História O teu sabor - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Beyond The Scene, Bts, Hentai, Imagine, Imagine Jimin, Jungkook, Maknae Line, Park Jimin, Romance
Visualizações 111
Palavras 2.933
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Muito obrigada por favoritarem a fic, fiquei mega feliz!
:D
Estou bem animada com ela!

Capítulo 3 - Sensações


Fanfic / Fanfiction O teu sabor - Capítulo 3 - Sensações

O sol entrou pela minha janela, bem calmo e claro, iluminando todo meu quarto e aquecendo meu corpo. Me espreguicei na cama. O apartamento estava silencioso, imaginei que a Elena já tivesse saído para o trabalho.

Passei as mãos pelo meu corpo sentindo a textura da camisa com que dormi. Gostava de sentir texturas. Aproveitei e comecei a me massagear, me provocando e excitando. Estava tão gostoso... Não me tocava assim já fazia um tempo. Desci as mãos até minha intimidade e iniciei movimentos circulares ao redor do meu clitóris, me fazendo arfar. Estava começando a ficar molhada, lubrifiquei as pontas dos dedos e voltei a massagear aquele ponto mais sensível. Minha outra mão dava atenção para meus seios. Minha intimidade pulsava e eu introduzi um dedo lá estocando lentamente.

Meu celular na cabeceira da cama começou a tocar uma parte de “Hold me tight”. Não quis interromper meu ato, então ignorei o toque. A voz do Jimin entrou nos meus ouvidos e arfei ainda mais alto, aquilo estava me provocando demais. Estava gostoso. Elena deu um soco na porta e eu pulei na cama num susto.

“To saindo” ela gritou

“Tchau!” Vaca! Ela me paga por isso.

Minha respiração estava alterada e eu estava precisando terminar aquilo. Desliguei o alarme e deitei na cama. Mas não era a mesma coisa...

“Droga Elena” resmunguei

 

P.O.V ELENA

Cheguei no estúdio e já estava uma correria, preparavam o cenário para as fotos dos mais novos. Vários olhares se dirigiram a mim e meu nariz violeta que eu não tentei cobrir de maquiagem devido a pressa matinal.

Jungkook entrou no cenário todo montado, estava muito bonito e minha chefe chegou do lado dele.

“ELENA” Ela gritou e eu fui até ela “Segura aqui! Com cuidado para não desfazer o penteado” Ela apontou para a franja dele. Enquanto eu segurava senti seus olhos presos em mim e baixei a cabeça para evitar o contato.

“Termina isso” Minha chefe disse de repente e me entregou a sombra e o pincel “Preciso...” Ela nem terminou a frase e saiu correndo.

Com os objetos em mãos e a tarefa dada não tinha mais como evitar o olhar dele.

“Esta com dor?” Jungkook perguntou

“Não”

“Eu nem tive tempo de pedir desculpas, estava atordoado” Ele segurou a franja que eu tinha pego e eu fui finalizar o sombreado que minha chefe começou.

“Não precisa, eu sei...”

“De qualquer forma desculpas, eu não te vi, senão teria parado com aquela brincadeira estúpida”

“De boa” comentei “Nem doeu” Menti e dei de ombros. Ele levantou uma sobrancelha me contestando, era óbvio que tinha doído e muito. “Não se meche” chamei a atenção dele

“Posso te recompensar de alguma forma?” ele disse quando terminei a maquiagem

“Não precisa” Respondi arrumando a franja dele

“Por favor, eu não vou conseguir dormir com isso na cabeça” Ele ficou bem sério e parado na minha frente com um olhar penetrante que me incomodava e me deixava um pouco sem ar.

“É sério...” Comecei e ele logo me cortou

“Eu insisto” Eu percebi que ele era insistente, até em nisso ele insistia. Não sei ao certo se foi seu olhar intenso ou se foi minha pressa em sair de perto dele (Por conta do olhar intenso) mas achei melhor aceitar

“Ok... Mas não quero dinheiro como o outro ofereceu” respondi tentando sair de perto dele, mas ele me barrou com o corpo.

“Nem ligue para isso, não ia te oferecer dinheiro” Disse num tom de voz rouco e diferente do habitual  

“Tá! Aceito comida” falei rápido e ele deu um sorriso, o primeiro que vi sem sinais de preocupação.

Finalmente fui liberada e corri para encontrar minha chefe. No caminho vi a assistente novata tremendo e com os olhos esbugalhados.

“Que foi mulher?” Perguntei

“Elena eu fiz merda, muita merda” estava muito assustada “Me ajuda”

“Fala logo”

“Eu peguei nas lentes do Jimin que estavam na mesa do camarim, foi por pura curiosidade...”

