História O taxímetro da morte - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~SenpaiDaFlavia

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abuso Sexual, Drama, Investigação Policial, Revelaçoes, Violencia
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Palavras 937
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Capítulo final da história ''O taxímetro da morte''. O que acontecerá com Mr. Adams ?

Capítulo 3 - A investigação


Fanfic / Fanfiction O taxímetro da morte - Capítulo 3 - A investigação

 

                             DELEGACIA ESTADUAL DE OXFORD

-Mr. Adams, o senhor pode nos dar relatos sobre o que aconteceu na noite passada? Mr. Adams? -imprensa.
-Eu mato essa ordinária ! Filha da puta ! -Joseph diz gritando furiosamente e ao mesmo tempo sendo arrastado pelos policiais .

Joseph Adams não se safou dessa vez. Jenny Ward o entregou. A notícia do taxista prestar serviço sujo a anos abalou Oxford. A população começou a desconfiar de todos os taxistas, sem contar que, todas as agências de táxi da cidade, inclusive os taxistas , serão investigados. O ramo dos taxistas realmente se chocou mais ainda. É óbvio que na circunstância em que Joseph se encontrava já não lhe restava muito o que fazer. O sujeito fora encaminhado até a sala do delegado, e aguardou por alguns segundos, para o início de um diálogo.
    
                            DE FRENTE COM O DELEGADO

-Bom, Mr. Adams, pode me dar a real versão dos fatos, sem qualquer tipo de manipulação? - pergunta o delegado.
            -Aquela mulher é uma vadia, salafrária! Se observarem com clareza aquelas gravações e imagens,  verão que ela consentia com tudo!- dizia Joseph, nervoso.
           -Mas pelo que investigamos o senhor é suspeito de ter estuprado e matado outras clientes, praticando atos ilegais no serviço, incluindo tranzar com clientes. O senhor precisa entender que é crime, mesmo com ela consentindo. - o delegado responde.
          -Como as pessoas são facilmente manipuladas pela mídia, e o senhor é mais um dos, já que não quer acreditar na minha inocência...- Joseph responde o delegado, com total imoralidade.
          -Bem, Mr. Adams, já não cabe a mais ninguém ouvir desculpas esfarrapadas de criminosos se fazendo de inocentes, quando já temos provas que mostram exatamente o contrário. Bem, no seu caso, digo senhor que vai precisar de um bom advogado... - diz o delegado, sendo totalmente franco.
          -Eu já não sou provido de condições para pagar um advogado, imagina um advogado bom? O senhor está de sacanagem comigo, não pode ser! Eu já te disse que o meu serviço é completamente limpo e sou um trabalhador honesto!- diz furioso, e sem calma alguma.
          -Se não possui recursos para pagar um advogado, é porquê esteve preocupado com outro tipo de negócio enquanto vivia ''trabalhando''. - o delegado responde com um tom debochado.
          -Sem ironia! Minha paciência tem limites! E para a sua informação, nós taxistas, somos muito mal remunerados em todo o mundo para a sua informação.- diz tentando aclimatar-se com o delegado.
          -Eu compreendo isso e tenho que concordar, mas no seu caso, foram anos de serviço porco! Não havia dignidade! Como o senhor acha que dá para te defender? -responde tentando refutar Joseph.
         -Só basta não ser ignorante, senhor delegado. Enfim, quanto quer ? Que tal fazermos um acerto de contas?- Joseph pergunta ao delegado com certa naturalidade.
         -Melhor nem continuar com essa proposta ridícula, se não aí que fica complicado mesmo! -O delegado responde com bravura.
         -Ah, sem essa, vai! Te ofereço cinco mil reais em dinheiro vivo. -Joseph responde com desejo de se safar.
        -Isso é suborno! Não funciona comigo e nem com qualquer profissional de boa índole. -o delegado responde negando a proposta de Joseph.
        -Ah, senhor delegado, vai fazer isso comigo mesmo ? -Joseph pergunta com total hipocrisia.

Os policiais batem na porta da sala do delegado. Ele simplesmente não respondeu Joseph Adams. Apenas usou um gravador escondido durante toda a conversa e filmou as tentativas falhas de suborno do taxista. Mostrou para os policiais e as autoridades. Foi decretada uma prisão preventiva a Joseph Adams.


                                        O JULGAMENTO

  Os participantes do processo se cumprimentam e assim, inicia-se o julgamento do caso de Joseph. 

-Declaro iniciada a sessão de julgamento do caso de crimes de estupro, homicídio e suborno, praticados pelo réu Joseph Stamford Adams. Iniciaremos com uma sessão de perguntas para o réu Joseph Stamford Adams.

Ocorreu uma sessão de perguntas para Mr. Adams, formuladas pelo promotor, jurados, defesa e juíz. Logo ,o juiz apresentou aos jurados o processo, expondo os fatos, as provas existentes e as conclusões da promotoria e da defesa. A única testemunha no julgamento, e que estava contra Joseph Adams, foi ouvida, já que não haviam testemunhas de defesa do homem. O promotor foi o primeiro a falar, provando de forma sensacional, por duas horas, as acusações contra Joseph. O defensor público defende a inocência de Adams por duas horas, que no caso , fora um fracasso total, já que não seria simples de maneira alguma defender Joseph. O juíz não concedeu a réplica para o promotor, ou seja, finalizou-se a sessão de debates entre acusação e defesa.

 Logo depois essa sessão de debates, o juíz formulou os quesitos que serão votados pelo conselho de sentença e os lê, em plenário, para os jurados. Um oficial recolheu as cédulas de votação dos quesitos. Os votos foram contabilizados pelo juíz. Voltando-se ao plenário, o juíz pediu que todos se levantessem e deu o veredicto em público.


           -Para encerrar o julgamento do réu Joseph Stamford Adams, estipulo quarenta anos de prisão. - diz o juíz , encerrando o processo.

 

Joseph Adams , de fato, apodreceu na cadeia. Raramente recebeu visitas durante o tempo em que esteve lá,pois não era muito querido pela sociedade, e as pessoas ainda estavam muito receosas.O desejo de liberdade dominava o seu corpo, porém não a mente dele,pois ainda estava de cabeça quente. Como ele já havia enfrentado muitos problemas de saúde a tempos, Joseph sofreu um acidente vascular cerebral. Ele foi levado para a emergência no dia em que desmaiou, chegando até a ficar enternado, porém, não suportou, e morreu. Bem, pelo menos isso era o que todos achavam.

 


FIM.


Notas Finais


Boa leitura. <3


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