História O último cavaleiro - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Fantasia, Game Of Thrones, Guerra, High Fantasy, Hobbit, Nárnia, Senhor Dos Anéis, Vikings
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Palavras 1.545
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse é o primeiro capítulo, a introdução a história .
Os capítulos são todos curtos e objetivos.
Espero que gostem.


x História totalmente autoral
x Plágio é crime (Crime de Violação aos Direitos Autorais no Art. 184 – Código Penal)
x Postarei continuação a partir do momento que pedirem.

Capítulo 1 - Capítulo 1: A fuga


Fanfic / Fanfiction O último cavaleiro - Capítulo 1 - Capítulo 1: A fuga

Crianças, quando eu era jovem diziam que as melhores histórias eram as profecias. Pois bem, essa história que eu contarei para vocês é a história do meu melhor amigo, Miguel, que me implorou para que eu contasse a sua maior  aventura para as futuras gerações. Para quem chegou agora, meu nome é Arthur, general da rainha Kira, viúva do rei Heitor. Creio que vocês nunca ouviram falar deles, pois o reino é um dos reinos mais escondidos e bem mais protegidos de todos os tempos. Os guardas tem as armas mais desenvolvidas que um homem poderia ter inventado, as armaduras são feitas de pele de dragão, as flechas possuem suas pontas feitas de prata, com hastes de madeira real e rêmiges com três penas de Zarros de Madagascar. Mas antes não era assim, tudo começou quando Heitor ainda era um simples servo do rei Olavo. Ele, assim como todo o povoado desse reino eram humildes e eram explorados todos os dias pelos guardas e por todos que moravam dentro do castelo junto com o rei.

Quando em um determinado dia Heitor chamou todos os caçadores, artesões, carpinteiros, cozinheiras, fazendeiros e jovens moças para se aventurarem com ele para ir embora, pois todos eram míseros escravos de um rei que desfrutava de todas as riquezas para ele e sua família. Vinte Famílias resolveram partir junto com Heitor e assim foi feito, no primeiro dia de lua cheia família por família foi saindo do reino em direção a floresta negra, primeiro as mães e os mais velhos pela manhã e os pais com os filhos pela noite. E assim foram saindo aos poucos para que ninguém notasse sua falta. Na floresta negra havia um acampamento improvisado que Heitor construiu para eles descansarem. 

O rei Olavo, era o homem mais temido por todos os reinos, ele era famoso por massacrar milhares de aldeias e reinos pequenos.
Mesmo com todas as vinte famílias terem saído silenciosamente e com muita cautela, os guardas haviam percebido essa movimentação e avisaram para o rei, ele não teve a reação que todos os guardas achavam que ele teria, achavam que iriam ter que capturar e matar todos os fugitivos, mas ele apenas mandou que três guardas seguissem eles para ver onde eles iriam.

E assim foi feito, os três irmãos filhos de Ciro IV, Gabriel, Miguel e Rafael, foram escolhidos para seguir os camponeses.
No final do primeiro dia de lua cheia todos estavam prontos para partir, quando os três guardas chegaram perguntando se podiam se juntar a eles, eles estavam trajando roupas velhas e rasgadas, sem nem menos perguntar nada todos lhe receberam com afeto e foram logo dando-lhes roupas novas e alimentos. Heitor estava em sua cabana com sua filha e mulher percebeu muita movimentação e foi ver o que estava acontecendo, viu os rapazes sentados e rindo com copos de vinho na mão e foi logo perguntando:
  - Rapazes, quem são vocês? Nunca os vi em todo reino.
  -Nós eramos guardas, quando vimos a coragem de vocês saindo do reino resolvemos vim com vocês.
  -Guardas? Gritou Heitor
  -Como nós sabemos que podemos confiar em vocês? Perguntou Kira saindo de trás de uma árvore seca.
  - Não deves confiar em ninguém minha senhora, mas eu não vejo um futuro promissor recebendo ordens de um homem cruel, covarde, que mata mulheres e crianças. Respondeu um dos guardas colocando a mão em seu peito.
  - Como vocês se chamam? Sentou Heitor na frente dos guardas. Naquele momento todos estavam ao redor observando toda a conversa, alguns estavam com medo por eles serem guardar, mas outros não.
  - Me chamo Rafael e esses dois são meus irmãos: Gabriel e Miguel, somos filhos de uma camponesa e um cavaleiro que vieram do Norte.

Rafael, era o irmão mais velho e seus irmãos lhe chamavam de covarde sempre que era preciso algum ato de coragem, era o único da família que era desprovido de coragem, tinha cabelos negros, olhos verdes e sua pele era fria como a noite mais solitária do Oeste. Gabriel, era o irmão do meio, ao contrário dos outros era o mais romântico de todos, adorava histórias de amor e tinha um grande coração, embora fosse um guarda, ele tinha cabelos ruivos, com poucas sardas ao redor dos olhos e tinha belos olhos castanhos marcantes e profundos. E Miguel, ele era o caçula, o mais sábio dos irmãos, era loiro, tinha olhos azuis e de pele acetinada.
  -Então, sejam bem vindos meus amigos, comam e bebam que iremos partir amanhã bem cedo. Falou Heitor dando as costas para os três e entrando em sua cabana e em seguida sua mulher. Depois, todos cumprimentaram os guardas e entraram em suas devidas cabanas, pois logo cedo iriam partir. 
  -Estamos dentro, mas tenham cuidado, esse Heitor é muito desconfiado e não queremos que ele acabe com tudo. Falou Miguel em voz baixe para que apenas seus irmãos escutassem. 

