História O último descendente de Naruto - Capítulo 40


Escrita por: ~

Exibições 32
Palavras 1.106
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Ecchi, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, pessoal! Tem ótimas surpresas no capítulo. Boa leitura.

Capítulo 40 - Novas Surpesas


Fanfic / Fanfiction O último descendente de Naruto - Capítulo 40 - Novas Surpesas

  Furion conduziu o amigo até onde os cavalos os aguardavam juntamente com Hayata e Hiroshi.

-Jhoruto! Hayata correu ao seu encontro visivelmente abalada. Ao abraçá-lo não conteve as lágrimas e começou a chorar.

   Hiroshi substituiu sua expressão de tensão por um rosto aliviado. Estava feliz em saber que o amigo que tanto admirava estava vivo. Contudo, não foi ao encontro dele para abraçá-lo por ainda sentir-se culpado; preferiu permancer calado e esperar a reação que o loiro teria para com ele.

-Eu te amo. Era a segunda vez que ela externava seus sentimentos, dessa vez sem arrependimento e sem esperar que ele repetisse a mesma frase.

       O namoro entre os dois havia surgido no dia do aniversário dele, é verdade. Mas era um namoro tímido com uma relação que era construída aos poucos. Dia a dia, Hayata tentava conquistar o coração dele. Jhoruto gostava de estar perto dela, da voz de Hayata, do seu jeito de ser, dos seus traços e curvas, no entanto, seu coração continuava confuso. Acreditava que Sayure Akane era o grande amor de sua vida e ele sabia que depois que deixasse Safira e Daisuke em segurança nas terras azacras, partiria para o reino Dorkage para possivelmente resgatá-la. Seria justo dar esperança a Hayata? Porém ele queria viver aquele momento e estar nos braços dela era reconfortante.

-Diga-me como conseguiram me localizar? Jhoruto estava com os sentidos mais apurados.

    -Que cheiro horrível! A emoção do reencontro cedeu lugar à dura realidade em que o loiro se encontrava. Hayata afastou-se quando sentiu o odor repulsivo do loiro.

-Percebi  uma grande revoada de corvos e seu ponto de origem naquela montanha. Furion respondeu e apontou em direção à localização presumível da aldeia kramboana que já não era avistada.

-Conta a lenda que Dahgoa transformou seus escravos em corvos. Hiroshi tenta chamar a atenção de Jhoruto que ainda não havia olhado para ele.

-Isso é bobagem. Furion balança a cabeça negativamente em reprovação.

       Jhoruto vai em direção a Hiroshi e coloca a mão no ombro dele.

-Não teve culpa. Poderia ter sido com qualquer um de nós.

     Hiroshi e Jhoruto se abraçam. Enquanto Furion e Hayata sorriem um para o outro.

-Pessoal, vamos embora. Precisamos tomar um belo banho e nos alimentarmos para prosseguirmos a viajem. Em tom de ordem, Furion sobe no seu cavalo.

                                                  

      Cavalgaram algum tempo. Estavam a mais ou menos seis horas do local do acampamento. Durante o percurso, Jhoruto alimentou-se de cerejas e mel que Hayata havia conseguido e tomaram banho num córrego dentre dezenas que existiam naquelas bandas.

 

 

       Daisuke de cima de uma árvore avista o sequestrado chegando com seus resgatadores e avisa aos demais acampantes: Miyuke e Safira.

      Miyuke vira para um amontoado de cobertores:

-Fique quietinho...

 

-Eis o último Ukumaki, são e salvo! Furion abriu os braços como se tivesse fazendo uma apresentação.

 

       Todos saltaram dos cavalos e ficaram em volta do loiro. Instintivamente, fizeram uma espécie de corredor e Hiroshi assobiou.

     Gerbe saiu dos cobertores, onde estava escondido, e correu em direção ao seu dono, pulando em seu colo e derrubando Jhoruto que estava enfraquecido. No chão, Gerbe começou a lamber o rosto de Jhoruto que parecia não acreditar naquele milagre.

