História O sórdido feitiço de Emily - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Leigh, Lysandre, Personagens Originais
Tags Fetiche, Leigh, Lysandre, Menage A Trois, Sexo, Threesome
Visualizações 104
Palavras 3.155
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Harem, Hentai, Josei, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Noite entre vitorianos


Fazia três dias que estava na minha cidade natal. Tive tempo o suficiente para organizar a casa e comprar aparatos para a minha tão sonhada noite. E a fortuna novamente tinha sorrido para mim. Acontece que, antes do convite, passei muitas horas conversando com Lysandre, que se mostrou entusiasmado com a ideia de reencontrarmos para uma conversa. Entre tantos assuntos, acabei por descobrir que Leigh e Rosalya estavam brigados e, segundo o meu amado vitoriano de cabelos brilhantes, o irmão andava fragilizado e solitário desde o ocorrido. Mostrando-me muito comovida, pedi que Lysandre o convidasse também, pois uma noite entre amigos era tudo o que Leigh precisava. E eis que ambos aceitaram o meu convite.

Com a casa organizada, perfumada e ricamente decorada, um bom vinho, e uma refeição apetitosa, que eu mesma preparei, tudo estava perfeitamente planejado para o meu bote. Vesti-me de modo provocante, deixando os meus belos seios bem à mostra. E a lingerie foi cuidadosamente escolhida, para instigar a imaginação dos irmãos, que não tardaram em chegar. Educadamente ofereceram-me um presente, como forma de agradecimento pelo convite. Tratava-se de uma delicada blusa negra e cinza, em estilo vitoriano. Ambos tinham participado da confecção – visto que Lysandre, quando não se apresentava com a sua banda, ajudava o irmão na loja de roupas –, o que achei deveras encantador.

Ofereci-lhes, pois, o jantar: um belo peixe assado, como ambos apreciavam. E, junto com o mesmo, também ofertei vinho tinto, apenas um pouco, para desinibi-los, visto que Lysandre continuava o mesmo tímido de sempre, e Leigh parecia distante – provavelmente estava pensando em Rosalya. Mas, não por muito tempo, pois eu iria confortá-lo carinhosamente naquela noite. De modo assaz prestativo, ambos se ofereceram para organizar a cozinha. Tempos depois, fomos até a sala; liguei o estéreo, e servi mais vinho, porém, desta vez, já com o meu elixir mágico. E, enquanto o efeito não surtia, aproveitei para melhorar o ambiente. Acontece que tinha deixado algumas velas espalhadas pela sala, bem como tinha colocado no estéreo um pen-drive com músicas provocantes. Bastou, pois, acender todas elas, apagar a luz, e selecionar a minha playlist especial.

Quando voltei a sentar-me sobre o sofá, entre os irmãos, ambos já se mostravam em um estado de consciência alterado: estavam com as suas peles deveras cálidas, as maçãs rubras, e algumas gotículas de suor tinham se formado sobre as suas frontes.

– Hoje a noite está um tanto quente, não? Se quiserem, podem tirar os seus casacos – Disse, inocentemente, enquanto com a mão direita acariciava a coxa de Lysandre, e a esquerda passeava sobre a de Leigh.

Ambos concordaram sem hesitar. Assim, levantaram-se, retiraram os seus casacos, e os colocaram sobre um balcão, que ficava perto da porta principal. Quando voltaram a sentar-se, eu sabia que era o momento de começar o meu ataque.

– Hoje você está especialmente belo, Lysandre. E você também, Leigh – Disse, usando a minha mão direita para acariciar a região íntima de Lysandre, enquanto a esquerda fazia o mesmo com Leigh.

Ambos me olharam confusamente, como se, ao mesmo tempo em que estivessem surpresos com a minha atitude, também esperassem que aquilo não fosse uma brincadeira minha. E eu tive certeza disto quando senti os sexos deles pulsarem embaixo de suas calças. E, apesar de desejar vê-los nus, finalmente concretizando o meu plano, controlei-me. Afinal, não é sempre que algo desta natureza acontece, sendo assim, é melhor apreciar cada momento, vagarosamente, deliciosamente bem devagarinho. Um pouco mais desinibida, beije breve e suavemente os lábios de Lysandre, sem sequer usar a língua. E, em seguida, fiz o mesmo com Leigh.

