História O último descendente de Naruto - Capítulo 56


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Palavras 1.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Ecchi, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


É isso aí galera. A trama está ficando um pouco mais complexa. Boa leitura e não deixem de comentar.

Capítulo 56 - Os Guerreiros Azacras


Fanfic / Fanfiction O último descendente de Naruto - Capítulo 56 - Os Guerreiros Azacras

Miyuke ousadamente tentou, através da técnica do genjutsu, interferir no fluxo de chakra do youkai, criando um novo cenário na mente dele para que não fosse capaz de perceber o ambiente do embate como ele realmente é. Era como se o Youkai não pudesse enxergar Furion e visualizasse um lugar completamente diferente da realidade a sua volta. Isso tornaria os golpes do monstro  sem eficácia alguma, pois ele não acertaria o alvo.

-O que está acontecendo? Pela primeira vez a criatura parecia confusa. –Isso é magia?! Ele olhava para todos os lados tentando compreender o que se passava.

Nesse momento, o mago dorkagiano voltou-se para o corpo esférico que abrigava a bola de energia e a fez levitar em grande altura. Acima das nuvens. Deixando-a fora do alcance da criatura. Cogitava em desfazer o corpo esférico e liberá-lo, dispersando a energia interna. Mas se isso fosse feito a esperança de destruir o adversário seria aniquilada. Era uma espada de dois gumes, ela significava a vitória final sobre o monstro, por outro lado, também poderia ser a ruína de todos.

 Furion percebeu uma movimentação de guerreiros azacras em direção ao local do sacrifício.

A tempestade deixou pessoas mortas e feridas. O medo deu lugar à indignação, esta foi substituída pela revolta que culminou numa histeria de ódio contra o youkai. Levados pela emoção e sem nenhum líder ou plano de ataque, uma multidão de guerreiros se deslocava para desafiar o demônio.

O mago ficou em pânico e reprovou a atitude emocional dos guerreiros. Furion gritava para que eles recuassem. Obviamente, foi ignorado. Uma coisa é concentrar a energia (chakra) num corpo esférico e usá-la contra a criatura. Outra coisa era o uso individual e desarticulado do chakra de uma multidão desgovernada de guerreiros que não surtiria o mesmo efeito.

Além de rajadas de energia, os guerreiros azacras traziam consigo canhões rudimentares, oriundos de outro continente e que alimentava o tráfico de armas do reino Dorkage. À certa distância, começaram a disparar no Youkai que estava sob a influência do genjutsu de Miyuke. A garota Sarutobi ficou nervosa, tensa, pois muitos dos tiros caiam próximos a ela. Os azacras não perceberam que no campo de alcance das munições disparadas, tinham aliados e que eles corriam o risco de serem mortos por seus tiros de canhão. Miuyke desconcentrou-se, retrocedeu sua técnica e Ganfur pode ver o atual cenário da luta. Tarde demais. Um tiro de canhão certeiro atingiu o diafragma do monstro que foi arremessado nos rochedos. Com o impacto, as rochas se desfragmentaram e caíram em cima daquele ser grotesco. Houve certo silêncio.

Uma tonelada de terra, que tinha por escoras os rochedos, caiu por cima das rochas que encobriam Ganfur. Ele estava literalmente enterrado.

Ao perceberem o que havia acontecido, os guerreiros azacras começaram a comemorar. Uns gritavam e batiam no peito expressando o orgulho de ser um azacra, enquanto outros pulavam e davam socos no ar falando palavras ofensiva.

 Oda foi até o local com sua espada Samurai, acompanhados de vários guerreiros azacras que ainda comemoravam e espalhavam a notícia para os que ficaram na retaguarda, a comemoração era total entre eles, menos para Furion.

 A terra começou a tremer. Os azacras olhavam para o solo que trepidava e rachava sob seus pés. Do fundo da terra, próximo ao local da queda, surge novamente o demônio. O youkai Ganfur emergiu furioso. Os dezoito azacras que estavam mais próximos a ele, explodiram com as partes de seus corpos espalhando-se para todos os lados e trazendo pânico para os que assistiram. Instintivamente, Oda, que estava um pouco distante, energizou sua espada e cravou-lhe a samurai no peito da criatura mesmo sabendo da ineficácia de seu golpe, num gesto instintivo de bravura. Talvez de loucura. Com o movimento giratório de um dos braços o Youkai golpeia Oda que é arremessado à grande distância. Ao chocar-se ao chão, o patriarca da tribo Rubi sentiu a tíbia(altura da canela) partindo-se ao meio. Os olhos dele se reviram de dor.

Os guerreiros recuaram horrorizados. Ganfur parou por instantes. A água da chuva escorria por seu rosto hediondo, pressentia algo ou alguém se aproximando. Num alto e tosco monte se viu a silhueta de um velho.

-Finalmente, um oponente à minha altura. Ganfur murmurou.

Agora é com o mestre da Vila da Folha. O velho ninja humilde, sábio e poderoso. Tatsuo Sarutobi...

 

 

 

-Meu filho, você enlouqueceu? Como pode? Tem ideia da repercussão de sua atitude perante a classe de Magos e de Nobres?

-Sayure me pediu para livrar uma escrava das mãos de Natsa. Achei justo.

-Eu sei disso. Estou a par de tudo.  Foi um tolo. O que o amor não faz? Você não poderia deixar a reunião, não por um motivo idiota como esse!

-Idiota? Natsa iria chicoteá-la até a morte, por nada, por diversão. Não acha que isso é suficiente?

-Natsa chicoteia os escravos quando quer e você nunca se importou.

-Engana-se. Sempre a critiquei, mas não posso alterar a legislação. Farei isso quando for o rei.

-Meu filho. Você tem muito que apender. Não se faz política defendendo os desfavorecidos, mas agradando aos poderosos. Se eles desconfiarem que você se preocupa com pobres e escravos... Vai ser deposto, assassinado, sabe-se mais o quê! Estou muito velho e cansado. Quero renunciar em seu favor para viver no Palácio de Primavera com minhas concubinas, sem me preocupar com o reino. Porém penso que você não está preparado! Agora comentam a seu respeito e reprovam sua atitude. O Parlamento ganhou muito poder nesses últimos anos. Principalmente no período em que Akhnar foi meu primeiro-ministro. Agora você tem essa função e não está levando-a à contento. Eu te amo demais para vê-lo sofrer.

-Pai, fiz o que meu coração mandou. O que achei ser o correto.

-Essa será sua ruína, agir com o coração...

Um arauto da máxima confiança do rei entrou no aposento real.

-Com licença, majestade! Uma rebelião acabou de se formar no reino vassalo de Navalônia. Depuseram e assassinaram o governador.

-Filho essa é a oportunidade... Precisa reafirmar sua posição perante o Parlamento. Esmague a rebelião!

 


Notas Finais


O Halan parece que não entendeu o recado do pai que sempre foi ausente em sua vida, talvez para sorte dele, talvez não.


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