“Hum” murmurei tentando prever onde aquilo ia dar

“Mas agora eu lembrei que fiquei a manhã toda com a mão em desinfetante...”

Não deixei ela terminar, apenas corri até o camarim deles. Aquela salinha estava amaldiçoada.

“Agora não me deixaram entrar lá” Ela gritou

Nem ao menos bati na porta, apenas entrei. Tae estava sem camisa e deu um grito agudo colocando as mãos no corpo, tentativa falha de se tampar.

Jimin estava sentado na ponta da mesa de frente para um espelho colocando uma lente. Corri o máximo que consegui, mas não adiantou. Foi ele encostar a lente no olho que ardeu instantaneamente.

Peguei ele pelo colarinho da camisa e joguei embaixo da pia do banheiro, jogando muita água em seu rosto. Ele abriu bem os olhos para o líquido penetrar mais. Resmungou bastante, mas entendeu que eu estava ajudando. Tae observou a cena de longe. Depois de alguns segundos Jimin levantou o rosto e secou com uma toalha. Sua camisa estava toda molhada.

“Melhor” murmurou piscando os olhos “Ai ai...” Ele olhou para mim “Mexeu nas minhas lentes?” Não quis colocar a outra garota em apuros e se alguém fosse me criticar eu podia usar o favor que o Jungkook tanto queria me dar.

“Mexi, desculpa”

Jimin não pareceu irritado ou alterado, apenas voltou a secar o rosto. Outra maquiadora entrou no camarim e Tae se embrulhou no casaco.

“Ninguém bate...” Resmungou sentando no puff

“Cadê o Jimin?” a maquiadora perguntou antes de avistar ele ensopado no banheiro comigo, também bastante molhada “O que você fez com ele?”

Ficamos em silencio e ele me olhou de canto de olho.

“Ele estava pronto! Você tem noção que o ensaio começa daqui a pouco? Tudo aqui tem hora certa garota! Fiquei a manhã toda na cara dele para você destruir desse jeito em minutos”

Jimin fez uma careta com o comentário dela e eu segurei o riso. A mulher falava como se ele tivesse 50 cicatrizes para tampar, nem uma espinha tinha ali.

“Eu arrumo ele de novo, me dá 10 minutos” Falei secando as mãos ao puxar a toalha dele que me fitou

“Você tem 5” Ela me desafiou com fúria e saiu do recinto.

“Beleza” Murmurei

Comecei pegando outro figurino e entregando a ele que se trocou no banheiro enquanto eu ligava o secador. Fiz o mesmo penteado que ele estava antes da treta toda, com o cabelo jogado de lado exibindo sua testa. Meu cabelo era trinta vezes maior que o dele então eu tinha muita habilidade com o secador. Foi bem rápido. Sentei na frente dele abrindo a mala de maquiagens que já estava ali. Honestamente não sei como a mulher perdeu a manhã toda naquele rosto, ele só precisou de algumas coisas para enfatizar a beleza que já tinha. Pensei o quanto minha amiga iria dar a vida para estar aqui no meu lugar. Por um segundo não a julguei, ele era espetacular mesmo. Terminei a make em 3 minutos e ele sorriu quando nos levantamos.

Jimin passou uma mão no cabelo e eu fiquei meio nervosa, tinha acabado de arrumar o penteado e ele me faz aquilo. Depois ele dirigiu o sorriu até mim e eu sorri em resposta.

“Desculpa mesmo por toda a muvuca” comentei

“Tranquilo” Ele sorriu ainda mais e piscou saindo logo em seguida.

Cara que homem charmoso, agora entendo um pouco da paixonite dela nele. Se bem que naquele pôster eu não tinha achado ele tudo isso não, aquele corte de cabelo tigelinha deixava ele bem mais fofo do que atraente. Mas também não dá para comparar, alguns anos se passaram né.

Arrumei as coisas em silêncio e segui para o cenário acenando um tchau para o Tae que me observava com uma feição muito intrigada. 

Quando o ensaio acabou fiz o mesmo processo de pegar minhas coisas e sair correndo, mas antes de atravessar a rua um carro parou na minha frente e abaixou o vidro. Era o Jungkook.

“Sempre sai correndo assim?” Comentou sorrindo

“Tô com fome” Respondi de cara fechada, ele me causava um nervosismo estranho que eu não gostava de sentir.

“Que bom” disse ele e ouvi as travas do carro “Entra aí que eu vou te levar para comer”

Fiquei parada analisando a cena, ele só podia estar doido. Não ia entrar no carro de um estranho.

