História O último de nós - Camren - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Austin Mahone, Fifth Harmony, Shawn Mendes
Tags Camren, Drama, Norminah, Zumbis
Exibições 6
Palavras 3.860
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Policial, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hallo...
bom primeira fic da minha autoria, não vai ser a unica com certeza irei fazer mais, porque gosto muito de escrever....
então é só isso mesmo.
Qualquer erro relevem.
Xoxo.

Capítulo 1 - O começo


Point of Vision Lauren.

23:50

Houston – Texas.

E lá estava eu como sempre chegando as onze e cinquenta da noite em minha casa, ando chegando neste horário nas últimas semanas, estava falando com Chris no telefone sobre um problema que tive com o empreiteiro de onde trabalho, então liguei para Chris para pedir sua opinião, abri a porta da frente e entrei, estava exausta.

- Chris, chris me escuta, ele é o empreiteiro tá bom, não posso perder esse emprego.

- Eu sei Lauren mas, tenta entender.

- Eu... Eu entendi, falamos sobre isso amanhã.

Caminhei até o abajur que tinha em uma mesinha ao lado do sofá e acendi ela, logo ouvindo um bocejo de alguém que dormia ali, soltei as chaves e meu telefone na mesinha de centro.

- Chega pra lá – falei, minha filha Alice que estava se espreguiçando logo me obedeceu e afastou em um pulo.

- Ei – falou sorridente. – Dia divertido no trabalho?

Passei a mão em meu rosto em sinal de frustração, e logo cai para o lado apoiando meu cotovelo no braço do sofá e minha cabeça na palma da mão.

- O que está fazendo acordada, é tarde.

- Ai que droga que horas são? – Pergunta e logo vira-se para olhar o relógio que ficava na parede ao lado de um quadro atrás de nós.

- Já passou muito da hora de dormir.

- Mais ainda é hoje. – Depois de falar isso ela levanta-se do sofá e abaixa-se pegando algo que estava escondido do outro lado do sofá no chão.

- Querida por favor agora não, não tenho energia para isso.

- Toma – Fala Alice esticando uma caixinha na direção de sua mãe.

- Que isso?

- Seu aniversário.

Olho um pouco sem jeito para a caixinha, dou um sorriso de lado e abro.

- Você está sempre reclamando do seu relógio quebrado, então eu pensei “sabe como é” Gostou? – perguntou Alice sorrindo para a mãe.

Tirei o relógio da caixinha e coloquei no pulso, batendo no vidro dele e levando até o ouvido.

- Querida é.... É legal mais eu, acho que tá parado.

- O que? Não, não.... – Alice vem em minha direção e checando o relógio no meu pulso, ele não estava parado era apenas uma brincadeira. Ela me empurra de leve e fala. – Oh, haha.

- Onde arrumou grana para isso?

- Drogas, eu vendo drogas pesadas.

Inclino-me para pegar o controle da TV na mesinha ligando-a logo em seguida. E Alice deita novamente no sofá agora encostando a cabeça no outro braço do sofá.

- Que bom, pode me ajudar a pagar a hipoteca então.

 - É vai sonhando.

Depois de um tempo Alice volta a dormir no sofá, aproximo-me a pegando no colo e subindo as escadas rumando para seu quarto. Coloco seu corpo frágil na cama calmamente cobrindo-a logo em seguida, vou até seu rosto e tiro um fio de cabelo que estava na sua face e beijo sua testa.

- Boa noite garotinha. – Falo e apago a luz de seu abajur e saio do seu quarto fechando a porta suspirando.

************

Point of Vision Alice.

Me remexo na cama após ouvir o som irritante do meu telefone, estico me e pego o mesmo no criado mudo.

- Oi. – Falo com uma voz terrível de sono.

- Alice, preciso que chame sua mãe no telefone. – Fala, ele parecia preocupado e cansado, tem algo de errado.

- Tio Chris que horas são?

- Deixe eu falar com sua mãe agora, eu tenho um... – e a ligação cai.

- Tio Chris? Olá. – Desligo o telefone e levanto-me, começo a andar pelo meu quarto indo até a porta.

