História O valor da vida - Wincest - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Dean Winchester, Gadreel, Jo Harvelle, Jody Mills, John Winchester, Rafael, Sam Winchester
Tags Depressão, Drama, Gravidez Masculina, Homossexualismo, Lemon, Mpreg, Tragedia, Vicios, Wincest
Exibições 445
Palavras 6.065
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá amigos,

Segue mais um capítulo,
cheio de fortes emoções.

Espero que gostem, de coração.

Desculpem os erros.

Boa Leitura !!!!

Capítulo 13 - Luz da minha vida


Fanfic / Fanfiction O valor da vida - Wincest - Capítulo 13 - Luz da minha vida

 

Sam se levantou, triste consigo mesmo e com a vida que, em seu pensamento, o obrigava a agir assim, e com dificuldade, por causa da barriga enorme e do peso, foi até o berço, e arrumou a caminha com todo carinho, olhando os desenhos de ursinhos felizes bordados no lençolzinho.

Sam sentiu todo o seu ser invadido por uma paz, que dissipou todo o peso em seu coração naquele momento, e não conseguiu se manter de pé, se sentou ali mesmo no chão, escorregando as mãos em apoio no berço, e bem lentamente, se aconchegou no tapete de bichinho que estava sob seus pés. Logo sentiu um brisa em seu rosto, e um calor se apossar de toda a pele de seu corpo, em uma sensação maravilhosa. Continuava sentado no chão, com a cabeça apoiada no berço, juntou suas mãos sobre a barriga com seus olhos fechados, degustando a paz e o calor reconfortante que sentia, quando, reabriu os olhos, viu que havia um anjo ao seu lado, com terno muito alinhado azul claro, de cabelo loiro e olhos azuis bem expressivos, e sorriu para ele, se abaixando e se sentando de pernas cruzadas à sua frente.

Jeliel: Olá Sam, eu sou o anjo que traz a mensagem do Senhor para você, eu me chamo Jeliel. (Segurou na mão de Sam).

Sam: Mensagem do senhor?

Jeliel: Sim, eu vou tocar em você, mas não se assuste, é para poder lhe transmitir a mensagem do Senhor. (O anjo sorriu e Sam assentiu, em paz).

Jeliel tocou no rosto de Sam, e ele sentiu a mesma sensação anterior, de paz e calor multiplicada por cem, seu corpo todo era tomado por uma imensidão de paz e leveza, o deixando num verdadeiro torpor, e de repente em seus olhos fechados, ele se viu num lugar todo branco, como se fosse o infinito, olhou para os lados e só viu um vazio em branco, olhou para si mesmo, e estava do mesmo jeito que estava sentado no chão, de pijama, três vezes maior do que o seu tamanho normal, para ficar bem largo, e com a calça embaixo do ventre, bem folgada.

Sam ouviu vozes ao longe, e um som de uma risada gostosa de pura alegria, e voltou a olhar para os lados, e viu em meio a um ambiente esfumaçado, o mesmo cantinho do bebê onde estava naquele momento, porém ao longe dele, com Dean erguendo um bebê sorridente no alto, e ambos riam alegres um para o outro, com os olhos se procurando, Dean fazia uns barulhinhos com a boca, para o bebê cair na gargalhada novamente. Logo em seguida, Dean deitou o pequenino no berço, desfazendo o bonito sorriso do rosto, e dando lugar aos olhos marejados, enquanto acariciava o rosto de seu filho, dizendo, “Como você se parece com o Sammy, sabe, filho, o seu outro pai, que nos deixou”, parou de falar engasgado pela emoção, e limpou as lágrimas que já caiam de seus olhos.

A imagem era tão linda que os olhos de Sam não sustentaram as lágrimas que se formaram sem sentir.

Logo em seguida, Sam olhou uma outra imagem no mesmo lugar, era a saída de uma creche, com um muro pintado em cores fortes com bichos e árvores desenhados, e os pais afoitos do lado de fora, e Dean estava entre eles, procurando alguém com um sorriso nervoso nos lábios, e assim que viu um menininho de uns quatro anos, correndo, com uma mochila pequena nas costas, indo em sua direção, abriu o sorriso, e ouviu bem distante a voz do menininho dizer “Oi papai”, e Dean o levantou, beijando o seu rostinho com todo amor, caminhando com ele no colo, até o Impala, onde após colocar o filho na cadeirinha dele no banco de trás, e se sentar no banco do motorista, ficou encarando uma foto de Sam colada no painel, e passou os dedos por ela, abaixou a cabeça, e deu partida no carro.

