História O Sol Que Aquece o Meu Inverno - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Galee, Gruvia, Jerza, Nalu
Visualizações 162
Palavras 2.326
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiee! Dessa vez eu quase cumpri com o prometido, e sabe porquê? Porque o capítulo tá pronto desde ontem, mas eu demoro um bocado pra digitar..
Muito obrigado pelos favoritos e pelos comentários, vocês são D+,D+ com D maiúsculo. Sério muito obrigado, desculpem se o capítulo estiver meio paia...
As "lanternas" mencionadas no capítulo, são essas da capa. Sem mais delongas..

Boa leitura.

Capítulo 12 - Fase 12: O Festival


Fanfic / Fanfiction O Sol Que Aquece o Meu Inverno - Capítulo 12 - Fase 12: O Festival

- Mas de qualquer forma, essa noite tem que ser inesquecível.

- Huu

 

Luce não disse mais nada. Fechei a porta do carro e dei a partida. Depois de alguns segundos meu celular começou a tocar.

 

- Luce pode atender pra mim?

- Claro.- pegou o celular no bolso da minha jaqueta e atendeu a chamada- Moshi-moshi... Lucy-desu... Sim, ele está... Espere um pouco por favor.- afastou o celular do ouvido e o tampou com a mão- É um tal de Gray, disse que tem algo importante pra tratar com você.

- Põe no viva-voz por favor.

- Ok.- fez o que eu pedi e logo ouvi a voz do Gray

- 'Natsu?'

- Fala Stripper.

- 'Não me chame disso Foguinho.'- disse seco e eu ri

- Fala logo o que você quer.

- 'O que aconteceu com você? Hoje teve ensaio da banda e você não veio. Esqueceu que daqui alguns dias vamos ter que tocar lá facul?'

- Não, eu não me esqueci. É só que hoje não deu pra ir, o dia foi corrido.

- 'Se estava com problemas devia ter avisado.'- suspirou

- Foi mal.

- 'De boa, mas por que você não veio aqui em casa agora à noite?'

- Tenho um encontro agora.- a Luce corou, eu definitivamente, AMO quando ela fica corada

- 'Com a garota que atendeu o celular?'

- Exato.

- 'Ela tem uma voz bonita.'

- Ah se fosse só a voz... Mas vamos parar de falar da minha futura mulher. Era só isso?

- 'Por enquanto, sim.'

- Então te vejo na faculdade amanhã.

- 'Ok. Falow, Foguinho.'

- Tchau Stripper.

- Já falei pra nã...- encerrei a chamada

 

Luce ficou me encarando com uma certa vergonha

 

- O que foi?- perguntei

Como assim encontro?

- É, um encontro horas, não importa de que ângulo você veja. E por que você está reclamando? Parece até que não quer sair comigo.- me fiz de ofendido

- Não é isso... Ah esquece.- sorri- Mas mudando de assunto, você tem uma banda?

- Não, eu faço parte de uma banda. Mas é só um passatempo nosso.

- Hmm... E quem tanto, faz parte da banda?

- Eu, o Gray, o Gajeel, a Erza, e de vez em quando o seu irmão.

- Qual a posição de cada um de vocês?

- Eu sou o vocalista, o Gray toca a guitarra, o Gajeel fica no baixo, e, a Erza e o Sting ficam na bateria. O Sting é tipo o substituto da Erza.- ela riu

- Entendo... E qual é o nome da banda?

- Não temos um nome, como eu disse, é só um passatempo, não é nada oficial. A gente só toca de vez em quando lá na faculdade. 

- Entendo..

- Ah, chegamos.- estacionei o carro e saí do mesmo, depois abri a porta pra Luce sair.

- Boliche...

- Sim, boliche.

- Não acho que eu esteja com uma roupa apropriada pra esta ocasião..- olhou pra roupa que estava usando

- Relaxa, só vamos jogar se você quiser.- Eu vim aqui por outro motivo.

 

Narração: Autora

 

Natsu pegou na mão de Lucy e os dois entraram no local. Ele a guiou até uma mesa onde se encontravam duas garotas, uma ruiva e uma morena. Essas eram, Erza e Cana.

 

- Yo Erza, e aí Cana.- Natsu cumprimentou assim que se aproximou das jovens. Cana cumprimentou Natsu com um simples aceno

- Fala Cabeça-de-Fósforo.- Erza tinha um tom meio rude, mas no fundo, bem no fundo mesmo ela era amigável

- Trouxe o que te pedi?- perguntou Natsu

- Por isso estou aqui.- Erza disse, enquanto procurava algo em sua bolsa.-Aqui.- entregou o "algo" para Natsu e voltou a tomar seu suco.

- Obrigado.- guardou o "algo" no bolso da jaqueta e se virou para ir embora

- Espera aí esquentadinho.- levantou e foi até a loira, que estava atrás do rosado- Qual o seu nome?- perguntou meio rude

- L-Lucy.- respondeu com certo medo

- Ela que vai ser a mãe dos seus dois filhos?- perguntou para o rosado num sussurro, o mesmo só confirmou com a cabeça- Tem bom gosto. Prazer loira, eu sou Erza Scarlet, prima dele.- apontou para Natsu

- O prazer é meu.- disse a loira

- Ei Natsu, não acha que ela se parece demais com a mãe do Sting?

