História O último descendente de Naruto - Capítulo 42


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Ecchi, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 42 - Matatabi, o Sequestrado


Fanfic / Fanfiction O último descendente de Naruto - Capítulo 42 - Matatabi, o Sequestrado

Jhoruto acordara e já não estava tão cansado. Rapidamente, arrumaram-se e pegaram o caminho em direção ao extremo norte do continente, para as Terras Azacras.

        Conforme o planejado, Daisuke, Safira, Miyuke, Hayata e Gerbe seguiriam em direção ao norte até a ponte que separava as terras de domínio kramboano das Terras Azacras, acampando próximo a grande conífera. Era a mais alta e mais larga conífera da floresta. A árvore, por razões desconhecidas, crescera de modo absurdo, destacando-se das demais. Esse seria o ponto de encontro. Jhoruto, Furion e Hiroshi iriam até a aldeia kramboana para o resgate (talvez essa não seja a palavra mais apropriada, porém é esse o sentido dada as condições em que Maya vivia). Se até o entardecer os três não retornassem, os demais seguiriam viajem.

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           Algum tempo pela floresta e se ouve o barulho compassado dos cascos dos cavalos. O deslocamento ritmado dos guerreiros batedores Kramboanos era naturalmente liderados por Ashla e Saugor. Eram cerca de 20 cavalos e 21 batedores em terreno mais aberto. Com esse tipo de vegetação mais espaçada, os cavalos não tinham dificuldades de locomoção. Maya ia de carona com Saugor. Ao contrário deles, Jhoruto, Furion e Hiroshi estavam à pé, utilizando-se da técnica ninja de invisibilidade. A trupe passou por eles que se esconderam nos galhos das árvores e limitaram-se a segui-los, seja pulando pelos galhos, seja pegando atalhos. Ficaram observando e Jhoruto sinalizou quem era Maya.

-Eles vão parar quando chegarem no local onde acampamos e então é com você Jhoruto...

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        Maya estava em pé próximo a um arbusto, enquanto Saugor e Ahsla discutiam a possível direção em que Jhoruto e seus amigos haviam escolhido. Foi fácil, aliás esse é uma típica missão ninja, sequestrar sem deixar vestígios. O garoto sentiu alguém tampando-lhe a boca e utilizando uma baixa dose de jutsu paralisante o loiro fala em seu ouvido:

-Calma... Sou eu a quem você deu de beber água no cativeiro. Eu sou Jhoruto Uzumaki.

 

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    Sayure Akane experimentava seu vestido de noiva com a ajuda da governanta Zhara e de outras meninas que eram escravas.

   Presenciara muita injustiça e só pensava em proteger-se. Sayure estava conformada com seu destino. Tudo o que acontecera, da forma como acontecera, tirou dela qualquer sentimento de revolta. Queria que o curso dos acontecimentos ditasse sua vida. Entendeu e aceitou que não adiantava lutar contra o destino. Era como se alguém caísse num rio de correnteza forte e tentasse nadar contra ela... Não seria melhor se entregar e ver até onde a correnteza a levaria? Talvez o sentimento que melhor traduzisse o que Sayure Akane sentia  no seu coração era resignação.

     A garota oriunda da vila da Paz apenas obedecia e procurava ser amável, então seu jeito e sua beleza chamaram a atenção do príncipe Halan.

        Ao chegar no reino Dorkage fora escolhida por Zhara para trabalhar na cozinha, afinal o que não faltava era trabalho devido aos inúmeros banquetes que eram realizados nos suntuosos salões de festas. Ela servia à mesa. Ficava em pé à disposição de quem a solicitasse para colocar vinho nos cálices ou para levar pedaços de alimentos aos convidados. Servia com sorriso e procurava manter-se o mais “invisível” possível. Sempre discreta.    

       A condição dela era relativamente boa se comparada à maioria das outras escravas, tivera a sorte de não ser comprada por um nobre pervertido  que faziam o que queriam com suas escravas. Muitos com práticas sádicas.

     Halan apaixonou-se por ela desde a primeira vez que a viu. Justamente no momento de sua chegada. Quando ela encontrava-se suja e com as roupas praticamente rasgadas trazida à força juntamente com mulheres e crianças, depois que sua vila fora destruída. O príncipe a desejou, não apenas para satisfazer seus instintos sexuais, suas taras ou fantasias. Não pensava em tocá-la antes do casamento. Mas queria ficar com ela. Uma coisa era dispor de uma escrava para satisfazer seu apetite sexual, como era naturalizado em Dorkage. Outra coisa era transformar uma mera escrava de origem camponesa numa dama da corte. O problema era a opinião pública e a repercursão disso. Não tinha poderes ilimitados em Dorkage. Aos poucos Halan foi realizando seu intento de transformá-la em dama da corte e minimizar a opinião da nobreza à respeito dessa atitude. Ele era tremendamente astuto em política, porém completamente tolo quando se tratava de sua irmã... A princesa Natsa, a primogênita do rei Wennbor, o terrível.

 

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-Cuidado com esse gato selvagem! Ele significa meu prestígio junto ao rei. O comandante dorkagiano referia-se à Matatabi, o bijuu de duas cauda, ao ver que a carroça atolara.

      Eram aproximadamente 25 soldados dorkagianos que escoltavam o bijuu numa jaula com quatro rodas puxada por dois touros domesticados. Estavam próximos aos portões do reino Dorkage, nas muralhas da cidade, acompanhados de mais uma comitiva de soldados fortemente armados e um mago. Matatabi estava inconsciente com uma coleira pesada, cheia de cristais da lua, bloqueadores de chakra. Apesar de seu imenso poder, Matatabi foi capturado com a técnica adequada e deixado num estado inofensivo.

-Vamos desatolem logo essa carroça! O comandante estava demasiadamente ansioso. –O senhor pode dar uma ajudinha? Ele fala olhando para o mago.

-Absolutamente não! Os soldados estão sendo pagos para isso.

-Claro o senhor tem razão.

      Após algumas tentativas...

-Pronto senhor, conseguimos. O oficial imediato informa.

-Homens! Em frente! Bom... O rei Wennbor vai ficar feliz. Capturamos o gato azul flamejante. O comandante pareceu pensar na ótima recompensa que receberá: moedas de ouro, um farto banquete, as mulheres do harém real e uma semana de folga.

-Claro comandante, o rei Wennbor ficará muito satisfeito com nosso sucesso. O mago, que estava numa confortável carruagem ao lado do comandante, esfrega suavemente uma mão na outra e sorri discretamente transmitindo aprovação.

-Devo isso ao senhor, Eminente mago Darsos Zalon.

-Foi um prazer cooperar...

 

 

Observação: Matatabi é um Bijuu realmente poderoso, e além de queimar tudo em que toca, possui a habilidade de controlar o elemento Katon (fogo) em grandes proporções, concentrando chamas em sua boca e as disparando em forma de bolas de fogo. É feito de chakra mesclado com chamas azuis que lhe dão a forma de um gato azul flamejante.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bijuu#Matatabi

    



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