pai e avô quando ambos a ignoraram por um bom tempo, ela é desse tipo, logo se irrita quando a ignoram ou esquece dela. Típico gênero de pavio curto é grande temperamento. Também contei sobre minha história de me transformar, ela apenas sorriu e me convidou a treinar, liberando todo nosso ki ao extremo, ela ganhou de mim, mais ela começou a treinar primeiro! Que injusto! Enfim, consegui controlar meu super sayajin com mais facilidade, e ativa-lo e desativa-los com mais! Voltei a minha cidade onde uma catástrofe aconteceu: prédios destruídos, corpos no chão, lágrimas, sangue e terror em minha cidade, olhei em volta e apenas minha casa estava intacta, entrei lá, minha família e Goten se reuniam alegres. Respirei aliviada, meu corpo sem motivo estremecia e fui forçada a chegar bem perto deles onde uma esfera negra se reunia em meu punho, tentei me controlar mas meu corpo não obedecia! Meu corpo voltou a tremer até dizer

- Hakai!

Num piscar de olhos os quatro estavam mortos, meu corpo voltou a me obedecer, escoriam lágrimas de meus olhos e olhei para minhas mãos que tremiam, gritei alto o suficiente para o mundo ouvir, um grito desesperado que me fez acordar, minha mãe estava na frente de minha imensa cama me olhando sem entender o que se passava

- Eu entendi que você tem pulmão - ela riu - teve um pesadelo?
- Um horrível! A cidade estava destruída e meu corpo foi forçado a destruir você, Trunks, papai e Goten. Eu matei minha família e a pessoa que amo com todas minhas forças - as palavras escorreram de minha boca me fazendo admitir minha paixão, meu rosto avermelhou mais que os olhos de Sheilong, cobri minha boca com minhas mãos mas ela entendeu que eu estava apaixonada, fechou a porta e me olhou surpresa, juntamente com um sorriso grande e sincero
- Você ama ele? Filha! Ele é seis anos mais velho, você tem 19 e ele 25! 
- Idade é apenas um número quando se apaixona - suspirei 
- Espero que saiba que problema se meteu - ela tirou o sorriso que estava estampado - ele ainda é filho do Goku, que é um idiota. Saiba que será difícil conquista-lo, sempre te viu como uma irmã
- Sim, mas conquistar o Vegeta também foi difícil, não? - dei uma pequena risada
- Não mude de assunto! - ela fica com raiva - alguém mais sabe desse assunto?

Balanço minha cabeça afirmando que não, ela me aconselha contar a Pan, que é minha melhor amiga. Hesito bastante, não sei se é a melhor ideia contar a ela que sou perdidamente apaixonada por seu tio. Ligo meu celular, e ligo nervosa, felizmente ninguém atende, liguei uma segunda vez para poder dizer que tentei. Meu coração para por um momento quando ela atende, gaguejo e evitei falar mas ela percebeu meu estranho comportamento e deduziu que tinha algo a lhe contar e me alerta que viria a minha casa. Agora estou feita!

Horas e horas se passam, rodava pensando no que falaria, lógico que não ia simplesmente lhe dizer "eu tenho vontade de rasgar a roupa do seu tio é que ele retribua" ou "sabe do seu tio? Aquele cara que faz eu ficar totalmente vermelha só de pensar, pois é, eu o amo". Aí complica minha situação, minhas mãos suam e meu cérebro me deixa na mão, sem dar criatividade o suficiente para pensar em algo. A campainha toca e meu corpo não se mexia! Sabia que era a Pan e não queria descer para vê-la, infelizmente, ela abriu a porta de meu quarto, ela adivinhou que seria algo grave e me fez desembuchar 

- Pan, eu te chamei aqui pois uma coisa andou acontecendo comigo que não consigo evitar, me prometa antes de mais nada que mesmo sabendo disso, continue sendo minha amiga. Por favor!
- Diga…- ela parecia estar entediada
- E-eu estou a-a-apaixonada!
- Uau! - ela se surpreendeu, fazendo seu celular cair - pelo que você me disse, você nunca se apaixonou! Quem é o sortudo?
- Então… sobre isso… me desculpa, sério mesmo
- Desembucha mulher! Eu não vou ficar com raiva
- Não consigo explicar em palavras - simplesmente a palavra "Goten" não saia!
- Vamos fazer um jogo então! Eu faço perguntas sobre ele e vou tentar adivinhar quem é…… qual é a cor do cabelo?
- Preto
- Tem um emprego?
- Sim
- Tem olhos de que cor?
- Preto também!
- Ui, esse é do meu tipo, tenho chance com ele?
- Nenhuma!
- Nossa… que grossa - ela cruza seus braços, mas ignora - por que não tenho chances?
- Ele nunca ia querer namorar com a sobrinha - Droga! Por que eu não consigo guardar um segredo?!
- G-G-G-Goten……… você gosta do meu…tio?!
- Surpresa - fiz um sorriso falso para disfarçar, ela cai madura em minha cama, e parecia bem pálida, parecia um disco quebrado, repetindo o nome dele por algum tempo até voltar a falar como gente
- Sorte sua que quero que você seja a mãe dos meus priminhos, em troca, se você tiver uma filha o nome dela vai ser Pan
- Vou pensar nesse assunto
- Então… faltam 6 dias para meu tiozinho voltar, minha mãe e avó estão preparando uma festa para ele, seria a chance perfeita para você fazer amizade com sua futura sogra, porque até agora para ela você é a menininha mimada de sempre

