História O sorriso de Kihyun 2 -Alguem Segure a Jaemim! - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens I'M, Ki Hyun
Tags Comedia, Filhos, Pais, Temporada Romance, Travessuras, Viagens
Visualizações 46
Palavras 1.840
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Saga
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 24 - O que é certo?


Fanfic / Fanfiction O sorriso de Kihyun 2 -Alguem Segure a Jaemim! - Capítulo 24 - O que é certo?

Joni on. 

 Mesmo eu querendo ir embora, e não dar mais despesas e trabalho ao senhor Kihyun, aceitei ficar na festa com eles, não só por consideração a tudo que ele fez por mim o dia todo, mas porque no fundo eu também queria me sentir parte de uma família, mesmo que eles não fossem, mesmo que isso acabasse amanhã cedo, eu estava tão feliz que tamanho sentimento não cabia dentro do meu peito, o sorriso não deixava eu esconder, e como eu ria da palhaçada da senhora Lay junto a suas amigas, e do senhor Kihyun que conversava animado com seus amigos, até mesmo dançamos uma musica latina a qual eu não conhecia, ficamos em forma de ''trenzinho'' e até mesmo o segurança se envolveu na brincadeira, de pouco em pouco o Senhor Hoseok trazia coisas para comer e beber a mesa aonde eu e meus amigos estavam, amigos esses que eu preferia que não estivessem aqui, não por que eles eram garotos de rua, por que não eram, mas por que suas roupas de marcas e seus rostos angelicais enganavam bem o caráter daqueles quatro garotos, mas o que eu poderia fazer, se eu contasse ao senhor Kihyun, o por que sou amigo de quarto adolescentes rebeldes talvez eu o decepcionasse, e também, amanhã ele já esqueceria da minha existência, não tinha por que eu incomoda-la com as coisas erradas em que eu me envolvia, prefiro deixar essa lembrança de bom garoto que ele criou sobre mim. 

-Hei Joni – Ricky uns dos garotos, o mais velho de 19 anos chamava minha atenção - Que horas que essa festa vai acabar, temos um trabalho para você!  

-Eu não sei, mas não voltarei para a biblioteca hoje. 

-Esses caras devem ser cheio de dinheiro –Agora era vez de Mark falar – Deveria se aproveitar Joni, o relógio do daquele ali –Ele apontava para Hoseok – Deve valer bastante! 

-Por que vocês só pensam em roubar, vocês tem tudo! - Respondi incrédulo com a ideia  

-Não pensamos por nós Joni, pensamos por você, você tem que parar com essa mania de ser honesto, olha você cara! - Rick apontava para mim – Ta arrumado agora, mas sabemos que amanhã nem o que comer você tera – Ele se aproximava mais de mim – O mundo é dos espertos Joni, quando você vai aprender isso? 

-Eu não roubo Ricky, as pessoas não têm culpa da vida que eu levo!  

-Elas tem sim – kelwin o pior de todos respondia – Elas tem por que te tratam como lixo, fingem que não te veem, te ignoram saem de perto de você, elas não se importam com você Joni, nem mesmo esse japonês ai, ele deve ser aqueles religiosos que ajuda um pobre coitado apenas para guardar um lugar no céu, mas acredite em mim Joni, é outro hipócrita. Você sabe disso mais do que nós, sabe que amanhã ele irá se gabar de ter ''feito uma boa ação'' mas você continuará na rua, passando fome, sujo, sendo tratado como merda! 

-Não é japonês Kewin, é coreano, e não importa se ele irá fazer isso, eu não irei rouba-lo!  

 Mesmo eles me olhando como se eu fosse a pessoa mais burra da face da terra, eu não me importei, mantive minha opinião sobre aqueles homens, mantive o pouco de dignidade que ainda me restava, eu sabia bem o que eu passava nas ruas, mas isso nunca justificaria roubar alguem, ainda mais alguém que só me fez bem. 

-Eu recebi uma mensagem agora, preciso de você Joni –Ricky falava pousando uma mão em meu ombro – Se quer ser bonzinho com os ricaços ai tudo bem, mas da para trabalhar, o cara não esta longe daqui, esse povo está tão bêbado que não darão por sua falta – Ele colocava dois saquinhos de farinha no bolso do paletó - Vá rápido, ele está esperando na rua de tras da boate, pegue metade do pagamento para você e restante você me trás!  

 Respirei fundo e olhei para os adultos que dançavam alegremente, agradeci por ninguem ter percebido o que Ricky havia acabado de colocar, bom eu achava que ninguem tinha percebido, pois quando eu já estava chegando a saida de emergencia, tentando sair sem ninguem me notar, senti um mão me puxando pela gola de tras do paleto, olhei assutado me deparando com aquela bela menina de pele morena, ela me olhava de uma forma repreensiva e isso me deixou preocupado. 

-Me da! - Ela estendia as mão abertas – Me da agora, se não eu vou la contar para meu tio o que seus amigos estão falando para você fazer com eles, e o ''trabalhinho'' que eles te deram..me da! 

-Do que você esta falando – Olhei para o lado tentando disfarçar. 

-Olha aqui garoto, eu ouvi tudo, e vi o que aquele grandão colocou no seu bolso, e você não vai fazer isso com meus tios entendeu? Eles acham mesmo que você é um bom garoto, minha tia esta até pensando em te adotar, e eu não vou permitir você fazer eles de idiota, me da a droga agora ou eu chamo a policia e conto para eles, que o doce Joni não passa de um garoto burro vendedor de drogas! 

-Shh – Tampei a boca dela – Eu não sou uma pessoa ruim, se ouviu a conversa deve ter percebido isso, mas diferente de você eu não nasci em berço de ouro, essa e uma das formas que tenho para ganhar dinheiro – Soltei a boca dela – E que historia e essa de me adotar? 