- O que foi isso? – Perguntei a mim mesma.

Abri a porta do meu quarto e fui andando pelo corredor escurou.

- Mãe? – Chamo, mas não recebo respostas. – Mamãe?

Vou em direção a porta do banheiro para ver se ela estava ali, e ela não estava, voltei para o corredor e vi uma luz saindo do quarto da minha mãe.

A TV está ligada ela pode estar lá.

Fui andando atordoada em direção ao quarto da minha mãe, eu estava com muito sono, passei o dorso da minha mão preguiçosamente no meu olho e bocejei, cheguei na porta do quarto da minha mãe bati e entrei lentamente.

- Você esta aqui? – Perguntei entrando, mas não ela não estava, a TV estava ligada em um jornal qualquer parei para prestar atenção quando um homem invade a entrevista gritando e pedindo para todos correrem e depois disso a TV pifou e agora não vejo mais nada além de uma tela preta, eu me assustei com aquilo, isso não está nada normal.

Caminho para uma janela que tinha do outro lado do quarto encolhida, para ver se via algum requisito de minha mãe lá fora. Mas ela não estava, quando virei e iria me afastar da janela um barulho alto me fez tremer mais do que já estava e olhei para o horizonte vendo os prédios da cidade e.

Fogo

Um carro havia explodido e agora estava uma boa parte da cidade em cinzas, sai desesperadamente do quarto e fui em direção as escadas.

- MÃE? – gritei na esperança de que ela estivesse ali.

Fui para a sala e nada dela ali, assim que cheguei na cozinha ouvi algo tremer em cima da bancada, era o celular da minha mãe, peguei o mesmo e olhei a sua tela.

8 chamadas perdidas e duas mensagens de Chris

“Onde você está, me liga.” - Chris

“Estou indo.” – Chris

Sai rapidamente da cozinha e sai para onde minha mãe passava maior parte do tempo.

Seu escritório.

Mas antes de chegar no meu destino voltei para a sala e fui em direção a porta de vidro que dava para o quintal na esperança de ver minha mãe ali, mas eu não a vi. Fui também checar o quintal da frente olhei para a garagem para ver se seu carro estava ali ainda, e sim estava mas nenhum sinal dela.

Onde será que minha mãe está?

Medo era somente isso que eu sentia.

Voltei para a cozinha a procura de água para beber e vi um bilhete pregado com um imã na geladeira.

“Eu estou indo para casa hoje à noite. Vá e pesa comida Vejo você de manhã

- Mama.”

- Onde ela está?

Caminhei até seu escritório abrindo a porta que estava entreaberta, e logo minha mãe entra me assustando, pela porta que dava acesso ao quintal de dentro do seu escritório fechando-a desesperada.

- Ai esta você.

- Alice, você esta bem?

- Sim.

- Alguém entrou aqui? – pergunta abrindo uma gaveta que tinha em sua mesa e tirando uma maleta de dentro dela.

- Não, não tem ninguém aqui.

- Fique longe das portas – Fala e abre a maleta revelando um revolver 38, carregando-a em seguida. – Fique ai atrás.

- Mãe você esta me assustando. O que esta acontecendo?

- São os Coopers, tem uma coisa errada com eles. Acho que estão doentes.

- Como assim doentes?

Terminei de pergunta e ouvi um baque na porta de vidro que tinha ali, olhei para lá deparando-me com meu vizinho. Ele estava estranho, roupas rasgadas, sangue saindo de sua boca, e machucados por todo seu rosto.

- Mãe – chamei-lhe desesperadamente.

Minha mãe se coloca na minha frente apontando a arma para ele, nós dávamos passos para trás devagar foi quando escutamos algo quebrando, Timmy tinha quebrado o vidro e entrado em nossa casa.

- Timmy, fique ai – Minha mãe fala. Mas nada adianta, ele vem para cima de nós como se fossemos um banquete, o que realmente éramos para ele.

Buum.

 Foi tudo que escutei quando coloquei minha cabeça no meio das costas de minha mãe.