Pois é, discutimos essa festa dele por um bom tempo, estava escurecendo quando fui para cama, não conseguia dormir, porque não parava de pensar nesta sua volta, sobre a possibilidade de ficarmos juntos ou de poder re-velo, uma coisa que ela revelou que ele traria a Satan City 2 discípulos, quem é? Não sei… enfim, consegui adormecer as 3 da manhã,  não deixava se pensar em quem seriam ambos. Acordei cedo e coloquei uma roupa agradável, uma blusa verde-lima junto com uma bermuda jeans, fiz um coque em meu cabelo deixando mexas soltas, para lembrará o cabelo de Chichi, fui a cozinha e comi uma grande tigela de cereal, uma coisa que percebi que ninguém estava na casa, procurei em todos os cômodos que estavam vazios, peguei meu carro e fui para a casa de minha amiga Pan, toquei a campainha e quem atendeu? Minha mãe! Ela me alertou que tinha ido ajudar a amiga e que meu pai e irmão treinavam com o avô e pai de minha amiga, assim como ela estava na casa de Marron para ajudá-la a escolher suas roupas. Chichi admirou meus cabelos e me convidou a entrar, faltavam chegar várias coisas: bancadas, uma linda fonte no meio, equipamentos tecnológicos e etc… passamos a tarde inteira planejando o espaço do jardim, onde aconteceria a festa, pilares e algumas decorações foram compradas, estávamos voltando para casa quando minha mãe me levou a uma loja de joias, comprei um colar de ouro, que não aparecia muito, uma coisa simples. Bom, chegamos em casa onde tinha que fazer um trabalho para a festa: criar uma playlist de musicas e enviar para Chichi escutar. Passei a madrugada a procura e confesso que é difícil, mas finalmente terminei de escolher tudo é fui dormir. No dia seguinte, ainda sonolenta, enviei a playlist, que tive uma terrível resposta! O que aconteceu que invés de escolher a pasta "Musicas da festa Goten" escolhi "Musicas Bizzaras". Chichi parecia furiosa e depois de um tempo veio até nossa casa, minhas mãos suavam. Em vez de conversar com minha mãe, foi diretamente ao meu quarto
- Isso é um tipo de piada garota? Essas são as musicas para o meu filho?!
- Calma! Eu enviei a errada! Essa é a verdadeira - mostrei meu celular e ela parecia tranquila, sentou-se em meu lado e lhe dei um fone de ouvido. No final das contas ela parecia ter adorado

Ela estava indo até sua casa quando minha mãe lhe ofereceu uma carona, mas tarde, na hora do almoço sua neta me ligou pedindo ajuda no vestido

* ligação On: Pan ---------> Bra 

- Diz! - falava com ironia
- Eu não tenho vestido - ela parecia meio tímida
- Ué! Você não ajudou Marron no dela? Como você está sem?
- A gente escolheu um lindo que só tinha um exemplar
- Tá, eu sei de uma loja de vestidos, vá na minha casa

* ligação off
 
Ela realmente chegou, e liguei meu carro, e fomos a tal loja, ela escolheu um vestido vermelho sem mangas que bate na metade de sua coxa junto com um cinto marrom, eu escolhi um branco, onde tem um decote nas costas e bate até o final de minhas pernas. Parece um vestido de noiva, porem, mais curto, com menos rendas e com duas mangas longas. Chichi havia me chamado para ajudar a arrumar as decorações que haviam chegado, ajudei a montar as coisas com minha força sob humana e levei a fonte até o local, minha mãe ajudou a instalar e para sair a água era apenas necessário apertar um botão, coloquei os bancos de parque no jardim junto com uma mesa de bufê onde ficara as comidas. Estava escurecendo e fui para casa, no dia seguinte fui acordada por Trunks que tinha uma noticia qual me deixou de queixos caidos



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