Depois Sam viu uma mesa de aniversário de criança, cheia de enfeites coloridos, por toda ela, repleta de balas, docinhos e cupcakes em volta do bolo azul, e cheio desenhos de super heróis . Sam reconheceu o lugar como sendo na cozinha da casa de Bobby. E esse entrou na cozinha, naquele momento, e abraçou Jody, que retirava um monte de biscoitos com carinhas felizes do forno. Sam olhou em volta, ouviu uma porta batendo, e uns gritinhos de criança chamando “Vovô Bobby” ecoou por todo o lugar, e um menino, com uns seis anos, passou correndo pela cozinha e se jogou nos braços de Bobby, que se abaixou para pegá-lo, e os dois saíram conversando até a sala, o menino estava visivelmente feliz e sorria o tempo todo, enfiado em uma fantasia de homem aranha. Sam acompanhou os dois até a sala, onde viu Dean sentado no sofá, com os cotovelos apoiados nas pernas e as mãos dos lados da cabeça, olhando o chão, seu olhar era vazio e perdido. Quando Bobby, com o menino no colo, passou a mão em seu cabelo, fazendo um carinho, Dean levantou o rosto forçando um sorriso, com uma lágrima furtiva caindo, e Bobby disfarçou e levou o menino para fora da casa, apontando para a decoração de bolas coloridas por todo lado na varanda, distraindo a criança.

Aquela imagem confundiu Sam, que fechou seus olhos pesados pela tristeza que o tomou, e quando reabriu, viu a mesma mesa de aniversário, com Bobby, Jody, Rufus, Castiel, Dean e o menino, e mais um monte de crianças em volta, cantando parabéns, animados, apesar do olhar triste de Dean, que visivelmente forçava para parecer alegre, e assim que todos pararam de cantar, e o bolo estava sendo servido às crianças por Jody, ouviu claramente Dean suspirar, ao lado, e perguntar baixinho para si mesmo, “Cadê você Sammy?”, e o garotinho se jogou no colo de Dean, passou a mãozinha em seu rosto, e disse, inocente, “Papai não fica triste hoje não, não chora mais, tá bom”.

Aquilo partiu seu coração, e rapidamente, a imagem mudou e Sam, se viu ao lado de uma cama de solteiro, num quarto muito pequeno, que cabia somente a cama e uma cômoda com gavetas ao lado, e uma tv pequena ligada sobre essa, de onde se ouvia algumas vozes, vindas de um programa. Ele estava em pé, muito magro, pálido e abatido, de frente a uma janela pequena, onde olhava a neve cair nos carros estacionados na rua embaixo, e seu rosto estava molhado por algumas lágrimas insistentes, e ele podia sentir a solidão que invadia seu coração naquela imagem, era como uma onda se quebrasse em seu peito, apertando seu coração e revirando seus sentimentos, já confusos, sentia uma imensa saudade, e sabia que era de Dean e de seu filho. Logo em seguida, viu que se deitou e se encolheu na pequena cama, se cobrindo da melhor maneira que conseguia com o único cobertor que tinha no local, e se deixou soluçar com o choro forte que chegava.

Nesse momento Sam sentiu o toque novamente do anjo, em seu rosto e acordou de todas as visões e a névoa se desfez, e estava de volta na imensidão branca.

Jeliel: Sam, chegou a hora do bebê nascer, pense no que você quer, Deus está falando com você, e te mostrando tudo que te aguarda, e o que sua decisão vai trazer para a vida de sua alma gêmea e do seu filho. Deus te mostrou o futuro que você traçou para si mesmo, para seu filho e para Dean. Pense bem Sam, uma vez tomada a decisão, as consequências serão irreversíveis.

Sam assentiu com o choro preso  na garganta, Jeliel se aproximou de Sam, e tocou sua testa, e ele voltou ao quarto, no cantinho do bebê, sentado no chão, com Jeliel a sua frente, lhe sorrindo.

Jeliel: Deus está com você, não tenha medo.....(Segurou nas duas mãos de Sam apertando forte)....até mais, Sam...(Beijou sua testa e sumiu).

Sam sentiu aquele torpor se desfazer lentamente de dentro de si, mas ainda sentia muita paz e seu espírito estava calmo, mas subitamente, sentiu uma dor aguda no baixo ventre, que lhe retirou todo ar, de tão forte que era, tentou respirar pausadamente, até a dor se dissipar. Ficou atordoado e se lembrou que era o momento do nascimento do bebê, como o anjo avisou, e resolveu chamar Dean, já sentindo a dor voltar aos poucos.