- Meu deus você atirou nele, eu vi ele hoje de manhã.

- Alice, escuta, tem uma coisa ruim acontecendo temos que sair daqui.

- Tá.

Então minha mãe sai puxando-me pelo braço até a entrada principal, foi quando nos deparamos com faróis e tio Chris descendo do carro para falar com a gente.

- Tem ideia do que esta acontecendo lá? – fala tio Chris

- Tenho uma ideia. – fala mamãe, ela abre a porta de trás do carro para mim. – Vamos querida entre.

- Você esta coberta de sangue.

- Não é meu, vamos sair daqui.

- Estão dizendo que metade das pessoas na cidade enlouqueceram.

- Dá para a gente ir. Por favor? – fala entrando.

- Um tipo de parasita ou coisa assim – Comenta tio Chris entrando no carro.

- Vai me dizer o que ouve?

- Até mais.

Tio Chris dá a partida e sai em alta velocidade.

- Oi Alice, como está querida? – Pergunta tio Chris.

- Tô bem, dá pra ouvir o rádio?

- É Claro.

- Obrigada.

Enquanto dirigia ele ligou o rádio, mas tudo estava fora do ar, então ele tornou a desliga-lo.

- Aah, sem celular, sem rádio é estamos indo bem. Há porra do locutor não calava a boca.

Enquanto dirigia tio Chris ia seguindo uma estrada de areia, a alguns metros avistamos uma viatura, mas ela estava abandonada então ele nem se importou muito em para ou diminuir a velocidade.

- E ele falava sobre o que? – mamãe pergunta.

- Ele disse que o exército esta bloqueando as estradas. Não da pra chegar em Dallas.

Tio Chris parou em um cruzamento, ele teria que escolher se iria pela esquerda ou direita, e no mesmo momento passou duas viaturas em alta velocidade fazendo com que nos olhássemos para elas, então a mamãe pediu para ele pegar a rua 71, então ele entrou para a direita.

- Disseram quantos morreram? – Perguntei, e mamãe olhou para mim.

- Acho que muitos. – Fala tio Chris.

Agora seguíamos em uma estrada de asfalto, estava tudo desértico, não havia ninguém.

- Encontrei uma família toda desfigura... – Tio Chris iria comentar casualmente até que mamãe o interrompeu.

- Chris. – Fala e toca no seu ombro e o olhando sério, fazendo com que trio Chris se cale imediatamente.

Em dado momento tio Chris entrou por um caminho de areia em meio a uma floresta, acho que era um atalho para chegarmos o mais rápido na cidade, olhei para o lado esquerdo e só vi arvores e mais arvores, até que olhei para o lado direito do carro e então eu pude ver, uma casa pegando fogo, nada estava fazendo sentido todos estávamos com medo.

- Fazenda do Luis. – Comenta tio Chris.

- Estamos doentes? – Pergunto.

- Claro que não. – Responde mama Lauren, virando para trás e me dando um sorriso. – fique tranquila.

- Como sabemos? – Pergunto novamente.

- Disseram que são só as pessoas da cidade. – Fala tio Chris.

E ele novamente fica em um cruzamento e entra pela direita.

- Timmy trabalhou na cidade? – Perguntei.

- É... ele trabalhou. – Responde mama. – Estamos bem confia em mim.

- Certo.

E um silêncio se instalou no carro, até avistarmos um casal com filhos pedindo ajuda no acostamento da estrada.

- Vamos ver do que eles precisam. – fala tio Chris diminuindo a velocidade.

- O que você acha que tá fazendo? Continue dirigindo. – Fala mama Lauren com raiva.

- Eles têm um filho. Lauren.

- E nós também.

- Mas temos espaço – Falei cautelosamente.

- Ei, Ei Pare! – Ouvimos o homem gritar.

- Continue dirigindo. Chris – Fala mama.

Então ele acelera e deixa a pobre família para trás, seguindo o rumo para a cidade.

- Você não viu o que eu vi. – Fala mama calmamente. – Vai aparecer mais alguém.