- Verdade né..- fingiu analisar a loira.- Bom, te vejo amanhã, tchau.

 

Natsu agarrou a mão de Lucy e se afastou de Erza

 

- Quer comer alguma coisa?- perguntou pra Lucy

- Não.

- Então vamos para o nosso real destino.

- Pensei que esse fosse o nosso destino.

- Não, eu só vim aqui pra falar com a Erza.

- Hmm... E pra onde nós vamos?

- Surpresa.

- Imaginei...- disse num tom de derrota

- Ah não fica assim. Você ai gostar de lá.

 

Os dois dois foram até o carro e adentraram o mesmo. Natsu seguiu por uma rua mais movimentada, estacionando alguns segundos depois, perto de um prédio. Natsu saiu do carro e abriu a porta pra Lucy (Olha só que cavalheiro hein) e estendeu a mão para que ela se apoiasse.

 

- Vamos?- perguntou Natsu

- Vou acabar me acostumando à mordomia Sr Dragneel.

- Não tem problema.

 

Os dois seguiram até o outro lado da rua, onde estava acontecendo um festival. Lucy ficou maravilhada com aquilo, era algo novo, e Lucy amava descobrir coisas novas.

 

- Incrível.- foi a única coisa que ela conseguiu dizer

- Não é? Eu falei que você ia gostar.

- O que eles estão comemorando?- perguntou enquanto observava algumas pessoas que estavam carregando algo que parecia ser uma lanterna

- O aniversário da princesa perdida.

- Sério?- perguntou com os olhinhos brilhando

- Não.- e lá se vai o brilho dos olhos de Lucy- Na verdade, isso é meio que uma tradição.

- E quem foi que começou essa tradição?

- Um casal. Tetsuya Kakihara e Aya Hirano. Eles eram duas crianças quando se conheceram, estavam sempre juntos. Na adolescência, os dois começaram a namorar escondido, uma vez que os pais de Testuya não aceitava a relação deles, pelo simples fato de Tetsuya ser de linhagem rica e importante, e Aya ser de família pobre. A família Hirano servia à família Kakihara.
O Sr Kakihara descobriu sobre o namoro dos jovens e desempregou toda a família de Aya. Mas o casal continuou se encontrando. Toda noite Tetsuya montava em seu cavalo e partia para uma pequena vila na qual Aya morava, ele sempre partia às 22h e voltava às 2h da madrugada, nesse ritmo ninguém desconfiaria de nada, porque ninguém ficava acordado até 22h, e ninguém acordava antes das 2h. Só que Tetsuya não estava contando que em certa noite seu pai teria insônia. O Sr Kakihara levantou às 21h58 porque não conseguia dormir e decidiu tomar uma água. Mas ele acabou ouvindo alguns barulhos do lado de fora e resolveu verificar do quê se tratavam os ruídos, ele se aproximou da janela devagar e levantou poucos centímetros da cortina, e ele viu Tetsuya montado em seu cavalo, pronto para sair. O Sr Kakihara chamou um dos guardas e mandou que seguisse seu filho, e assim o guarda fez. Tetsuya foi para a pequena vila e, como de costume, ficou lá até as duas da manhã, e voltou para sua casa, e ele não desconfiou, em momento algum, que estivesse sendo seguido. O guarda,por sua vez, relatou tudo o que viu para o pai do rapaz, desde o momento em que o jovem saiu, até o momento em que ele voltou. O Sr Kakihara ficou furioso e ordenou aos guardas que matassem Aya. E para que  seu filho não desconfiasse de nada, ele fez um festival, em homenagem à Tetsuya, e como ele era o centro do festival, não poderia sair de lá antes da meia-noite. E para se certificar de que seu filho não sairia dalí, o Sr Kakihara disse que as pessoas das outras vilas também iriam participar. Tetsuya acreditou nas palavras de seu pai e resolveu esperar por Aya.
O festival começou às 20h, Tetsuya esperou por Aya até às 21h, mas ela não apareceu, então o rapaz decidiu ir atrás de sua amada, ele conseguiu sair sem que fosse visto por seus pais. Montou em seu cavalo e foi até a pequena vila, deixou o cavalo escondido na floresta ao notar que havia guardas alí. Foi até a casa de Aya e bateu na porta, a mãe dela atendeu, enquanto isso, Aya estava em seu quarto, sentada de frente para a janela, estava a observar a lua. Tetsuya se aproximou devagar e a abraçou por trás, Aya sorriu com a ação de seu amado e se virou para encará-lo, os dois se beijaram e Tetsuya contou que os guardas estavam por todo canto da vila. Aya disse que talvezz eles estivessem alí para matá-la. Os dois conversaram sobre o assunto e decidiram fugir. Aya foi se despedir de seus pais, enquanto Tetsuya estava do lado de fora da casa, vigiando para ver se nenhum guarda se aproximava. Depois que Aya se despediu de seus pais, os dois foram em direção à floresta, onde Tetsuya havia escondido seu cavalo. Montaram no mesmo e entraram na floresta. Alguns minutos depois, eles notaram que estavam sendo seguidos. Tetsuya soltou o cavalo e entrou numa caverna, conseguindo despistar temporariamente os guardas. Depois de alguns minutos, quando tiveram certeza de que não havia mais ninguém por perto, o casal começou à escalar uma montanha, quando chegaram no topo começaram à correr, depois de muitos minutos correndo, eles se viram numa situação difícil, estavam na beira de um penhasco, os guardas haviam alcançado eles, a única solução era pular, e foi isso que fizeram. Os dois se beijaram uma última vez, deram as mãos e pularam. Depois disso, a única coisa que os guardas viram, foi uma lanterna, a mesma voou pra longe, e pousou em um rio. Uma jovem que estava alí por acaso, viu a lanterna e a pegou, na lanterna estava escrito:"O amor não tem idade, não tem raça e nem classe social. Ele não tem data certa pra chegar, apenas acontece.", a jovem levou a lanterna até sua casa e mostrou para sua família. Todos alí estavam prontos para ir pro festival, eles acharam que aquela lanterna era parte do mesmo então no meio do caminho eles pararam e compraram lanternas para todos alí, e cada um escreveu uma frase bonita e romântica e quando estavam perto do festival, soltaram as lanternas. E foi assim que nasceu essa tradição.

