História O Último Universo (Remasterizado) - Capítulo 20


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Steampunk, Super Power, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 20 - Capítulo 19: Julgamento Mortal (como: Morte)


Ninguém nunca se perguntou da forma de como funciona o sistema de julgamento do plano pós-morte. Não julgarei vocês, pois o sistema é complexo e possui muitas variantes.

Eu sempre digo: a melhor forma de aprender algo, é na prática.

- Alex, que lugar é esse? - Tommy me perguntou enquanto atravessava-mos uma porta de madeira, no estilo de delegacias.
- é o antigo sistema ferroviário da cidade, agora, faça silêncio. Preciso trabalhar -respondo.

Havia dois "não mortos" na sala, um homem e uma mulher, e no chão estava um homem sem a cabeça, havia um forte cheiro de sangue e de carne queimada dentro da sala.

- Levante-se, Sttuart Cabral De Gonzaga. Abandone esta casca temporária e venha até mim para o seu julgamento. - disse enquanto tocava no corpo com a minha mão.

Não demorou muito para o espectro ouvir ao meu chamado e se materializar em sua forma original.

- onde eu estou?, Quem são vocês?- Sttuart

- Eu sou Morte e é só isso que importa. Seu nome completo é "Sttuart Cabral de Gonzaga", certo? - perguntei.

- s-sim, mas... - ele responde e eu continuo com as perguntas.

-  Você é filho de Orácio Maria De Gonzaga com Darcy Glória Cabral, está correto?

-Sim, Mas por que...- eu o veto e continuo com as perguntas.

- De acordo com o seu histórico, você nasceu no dia 8 de novembro do ano de 1972 e faleceu no dia 24 de outubro do ano de 2016, aos 43 anos. Você trabalhou no exercito como soldado especializado em confronto na mata. Durante o seu período de vida como soldado, você foi enviado ao Paquistão e lá você matou 25 inocentes, 5 estupradores, 6 pedófilos e 12 assassinos de mulheres, totalizando 23 culpados e 25 inocentes- ele me olha perplexo com o que acabo de lhe contar, eu continuo - após isso, você foi dispensado do exército e buscou outros serviços, mas nada lhe dava o mesmo prazer de trabalhar como soldado e foi ai que você se tornou um mercenário. -eu o olho fixamente e continuo- durante a sua vida de mercenário você matou 21 inocentes, 13 traficantes, 5 maridos que cometiam adultérios, 7 pedófilos, 14 assassinos de crianças e 6 mulheres que mataram os próprios filhos. Totalizando ao longo da sua vida 46 inocentes mortos e 68 culpados, em um total de 114 mortos. -ele me olha atônito- com um número desses você ganharia uma passagem só de ida para o purgatório. contudo, ao matar 68 culpados você salvou 272 vidas, mesmo que você não soube-se que havia as salvado, e encontra partida, ao matar 46 inocentes você arruinou 184 vidas, aplicando uma diferença entre elas, você apenas salvou 88 pessoas que realmente importam para o seu julgamento- ele e Tommy ficam perplexos - e seguindo as leis do mundo dos mortos/espíritos/seja lá como quiser chamar. Uma vida salva equivale à duas segundas chances e uma vida de inocente ceifada, equivale à menos uma segunda chance e pelos meus cálculos, você tem 176 segundas chances menos 130 chances, isso tudo nos dá o valor de 46 segundas chances e de acordo com as leis, se o seu número de segundas chances for menor ao número de inocentes mortos você irá ao purgatório, mas como o seu número de segundas chances é igual ao de inocentes e o número de pessoas que, de fato, foram salvas é de 88. - um silêncio imperou na sala- ... meus parabéns Sttuart, você irá para o paraíso.- após dizer isso ele comemora e eu lhe faço a última pergunta - agora me responda, qual a sua religião?

- eu sou Ateu, dona morte. Até agora eu não acreditava que esse tipo de coisa era possível, mas agora... - ele olhou para baixo cabisbaixo.

- Ai, o que eu faço com vocês. Pessoas Do seu tipo sempre me dão trabalho, você sabia? - suspirei- quer saber, eu vou te dar uma chance de escolher para onde quer ir. - falei.

- sério mesmo!, -Nossa! Você é muito legal dona morte! - ele diz animado.

- eu sei, eu sei. Mas me diga logo, para onde quer ir? -perguntei

- me leve para junto dos meus pais, por favor dona morte- ele diz.

- uhum, seus pais são cristãos e ambos estão no paraíso. Humm, ok, está bem. Feito - eu estalo os dedos e uma luz azul surge sobre ele e a sua alma começa à subir para o outro plano.

- obrigado!- ele diz subindo.

- só fiz o meu trabalho! - eu digo "sorrindo".





Continua....
   



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