História O sorriso que eu tanto amo. - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Hunter x Hunter
Personagens Alluka Zoldyck, Gon Freecss, Hisoka, Illumi Zoldyck, Killua Zoldyck, Kurapika, Leorio Paradinight, Personagens Originais
Tags Hunter X Hunter, Killugon
Visualizações 54
Palavras 846
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltiiii.
Não garanto felicidade nesse capítulo...

Capítulo 8 - Mortes acontecem...


~ Gon POV ~

Haruna me chamou de dentro da loja para escolher uma pulseira de amizade ou algo assim, pensei em chamar o Killua mas a loira rejeitou a proposta e o albino ficou sozinho do lado de fora. Acabou por não dar certo por que Haruna não gostou de nada e disse que o colar não combinava comigo, mas eu comprei dois colares um com o pingente de lua e o outro de sol.

Saímos da maldita loja e Kill não estava mais apoiado na parede com as mãos no bolso, ele sumiu sem falar nada :

- Isso é ruim. - Alluka disse.

- Ele pode ter ido comprar alguma coisa lá atrás. - A loira já estava retomando o caminho, mas algo não me deixava ir embora.

Senti um cheiro familiar ao me aproximar de uma esquina, era cheiro de chocolate, o preferido do albino :

- Alluka, você consegue falar com a Nanika? - Ela assentiu, fechou os olhos e ficou estática.

Segui o cheiro que Killua deixara para trás, cada vez ficando mais forte. Gritei pela morena quando encontrei uma embalagem de chocorobot e a guardei no bolso traseiro, junto com os colares que comprei. Alluka conseguiu a localização de uma casa abandonada e eu entrei a passos largos gritando pelo albino.

Entrei num quarto grande com móveis cobertos por panos e lençóis, vasculhei por vários quartos e percebi a ausência das garotas, agora teria que procurar por três pessoas ao mesmo tempo!

Uma porta de madeira escura me chamou atenção, ela era maior que as outras e estava com uma fresta aberta. O desespero me dominou por inteiro...

Killua estava preso por correntes de ferro nos pés e nas mãos.

O sangue escorria dos seus cortes profundos, era como a nascente de um rio. Minhas lágrimas escorreram e corri para o albino que estava de olhos fechados até eu encostar nos seus ferimentos, ele arquejou e chamou meu nome :

- Não se esforce tanto. - Tentei abrir as algemas, sem sucesso, e pensei em socar mas poderia quebrar o pulso de Killua.

- Gon-chan... - Uma voz fina e chorosa chamou minha atenção, quando me virei Alluka chorava enquanto Illumi acariciava seu cabelo com seu rosto frio de sempre.

- Olá, Gon. Hmm... O que Kill viu em você para se apaixonar dessa forma? - Ele inclinou sua cabeça para o lado me analisando. - Bem, já o recuperei mesmo. - Agulhas apareceram entre seus dedos e vieram em minha direção.

Eu desviava de todas as agulhas de Illumi mas ele sempre me acertava com suas unhas quando se aproximava. Meu braço esquerdo sangrava e eu sentia o sangue escorrendo da minha cabeça. Eu concentrava toda a minha aura na palma da minha mão e a lançava no assassino, fazendo buracos nas paredes e no teto. Eu ofegava e apertava meu braço molhado de sangue:

- Terei que esconder o corpo e Kaluto já foi embora para me fazer esse favor. - Illumi não parecia cansado mesmo tendo pulado e corrido por todo o lugar.

- Cala a boca! - Me apoiei na parede e lancei o resto da minha aura mirando acima de sua cabeça e logo desabando no chão.

- Errou. - O irmão do albino se aproximava e eu torcia para que meu plano desse certo.

Antes que ele se aproximasse o teto rachado estremeceu e caiu no meu alvo. Sorri quando Illumi foi esmagado pelas pedras, me levantei com bastante esforço e fui até Killua que parecia ter assistido tudo, Alluka veio chorando e com a chave na mão. Abriu as algemas do irmão dos pulsos e tornozelos e segurei quando o albino desabou :

- G-Gon...- Ele riu. - Valeu. - O coloquei nas minhas costas.

- Eu tenho que retribuir, né? - Retribui o sorriso e saímos da sala. - Alluka onde está a Haruna?

- E-Ela já deve e-estar... - Desabou em lágrimas.

Alluka me levou para o fim do corredor do terceiro andar, os corredores tinham o chão cobertos por carpete vermelho, macios e cheios de pó. A morena parou na frente da última porta e a abriu com os olhos fechados e vermelhos. Eu não aguentava mais, as lágrimas escorriam pelo meu rosto do mesmo jeito que o sangue fresco da loira escorria e pingava no chão. Tinha os braços presos atrás da cadeira e uma faixa cobrindo seus olhos e o sangue a cobria, parecia ter sido torturada por um tempo e deixada para morrer. Killua desceu das minhas costas e se apoiou na parede, me aproximei de Haruna, acariciei seus cabelos úmidos e beijei sua testa :

- Kaluto passou aqui antes de ir embora.

- Percebi. - Voltei para albino e o abracei com força, mesmo meu braço ardendo. - Não vou deixar fazerem nada com você Kill! - Fiz a promessa.

- Eu também, mochizinho. - Killua me roubou um selinho e sorriu. - Vamos?

- Sim! - Eu o coloquei nas minhas costas e fomos para fora daquele lugar que eu tanto queria esquecer.


Notas Finais


Eu sei que ela não merecia tanto, mas achei que se encaixava com a família Zoldick.
- Você é uma pessoa horrível!
- Talvez um pouquinho hihi. * Esconde a faca cheia de sangue*


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