- Deveríamos ter ajudado. – falei.

Tio Chris entrou para a esquerda pegando a rodovia só que por uma coisa não esperávamos era que ela estivesse congestionada com carros apitando e o barulho irritante me dando dor de cabeça.

- Todo mundo e a mãe deles tiveram a mesma ideia, que era sair da cidade. – Fala tio Chris.

- Bom a gente pode... – A voz da mama Lauren é interrompida por um motorista a nossa frente gritando.

- Aah, que merda cara.

E antes dele pensar duas vezes uma pessoa o ataca, ele parecia muito doente como o Timmy.

- Dá a volta. – Fala mamãe. E vemos mais um daquelas coisas entrar entro do carro do homem que não sabíamos o nome e atacar alguém que estava com ele.

- Meu deus. –falei

- Afaste-se – Ouvimos o homem gritar.

- Chris! – Mama grita e vemos o doente que atacava o homem que agora estava esticado no chão ensanguentado correr em direção ao nosso carro.

- Ah, que droga. – fala tio Chris e parece acordar para a realidade e dá a ré no carro em alta velocidade saindo dali, o doente ainda tenta e bate de cara com o vidro traseiro do nosso carro.

- Que merda você viu aquilo? – Fala tio Chris

- Vira aqui. Entra aqui. – Fala mama Lauren apontando para uma rua que estava a nossa esquerda. Tio Chris entra e nos deparamos com algumas pessoas correndo em direção de onde viemos e também tinha um trailer parado no meio da rua, não daria para nos passarmos a não ser por um cantinho que tinha ali.

- Anda gente vamos. Ahh não, não, não, não...- Fala Tio Chris.

- De que eles estão correndo? – Perguntei.

- Tira a gente daqui. – Fala mama Lauren.

Tio Chris foi diminuindo cada vez mais até parar no meio da pista.

- Não podemos parar aqui Chris. – Grita mama Lauren.

- Eu não posso dirigir por cima deles. Lauren – Responde no mesmo tom de voz.

- Então para trás! – Grita mais alto.

- Estão atrás de mim também. – Responde de novo no mesmo tom.

- Pronto. Ali! Ali! – Aponta mama para onde as pessoas saiam.

- Espera! – Fala tio Chris

- Vai! – Grita.

Tio Chris vai devagar para não atropelar algumas pessoas que ainda saia dali. E pronto passamos. Estávamos indo em linha reta quando de repente eu vi um carro.

- Cuidado! – Tarde demais.

O carro veio com tudo para cima de nós, ele acertou em cheio o a lateral esquerda do nosso carro, cacos de vidros voando, e o carro capotando, eu caindo para trás do banco batendo a cabeça e.... Pronto foi tudo que vi antes de desmaia.

**************

Acordei com uma enorme dor de cabeça me lembrado do que aconteceu e foi quase que no automático eu gritar por minha mãe.

- Mãe? – Chamei me levantando da onde estava e indo checar o baco do passageiro encontrando minha mãe desacordada, balancei seu ombro e chamei de novo.

- Ei.

- Oi, o que? – Pergunta e olha para frente.

Point of Vision Lauren.

Acordei com minha filha me chamando e foi como flash, olhei para frente e vi um carro que também estava batido com pessoas doentes atacando inocentes.

- Afaste-se, Querida. Afaste-se. – Pedi e me ajeitei para chutar e quebrar o vidro da frente, para que tivéssemos uma saída.

- Olha eu estou bem.

Comentou e eu somente assenti, antes de juntar forças e começa a chutar o vidro a minha frente. No primeiro chute o vidro trincou, no segundo ele meio que saiu do lugar, juntei mais forças e chutei a terceira vez conseguindo tirar o vidro, fiz muito esforço para conseguir levantar e sair de dentro do carro. Fiquei em pé um tempo vendo toda aquela rua destruída.

Isso estava um caos.

Sou tirada dos meus pensamentos quando uma daquelas coisas me ataca, começo a colocar força para tentar tirar ele de cima de mim mas não adiantou muito, então vi Chris acerta ele com um pedaço de madeira, eu estava assustada por um momento achei que seria mordida por aquilo.