- E o que aconteceu com o casal?

- Ninguém sabe, essa história tem um final alternativo. Alguns dizem que eles morreram, outros dizem que eles estão vivos até hoje, etc.

- Entendi..

 

Os dois andaram pelo festival e o aproveitaram ao máximo, Natsu ganhou muitos prêmios nos jogos de mira, e todos os prêmios ele deu à sua querida Luce. Já era meia-noite, os dois estavam sentados na grama...

 

- Luce, na verdade, eu tenho um motivo pra ter te chamado aqui.

- E qual é?- perguntou olhando para Natsu. O mesmo levantou e a ajudou levantar também, Natsu se ajoelhou na frente dela e retirou do bolso da jaqueta, a caixinha que recebera de sua prima horas atrás. Lucy arregalou levemente os olhos

- Isso pode parecer bem clichê mas vamos lá né, já cheguei até aqui... Lucy Heartfilia,- falou sério olhando nos olhos de Lucy- calma que eu não vou te pedir em casamento ainda.. Luce, eu não sou um cara perfeito, não tenho palavras bonitas pra fazer esse pedido, mas eu gostaria que soubesse, que eu te admiro muito, você é uma pessoa fantástica, você mexeu comigo desde a primeira vez em que eu te vi, e você me surpreende bastante, porque o que eu vi em você pela primeira vez, foi uma mulher forte, mas frágil e delicada, que precisava de proteção, e no começo eu achei que era só isso que eu sentia por você, um desejo de te proteger. Mas eu estava enganado, o que eu sentia e sinto por você é algo maior, algo tão grande que não pode ser expressado em meras palavras. E é por isso que eu estou aqui, agora, fazendo essa coisa brega, faço minhas as palavras daquele casal, 'o amor não tem idade, não tem raça, nem classe social. Ele não tem data pra chegar, simplesmente acontece.', e foi assim comigo, simplesmente aconteceu. Por isso, Lucy Heartfilia, você me daria a chance de continuar te amando e te protegendo de qualquer perigo? Você estaria disposta a amar esse cara cheio de defeitos, e a andar do lado desse idiota ciumento pra sempre? Sendo mais direto, você quer namorar comigo?- Lucy ficou boquiaberta com as palavras do rosado.

- Seu bobo, mas é claro que sim.- Natsu levantou e beijou Lucy- Não precisava disso tudo.

- É claro que precisava.- a beijou novamente e abriu a pequena caixa

- São lindos.- disse ao encarar os anéis

- São alianças de compromisso, pedi pra Erza fazer pra mim já que os pai dela trabalham com isso. Na sua aliança tem o meu nome e na minha tem o seu.- pegou uma das alianças e pôs no dedo anelar direito de Lucy, logo ela fez o mesmo, pegou a outra aliança e pôs no dedo anelar direito de Natsu- E agora o mais importante.- pegou uma lanterna e escreveu seu nome, depois deu a lanterna à Lucy e ela fez o mesmo, depois os dois escreveram a mesma frase que Aya e Tetsuya escreveram, logo soltaram a lanterna e observaram ela subir, seguida de outras milhares de lanternas.

- Essa noite com certeza está sendo inesquecível..- ficou na ponta dos pés e passou os braços pelo pescoço de Natsu

- Com toda certeza.- se curvou um pouco e beijou aquela que já podia chamar de 'sua'.


Notas Finais


E foi isso minha galera linda.
Os personagens, Aya Hirano e Tetsuya Kakihara, são na verdade, os dubladores do Natsu e da Lucy. Dito isso... Flw :3


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