História O taxímetro da morte - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~SenpaiDaFlavia

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abuso Sexual, Drama, Investigação Policial, Revelaçoes, Violencia
Exibições 24
Palavras 1.027
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Mr. Adams é um sujeito ordinário e pratica um serviço porco a anos. Ele abusa sexualmente das suas clientes ,depois as mata e nunca deixa rastros do seu serviço sujo. Será que continuará sendo assim com todas as clientes que passarem a entrar em seu carro?

Capítulo 2 - A ninfomaníaca


Fanfic / Fanfiction O taxímetro da morte - Capítulo 2 - A ninfomaníaca

Pobre Ashley! Não bastava ter sido abusada e torturada pelo senhor Adams. Ainda teve que morrer assassinada com dois tiros, e ser jogada em um matagal perto do lugar em que Joseph estuprou-lhe.

 Já eram 4:30 da manhã e, Joseph resolveu deixar o lugar, e seguiu com a sua carga horária, até terminar e poder livrar-se do seu ''dia de trabalho''. Dirigiu até sua casa, e simplesmente apagou. Olhou no relógio e eram 4h da tarde. Já era de costume ele chegar completamente fadigado do serviço e cair morto na cama, sem contar que tomava remédios para dormir.

Após despertar, foi instantaneamente tomar uma ducha e persistiu por uma hora dentro daquela água quente que tirava toda aquela tensão acumulada em seu corpo e relaxava-lhe. Ao sair do banho, vestiu sua roupa e foi direto para a cozinha a fim de comer algo, porém se deparou com os armários e a geladeira quase vazios, então foi até seu quarto e pegou o dinheiro que estava em cima da sua escrivaninha e foi para a padaria mais próxima, a 200m da casa dele.

Comprou pães doces e salgados, bolos e bebidas de variados tipos para a semana inteira. Chegando em casa, preparou o seu lanche reforçado da tarde e comeu,e posteriormente, escovou os dentes , fez suas necessidades e preparou-se para mais uma noite de serviço.

Joseph pegou o carro e foi de imediato para um ponto de táxi isolado que conhecia. Estava ainda morrendo de sono, e apagou novamente. Dormiu das 10h (horário que chegou no ponto) até 2h da manhã, até que uma mulher bateu na porta do vidro do taxista e acordou-lhe, para pedir carona. O homem abriu a porta e fez sinal para que ela entrasse no carro. A mulher entrou e disse para onde iria. Joseph reparou no corpo da moça, cheio de marcas roxas e machucados e preferiu nem deduzir sobre o que poderiam ser aquelas marcas. Apenas pensou como executaria seu plano para poder seduzi-la. Bem naturalmente e repentinamente, ela começa um diálogo de forma sedutora:

 -Quais são os seus fetiches?

 Mr.Adams apenas virou-se para a moça com um olhar surpreso e respondeu-a olhando de cima a baixo:

 -Vários. Por quê?

-Por nada. Mas desde que entrei nesse carro reparei o que o senhor me olhou de cima a baixo. Acha que não sei que sou muito atraente? Hahaha...- pergunta rindo.

 O homem ficou sem resposta. Os dois trocavam olhares por alguns minutos naquele clima estranho , sem falar absolutamente nada, então Joseph concentrou-se no volante, contudo, sem saber em que lugar parar o carro. Enquanto isso. o taxímetro estava rodando e a mulher continuava encarando o taxista, em um modo que ele começou a se sentir com medo, até pensando em desistir do seu plano sujo e decidiu leva-la até seu destino, até que a moça olhou séria para ele e disse:

  -Pare o carro.

  -O-o que? -perguntou o homem gaguejando.

  -Pare o carro.

  O homem com medo resolveu parar o carro. Assim que ele parou ,a mulher começou a passar a mão em seu pênis, que começou a ficar duro,tirou a roupa dele e começou a chupar o seu pau. O homem estava tenso, porém com muito tesão e comportou-se que nem um cachorrinho. Ela tirou sua roupa, subiu em cima dele, algemou o homem e sentou no pau do homem que estava em um completo estado de ereção.

 Ele apenas dava suspiros de excitação enquanto ela gemia alto, quase gritando.

 -Bate em mim, seu safado, eu sei que você quer, me bate! Enfia mais fundo! - gritou com ele posicionando-se de quatro

 O homem bateu nela de cinta e comeu ela de quatro. Ela estava gritando de dor e gemendo alto. O homem parou de bater nela, pensando que ela não estivesse gostando, logo, ela percebeu e gritou furiosa:

 -Por que parou, idiota? Vai! Continua, safado! Me bate! Mais forte!

 O homem apenas continuou, deu tapas fortes nas coxas e nas nádegas da moça que deixaram-a com hematomas horríveis

 Os dois viraram a madrugada tranzando. A mulher chegou a exigir vários orgasmos,não se contentando com apenas uma vez. Ela queria mais e mais. Aquilo não fora simplesmente uma tranza em que quando os dois gozam já param.

 Eram 5h da manhã. Joseph estava aliviado, pois sentiu que nem precisou de esforço para executar o seu plano, mas pensou em deixar a moça em paz mesmo, até porque ela assustou-lhe no começo. A moça, com raiva, diz:

 -Filho de uma puta!

 O homem sem entender, pergunta:

-O que foi dessa vez, sua cachorra?

-Nojento! Sujeito imbecil, egoísta, caloteiro, salafrário! - gritou com ele agressiva.

-Eu te dei o que você queria!

-Eu só gozei sete vezes! É caluniador, faz um trabalho sujo e ainda por cima nem para tranzar presta!

-Vai se foder, sua vadia, sai do meu carro agora e é melhor fingir que nada disso aconteceu entre a gente!

-Hahahaha ! Meu querido, acho melhor você me deixar em casa e eu cumpro com o combinado... -fala em um tom de deboche e tirando uma arma da sua bolsa.

-Tá... Tudo bem, cadela ordinária... -responde furioso.

O tempo estava passando e o preço que o taxímetro indicava já estava alto e ligado desde que a moça entrou no carro. Ela desceu e simplesmente falou com ele apontando a arma:

-Acho melhor nem me cobrar nada, coisinha...

-Nem seu nome eu sei! -falou ele em um tom raivoso e curioso.

-Foda-se isso! Eu nem quero saber o seu também, agora some e me deixa em paz, caluniador!

O homem simplesmente trancou os vidros, pegou o carro e foi embora. No momento estava com sentimentos de raiva, tesão e medo acumulados, porém estava sentindo-se aliviado por cogitar nunca mais ver aquela paciente louca em sua vida e safar-se novamente do seu serviço sujo como se fosse apenas mais um de sua rotina. Bem, era isso que ele esperava e estava crendo.

Assim que ele saiu com o carro, a moça pegou seu celular ,tirou uma foto da placa do carro, pegou o seu gravador que usou naquele carro com o taxista e entrou em sua casa.

 

FIM DO CAPÍTULO.

 

 


Notas Finais


Boa leitura.


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