História O teu sabor - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Beyond The Scene, Bts, Hentai, Imagine, Imagine Jimin, Jungkook, Maknae Line, Park Jimin, Romance
Visualizações 82
Palavras 1.557
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Chega de dor


Fanfic / Fanfiction O teu sabor - Capítulo 9 - Chega de dor

Jungkook bateu minhas costas contra a parede do corredor e em meio o beijo perguntou onde era meu quarto. Apontei para a última porta da esquerda e ele foi para lá.

Me jogou na cama com uma brutalidade que, admito, gostei. Seus olhos estavam em chamas e arrancou a camiseta com ferocidade. Me ergui e comecei a abrir o zíper da calça dele e a puxar para baixo junto com a cueca boxer cinza deixando seu membro exposto e na minha cara. Fiquei um pouco atônica com a imagem e ele terminou de tirar a calça. Me joguei na cama pensando no que estava fazendo. O calor não me invadia mais, apenas o frio, um frio muito forte na barriga, puxei o ar com dificuldade. Eu queria fazer isso! Porque agora que estava acontecendo meu corpo não respondia da forma certa, seria o nervosismo?

Ele puxou minhas pernas me trazendo para a ponta da cama. Suas mãos passaram pelas minhas coxas e foram subindo junto com o tecido da camisola até meus seios que ele apertou com força e o pano ficou um pouco no meu rosto. Não conseguia me mexer, estava tremendo e muito nervosa. Sua boca sugou meu mamilo esquerdo, mas não estava sentindo prazer, estava começando a me desesperar. Ele que terminou de tirar minha peça de roupa e desceu para arrancar a calcinha. De forma meio instintiva fechei minhas pernas e cobri o colo, vi a tremedeira que estavam minhas mãos. Eu tinha que me controlar, eu queria fazer aquilo! Era um medo irracional, aquela era apenas a primeira vez que iria fazer algo que também faria pelo resto da vida. Ele colocou a camisinha com pressa e abriu minhas pernas de forma abrupta. Se inclinou sobre mim e me beijou intensamente. Ao endireitar seu corpo novamente ele pegou minhas coxas e puxou para si com a mesma potência que tinha me atirado na cama. A penetração foi forte e profunda. Doeu, mas doeu MUITO. PARA CARALHO. Mordi o lábio inferior com força para não soltar o grito que estava na minha garganta e agarrei o lençol da cama. Ele continuou estocando com a mesma intensidade. Achei que uma hora aquela dor ia passar, mas não, ela só ficava mais insuportável. Até que percebi que não tinha como continuar daquele jeito, não estava bom, estava horrível. Com as mãos muito trêmulas empurrei o peitoral dele e esperneei até ele me soltar. Me arrastei pela cama para longe dele e me encolhi, no momento que o pênis dele saiu de dentro de mim a sensação ruim aliviou, mas ainda estava ardendo e dolorido.

Joguei minha cabeça para trás tentando evitar o olhar dele. Não sabia se iria me puxar de novo, mas ele não fez nada.

“Elena” ouvi sua voz, ele estava tentando controlar a respiração “Você é virgem?” perguntou e eu levantei o rosto

“Era né?” Falei tentando esboçar um sorriso de deboche, estava muito constrangida com tudo.

Ele levou uma mão até o rosto e fechou os olhos. Parecia irritado, incomodado. Tá, foi desastre aquilo, ele tinha um pouco de motivo para ficar assim, mas ao mesmo tempo eu não sabia que ia ser desse jeito, achei que conseguiria lidar, que depois de um tempo a dor ia passar e eu sentiria prazer. Mas não aconteceu, fiquei bem mal e o silêncio no quarto só piorou meu constrangimento. Até senti vontade de chorar, mas segurei. Também não queria que ele me visse dessa forma, me senti uma pessoa fraca e frágil, detestava me sentir daquela forma.

“Onde é o banheiro?” perguntou ainda parado na mesma posição.

O nó na minha garganta estava ficando maior e tive medo que se eu falasse alguma coisa ele ia perceber que estava prestes a chorar. Não respondi, apenas pendi a cabeça para trás e me cobri com o cobertor.

Ouvi os passos dele andando pelo quarto até que saiu, deve ter encontrado, o apartamento não era cheio de cômodos.

Os minutos passaram e eu senti algumas lágrimas caírem do meu rosto, o lugar estava tão silencioso que cogitei ele ter ido embora, mas também não queria sair do casulo do cobertor para investigar, ainda mais agora que o choro que eu lutei para evitar tinha me vencido.