Sam: Dean ! (Saiu baixo, pela dor que o dominava novamente)...Dean ! (Se esforçou mais um pouco e, finalmente, gritou).....DEAN !!!!!

Dean deu um pulo no sofá e correu até o quarto encontrando Sam sentado no chão ao lado do berço.

Dean: Sammy, meu Deus, você está bem ? O que foi ? O que você está fazendo aí no chão ? (Tentou levantar Sam, e esse gritou).

Sam: Não....eu não consigo levantar daqui....Dean...(colocou a mão no rosto do seu irmão)....presta atenção....(Dean estava apreensivo com a situação, mas ficou olhando sério para Sam)....chegou a hora, Dean, o bebê vai nascer agora, você tem que chamar o Castiel e o Bobby, entendeu ?

Dean abriu um imenso sorriso de felicidade, mas havia uma sombra em seus olhos de pleno pavor, e segurou na mão de Sam.

Dean: Fica calmo, Sammy, vai dar tudo certo. (Sam apertou forte sua mão em mais uma contração que sentia).

Sam: Eu preciso de você agora, você também tem que ficar calmo, tá bom?

Dean: (Assentiu, apavorado e se levantou).....CASTIEL !!!!!

Na mesma hora, Castiel, surgiu ajoelhado ao lado de Sam, e tocou em sua testa, e Sam surgiu na mesma posição sobre a cama, Dean rapidamente se colocou ao lado de Sam, segurando em sua mão, e o reclinado em diversos travesseiros que tinha arrumado rápido em suas costas.

Castiel: Sam, fica tranquilo, teremos que começar a fazer o parto logo, mas temos que esperar um pouco, o bebê estar pronto...ele está se posicionando para podermos retirá-lo na cesárea....pouco antes de começarmos, eu vou te anestesiar da cintura para baixo, para você não sentir mais dor, e ficar consciente...como seria num hospital....tenho que chamar Rafael, porque ele irá me ajudar.....agora vou pedir a permissão e a ajuda de Deus para fazer seu parto e tudo dará certo...(Castiel abaixou a cabeça em silêncio, em oração).

Sam: (Se contorcendo de dor, olhando para Dean)....Dean !!!....(apertava a mão dele).....Dean !!! Chama o Bobby.

Dean: (Passava a mão livre na testa de Sam)....Vou chamar....Sammy, eu nem acredito...(Sorrindo para Sam)....Eu te amo, você é o amor da minha vida.....(Beijou Sam com vários selinhos, sem se importar se ele queria ou não)....Vai ficar tudo bem....eu estou aqui com você...eu não vou sair do seu lado.

Dean saiu do quarto correndo para chamar Bobby que estava no quintal, e tão logo o velho caçador foi chamado, ligou para Jody também vir ajudar, e separaram bacias com agua morna, e antissépticos, e várias fraldas de pano, para ajudar no parto. Dean e Bobby foram para o quarto, onde Castiel ainda orava em silêncio, e Sam se segurava no lençol a cada nova contração, que ficava mais forte e menos espaçada de uma para outra.

Dean voltou ao seu lugar, ao lado de Sam, segurando firme em sua mão. Bobby sorriu de longe para Sam e foi preparar a banheirinha do bebê, para o limpar assim que nascesse. Castiel ergueu a cabeça, e ao redor, surgiram mais dois anjos, o imponente Rafael e Gadreel.

Rafael: (Olhou para Castiel)....Recebi seu chamado irmão, chegou a hora....colocamos muitos anjos em volta da casa, nada irá se aproximar....(falou olhando diretamente para Dean que agradeceu com um balançar de cabeça).

Sam estava com muita dor, e cada vez mais se agarrava em Dean, que enxugava o suor do seu rosto com uma toalha e segurava em sua mão, alisava sua barriga, sentindo o bebê mexer o tempo todo. Sam o olhava, quase pedindo para tudo acabar logo, tamanha a dor que sentia.

Sam: Dean !!!!

Dean: Oi amor, eu estou aqui, fica calmo.

Sam: Tá doendo muito, eu não sei se vou aguentar mais tempo. Isso não está normal.

Dean: Vai aguentar sim, tá tudo certo, a dor é normal, daqui a pouco vai passar....o Cass vai começar o parto e logo passa.