O meu antigo colega de classe mostrou-se mais interessado, visto que, logo em seguida, roubou-me um ardoroso beijo de língua, empregando todo o seu vigor, todo o seu ardor. Mas, Leigh ainda estava um pouco retraído, como se algo nele o alertasse de que aquilo era errado, visto que era um homem comprometido. Bem, mais hora, menos hora, ele acabaria cedendo. E, enquanto isto, eu me divertia com o seu irmão. Lysandre parecia dominado por toda a sua sexualidade, pois já não se mostrava o costumeiro introvertido. Ele colocou-me sobre as suas coxas, deixando os nossos sexos perigosamente próximos. Enquanto premia firmemente a minha cintura, beijava o meu pescoço, algumas vezes o mordendo afavelmente. Leigh apenas observava, mas pude notar que, aos poucos, ele estava se interessando.

Dominado pela luxúria, Lysandre segurou firmemente a minha alva camisa, abrindo-a bruscamente, de uma só vez, tanto que um dos botões descosturou. E não demorou sequer um segundo para tirá-la por completo e mergulhar a sua face entre os meus seios, cobertos pelo meu negro sutiã. Leigh, por sua vez, começou a desatar o lenço do seu pescoço, enquanto nos observava fixamente. Desejando fazê-lo se soltar, beijei Lysandre pela última vez, e sentei-me sobre as coxas de Leigh, movendo-me sensualmente, fazendo movimentos circulares com o quadril. Ele estava petrificado, apenas observando o meu comportamento, enquanto engolia a seco todo o seu ímpeto. E, após algum tempo, cansado da passividade, segurou vorazmente os meus seios. Lysandre, nesse meio tempo, já tinha se despido do seu lenço e do seu colete.

Notando o desejo reprimido de Leigh, resolvi tomar a iniciativa. Deste modo, comecei a retirar a sua camisa, lentamente deixando a sua pele aparecer. E estava mais forte do que antes, ainda mais belo e fascinante. Famintamente lambi e suguei todo aquele peito desnudo. Mais relaxado, ele fechou os olhos e deixou escapar alguns gemidos abafados. E, enquanto deslizava a minha língua sobre a sua aréola direita, olhava provocativamente para Lysandre, que já tinha retirado a sua camisa, como se esperasse receber o mesmo tipo de tratamento. Porém, resolvi agradar um pouco mais o seu irmão. Cansada de degustar aquele másculo peito, resolvi subir para o seu pescoço e, em seguida, beijei-o despudoradamente, pressionando propositalmente o meu sexo contra o dele.

Vendo que, finalmente, Leigh estava completamente entregue, para ser justa com ambos, sentei-me entre eles, e passei a intercalar os beijos, enquanto as minhas mãos exploravam aquelas apetitosas coxas e sexos vigorosos. Lysandre, após deixar-se acariciar por um longo tempo, resolveu explorar mais o meu corpo. Então, saiu do sofá, colocou-se de joelhos diante de mim, retirou as minhas sandálias, e beijou os meus pés brevemente. Enquanto isto, Leigh mordiscava o meu pescoço e ombros esquerdos. Em seguida, Lysandre começou a desnudar-me da minha negra e aderente calça de couro, lambendo cada pedaço de pele que ia aparecendo. Sentia-me como a rainha daquele ambiente, cercada de seus leais escravos, prontos para atender a todos os meus pedidos.

Lysandre, após tirar a minha calça por completo, posicionou-se entre as minhas coxas, e começou a sugá-las sensualmente, como se saboreasse um suculento fruto proibido. Leigh, cada vez mais tresloucado, retirou o meu sutiã e passou a acariciar e lamber os meus seios, vagarosamente e de modo assaz aprazente. Era impossível descrever o que eu sentia naquele momento, mas posso afirmar que a minha libido nunca atingira graus tão elevados quanto naquela noite. Após deleitar-se o suficiente, Lysandre voltou a sentar-se, passando a mordiscar a minha aréola direita, enquanto Leigh se ocupava com a esquerda. Cada um satisfazia um dos meus seios, deixando o meu sexo cada vez mais suplicante.