- Mãe. – Alice, Alice, sai do meu transe e me virei para o carro.

- Eu estou aqui, querida, eu estou aqui, vamos me dê a mão. – falei demonstrando tranquilidade, mesmo que eu estivesse com muito medo eu teria que ficar forte por nós duas.

Alice pega minha mãe e sai com um pouco de dificuldade de dentro do carro, assim que ela fica em pé, perde o equilíbrio e cai sobre meu corpo.

- O que é isso?

- Minha perna tá doendo.

- Muito?

- Muito.

Antes que eu pudesse fazer qualquer pergunta Chris me interrompe.

- Precisamos correr.

Olho para onde ele olhara e vi mais daquelas coisas se aproximando de nós, tiro o revolver que estava na minha cintura entregando para ela, eu iria ter que levar Alice nos braços.

- Proteja a gente.

- Tá

- Vamos querida, segure firme.

- Tudo bem.

Terminei de pega-la no colo e sai correndo em meio a multidão, não sabíamos para onde ir, apenas seguíamos todos ali.

- Mãe estou com medo. – Fala Alice, ela estava tremendo de medo em meus braços.

Conforme corríamos mais pessoas era atacadas, eu também estava com medo, não sabíamos o que estávamos enfrentando.

- Feche os olhos. Meu amor.

Estávamos descendo a rua quando vimos um posto de combustível, ele não durou muito já que um maluco que estava em um carro azul foi com tudo para os combustões causando uma explosão. Protegi Alice com meu corpo.

- Continue correndo. – Grita Chris.

Chris ia na frente abrindo caminho para nós.

- Essas pessoas estão pegando fogo. – Ouvi Chris falar

- Não olhe. Alice

- Ok

- Olhe para mim. Querida.

Estávamos correndo para um caminhão de bombeiro que tinha ali no meio da multidão, ele estava abandonado, passamos ele e quando iriamos atravessar uma rua, um carro bateu em outro na nossa frente. Protegi Alice novamente com o meu corpo para os cacos de vidro não pegar nela.

- Vamos sair dessa. Eu prometo. – Sussurrei em seu ouvido, já que agora sua cabeça estava na curva do meu pescoço.

Continuamos segundo Chris, ele estava indo em direção a um cinema que tinha ali, de longe eu avistei ele, então um carro bateu de frente com o cinema e....

Buum!

Explodi-o tudo como já era de se esperar, já que nada estava nos conformes agora, avistei um beco e Chris me esperava lá.

- Afaste-se deles. São muitos. – Chris fala. – Por aqui pelo beco.

O Beco tinha um portão não daria para mim abrir com Alice nos braços então Chris o faz.

- Vamos!

Passo e Chris fecha o portão novamente por precaução, corremos por aquele beco sujo e avistamos uma parede e nessa parede tinha aquelas coisas pulando e correndo em nossa direção fico sem o que fazer até ver Chris indo em direção a uma porta de um lugar que parecia ser um bar.

- Estamos quase lá, estamos quase lá querida. – Falei para minha filha tentando passar segurança e confiança de que sairíamos daquele inferno.

Assim que Chris abre a porta e eu passo com Alice aquelas coisas o impedem de fechar a porta.

- Vá para a rodovia! – Grita Chris.

- Quê?

- Vai.... Você tem a Alice! Eu consigo fugir deles!

- Tio Chris!

- Encontro você lá. – falei

- Rápido!

Saio quebrando a porta da frente daquele lugar e avisto a ponte da rodovia a minha frente, faltava pouco, muito pouco. Entrei por um caminho de floresta que tinha ali para chegar mais rápido a rodovia.

- Estamos quase lá filha.

Conforme eu corria e suava por estar carregando minha filha, eu ouvia gritos e mais gritos das pessoas, ouvi também um helicóptero, olhei para cima a procura mas ele já estava longe. Segui o caminho até me deparar com uma ambulância na ribanceira, ali também tinha aquelas coisas terríveis devorando um homem.

