História O último descendente de Naruto - Capítulo 41


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Ecchi, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, pessoal. Favor não deixem de comentar. Valeu!

Capítulo 41 - Maya


Fanfic / Fanfiction O último descendente de Naruto - Capítulo 41 - Maya

  

Jhoruto conseguiu levantar-se e pegou seu querido companheiro no colo, emocionado começou a chorar e a acariciar Gerbe.

-Pensei que estivesse morto, amigão!

-Agradeça ao ninjutsu médico de Hayata e a técnica de retirada da flecha que Daisuke usou.

-Existe a maneira correta de retirar as flechas kramboanas. Elas se quebram com facilidade ficando uma parte dentro do corpo causando, obviamente, febre e morte. Daisuke observou.

-Estreei meu ninjutsu médico em Gerbe, não consegui ainda resolver as marcas das cicatrizes. Acredito que com alguma prática eu consiga fazer a pele ficar sem marca alguma. Hayata falou dando uns pulinhos e puxando as orelhas do coiote.

-Jhoruto, você se desequilibrou muito rápido. Gerbe não morreu no seu colo como você quis acreditar. Estava, claro, gravemente ferido, mas nada que Daisuke e Hayata não resolvessem. Além do mais, tive que utilizar de uma grande quantidade de meu chakra para apagar o imenso incêndio que causou. Se não fosse eu e Hiroshi, a extensão do incêndio seria devastadora e muitos animais morreriam. Furion com certa elegância dá uma boa chamada no loiro.

-Reconheço que fui precipitado e me deixei levar pela emoção. Fiquei cego de ódio pela covardia. Eles nos atacaram quando dormíamos. O pior! Era apenas um teste para um garoto. Entendem isso? É claro que queriam nos matar e roubar os cavalos e  tudo o que temos. Bom...  Quando vi a flecha no dorso de Gerbe perdi totalmente minha razão. Lamento... Acabei sentindo na própria carne meu ato impensado de vingança.

Um breve silêncio e todos parecem pensar ou lembrar-se de alguma coisa parecida que já fizeram na vida. O loiro quebrou o silêncio:

- Aliás... Precisamos voltar!

-Não pode estar falando sério. Hayata protestou.

-Precisamos voltar e tirar Maya daquele lugar horrível. Forçam o garoto a matar e roubar. Eu sei que ele não quer isso.

-Então por que ele não foge? Hiroshi questionou.

-Fugir para o norte? Para as Terras Azacras? Kramboanos e Azacras são inimigos mortais. Se ele for para o sul tem que atravessar mais da metade da floresta de coníferas, certamente morreria nas garras de um urso. Além disso, todos sabemos que existem youkais na floresta. Na aldeia, ele tem abrigo e comida. Por isso se submete a ser tratado daquele jeito. Na prática, ele não tem escolhas. Entendi isso quando estava amarrado de cabeça para baixo e com a bexiga cheia.

-Quem ele é afinal? Hiroshi perguntou trazendo um pedaço de carne de pato assado para Jhoruto e Gerbe.

-Foi ele quem acabou acertando Gerbe. Deve ter uns 12 anos e me deu bastante água. Acho que isso me ajudou de certa forma a não ficar totalmente inconsciente no cativeiro. No fundo, percebi em seus olhos que ele pedia ajuda. Parece ironia do destino... Salvar quem tentou me matar....

-Se sua avaliação estiver certa. Podemos pensar num plano para resgatá-lo. Furion falou limpando suas botas com uma folha sedosa.

-Estamos perdendo tempo. Os kambroanos já devem ter percebido que você não está por lá. Devem estar vindo em nossa direção. Daisuke observou dirigindo-se para a mesma pedra em que estivera relembrando de seu passado recente.

-Então... Não percamos mais tempo... Maya, aí vamos nós! Furion apoiou a ideia de Jhoruto.

horuto agradeceu a Hayata e a Daisuke. Pediu para descansar, pelo menos uma hora. Estava exausto.

 

 

Maya havia sido criado na aldeia Kramboá, ou melhor, no que sobrou dela depois da derrota imposta pelo azacras.   Os sobreviventes passaram a formar uma espécie de gangue. Iniciaram práticas como assaltos aos peregrinos e aos comboios, inclusive de dorkagianos, seguidos de estupros, torturas e assassinatos com requintes de crueldade. Era uma gente odiada, temida e conhecida em todo o continente.

O garoto não sabia quem eram seus pais, apenas ouvia falar que Dahgoa era sua avó. Ela, por sua vez, nunca o tratou como neto. Não se importava com ele e o deixava aos cuidados de qualquer um desde que seu irmão gêmeo falecera. Esse sim, era o predileto da bruxa.

Saugor havia assumido seu treinamento e tinha o propósito de transformar Maya num guerreiro sanguinário. No entanto, o pequeno kramboano rejeitava tudo isso, não que ele expressasse seu repúdio pelas práticas kramboanas, pois se assim o fizesse seria fatalmente morto.

Na verdade, o garoto gostava das artes, dos desenhos, das pinturas, de criar inventos. Era extremamente inteligente e curioso. No entanto, para a cultura kambroana ele era considerado fraco, sem o brio guerreiro. O fato era que as habilidades que Maya detinha não seriam aproveitadas no cotidiano da vida da gangue. Maya era visto como diferente, problemático, doente e precisava ser curado, adestrado e transformado num homem de verdade, num guerreiro impiedoso que pudesse tirar a vida das pessoas com facilidade. Força bruta e mente perversa eram o que Saugor queria do pobre garoto. Muitas vezes, era submetido a surras e humilhações para que pudesse tornar-se abrutalhado. Mas essa não era a índole dele. Isso Maya poderia escolher. Escolher o lado humano do ser.

Maya olhava um jarro cheio de mel que ele mesmo recolhera, acreditando que seria útil como anti-inflamatório para as feridas do rapaz usado como exemplo por Akhnar, quando Saugor entra na choupana.

-Está vendo aquele infeliz cheio de feridas que está acorrentado naquela árvore? Saugor perguntou com arrogância e gritando apontou para o lado de fora.

-Sim, senhor. Maya respondeu trêmulo, como sempre ficava quando estava próximo do capitão kramboano.

-É assim que todos vamos ficar se não recapturarmos aquele rapaz. E você será o responsável por nossa maldição. Não matou quem tinha que matar! Você é mesmo um lixo!

Maya mal conseguia segurar o arco e a flecha que o capitão acabara de lhe entregar para iniciar o treinamento.

-O que há com você? Que tremedeira é essa?

-Não consigo me controlar.

-Quer levar outra surra? Vou ensiná-lo a ser homem!

-Não senhor.

-Então trate de...

 

- Saugor! Venha aqui! Dahgoa urra com sua voz repugnante e arrastada.

Ele correu para atender a sacerdotisa que comunicou o plano de ação para capturar Jhoruto que ela e Ashla traçaram.


Notas Finais


Abraços!


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