 

     ___________________________________________________________

 

-Akhnar é cruel. Ele não vai pensar duas vezes em nos destruir. Dahgoa anda de uma lado para o outro tentanto criar um plano.

-Os rastros desaparecem. A cobra deve ter se embrenhado nas árvores e seguido em qualquer direção. Ashla conclui sua análise.

-É provável que tenha sido um mago metamorfos. Logo ele deveria estar com o rapaz no acampamento e deveria ser um daqueles que...

-Saugor seu imbecil! Finalmente um raciocínio lógico! Ashla interrompeu, de certa forma elogiando-o.

-Então vá na direção deste tal acampamento, minha irmã, e destrua a todos, somente é claro me traga o rapaz loiro. Dahgoa deu um raro sorriso.

-Mas se eles tem um mago com eles somente você poderá eliminá-lo. Ashla lembrou.

-Não se preocupe... Farei minha parte... Seja quem for esse maldito mago, vou destruí-lo. Ele conhecerá minha pior magia...

-Vamos Saugor. Precisamos dos melhores homens. Ashla dá ordens ao seu oficial imediato.

-Vou convocar os piores homens, os mais cruéis e mais preparados. Vamos estraçalhar todos eles! Saugor sente prazer nas próprias palavras como se tivesse visualizando as cenas de selvageria.

-Aha, sim. Leve o Maya. Foi ele quem provocou tudo isso. Se tivesse matado o loiro, estaríamos livres da furia de Akhnar, pois ele jamais saberia. Ashla ordena.

-Levarei aquele lixo. Ele vai aprender a ser cruel como um kramboano deve ser, senão eu mesmo o matarei... E ele terá a pior morte possível.

-Cale-se seu imbecil. Sabe que só poderá fazer isso com o consentimento de Daghoa, afinal Maya é o neto dela.

-Sim, o neto que ela despreza... Um neto bonzinho... Saugor começa a rir com deboche, desordenadamente, manifestando sua insanidade mental.

 

       __________________________________________________________________

 

      Em Dorkage, começavam os preparativos para a festividade de casamento do  príncipe Halan Dhonthirran. Ele tinha 18 anos e era o sucessor legítimo ao trono. O casamento, segundo as tradições dorkagianas, lhe daria a condição de ser o futuro rei do reino Dorkage. Halan era regente e governante do pequeno reino anexado de Damária que foi conquistado pelo seu pai e dado a ele como presente. O príncipe tinha poder ilimitado nas extensões de Damária. Poderia dispor de quem quisesse da forma que quisesse. Proferir sentenças sem julgamentos. Aumentar tributos sem critérios. Desapropriar terras, banir famílias. Mas ao contrário, Halan procurava ser justo e detinha certa popularidade entre o povo damarense. Fora criado por sua babá, pois sua mãe fora assassinada pelo próprio pai, num acesso de ciúmes, sem que ninguém fizesse nada à respeito. A baba passou a ele valores morais que acabou por moldar sua personalidade que era oposta a de seu pai e de sua irmã mais velha... Essa terrivelmente ambiciosa e inescrupulosa...

 

-Com licença alteza. A governanta entrou com gestos cerimoniais no quarto real e fez uma vênia ao príncipe.

-Diga-me! Halan terminava de ser vestido por seu serviçal com roupas apropriadas para uma reunião de compromissos e políticas.

-Vim trazer-lhe o relatório sobre sua noiva, como ordenaste que fizesse toda semana, pelo cuidado que tem para com ela.

           A governanta aproximou-se e com um sorriso anunciou:

 

-O vestido da noiva está pronto, meu senhor, digo, a vestimenta oficial das festividades de noivado, sem dúvida, o vestido principal está sendo confeccionado ainda,  meu senhor.

-Ótimo! Quero que seja a noiva mais linda de todas na história do reino Dorkage. Quero que começem a pintar o quadro dela hoje mesmo.

-Será tudo providenciado meu senhor. Sayure Akane será a mais bela noiva de todos os tempos...


Notas Finais


O próximo capítulo está quase pronto, só faltam algumas revisões e devo enviá-lo amanhã.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...