Sam: Dean, um anjo enviado por Deus me visitou, ele me trouxe uma mensagem de Deus, e eu vi você com o nosso filho, você vai ser um bom pai...(Sam começou a chorar, de dor e lembrando das imagens enviadas por Deus)....nosso filho é lindo e saudável...ele se parece com você...(Sorriu em meio as lágrimas).

Dean: Você também vai ser um bom pai....(Dean olhou desconfiado e receoso, não estava entendendo direito o que Sam falava).

Sam: Eu não, eu vi só você, só existia você na vida dele...e...eu estava longe...eu estava tão sozinho....ele estava com uns seis anos já, e eu estava longe de vocês.....e sozinho....(Sam falava embolado, enquanto uma nova onda de dor estremecia o seu corpo e apertava a mão de Dean com toda força, que fazia cara de que não estava entendendo direito o que ele dizia).

Sam: (Após uma pausa, respirando fundo para que Dean entendesse)...Eu estava sofrendo...e você também...(Passou sua outra mão sobre o rosto de Dean)....você estava sozinho, e eu vi o quanto você sofria, mesmo tendo se passado alguns anos....(Virou o rosto, tentando controlar a dor e as lágrimas, e retornou a Dean)...eu não quero que você sofra....eu amo você demais....eu ainda amo você....me perdoa Dean....eu fui tão orgulho e egoísta...mas eu tenho tanto medo do nosso filho sofrer um dia, tudo que eu já sofri....mas se nós ficarmos assim do jeito que eu vi, ele vai sofrer do mesmo jeito...eu não posso suportar isso.....(Respirou fundo)...Meu Deus !!!! (Gritou de dor)....tá doendo muito...desculpa...me desculpa...(E parou de falar com a dor que sentia, que vinha em ondas por todo o seu corpo).

Dean: (Agoniado vendo o sofrimento de Sam)......Não...eu não vou deixar você sofrer, e, você não vai ficar longe de nós, eu não vou deixar....meu amor....nós vamos ficar juntos... (Dean deixou algumas lágrimas caírem e notou que Sam estava quente demais, ao beijá-lo no rosto).

Dean: Cass....ele está muito quente. (Preocupado).

Castiel que já tinha orado, e estava um pouco afastado com os outros anjos e Bobby, para dar maior privacidade para os dois, enquanto aguardavam a criança estar pronta para nascer, ouviu Dean, e confirmou que Sam estava com febre e que sua pressão arterial estava alta demais para o momento.

Castiel: Dean, ele está com febre e sua pressão está muito alta....teremos que retirar a criança agora.

Sam: Não !!!...(Olhava com os olhos de filhotinho abandonado para Dean, desesperado)......Deixa o bebê ter o tempo dele certo, Cass, por favor, eu não quero prejudicar o nascimento dele.

Dean: Calma, Sammy, ele vai nascer bem e saudável, não se preocupe. (Fazia carinho no cabelo e rosto de Sam e olhava em dúvida para Castiel)

Castiel: Vamos começar logo.....Rafael e Gadreel, podem vir aqui.

Sam: Não, Cass, por favor....espera o tempo dele....por favor. (Começou a se debater um pouco e olhava para Dean, o ajudar naquela angústia).

Dean conseguiu segurar Sam, se sentando por trás dele, lhe dando mais apoio na dor, com os braços em volta do seu corpo, segurando firme suas mãos e deixando a cabeça dele repousando em seu peito.

Dean: Calma, amor, está tudo bem, eles sabem o que estão fazendo, o bebê vai ficar bem, fica calmo.

Sam: Dean....eu não quero isso...me ajuda !!!....Deixa ele nascer quando ele estiver pronto....ele pode ficar sem oxigênio na hora do parto, se ele for antecipado.

Rafael que até então nada tinha dito e olhava a cena, tocou na barriga de Sam.

Rafael: Sam, o bebê está muito saudável, mas a sua casca está enfraquecida e não sei se irá aguentar mais tempo, teremos que retirar a criança agora. Castiel pode anestesiar o Sam.

Sam olhou para Dean, com muita dor.

Sam: Dean, eu fiz a minha última escolha, eu quero ficar com você, meu amor, eu preciso de você, eu quero ficar com o nosso filho.....eu não quero que você sofra...nunca mais....eu não aguento ver você sofrer....eu não me importo comigo, mas com você...só você e nosso filho.....e não me importa se você não vai assumir nada, eu não vou conseguir deixar você e nosso filho, nunca, eu quero fazer parte da vida de vocês, eu quero ser a sua família também......eu nunca quis que você sofresse, do jeito que eu vi....tudo que você já fez e tudo que aconteceu...eu te perdôo....eu te amo, amo muito.....você é tudo para mim, minha alma pertence a você...você sempre foi meu único amor.(Pausou para sentir o início de uma nova contração).