Ao ver que outra parte do meu corpo precisava de atenção, Leigh ajoelhou-se entre as minhas pernas, rapidamente tirou a minha calcinha, e passou a usar a sua língua para contornar a minha rósea concha, já completamente úmida. Enquanto ele sugava o meu clitóris, Lysandre beijava-me com furor, apertando vorazmente os meus seios, que também estavam molhados, graças às sedentas carícias que tinha recebido. Não demorou muito para que eu me entregasse ao primeiro êxtase daquela noite. E, ao notar as minhas pernas trêmulas, Leigh fitou-me e sorriu atrevidamente, voltando de imediato a lamber toda a minha concha. Ele a sorvia e a abocanhava como se estivesse devorando um saboroso morango.

Mas, era chegado o momento de retribuir àqueles agrados. Assim, levantei-me e olhei para eles de modo desafiador, e ambos entenderam o meu recado. Leigh agarrou-me por trás, segurando os meus seios afetuosamente, enquanto mordia o meu lóbulo e o meu lado esquerdo do pescoço. Lysandre, por sua vez, beijou-me gentilmente, segurando a minha face entre as suas mãos. Leigh, pouco tempo depois, foi deslizando os seus lábios sobre as minhas costas, fazendo-me arrepiar por completo. Nesse meio tempo, Lysandre voltou a beijar os meus seios, segurando-os de modo agradável e, em seguida, desceu até o meu ventre, acariciando-o e lambendo-o. Nisto, Leigh passou a morder e premer a minha popa, dando alguns suaves tapas.

Ainda mais alucinada, ajoelhei-me entre eles, tirei o cinto de Lysandre, abri a sua calça, desci parte da sua cueca verde esmeralda, e finalmente segurei a parte mais firme do seu corpo. Em seguida, vagarosamente comecei a estimulá-lo, deslizando suavemente a minha mão direita sobre ele, enquanto a esquerda passeava nos arredores daquela região. Leigh, mostrando-se desejoso de receber a mesma atenção, retirou o seu sexo para fora, olhando-me de modo um tanto suplicante. Assim, dividi as atenções, ocupando a minha mão esquerda com o inefável gládio de Lysandre, e a direita com a ardente hasta de Leigh. Definitivamente as joias daquela família eram especiais. Algo que nunca tinha visto antes. Se apenas o toque era deleitoso, mal conseguia imaginar como seria senti-los em ação.

Ansiando descobrir um pouco mais sobre aquelas poderosas e letais armas, abocanhei, de uma vez, a de Lysandre, enquanto continuava a estimular Leigh com a minha mão direita. O belo prateado não conseguiu conter um sôfrego gemido quando passei a deliciar-me com o seu sexo. Após colocá-lo todo na boca, tirei-o e passei a sorver apenas a extremidade rósea, enquanto segurava firmemente a sua base. Após suaves lambidas naquela parte, comecei a deslizar os lábios apenas em uma das suas laterais. E depois de um breve tempo jogando com a sua libido, finalmente passei a sugá-lo por completo, vagarosamente indo de uma extremidade à outra, como se estivesse saboreando um delicioso picolé de frutas tropicais. E, enquanto isto, eu continuava a acariciar a cada vez mais rija hasta de Leigh.

Desejando ser justa, resolvi que era o momento de degustar o Leigh. Assim, passei a excitar Lysandre com a minha mão direita, enquanto lambeava o sexo do belo moreno. Com ele não fiz jogos, fui direto ao ponto, sorvendo-o velozmente, ao que Leigh respondeu com uma sonora sequência de gemidos lânguidos. E, depois de tanto me deleitar com aquela apetitosa hasta, resolvi intercalar, ora bebendo da fonte de Lysandre, ora me saciando com Leigh. Já com as pernas um pouco laxas, o vitoriano de cabelos negros sentou-se sobre o sofá. Então, aproveitei a ocasião para tirar-lhe as botas, a calça, e a sua cueca cor vinho. E novamente tornei a me deliciar com ele. Lysandre, em seguida, também se sentou. Assim, repeti o processo. Finalmente estávamos todos desnudos.

Após mais um tempo agradando intercaladamente os rapazes, resolvi que era o momento de apimentar um pouco mais. Assim, fiz com que Leigh se sentasse na extremidade direita do sofá, coloquei-me de quatro em cima deste móvel, e voltei a sorver a hasta do moreno. Deste modo, Lysandre tinha a minha popa empinada em sua direção, para que fizesse com ela o que desejasse. Ele, então, ajoelhou-se no chão, e começou a me estimular com a sua ávida língua, que percorreu todas as pequenas partes da minha concha, deixando-a ainda mais úmida. Enquanto isto, eu usava todo o meu estímulo para saciar Leigh, que segurava os meus cabelos, fazendo uma leve pressão sobre a minha cabeça, como se desejasse que eu o sugasse por completo.

