História O último descendente de Naruto - Capítulo 39


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Palavras 1.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Ecchi, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, galera! Tem mais um capítulo hoje. Abraços para todos!

Capítulo 39 - Salvação para um, perdição para outro


Fanfic / Fanfiction O último descendente de Naruto - Capítulo 39 - Salvação para um, perdição para outro

      Jhoruto já não tinha de onde retirar forças. O veneno agiria em seu corpo por pelo menos 24 horas. Mas pelo visto, as ervas que foram cozidas dentro da choupana em que se encontrava, teria seu veneno  reaplicado nele; em decorrência disso, era impossível reunir as energias do chakra. Quanto ao seu diferencial da energia vital, era um mistério que o ninja ainda não sabia lidar. Estava vulnerável. Completamente indefeso à mercê daquela serpente.

    O réptil começou a enroscar-se no loiro, embora ela não fosse tão grande, envolveu-o do tórax até as coxas. Estranhamente, a ratazana, que não aparentava medo da cobra e supostamente parecia estar sendo manipulada, subiu pelo corpo da cobra, passou pelos pés do ninja e começou a roer por entre os pés, sim, a corda que segurava Jhoruto de ponta-cabeça estava cedendo e por fim é rompida.

     O prisioneiro, num estado semelhante ao da embriaguez, percebia um acontecimento bizarro. A serpente, apesar de não muito grande, era demasiadamente forte e deslocou Jhoruto com facilidade do cativeiro. Aos poucos, foi se afastando. Em silêncio. Praticamente, sem deixar rastros deslizou por galhos de árvores mais baixas que dividiam espaço com as coníferas. A ratazana sumiu, cumpriu sua parte na missão.

     Jhoruto não mensurou quanto tempo ficou vendo o mundo literalmente rodar. Certos movimentos da cobra dava a impressão de que ele iria cair. Por instantes, sua cabeça zonza pensou que fosse Furion, entretanto, seu raciocínio traiu sua esperança: se fosse Furion, onde estaria o restante de seus amigos? Afinal, já estavam relativamente longe da aldeia kramboana.

      “ A cobra deveria estar atrás da ratazana e quando me percebeu, bom... Achou que eu seria uma opção melhor... Por outro lado, por que o roedor rompeu as cordas?”  Sua cabeça era um turbilhão de pensamentos e aquele momento ruim parecia uma eternidade.

     No meio da floresta,  o sol já despontando, a cobra finalmente desenrolou de seu corpo.

     “pronto, agora serei devorado pela serpente. Será uma morte horrível.” Jhoruto já entregue no chão gelado, percebeu o réptil se afastar. A cobra embrenhou-se em um aglomerado de arbustos e sumiu do campo de visão do loiro que conseguiu sentar-se e fazer uma avaliação da situação. Levantou-se, pois já não existiam cordas nos pés. Não teve dificuldades em achar uma pedra grande com partes pontiaguadas e esfregar as cordas que prendiam suas mãos, libertando-se delas. Com a cabeça ainda “girando”, porém em condições de andar, ele decidiu ir na direção oposta aos arbustos que acolhiam a tal cobra. Deduziu que não poderia ser Furion, pois ele simplesmente voltaria a forma normal. Por outro lado, não fazia sentindo a cobra ir embora. É verdade que estava fedido, porém não era motivo para o réptil desistir tão facilmente da refeição.

-É Furion, só pode ser ele. Balbucia.

     Trocando as pernas, ele vai em direção aos arbustos e finalmente ouve a voz de seu amigo.

-Mas que droga, merda! Eu coloquei minhas roupas nesses arbustos. Nu, Furion procurava suas roupas e xingava.

     Sem se conter e para extravasar as emoções negativas que sofrera até instantes atrás, Jhoruto começou a dar um ataque de risos, principalmente quando avistou um esquilo, olhando para eles e vários outros esquilos saltitantes e ariscos carregando as roupas do mago. Furion avistou-os e teve que comunicar-se com eles para que devolvessem suas roupas e sua botas.

-Vai continuar rindo? O dorkagiano recebeu sua roupas dos esquilos que saem em disparada.

-Desculpe. Jhoruto procurou conter-se, enquanto o dorkagiano vestiu-se.

-Meu amigo, você está fedendo demais! Estou impregnado com seu cheiro!

