História O Vagabundo - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Exibições 3
Palavras 1.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Shonen-Ai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Essa é minha primeira fic, aceito comentários, críticas, elogios, sugestões..
Sintam-se a vontade :*
Postarei um capitulo por semana.
Não percam ;)

Capítulo 1 - Apenas eu


Fanfic / Fanfiction O Vagabundo - Capítulo 1 - Apenas eu

Era exatamente 2:00 da manhã, e lá estava eu, em frente a uma lareira, tinha acabado de beber todos os litros de whisky que encontrei, minha cabeça girava, como eu podia ter deixado isso ir tão longe?; Realmente fazia jus ao nome de vagabundo que escutava diariamente.

 Mais um gole que descia pela garganta queimando, meus cabelos grudados na testa, por causa do calor que sentia, meus olhos semicerrados quase não se mantinham abertos, minhas bochechas estavam vermelhas e molhadas de meu suor, a casa so tinha cheiro de álcool.

Encostei-me na poltrona que estava bem atrás de mim, e fechava os olhos sentindo mais uma vez o amargor da bebida, fechei os olhos e as lembranças daqueles horríveis dias começavam a repassar na minha cabeça.

Michel! – dizia minha mãe furiosa – Você não acha que já temos problemas de mais?!- me seguindo pelo corredor da casa, enquanto sem sucesso, tentava fugir daquela briga – Fazendo racha?!Bêbado?! O que deu em você? Eu não criei um filho pra ter fama de vagabundo.

- Michel!!- gritava pela casa como se estivesse falando com alguém do outro lado da rua- Eu estou falando com você!!!

- O que é?- respondi ríspido, minha cabeça doía muito devido a ressaca.

-Você acha que eu vou aguentar isso ate quando?!- dei as costas- Era pra ter deixado você naquela delegacia, só assim entrava algo na sua cabeça.

Peguei mais uma cerveja na geladeira, que foi tomada e jogada no chão pela minha mãe, que tentava pegar o máximo de oxigênio no ar.

-Você esta de castigo! Você ta me ouvindo? Eu te proíbo de sair- apontava o dedo na minha cara, o que só me deixava cada vez mais irritado.

-Eu faço o que eu quiser! Já tenho 20 anos- tirei o dedo dela da minha cara.

-Enquanto estiver em baixo desse teto você  deve me obedecer- me dirigi ao meu quarto, temia fazer uma besteira.

-Michel! Nem tente fugir! Estou falando com você- Bati e tranquei a porta atrás de mim- ouvi um silencio, que logo foi quebrado por pancadas fortes na porta- ABRA ESSA PORTA AGORA!- a escutei tossindo forte, sua voz já tava embargada- Michel, eu sou sua mãe e mereço repeit... – interrompida por mais tosses- coloquei o fone na maior altura, já estava cansado daquela ladainha interminável.

Dormi, ate que meu celular tocou.

- Iae cara!! Soube que já saiu da cana- Respirei fundo, era o Allan.

-O que você quer, porra?-

-Já sei que esta bem, com esse humor que nunca muda-

- Fala logo o que você quer-

-Peste estressado, vai ter um festão lá naquela boate, meia noite passo aii-

-Cara já to com um problemão aqui com a velha-

-Ela nem vai saber, e mesmo assim, desde quando você se importa?- recebeu silencio como resposta- Cara a Fernanda vai estar esperando você lá, você não vai deixar uma gostosa dessa passar, eu sei q não-

-Cara- fui interrompido.

- Meia noite to ai –desligou na minha cara.

- Filho da puta- passei a mão no meu rosto, tentando ter paciência, olhei o relógio, 23:00h, me levantei colocando o ouvido na porta, escutava apenas silencio, ela já devia esta dormindo, me troquei e pulei a janela, me prometendo voltar antes do amanhecer, queria evitar brigas.

Não demorou para chegarmos lá, o som a maior altura, mulheres de todos os jeitos e pra todos os gostos, essa noite a boate havia lotado, mais a frente lá estava ela, Fernanda, os cabelos lisos e ondulados chegavam ao meio das costas, fazendo contraste com a blusa preta decotada e a saia jeans, uma das mulheres mais lindas que já tive o prazer de conhecer.

-Olha só achei q não vinha mais- me olhava atentamente com aqueles olhos verdes encantadores.

-Não podia furar com a mulher mais linda que já conheci- beijei a mão dela, enquanto ela me olhava sorrindo maliciosamente.

-Está uma delícia essa noite- ela falava no meu ouvido sensualmente. Agarrei sua cintura puxando pra mais perto lhe dando um beijo no canto da boca e sussurrei no ouvido dela- Não tanto quanto você, tentadoramente gostosa.- ela ria.

A noite foi de enlouquecer qualquer um, bebi tudo o que podia, dancei loucamente com a Fernanda a ponto de suarmos bastante, eu já não aguentava mais, ela era tentadora de mais pra mim, distribuía beijos pelo pescoço ate a orelha, a ouvindo suspirar e me puxar mais perto, desci minhas mãos por suas pernas e subi apertando ela contra meu peito, e a beijava com voracidade cheio de desejo.

- Mi... Michel... – sussurrou quase como um gemido.

Olhei atentamente pra ela, dava pra notar o desejo nos seus olhos.

- Vamos... Por favor- falava manhosa.

Não perdi tempo peguei a mão dela e a levei pra o carro, ela gemia no meu ouvido, o que me deixava mais louco, sentia suas mãos sobre meu corpo enquanto me pedia mais, desci beijando seu corpo inteiro enquanto ela suspirava.

- Eu ... eu ... só sua...- enquanto acariciava seus seios.

Transamos loucamente... o que eu não esperava era o que tinha acontecido na minha ausência em casa.

Acordei com aquela moça dormindo nos meus braços, já era de manhã.

“Porra ,minha mãe vai me expulsar de casa”

Quando sai do carro tinha um bilhete do Allan

“Não queria atrapalhar sua festa, me devolve mais tarde”

Peguei meu celular e não acreditei, havia mais de 50 chamadas, entre elas, do pronto socorro. Me senti desesperado, entrei no carro rápido, gritando pra a Fernanda acordar e se vestir, ela me olhava assustada, então sem perder tempo acelerei o carro e fui direto ao pronto socorro.

-Michel! O que ta acontecendo ? – me perguntava assustada.

Parei o carro de qualquer jeito e sai sem fechar a porta, meus vizinhos estavam lá, e me olhavam com desprezo.

- Cadê a minha mãe?!!- perguntei nervoso

- Agora q você quer saber?- me respondeu August com desdém. Eu odiava aquele cara

- Acho melhor você me dizer onde ta minha mãe- esbravejava o segurando pelo colarinho da camisa.

- Michel... eu sinto muito- Monica agora se pronunciava, era a única que me olhava com pena, um arrepio passou pelo meu corpo.

- CADE A MINHA MÃE?

-Michel....

Entrei desesperadamente naquele lugar horrível, e fui ate a recepção.

- Senhora Livv por favor!

-Acho melhor se acalmar.

- Eu disse, Senhora Livv, entendeu ? – ela respirou fundo e me respondeu – segundo corredor a direita, ultima porta.

Andei ate lá imediatamente, abri aquelas portas com toda força, e lá estava, meu coração gelou, não tinha mais força pra me manter em pé.

- Mãe... – saiu como um sussurro.

Não conseguia conter as lágrimas, ela estava imóvel, gelada, sem um pingo de vida. Cai sem forças... Não consegui me mover... A pessoa que eu mais amava, agora não estava mais lá, eu estava completamente só...


Notas Finais


Obrigada por ler rsrsrsrs
<3


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