- Mãe?

Passei por ele sem dar a mínima mas ele me seguiu, estava subindo um pequeno monte de terra para chegar à onde eu queria quando me virei e vi dois daquelas coisas prontos para me atacar quando....

Ouso tiros. Protejo Alice com meu corpo e quando os tiros dá por encerrados, eu me viro dando de cara com um homem do exército.

- Está tudo bem querida estamos seguros. – falei no ouvido da minha filha. – Ei, Precisamos de ajuda.

- Parem! – O Homem grita levantando sua mão.

- Por favor. É a minha filha. Acho que quebrou a perna. – Falo dando alguns passos em sua direção.

- Parada aí! – Grita.

- Ok.... Não estamos doentes. – Falei entre dentes.

- Tem alguns civis no perímetro externo. – fala com um radinho em seu ombro. – O que devo fazer?

- Mamãe. E o tio Chris?

- Deixo você em um lugar seguro e volto para pegar ele. Tá? – Alice assente.

- Mas senhor, tem uma garotinha. – Ouvi o homem falar. Dali não sairia uma boa coisa. – Mas... Sim, senhor.

Vi o homem que estava a minha rente engolir em seco e levantar a arma mirando em mim e na minha filha.

- Olha. Amigo. Passamos pelo inferno, tá bom? Só precisamos....

Parei de falar quando ele levantou a arma e mirou nas nossas cabeças.

- Ah, merda.

Virei-me para sair correndo e ouvi os disparos, caímos da pequena montanha que não fazia cinco minutos que tínhamos subido, rolei por tudo até para de cara pro chão, o militar desceu e veio até mim mirando logo em seguida na minha cabeça pronto para finalizar.

- Por favor, não.

Foi quando eu ouvi outro tiro e voar pedaços de cérebro daquele escroto por todas as partes.

Foi quando olhei para o meu lado esquerdo e avistei Chris.

- Ah, Não – Fala Chris.

Olho para trás de mim e a cena que vi me fez querer matar tudo e todo naquele momento. Minha filha estava agonizando no chão, foi quando soube que Alice tinha sido atingida por um dos tiros. Engatinhei-me até ela desesperadamente.

- Alice!

Coloquei sua cabeça em meu colo e segurei sua pequena mão, eu já me encontrava chorando.

- Eu sei. Querida. Eu sei que dói.

Ela levou uma das suas mãos ao meu ombro o apertando, ela chorava muito e eu não estava atrás, coloquei minha mão em sei ferimento para impedir que mais sangue saísse enquanto ela apertava, arranhava e puxava meu braço esquerdo, aquilo para mim estava sendo angustiante.

- Escuta eu sei que isso dói. Você vai ficar bem. Querida. Fique comigo. – Pedi soluçando.

Coloquei meu braço atrás de sua cabeça e a mesma gritou, eu não quero perde-la, ela apenas tem 14 anos, eu não queria que acabasse assim aquela noite já estava um inferno. Eu não queria perder minha menina.

Comecei a levantar come ela em meu colo, enquanto ela reclamara e urrava de dor.

- Eu sei querida, eu sei.... – Olhei para Chris que estava em choque foi quando tudo ficou em silêncio, voltei meu olhar para Alice e ela já não respirava mais.

- Alice.... – Chamei na esperança de que ela me respondesse, mas isso não aconteceu. – Querida....

As lagrimas agora caiando sem pudor algum, eu estava fraca, me sentindo um lixo, eu não consegui protegê-la.

- Não faça isso comigo. Garotinha. Vamos – Repeti isso inúmeras vezes. – Não! Não!

Eu balançava seu corpo de um lado para o outro e chorava em seu pescoço, eu não queria aceitar.

- AH, não. Não. Não. Não.... Por favor. Meu deus. – Eu chorava como nunca antes. – Por favor. Por favor. Não faça isso. Meu deus. Por favor.


Notas Finais


Gostou?, comente
Então não sei quando postarei a continuação então fiquem ligados, mas muito provável que segunda.
Seila
Bom é isso.
Xoxo.


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