“Não, valeu” Voltei a atenção para o semáforo que não abria para mim e alguns carros se amontoaram atrás do dele buzinando

“Você disse que aceitava minha recompensa por ontem e também disse que aceitava comida” ele ponderou e eu fiquei irritada comigo mesma por ter dito tudo aquilo “Vai ser rápido”

“Podemos comer por aqui” Não queria entrar no carro e sair com ele. Eu estava num país estranho com uma pessoa estranha, ele podia ser famoso, mas ainda era um estranho para mim.

“Aqui não tem nada” Ele respondeu buzinando de volta para os outros carros que estavam nervosos com ele.

“Ai... ai...” Resmunguei e o sinal fechou para ele e abriu para mim. Dei um passo em direção ao ponto, mas não sei se pela culpa, pela fome ou sei lá mais o que decidi entrar no carro. Estava indo contra toda uma linha de sensatez para meninas estrangeiras em qualquer lugar do mundo. Na real não só estrangeiras, qualquer mulher estaria em perigo entrando no carro de um estranho. Mas entrei e me arrependi no momento que entrei e as travas fecharam.

Um carro contornou o de Jungkook e um menino que devia ter 15 anos estava na janela com os dedos do meio apontados para ele

“Cuzão” O menino gritou

Jungkook passou a língua pela parte interna dos lábios e virou o rosto poucos centímetros para o lado bem rapidamente, como uma espécie de tique nervoso. Meu coração acelerou um pouco, senti um frio na barriga e um calor diferente um pouco mais para baixo. Virei o rosto para a rua.

“Eu conheço um lugar...” Ele começou a falar dando partida no carro

“Sou vegetariana” Cortei ele

Por alguns segundos ele ficou em silencio pensativo.

“Não conhece mais né?” Ri da cara dele

“Deve ter algum lugar” Murmurou pegando o celular e pesquisando “ahá! Sabia que tinha”

Fiquei em silencio ainda um pouco incomodada com os sentimentos que surgiam no meu corpo. Não sei porque ele despertava isso em mim, desde a primeira vez que nossos olhares se cruzaram eu senti aquele palpitar no peito e uma onda de frio na barriga.

“Você parece muito incomodada comigo” Jungkook disse olhando para a estrada, arregalei os olhos com o comentário dele e o fitei “Eu sou uma pessoa um tanto tímida” Não parecia “Então percebo bem algumas reações que tenho em outras pessoas”

“Não sou tímida” Respondi e realmente eu não era, muito... “apenas não gosto de entrar no carro de estranhos” Ele apertou a boca parecendo chateado “Ainda mais estranhos que me socaram um dia antes” Não aguentei, precisei fazer algo que para mim era uma zueira, uma piada. Mas ele ficou bem nervoso com o comentário.

“Nunca quis que algo assim acontecesse” Toda a expressão jovial dele sumia quando ele assumia uma postura séria e eu achei melhor amenizar o clima

“Você faz tempestade por pouco, já sei que foi sem querer, já disse que estou bem, bola para frente”

“É que independente disso... Eu te machuquei, isso para mim já é algo horrível”

“ai... ai...” ri de novo de todo o drama que estava embutido na frase

“Sempre me ensinaram a tratar mulheres com respeito, eu simplesmente soquei o rosto de uma” ele sorriu de maneira dolorosa “Isso é uma afronta bem grave”

“Eu sei, relaxa, acidentes acontecem e estou deixando você me pagar a comida. Hoje você consegue deitar o rosto no travesseiro e dormir em paz” Comecei a procurar meu telefone na bolsa para avisar antes que minha roommate surtasse.

“Só vou ficar em paz quando essa mancha sair daí” ele falou baixo e toquei no meu nariz estremecendo com a dor que o toque provocou.

“Nem vai me ver mais depois de amanhã” Pensei na última sessão de fotos e me senti um pouco mal com aquilo, não entendendo.

“Huum” Ele murmurou e ligou o som

Durante o caminho conversamos sobre música, tínhamos gostos parecidos. Não controlei muito meu olhar que percorreu o corpo dele minunciosamente guardando alguns detalhes como a mancha roxa que ele tinha nas costas da mão direita.

“Como conseguiu isso?” Perguntei e ele olhou para o meu nariz. Nós dois saímos machucados do embate dos nossos corpos, embora eu bem mais “Tá, eu confesso! Foi um impacto e tanto” comecei a rir, na verdade, pensando bem na cena era algo bem hilário.

Jungkook estacionou o carro, colocou um boné e uma máscara antes de sair do veículo. Chegamos a uma lanchonete e ele escolheu um lugar para sentarmos um pouco afastado da janela e de outras mesas, imagino o motivo.

“O que vão querer?” Perguntou a garçonete

Fitei as mãos dele percorrendo o cardápio.

