História O taxímetro da morte - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~SenpaiDaFlavia

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abuso Sexual, Drama, Investigação Policial, Revelaçoes, Violencia
Exibições 40
Palavras 773
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Relatos antigos que se repetiam frequentemente por anos, que de fato, foram verídicos e ocorreram no passado.

Capítulo 1 - Na angústia da madrugada


Fanfic / Fanfiction O taxímetro da morte - Capítulo 1 - Na angústia da madrugada

Já era tarde, uma hora da manhã, e havia uma moça inerte, num ponto de táxi isolado. Porém, perto de uma casa barulhenta onde supostamente estava ocorrendo uma festa. Um táxi parou no ponto já que, no meio da estrada, pôde vê-la de longe. Ao chegar mais perto, notou seu físico. Ela era simplesmente  fascinante.
           O taxista encostou o carro, abriu o vidro e perguntou à jovem:
          -Pelo visto está sozinha e precisa voltar para casa, não é mesmo?
           A moça parecia assustada com a chegada repentina do homem, pois estava imóvel e solitária naquela madrugada, logo, respondeu-lhe meio perturbada:
          -É... P-preciso sim.
           Ele apenas abriu as portas e fez sinal para que a mocinha entrasse no carro, e ela entrou falando o seu endereço, e o taxista, insatisfeito, começa a puxar assunto com ela:
          -Estava naquela festa maluca ? Que lugar barulhento! Consegui escutar o som de lá de longe...
           Ela, meio envergonhada, responde:
         -Sim.
           Ele estranhou o comportamento frio dela e se empolgou:
        -Olha, sei que deve ter aprendido com seus pais sobre não conversar com estranhos, por isso vou me apresentar. Prazer, sou Joseph Adams, mais conhecido como Mr. Adams, trabalho como táxi a 20 anos e estou sempre disponível no turno da noite, e já fiz muitos serviços para a rapaziada que volta num péssimo estado mental após o término de festas durante a madrugada. - diz num tom risonho, em um desejo de aclimatar-se com a moça. -Qual o seu nome, senhorita?
        -Me chamo Ashley.
         Mr. Adams, se sentindo facilmente adaptado, começou a sua famosa sessão de assuntos:
        -Mas e aí, senhorita Ashley, como foi a tal festa? Parece-me que bebeu muito hein... -falando em um tom debochado.
         A garota se sentiu intimidada com a pergunta e respondeu, meio desconfiada:
        -Na verdade sim, mas por qual razão me perguntou isso?
        Joseph ficou sem resposta e ficou mudo por alguns segundos, e a moça, encarando-o com um olhar desafiador querendo entender a pergunta que ele lhe fez, e mudou de assunto:
        -Bem, quantos anos você tem mesmo?
         Ela responde naturalmente:
        -Tenho 17 anos.
        O homem rapidamente aproveita para questionar-lhe:
        -E já é consumidora de álcool, nessa idade? Ah, e aproveitando para responder sua outra pergunta, é que eu tenho um olfato incrível, sabe? Esqueci de revelar esse fato sobre mim, e quando me disse seu nome e para onde terei que levar a senhorita senti um hálito forte de cachaça vindo da sua boca, sem contar que estava em uma festa, hahaha.- responde rindo- Acho que você entendeu.
         A menina, surpresa, diz seco:
        -Entendi.
        O tempo estava passando, o taxímetro estava rodando, e a moça olhava para os lados, sem reconhecer o ambiente ao redor. Sentia-se receosa, pois não tinha ideia de onde estava. Já estava no carro a 30 minutos. O valor indicado a pagar no taxímetro estava só aumentando, e então, pergunta ao táxi:
        -Onde estamos, senhor? Sei que a minha casa não é muito longe de onde eu estive. Por que a demora?
       O táxi responde tranquilamente, acostumado com o seu serviço sujo:
       -Acalme-se, jovem! Parece-me muito estressada, linda. - Responde a moça parando o carro em um lugar vazio.
       A moça furiosa, com medo, grita com ele:
       -Por que parou o carro? Você é louco? Tenho que ir embora, já está tarde!
       E como se fosse um surdo, ele apenas confere se todas as portas estão trancadas e começa a passar a mão no corpo da sua bela jovem cliente, e a moça, indignada com o comportamento do taxista, fala em um tom alto de voz:
      -Pare com isso, seu filho de uma puta! Me solta!- falou desesperada tentando abrir a porta do carro para fugir.
       Joseph retira a fivela do seu cinto, algema a garota, põe fita em sua boca e, em seguida tira toda a roupa da garota, e começa a chupá-la e beijá-la por todas as suas partes. A garota encontrava-se algemada, com a face cheia de lágrimas, fazendo ruídos com a boca, que estava sob uma fita que impedia-lhe de gritar ou sequer falar algo.
      O homem tirou sua roupa ligeiramente. O seu pênis já estava em estado de ereção, e assim, louco de tesão, deitou a moça no banco e abriu as pernas dela. Passaram-se duas horas, olhou no relógio e eram 3:30 da manhã. Vestiu sua roupa novamente, enquanto a moça se mexia. Joseph retirou a fita de sua boca, e antes que ela fosse falar algo, pegou uma arma que estava guardadinha no carro.
      A moça com um olhar de derrotada, assim que viu ele pegando a arma, disse imediatamente;
      -Não, senhor! Por favor, eu...

FIM DO CAPÍTULO!
 


Notas Finais


Boa leitura!


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