Dean: (Emocionado, beijou a boca de Sam, o sentindo mais quente ainda).....Não fala, não se esforce muito, eu já entendi. Eu te amo muito também, que bom que acredita em mim agora, que bom que viu o quanto eu te amo de verdade....nós seremos uma família, meu amor....você já me faz muito feliz...e ficaremos juntos de novo, e para sempre dessa vez, eu vou dizer para todo mundo, o quanto eu te amo e vou contar sobre o nosso filho, entendeu bem? Vou dizer que é o nosso filho....(Dean sentiu o aperto das mãos de Sam diminuir)...Nós seremos felizes juntos.

Sam: (Sorriu com o semblante enfraquecido)...Dean...se eu não conseguir....cuida dele sempre, como você cuidou de mim...e nunca diga a ele sobre como eu fui um covarde...me desculpa, Dean, por tudo, me perdoa....eu não quero morrer, Dean....eu descobri que eu não quero morrer...antes eu não ligava, mas agora eu tenho pelo que viver...eu quero viver por você e pelo nosso filho...(Sam olhou dentro dos olhos de Dean e desmaiou nesse momento, parando de falar).

Dean: Não !!! Sammy !!!! Deus não deixa ele morrer, por favor !!! Sammy!!!!! (Gritava se agarrando a Sam, vendo os olhos de Sam perder o brilho devagar e se fechar lentamente).

Castiel se aproximou, tocou em Sam, lhe anestesiando e sentindo o estado de saúde dele,  olhou sério para Dean, sem dizer nada, enquanto Dean olhava muito assustado para Rafael, vendo um bisturi surgir em sua mão. Castiel deu a volta na cama e se colocou ao lado de Rafael, retirando a roupa de Sam, e alisando sua barriga enorme. Colocou um lençol sobre de suas pernas, como se estivesse numa sala de parto comum, preservando a intimidade de Sam, dos outros anjos que estavam presentes.

Dean estava pálido de pavor, e segurou forte nas mãos geladas de Sam, e se abraçou ao corpo dele, com a cabeça dele tombada em seu peito, totalmente em pânico de perder Sam, dele morrer em seus braços.

Dean: (Sussurrando no ouvido de Sam e alisando seu rosto desfalecido)...Meu amor, volta, fica comigo, não me deixe, por favor...você é a minha razão de viver...sem você eu não quero viver mais....Sammy...te amo...te amo.

Castiel guiado pelo poder de Deus, cortou a barriga de Sam, na altura do seu baixo ventre, e em todas as camadas de pele, carne e músculos, até alcançar o útero que Deus tinha colocado no corpo de Sam, e assim o cortou também.

Dean chorava e se balançava suavemente junto com a cabeça de Sam em seu peito, impressionado com tanto sangue que escorria pelo lençol embaixo das pernas de Sam, se recordando dos pulsos cortados dele, e de como, o havia segurando quase morto em seus braços, quase da mesma forma, como estava agora. Dean, automaticamente, o apertou mais, tentando não pensar naquilo, e desejando fortemente que ele revivesse mais uma vez em seus braços. Dean não se aguentou e implorou a Deus para salvar Sam.

Dean: Deus, não deixa ele morrer, por favor, Senhor, me leva no lugar dele, mas não deixa ele morrer, eu imploro.

Dean se calou ao ouvir o choro forte de seu filho que nascia naquele momento, sendo retirado do ventre de Sam por Castiel que sorria, com o bebê nos braços, e o passando para os braços de Rafael.

Rafael rapidamente, segurou o bebê, o envolvendo em uma manta branca, enquanto Castiel curava o corte em Sam com sua graça, suturando todas as camadas de pele e estancando o sangue imediatamente, assim terminando o parto, com a barriga de Sam fechada, ainda inchada pela distensão da gravidez, mas sem nenhum corte. Tendo seu útero se desfeito em seu interior, como era o plano de Deus, para ele voltar ao normal.

Castiel ajudado por outros dois anjos presentes, Gadreel e Hannah, limparam a cama, retirando os lençóis com sangue, que estavam abaixo de Sam, trocando por outros, assim como limparam o chão, e vestiram novamente Sam com roupas limpas e esterilizadas.  Castiel ainda ajeitou o corpo de Sam, esticando e descansando suas pernas, para que voltassem naturalmente da anestesia.