E, de repente, sem nenhum aviso, Lysandre penetrou-me por completo, de uma só vez. Excitada como eu estava, deixei escapar a hasta de Leigh, e soltei um forte e longo gemido. Com o joelho esquerdo apoiado no sofá, e o pé direito pisando firmemente sobre o chão, ele segurava com entusiasmo a minha popa, fazendo movimentos lépidos e plenos de furor. Eu só não gemia mais alto porque a minha boca estava completamente preenchida. Assim permanecemos por um longo tempo, até que um novo êxtase me enfraqueceu por completo. Já não tinha forças para ficar naquela posição. Mas, Lysandre não estava saciado e, ao ver-me fragilizada, propositalmente empregou mais ardor nos seus gestos, dando leves tapas na popa para enlouquecer-me ainda mais. Eu merecia aquilo, afinal, quem tinha me mandado brincar com fogo?

Porém, Leigh, ao ver que eu não conseguia mais estimulá-lo como antes, resolveu que era hora dele ter um pouco mais de ação. Desta maneira, fez com que me sentasse sobre as suas coxas, penetrando-me bem lentamente. Segurando os meus quadris, fazia eu me mover de modo circular, enquanto sorvia os meus seios. Lysandre apenas nos olhava com satisfação, talvez estivesse feliz em ver que o irmão, finalmente, estava recobrando a sua alegria. Contudo, esta calmaria durou por pouco tempo, pois o vitoriano de cabelos nevados fez com que eu me levantasse. Leigh olhou-o com cumplicidade, como se soubesse das intenções do irmão.

Leigh, então, deitou-se sobre o macio tapete da sala, e fez um sinal para que eu me aproximasse. Novamente sentei-me sobre a sua rígida hasta, e comecei a me mover para frente e para trás, com um pouco mais de velocidade. Lysandre continuava a nos fitar, porém, eu desejava que ele voltasse a participar. Deste modo, olhei-o de modo suplicante, contudo, maliciosamente ele riu e continuou sentado, apenas apreciando. Talvez acreditasse que o irmão precisava de mais atenção do que ele. Conformada, inclinei-me mais sobre Leigh, para que ele pudesse apreciar os meus seios. Segurando-os com grande paixão, ele aumentou o seu ritmo, fazendo com que eu delirasse de prazer.

De olhos fechados, apenas deixei que ele conduzisse a nossa dança erótica. Contudo, quando eu menos esperava, senti-me invadida. Lysandre, finalmente, tinha descoberto a passagem mais profunda da minha gruta. Sim, eu estava sendo penetrada pelos dois, como tanto sonhara. Mas, desta vez, o belo prateado empregava movimentos mais vagarosos, plenos de perversidade. Enquanto Lysandre segurava as minhas popas para melhor movimentar-se, o vitoriano moreno, agarrando os meus seios, os mordiscava e sorvia. Era uma sensação indescritível, e nem mesmo em meus sonhos eu poderia imaginar algo tão afrodisíaco... Tão voluptuoso... Tão excitantemente imoral.

Ambos movimentavam-se com uma vagarosa lascívia, deixando-me cada vez mais alucinada. Eram tão perfeitos que era impossível acreditar que nunca tivessem tido este tipo de experiência. Aquela costumeira timidez e falta de jeito sumiram por completo. Eu estava entre bestas ferozes, impudicas, e insaciáveis. Todo o meu corpo parecia sentir uma imensa carga de eletricidade atravessá-lo, deixando-me completamente extasiada. Era um prazer inigualável, que eu nunca tinha sentido antes. Um gozo profundo, que percorria todo o meu corpo, fazendo-o vibrar, fazendo a minha pele arder, como se estivesse sendo queimada viva. Eu sequer tinha forças para gemer, tamanho era o meu êxtase. Já não me mexia, apenas deixava que me conduzissem, como uma pequena folha que é levada e engolida pelo impetuoso oceano.