-Os kambroanos não são nem um pouco hospitaleiros. Não oferecem banho aos seus hóspedes. Jhoruto parecia um bêbado fazendo ironias.

-Venha! Hayata e Hiroshi estão mais a frente.

 

 

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-O prisioneiro fugiu! O prisioneiro fugiu! Saugor gritou alertando a aldeia assim que o sol surgira.

-O que disse? Dahgoa correu desesperada para a choupana que outrora foi o algoz cativeiro do ninja, para certificar-se.

-Sim. Ele fugiu! Ashla, ao lado da choupana, confirmou.

- M * A * L * D * I * Ç * Ã * O !!!!  Dahgoa entrou em desespero parecendo que iria convulsionar.

         Ashla e Saugor trocaram olhares de lamento.

-Akhnar não vai me perdoar!!!  - Por que não havia guardas para o prisioneiro!!! Dahgoa perguntou como se não soubesse a resposta.

-Quase nunca tivemos prisioneiros. Matamos a todos que cruzam nosso caminho. Não ficamos de guarda na aldeia, pois seu encantamento impede que animais entrem nela. Não é assim desde muito tempo? Saugor lembrou.

-Veja, rastros de cobra! Ashla identificou no chão de terra da choupana.

-É impossível desbloquear minha magia... A não ser... Um outro mago com poderes consideráveis... Dahgoa concluiu.

-Um mago? Saugor coçou a barba e desembanhou sua espada.

-Guarde isso, imbecil. Magos só são derrotados com magia. Ashla repreendeu.

 

-Não sei se aquela ave maldita já levou a mensagem. Dahgoa olha para o céu ensolarado como que tentando adivinhar, esperando que as nuvens lhe desse alguma resposta.

-Sacerdotisa. Sacerdotisa! Um kramboano aproximou-se com rapidez e cabeça baixa, expressando submissão.

-Diga e não omitas nada! Ela aponta o dedo indicador que esnobava uma unha encardida de 10 centímetros.

-Nononosso mestre chegou... Está sentado em vossa cadeira. Na choupana principal.

       Dahgoa sabia que não poderia enganar Akhnar. Ele já pressentira a energia que circundava a aldeia e percebera que não havia mais cativo algum. Sem dizer nenhuma palavra, a sacerdotisa vai ao enconro dele seguida de Ashla, Saugor e alguns kramboanos.

-Saudações mestre dos mestres. Dahgoa ajoelhou-se diante dele juntamente com sua comitiva improvisada.

-Onde está o ninja de quem me falou pela mensagem do corvo? Akhnar pergunta sem cerimônia e com atitudes de arrogância e impaciência.

      Um breve e revelador silêncio seguiu-se.

-Bem vejo que ele não está aqui.... Akhnar levantou-se e foi em direção a velha bruxa.

-Perdoe-me senhor. O rapaz fugiu. Ainda não sabemos como isso se deu. Mas eu...

-Cale-se!

       Todos ainda estavam de joelhos.

-Vocês duvidam do meu poder?

-Não meu senhor. Todos respondem.

-Duvidam da minha paciência?

-Não meu senhor. Todos respondem, novamente.

-Vou mostrar-lhes o que acontece com quem falha.

      Akhnar escolheu um kramboano aleatoriamente e parou ao lado dele.

-Levante-se. O rapaz levantou-se.

    Todos estavam ajoelhados e de cabeça baixa.

-Olhem para mim.

   Todos olharam.

-Vejam a minha paciência.

     Akhnar encostou a mão no peito do rapaz que sentiu sua pele aquecer. Em seguida, seu corpo foi tomado pela lepra. O rapaz olhou suas mãos e braços e começou a gritar e tocando nas feridas do rosto, chorou amargurado.

-Se não me trouxerem o ninja vivo até mim. Prometo que todos vocês morrerão dessa peste.

    Akhnar saiu da choupana e desapareceu utilizando a técnica (ou energia mágica) tempo-espaço, voltando ao seu esconderijo.

   Daghoa levantou-se:

-Vamos atrás desse ninja! Agooooooraaaaaaaaaa! Ela começou a urrar de ódio.


Notas Finais


É isso aí. Ainda tem muita aventura, ação e romance pela frente.Espero que estejam gostando.


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