Rafael, com a ajuda Jody, limpou o bebê na banheirinha com água morna, trazida por Bobby, e disposta ao lado da cama, o envolvendo em nova manta limpa.

Dean assistia cada movimento de seus amigos, encantado, olhando seu filho, e, ao mesmo tempo olhando o rosto de Sam, que vibrava suas pálpebras, tentando abrir os olhos.

Dean: Sammy, acorda, acorda !!! Nosso filho nasceu, você conseguiu...ele é lindo, amor....acorda.

Castiel pegou a criança nos braços, que ainda chorava forte, e levou até Dean e Sam, que abriu seus olhos, ainda meio desnorteado e fraco, e tentava a todo custo manter seus olhos abertos. Castiel deitou o bebê nos braços de Sam, apoiado pelos braços de Dean, que o pegou com todo cuidado do mundo e o abraçou levemente, segurando junto a seu peito, com Dean sorrindo e chorando ao mesmo tempo, beijando seu rosto e envolvendo todo o corpo de Sam com seus braços fortes, o ajudando a segurar o filho.

O momento era único na vida deles, e toda a dor e sofrimento haviam ido embora, restando somente a grandiosidade da emoção que tomava conta das almas presentes, era uma felicidade tamanha, que em palavras não saberiam expressar, era a mistura perfeita de amor e paz, em sua mais perfeita plenitude. Era o amor deles dois, vivo em um único ser, um terceiro corpo, formado pelo amor e união deles.

Sam chorou de felicidade ao ver seu filho tão junto de si, segurou em sua mãozinha, que apertou seu dedo, e olhou para Dean, que também chorava, e se beijaram por um longo minuto, e olharam juntos para o filho tão amado e esperado por eles.

Dean: Obrigado Sammy, pelo nosso filho, ele é lindo, como você...eu te amo. (Beijou a testa de Sam que sorria sem parar).

Todos sentiram a paz invadir o quarto, e quando notaram havia uma luz terna em torno do corpo do bebê, e essa luz se expandiu em torno de Sam e Dean, que olhavam maravilhados ao redor deles mesmos. Castiel e os outros anjos sorriram na presença da luz, vinda da graça de Deus, em torno daquelas almas.

Após alguns minutos nesse momento maravilhoso, Dean sentiu os braços de Sam pesarem, e logo percebeu que ele havia fechado os olhos, segurou seu filho e o passou para Gadreel que veio para o seu lado, olhou tenso para Castiel, que se reaproximou deles e tocou em Sam, o examinando.

Castiel: Dean, ele perdeu muito sangue, e sua pressão arterial que estava alta no momento do parto desceu muito rápido, devido a grande perda de sangue, e o corpo dele está em choque, ele vai precisar de cuidados urgentes.

Dean: Como assim, Cass? Ele está correndo algum risco?

Castiel abaixou a cabeça, pois desde o primeiro toque em Sam antes do parto, sentia que ele estava em risco de vida, mas preferiu não dizer nada no momento. Rafael sentindo o que se passava pelo sentimento e pensamentos de Castiel, disse.

Rafael: Dean, ele está em risco sim, e não podemos mantê-lo mais nessa casa, teremos que levá-lo a um hospital, para que ele receba sangue e seja cuidado com os médicos humanos...pode ficar tranquilo não vão descobrir sobre a gravidez, iremos cuidar disso, na mente dos humanos, mas não temos como curá-lo da perda de sangue.

Dean assentiu, e se apertou em Sam, e ambos foram abraçados por Castiel, e teletransportados para a frente do hospital de emergência mais próximo. Dean abriu os olhos, e estava com Sam em seu colo, e Castiel já estava gritando na recepção do hospital, sendo acompanhado de alguns médicos e enfermeiros que traziam uma maca, onde, em seguida, Dean deitou o corpo de Sam.

Dean não conseguia nem raciocinar ainda, sobre o que estava acontecendo a sua volta, tudo aconteceu muito rápido, desde o momento em que estava com Sam e seu filho nos braços até aquele momento em que via os médicos sumirem com Sam para dentro do hospital, enquanto olhava perdido a chegada dos outros anjos junto com Bobby, que o abraçou e o levou para o sofá, dentro da recepção.

Bobby: Dean, a Jody ficou com o bebê, junto com Hannah. Mais anjos estão cercando o hospital nesse momento. Não se preocupe, filho, tudo vai ficar bem, o Sam vai sair dessa, vocês agora vão ficar juntos.