Logo amanheceu e todos arrumaram as coisas para que não fosse encontrado nenhum vestígio de que eles tinham passado por ali. Heitor, quando era apenas um servo ele viajava muito para poder trazer matéria prima para fazer as roupas reais e em uma de suas viagens ele encontrou o caminho da Cauda de Algodão. Este caminho foi ensinado para ele por um ancião nos seus últimos dias de vida no deserto. Esse caminho era constituído de uma estrada de grama de bermudas que acabava que acabava em um deserto, chegando ao deserto ele teria que andar sempre em linha reta até encontra uma Aloe Ferox solitária de uma folha, era uma planta mágica que indicaria o caminho. A folha apontaria o lugar que ele desejaria chegar, mas ele teria que pingar três gotas de água e dizer onde ele queria ir. Depois disso ele iria andar alguns metros e ele iria ver a floresta da Cauda de Algodão, essa floresta era habitada por Sylvilagus, era uma espécie de coelho que possuía rabos de um algodão nunca encontrado em todos reinos.

Crianças, eu poderia até dizer que era um caminho fácil, mas caso eles se perdessem ou eles iriam dar de cara com os mercenários e assassinos de Vlad ou iriam acabar encontrando a vila dos guardas fugidos, e eles não eram do tipo acolhedores.

Heitor explicou a todos que eles iriam morar em um local totalmente novo e longe dali, mas eles teriam que atravessar toda a floresta e que seria dois dias de caminhada pela estrada da grama das bermudas, até chegarem na divisão entre a floresta e o deserto. Todos concordaram e caminharam por dois dias até que chegaram na divisão entre a floresta e o deserto.
  - Hoje vamos acampar por aqui, deixem para trás tudo o que for desnecessário e consigam o máximo de água e alimentos possíveis, pois nós vamos atravessar o deserto.
  -Você quer nos matar? Você acha mesmo que nós vamos conseguir atravessar o deserto para chegar ao Vale das Cachoeiras, não temos cavalos e mesmo que consigamos lá é a terra dos elfos e de seres que não conhecemos, vamos ser mortos no momento em que pisarmos naquelas terras. Gritou Rafael, ele estava com muito medo, nunca tinha saído do castelo e agora estava prestes a enfrentar um deserto.

Com um sorriso no rosto Heitor se aproximou daquele jovem guarda e colocou sua mão no ombro dele e disse:
  - Não tem com que se preocupar meu jovem, não iremos ao vale das cachoeiras, não precisaremos de cavalos, nem de armas e não iremos encontrar nenhum elfo ou algum ser desconhecido. Iremos a Cauda de Algodão, nós seremos guiados pela Aloe Ferox.
  -Você está louco, quer  deixar nossa vida na mão de uma planta? Se nos perdermos iremos morrer em poucos dias, não teremos água e nem comida o suficiente para passarmos meses caminhando no deserto. Disse Rafael retirando a mão de Heitor do seu ombro.
  - Eu conheço esse deserto como a palma de minha mão, sempre tinha que passar por ele para chegar ao Vale da Colina para comprar tecidos com os Anões de Alexandria. Caso não encontremo a Aloe, iremos até a casa do meu amigo Tsuna. Falou Heitor apontando em direção a uma montanha que ficava depois do deserto que poderia ser vista lá do reino de Olavo. 

Tsuna, era um anão que cuidava de ovos de dragões. Como muitos dragões estavam sendo caçados com servos, muitos ovos acabavam ficando sem mãe e esse futuros dragões não nasciam já que não tinha uma mãe para choca-los. Então Tsuna, cuidava desses ovos e posteriormente dos pequenos dragões até eles pudessem viver só. E naquela época crianças, aqui em Magma, existia um clã chamado de Sombras, que ninguém sabia dizer onde eles se escondiam ou até mesmo o nome do líder deles, mas diziam que quem encontrasse com eles acabava morto ou sem a língua, eles eram os responsáveis pela quase extinção dos dragões.
  - Tudo bem então, confiarei minha vida e de meus irmãos na sua intuição Heitor, espero que não me desaponte. Falou Rafael indo em direção aos seus irmãos que estavam arrumando suas cabanas para se prepararem para passarem a noite ali.

E todos estavam se organizando, pois sabiam que a noite seria longa e os dias que viriam no deserto seriam mais longas ainda.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, em breve estarei postando o segundo capítulo. Sugestões e criticas comentem.
abraços;


x Postarei continuação a partir do momento que pedirem.


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