E, ao notarem a minha completa entrega, ambos passaram a se mover com mais fúria, como se não estivessem satisfeitos com a minha derrota. Pareciam dois vingadores, que não se contentam apenas com a morte do inimigo. Queriam ver-me completamente subjugada, ansiavam fazer com que eu ultrapassasse todos os meus limites. Testavam todas as minhas forças. Lysandre segurou-me pela cintura, penetrando o fundo da minha gruta com uma indescritível virilidade. Eu simplesmente estava deitada sobre Leigh, inteiramente imóvel, enquanto ele invadia a minha concha com pujança. Ter dois lugares diferentes acariciados por aquelas poderosas armas realmente era algo árduo... E perturbadoramente delicioso.

Eis que, de repente, eles pararam de me penetrar. Lysandre fez com que eu volvesse o meu corpo em sua direção e, logo em seguida, apertou e beijou os meus seios. Era a vez de Leigh descobrir a sensação de me invadir por trás. Assim, os papeis se inverteram: o vitoriano prateado passou a se deleitar com a minha concha, enquanto o moreno apreciava a parte mais estreita do meu corpo. Leigh segurava a minha cintura, enquanto Lysandre ocupava-se com as minhas pernas, fazendo com que ficassem bem abertas. E quando encontraram a posição adequada, novamente voltaram a empregar movimentos excitantemente velozes.

Apesar de exausta, estranhamente eu desejava cada vez mais. A minha maior aspiração era a de que aquela noite nunca acabasse. Tinha provado de tudo, e ambos tinham me explorado por completo. Conhecia o sabor de cada um deles, assim como os irmãos também tinham descoberto todos os meus segredos. Pena que tudo tem um fim. E o nosso estava próximo, ainda mais com aquelas extenuantes penetrações. E quando eu novamente atingi o êxtase, desta vez, completamente esgotada, senti o prazer de Leigh invadir-me, após ele dar uma última profunda e vigorosa estocada. Estava todo suado, e parecia mais cansado do que eu. No entanto, Lysandre ainda tinha forças para continuar a flagelar a minha frágil concha.

Apesar de estafado, Leigh ainda encontrou um resquício de energia para acariciar os meus seios com paixão, segurando-os como se fossem pedras preciosas que ele não desejava perder. Lysandre, por sua vez, parou de penetrar-me e passou a contornar a minha concha com a parte rósea do seu gládio, olhando-me de modo obsceno, como se me desafiasse e, ao mesmo tempo, desejasse prolongar aquele encontro erótico. Depois de me punir daquela forma, passou a penetrar apenas a sua extremidade rósea na minha concha, deixando-me cada vez mais impaciente. Sim, apesar de cansada, ainda tinha forças e queria vê-lo chegar ao êxtase também. E, para a minha completa surpresa, ouvi Leigh dizer, com uma voz sensual e abatida:

– Vai, acaba logo com ela.

Eu nunca imaginei que ouviria algo tão depravado sair daqueles lábios sempre calados e misteriosos. Lysandre, com um sorriso maligno, penetrou-me de uma vez, e voltou a empregar toda a sua vitalidade. E, claro, não tardou muito para que também chegasse ao êxtase, acompanhado de um longo e sonolento gemido. Era algo assaz excitante sentir o gozo de dois rapazes diferentes, em dois lugares diferentes. Nenhuma noite poderia se igualar àquela. Completamente satisfeita e ainda delirante, deitei-me ao lado de Leigh. Em seguida, Lysandre também se deitou, ao meu lado. Ficamos imóveis por um longo tempo, apenas apreciando e relembrando aquela transa inesquecível.

Acabamos adormecendo e, com isto, o efeito do meu elixir mágico passou. Atordoados, ambos acordaram, olharam-me com lascívia e vestiram-se. Despedi-me de cada um com um longo beijo. Apesar de confusos e relutantes, eles aceitaram esta última carícia minha antes de partirem. Tudo tinha valido a pena. Cada instante. Cada toque. Cada beijo. E cada... Bem, não preciso falar. E, depois desta experiência, tornou-se praticamente impossível sentir o mesmo prazer nos braços de apenas um homem por vez. Acabei viciada no número três. Teria que usar o meu elixir outras vezes, para sempre conseguir conquistar outras noites como esta. Afinal, se sexo já é bom quando praticamos sozinhos, imagine a três... 


Notas Finais


Bem, é isto. Espero que tenham gostado. Foi a minha primeira tentativa de escrever algo puramente erótico, e espero ter feito algo bom.
Se desejar que a protagonista viva outras aventuras, com outros rapazes, basta pedir. Caso muitas pessoas se manifestem, eu darei continuidade a esta fanfic.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...