-Devolva a droga para o dono, e os mande embora, eu realmente não quero decepsionar meu tio, espero que você coopere com isso!  

 A garota saiu da minha frente batendo os pes me deixando para tras, minha cabeça começou a latejar com a confusão mental, mas eu tinha que fazer as coisas certas, e se ela contasse ao senhor Kihyun, ele com toda certeza ficaria decepcionado comigo, e isso era algo que eu mesmo teria que 

 contar a ele, voltei até a mesa, os garotos se olharem sem entender o motivo de minha volta, devolvi a droga e pedi da forma mais educada que eles fossem embora, e depois de algumas ameaças e caras de desprezo eles saíram do local, sem nem ao menos agradecerem as pessoas que os convidaram, olhei para a garota de pele morena que olhava toda a cena de longe, e assim que meus ''amigos'' sumiram da minha vista, me sentei na cadeira ainda me questionando sobre o que era certo, pois ela poderia estar mentindo sobre aquele casal me adotar, e amanhã eu teria muitos problemas para resolver por acreditar nela, logo notei a garota vindo em minha direção junto com a menina menor. 

-Bella prazer – ela esticava a mão, eu a cumprimentei – Vamos fazer assim, eu não conto você não conta, mesmo achando que deveria, mas não quero meus tios batendo cabeça por sua causa. 

-Eu vou contar sim!  

-Vai? -Ela me olhava confusa - ótimo, mas não os magoe! 

 Ficamos os trés sentados observando a festa rolar, e não demorou muito para o senhor Kihyun vir até mim com um belo sorriso no rosto deixando seus olhos ainda menores, comecei a me perguntar em como ele enxergava com olhos tão pequenos. 

-Joni, se despeça dos outros, nós já vamos voltar para o hotel! 

-Senhor Changkyun e Hoseok não irão? 

-Não! Eles vão aproveitar mais um pouco, Lay quer conversar com você ainda. 

Assenti e fui me despedir dos outros dois casais, que me abraçaram e ainda me desejaram ''sorte'' me despedi de Bella que me deu um mínimo sorriso, e um olhar desconfiado, senhor Kihyun pediu um taxi, ajudei a Senhora Lay com a pequena que já estava chorando de sono, a pegando no colo, a mesma pousou o pequeno rosto em meu ombro, e não demorou segundos para ela dormir, deixando a Senhora Lay com uma cara de quem não estava acreditando no que via, senhor Kihyun tentou pegar a menina do meu colo, mas eu insisti para deixa-la comigo, não queria acorda-la, e assim ele deixou até chegarmos no quarto do hotel e eu pousar aquela pequena criança na cama, Kihyun foi para o banheiro e também me desejou sorte, senti um certo medo ao ver a senhora Lay indo para a sacada do quarto e me chamando, respirei fundo e fui até ela, ela olhava a bela vista que aquela sacada proporcionava, e foi inevitável eu fazer o mesmo, depois de alguns minutos olhei para ela, seus cabelos voavam com a leve brisa, e ela tinha um pequeno sorriso no rosto. 

-Senhora... 

-Já falei que esta no céu Joni –Ela olhava para mim - È Lay!  

-Lay...o que queria falar comigo, e por que todos estão me desejando sorte? 

-Antes de responder a sua pergunta, responda a minha!...Se eu lhe oferecesse ajuda, cuidasse de você, e te ajudasse a encontrar seus pais...você aceitaria minha ajuda? 

-Claro senhora – Falei empolgado – Tudo o que eu mais quero na vida é encontrar meu pais! 

-Então você aceita fazer parte da minha familia até encontrarmos seus pais?  

-Mas Lay...e se não encontramos, e se mesmo que encontremos eles, eles não me queiram? 

-Ai você continua fazendo parte dessa familia – Ela sorria para mim - Só preciso saber se você tem algum documento, sabe..não e tão simples te tirar das ruas e te acolher, enquanto estiver conosco quero que estude, faça cursos, pense no futuro!  

-Eu tenho minha certidão de nascimento, foi a unica coisa que o abrigo me deu quando fecharam o mesmo, mas dona Lay eu tenho que te contar uma coisa, e não e muito boa – Respirei fundo criando coragem – Eu vendia drogas dona Lay, era uma das formas que eu arrumava para ganhar dinheiro, aqueles garotos que a senhora chamou para sua festa, eles quem me passavam, eu não me orgulho disso, mas acho que a senhora tem o direito de saber! 

-Entendo – Percebi que ela ficou um pouco decepcionada – Mas as usava também? 

-Não senhora, nunca usei nada, nem roubei ou fiz coisas assim, eu só as vendia para quem entreva em contado com o Ricky. 

-Se não era usuario, acho que fico menos preocupada – Ela pousava as mãos e me olhava seria – Enquanto estiver comigo, não quero que você mexa com nada errado, eu não sou uma mulher rica, por mais que pareça, por mais que Kihyun tenha gastado muito dinheiro hoje, não te prometo mundos e fundos Joni, mas tentarei de dar um vida digna enquanto estiver comigo...tudo bem para você? 

 A abracei, a mesma retribui o abraço, eu não precisava dizer nada, nem entendia por que ela disse de me ''dar algo'' só o fato dela estar me aceitando em baixo de seu teto, se propondo a me ajudar, coisa que nunca ninguém fez por mim, já era algo muito grande, e eu vou me esforçar para ser bom para eles, mesmo que eu nunca ache meus pais, ou que ache, quero que eles nunca se arrependam de ter me acolhido, eu irei fazer eles ter orgulho de mim. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...