Dean, conduzido por Bobby se sentou num sofá, ao lado de Rafael e Gadreel, vendo Bobby entregar os documentos de Sam para fazer seu prontuário no hospital, procurou por Castiel, sem o encontrar, olhou para Rafael, que entendeu sua aflição.

Rafael: Dean, Castiel está ao lado de Sam, o protegendo no meio dos médicos humanos.

Dean fechou os olhos cansados, sem acreditar em tudo que estava acontecendo a sua volta, queria gritar, chorar, espernear, mas não tinha força nem para falar ou manter seus olhos abertos mais, e sentiu somente um toque suave em seu ombro, e adormeceu no mesmo momento, naquele sofá, sem a consciência de que Rafael o havia posto para descansar e acalmar seu coração agitado.

 

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Sam sentiu seu filho ser retirado de seus braços, fechou os olhos e quando os abriu, estava no céu, no mesmo ambiente esfumaçado com névoa branca, que tinha visto antes, quando Castiel o tinha levado para dormir ali, e assim olhou em volta procurando o anjo protetor, tão seu amigo. Mas a única imagem que teve a sua frente foi de Jeliel, o anjo mensageiro de Deus.

Jeliel: Olá Sam.

Sam: Você é o anjo Jeliel e aqui é o céu, correto?

Jeliel: Sim, eu estou aqui para te ajudar.

Sam: Me ajudar? Como assim? O que eu estou fazendo aqui? Eu morri?

Jeliel: Não Sam, você está aqui para descansar, seu corpo físico está fraco demais, e se ficar nele, você só vai o desgastar mais ainda, você deu à luz a vida, que vem da graça de Deus, o que para qualquer simples humano não seria possível, mas você conseguiu, então Deus te trouxe aqui para você dormir na Sua paz, para seu físico e seu espírito descansarem e se recuperarem plenamente, enquanto Deus e os anjos cuidam de restabelecer sua força.

Sam: Mas por quanto tempo eu devo ficar aqui?

Jeliel: O tempo que Deus achar suficiente, e agora durma, Sam.....(apontou uma cama enorme, toda branca e com muitos travesseiros e edredons almofadados e brancos para Sam se deitar).

Sam: (Já se aconchegando na Cama e sendo coberto por Jeliel).....Mas e o Dean, e o meu filho?

Jeliel: Eles estão bem, existem muitos irmãos meus com eles, pode dormir e descansar, meu amigo humano, quando acordar, você estará de volta na Terra, junto dos seus amores.

Jeliel tocou carinhosamente a mão de Sam, que sorriu com essa última frase dele e adormeceu ao seu toque, sentindo ser levado por aquela paz, tendo seu corpo aquecido como se estivesse sendo abraçado e acolhido.

 

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Após uma hora naquela recepção do hospital, Dean foi acordado por Castiel.

Castiel: Dean, meu amigo, acorda.

Dean: (Esfregou os olhos, se recordando onde estava)...E o Sam?...Onde está Sam?...Como ele está? ....(Foi se levantando nervoso).

Castiel: (Puxou seu braço para que ele se sentasse de novo)...Calma, o Sam está sendo tratado, mas terá que ficar aqui, até se recuperar, ele ficará internado.

Dean: Cass...mas ele está bem?...Eu quero vê-lo, por favor. (Se levantou novamente).

Castiel: (Se levantou junto dele)...Ele está sedado, Dean. Ele está em observação, tomando sangue e antibióticos.

Dean passou a mão na boca, em claro sinal da agonia que estava sentindo, e deu as costas para Castiel, só então notando seus outros amigos ali, Bobby, Rufus, Benny, Gadreel e Rafael.

Dean: Eu tenho que vê-lo. (Saiu em disparada pelo corredor principal do hospital, sem sequer saber onde ir para encontrar Sam).

Castiel o alcançou, segurou forte em seu braço e o levou a um quarto no segundo andar, e durante o caminho, mesmo no elevador, nada foi dito, e Dean ficou remoendo as palavras de Castiel, de que Sam teria que ficar internado ali, mas tinha muito medo de pensar que o anjo estava escondendo alguma coisa ruim do estado de saúde de Sam, e preferiu ficar em silêncio e ver com seus próprios olhos.