“Elena” sua voz doce e suave soou bem próxima de mim. Não quis sair, estava machucada, não apenas fisicamente, mas emocionalmente. “Toma um banho” senti sua mão na minha cabeça fazendo um carinho “Vai ajudar a aliviar”

Aliviar a dor física era uma coisa e todo o resto que eu estava sentindo, o que ia aliviar? Minha vergonha era tanta que eu não o queria mais ali, queria ficar sozinha e nunca mais ter que lidar com seu olhar. Ele puxou um pouco o cobertor e eu puxei de volta, mas ele era mais forte. Não me descobriu por inteiro, apenas o rosto, que virei para o colchão evitando ao máximo que visse meu choro.

“Eu imagino como deva estar se sentindo” falou acariciando meus cabelos “Mas não pode ficar ai, toma um banho, relaxa” ele continuou o carinho. Percebi que estava sentado no chão com a cabeça deitada no colchão ao lado da minha “Não gosto de te ver assim” a voz dele exibia muito a sua magoa e nisso eu cedi, mas quando levantei meu rosto ele ficou ainda mais chateado ao ver meus olhos cheios d'água “Não fica assim não” disse acariciando minha bochecha e limpando uma lágrima “Desculpa por ter te machucado, eu estava... fora de mim...” ele tentava encontrar palavras “Expressei mal o meu desejo, não devia ter usado tanto a força, me desculpa”

Tinham muitas coisas que eu queria dizer, mas não conseguia. Apenas fiquei em silêncio.

“Quer tomar um banho?” perguntou tentando sorrir

Assenti com a cabeça e comecei a sair debaixo do cobertor. Ao me mexer senti ainda mais o quão dolorida estava. Queria me cobrir, estava com muita vergonha. Apenas peguei o lençol e fui até o banheiro. Ele me acompanhou e parou na porta, ainda nu e aquela visão me provocou um arrepio de forma ruim, eu ainda estava com medo, me senti irracional.

“Posso tomar com você ou quer que fique aqui fora?” Perguntou sem malícia, mas eu não queria tentar de novo, pelo menos não agora “Prometo que não farei nada”

Deixei o lençol cair e entrei no box o deixando aberto, não queria falar. Mas ele entendeu e entrou um pouco depois fechando a porta de vidro atrás de nós. Minhas mãos tremiam ao tentar pegar o sabonete, mas as dele que estavam normais pegaram e começaram a passar em mim, começando pelos ombros e descendo pelos braços. Ele me ensaboou sem nenhuma segunda intenção, queria me limpar. Olhei para o ralo e vi a água vermelha descer imaginando se não tinha sujado minha cama também, provável que sim. Jungkook era um amor comigo e eu gostava dele, de verdade, deixando o desejo sexual de lado, gostava do seu sorriso, da sua voz, seu jeito de menino e ao mesmo tempo a postura de homem que adotava em alguns momentos. Gostava da sua risada mais honesta, alta e contagiante. Gostava do calor que ele provocava em mim no peito, um calor bom de estar com alguém que gosto, uma sensação de aconchego. Queria também o seu carinho, sua companhia e seu abraço. Fechei meus braços ao redor da cintura dele e ele fez o mesmo comigo. Ficamos ali parados enquanto a água caia. Olhei para cima e ele me beijou de forma calma e gentil. Seus dedos subiram até o meu rosto e fizeram uma carícia. O clima já era outro e aos poucos toda a vergonha e chateação foram embora como aquele sangue pelo ralo. O banho realmente aliviou toda as dores. Não queria me desvincular de seu corpo, queria ficar ali um bom tempo e ele deixou, até que senti os dedos enrugados com a água e o soltei para fechar o chuveiro. Ele também me secou e colocou o roupão branco ao meu redor.

“Eu tenho outro roupão” falei pela primeira vez enquanto ele se secava “É um pouco maior” Ele me olhou com um sorriso.

Fomos para o quarto e eu lhe entreguei o roupão. Troquei toda a roupa de cama, mesmo não vendo nenhum vestígio de sangue. Ele sentou na poltrona e me observou. Acho que ambos ainda não sabiam o que dizer. Coloquei tudo na lavandeira e retornei pegando a mão dele e deitando na cama. Na cabeceira da minha cama tinha uma janela por onde vi a água da chuva escorrer de forma magistral, queria até registrar com uma foto. Jungkook deitou de lado apoiando a cabeça com ajuda do cotovelo. Entrelaçou nossas mãos e me beijou da mesma forma delicada que no chuveiro e senti minha intimidade pulsar. Ele soltou minha mão e boca. Me olhando nos olhos ele abriu o roupão bem devagar exibindo meu corpo para seu olhar percorrer.

“Você é linda demais” falou e minha respiração acelerou “Eu quero te dar prazer Elena, chega de dor” disse acariciando meus seios percorrendo um caminho pela minha barriga. Fechei os olhos feliz por não estar com aquele frio na barriga, apenas o calor de seu toque. “Quero sentir o seu sabor” falou com a voz rouca na minha orelha e senti sua mão chegar na minha intimidade.


Notas Finais


Eu amo esses dois <3


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