“Salada soja com batata” Falei o nome do lanche enquanto analisava as mãos dele que eram muito bonitas. Novamente um calor na parte de baixo do meu corpo cresceu e eu fiquei puta com aquela sensação, só estava olhando as mãos do cara. O corpo humano é um negócio estranho. Das mãos segui para os braços que era bem fortes e forçavam o tecido da blusa colada no corpo exibindo as formas dos músculos. O calor cresceu ainda mais e o frio na barriga voltou, era um contraste de sensações que divergentes pareciam se unificar no meu interior deixando meu cérebro confuso. 

“O mesmo” ele responde a menina com a voz mais rouca e grave “Pode trazer também uma garrafa de 2 litros de coca. Você toma coca?” Ele me perguntou

Eu não tomava coca cola a uns dois anos já, evitava refrigerante, mas no segundo que ele perguntou eu acenei que sim com a cabeça. Meu corpo estava desligado do cérebro hoje. Acompanhei o desenho do ombro dele e parei no pescoço.

“Elena?” ele me chamou abaixando a máscara até o pescoço tampando minha visão e me tirando o devaneio

“Oi...”

Eu sentia que estava com febre, um calor que tomava conta de tudo em mim. Devia estar doente, não estava bem.

“Você ta bem?” ele perguntou me fazendo questionar se ele conseguia ler mentes.

Outra garçonete derrubou a bandeja cheia de louças sujas e uma tigela veio parar embaixo na nossa mesa. Ambos abaixamos para pegar, mas ele foi mais rápido. No meio desse movimento meu celular caiu e eu precisei me ajoelhar no chão para pegar. Ao levantar o rosto deparei com ele de pé, estava entregando o objeto para a garçonete. Meu rosto estava na altura da cintura dele e foi impossível não olhar para o volume em sua calça também muito colada. Ficamos milésimos de segundos nessa posição estranha e constrangedora, estava a centímetros da minha cara e eu corei. Ele ainda olhava na direção da garota e eu rezei para que realmente não pudesse ler minha mente.

“O que ainda faz abaixada?” Perguntou direcionando o olhar para mim que levantei rápido quase batendo a cabeça em seu queixo “Fui pegar meu celular só isso”

“Hum” ele deu um sorriso de canto e sentou. Impressão minha ou ele tinha reparado a cena anterior? Corei ainda mais, mas respirei fundo para logo esquecer daquilo.

Os lanches chegaram e nós comemos conversando sobre música e família. Contei a ele dos meus tios hora morando na França, hora morando no Japão e ele me contou das brigas que tinha com o irmão.

Saímos da lanchonete e eu quis ir até a sorveteria do outro lado da rua, ele estava do meu lado e me acompanhou, mas o sorvete eu que iria pagar.

Ameacei dar um passo na rua e ele colocou o braço na minha frente ao ver uma moto chegando na contramão, coisa que eu não tinha percebido. O pouco que eu avancei fez com que meu corpo encontrasse o braço, mais precisamente meu seio esquerdo com a palma da mão esquerda dele. Ao sentir o que tinha acontecido ele olhou para mim e retirou o braço rapidamente.

“A... Acho que já podemos ir” Disse gesticulando para a rua e eu o acompanhei.

Eu só passava situação estranha com ele. Comprei meu sorvete em silencio, os dois estavam envergonhados pelo que tinha acontecido. Olhei no relógio do celular e percebi que já era nove da noite.

“Eu fico ali naquele ponto, lá passa um ônibus que vai direto para a minha casa” Comentei apontando para um lugar não muito distante e ele observou.

“Como sabe que passa?”

“Não existem muitas opções vegetarianas por aqui, eu já colei nessa lanchonete antes” confessei

“Eu te levo, sem problemas, já está tarde” ah Jungkook eu queria correr de você mais um minuto fechada naquele carro e não sei o que mais poderia brotar no meu corpo.

“Não precisa, de boa! Vai para a sua casa que amanhã é cedo. Até você me levar em casa e voltar é muito tempo perdido, ta tranquilo, você já foi muito legal comigo, nem lembro quem acertou meu rosto ontem” Ele sorriu e acenou com a mão direita “A gente se vê” Eu disse já tentando me despedir.

Ouvi Temple of Anubis* tocar e procurei por meu celular, até imagino quem estaria me ligando a essa hora. Jungkook fez o mesmo que eu e ao pegarmos nossos aparelhos percebemos que o som tinha vindo de outro celular.

Nos olhamos por alguns segundos em silencio

“Você joga?” Perguntei com muita excitação nos olhos e ele sorriu retribuindo a mesma excitação.


Notas Finais


Temple of Anubis* faz parte da Soundtrack do jogo Overwatch
Espero que estejam curtindo, logo logo a coisa esquenta ( ͡° ͜ʖ ͡°)


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