Antes mesmo de chegarem ao quarto de Sam, Dean pode ver mais anjos nos corredores por onde andaram e dois deles na porta do quarto, que foi aberta educadamente por um deles e Dean pode ver Sam deitado numa maca bem larga, no meio exato do quarto, que era todo branco. Havia somente um soro e uma bolsa de sangue pendurados ao lado da cama, e com acesso direto na veia do braço de Sam, não haviam aparelhos ligados a ele, e nem oxigênio em seu nariz. O que dava um melhor aspecto do estado de saúde de Sam.

Ao lado da cama de Sam estava parado um anjo diferente de todos os demais, seu rosto era bem jovem e seu semblante de menino era um tanto mais sorridente e amigável do que o de Castiel, e assim que Dean o olhou, ele sorriu de um modo sereno para ele.

Castiel estranhamente fez uma certa reverência ao mesmo, abaixando sua cabeça diante desse anjo, Dean notou o ocorrido, mas seu foco era tão somente Sam. Dean parou ao lado da cama, do lado oposto onde o anjo estava parado, e segurou na mão dele, e enfim viu seu rosto tão amado, dormindo calmamente, com seu rosto um tanto pálido e aparência de cansado, alheio a tudo a sua volta e a agonia que o coração de Dean sentia naquele momento.

Dean: (Suspirou alto, aliviado de ter chegado até Sam)...Oi...meu amor, que bom que está dormindo...(Se curvou e beijou singelamente os lábios de Sam)....eu já estava com saudades de você.

Os anjos presentes estavam calados, em respeito ao momento de Dean.

Dean: (Ajeitando o cabelo de Sam e seu travesseiro)...Você conseguiu, sabia?...Nós temos um filho tão lindo quanto você, e ele é muito saudável...(Não sustentou mais seu sorriso falso e chorou pesado)...você disse que ele se parecia comigo....(Engoliu um pouco o choro, tentando se controlar e continuou com a voz embargada)....mas eu acho que ele se parece muito mais com você...pelo pouco que eu vi...(suas mãos começaram a tremer e voltou a chorar forte)...ele é igualzinho a você...até a cor da sua pele...(sorriu no meio do choro)...sabe, ele é perfeito...assim como você.

Castiel se aproximou e segurou em uma das mãos de Dean, lhe dando apoio e transmitindo calma, e esse somente lhe voltou o olhar tão sofrido, que apertou o coração do anjo.

Castiel: Dean, ele vai ficar bem, ele não está correndo mais nenhum risco...ele está descansando um pouco, seja forte meu amigo...(Segurou nos ombros de Dean lhe passando força)...ele não vai demorar a ir para casa, para perto de vocês.

Dean sorriu em agradecimento para Castiel, seu bom amigo, seu anjo protetor. O outro simpático anjo que estava ao lado da cama de Sam, que só observava tudo, se manifestou em um tom de voz baixo e quase musical.

Jeliel: Dean, o guerreiro que representou nosso irmão Miguel....(Sorriu)....eu me chamo Jeliel, eu sou o anjo mensageiro de Deus, e eu estou aqui para lhe ajudar a suportar essa separação de sua alma gêmea.

Dean: (Voltou seu olhar para o anjo)....Jeliel, porque Deus fez isso comigo? Eu estou tão cansado de sofrer. (Abaixou a cabeça em rendição, pousou novamente suas duas mãos sobre as mãos de Sam, que cruzou sobre o seu corpo).

Jeliel: Deus sempre ouviu suas orações, Dean. Ele ensinou à Sam o verdadeiro valor da vida, e somente por isso que ele irá voltar e ensinar o mesmo ao filho de vocês, Deus conhece seu coração, e vai te devolver a razão da sua vida, tenha fé.

Dean não entendeu direito, mas também não tinha nenhum ânimo para perguntar o que aquilo significava, e assim, puxou uma cadeira que estava encostada em uma das paredes do quarto, e se ajeitou ao lado de Sam, sentando nela, se debruçou suavemente na beirada da cama,  colocou uma das mãos de Sam sobre seu próprio rosto, e a manteve firme no local, com sua mão por cima da dele, como que pedindo um carinho para ele, dobrou seu outro braço sobre a cama e repousou sua cabeça sobre ele, e fechou os olhos, sentindo o contato da mão de Sam, e o carinho tão desejado, do qual estava tão carente, há tanto tempo.

Dean ficou em silêncio por longo tempo, na mesma posição, e nem notou que os anjos ainda estavam ali no quarto, somente o acompanhando, Jeliel, ao lado da cama, e Castiel, agora, olhando para o lado de fora da janela, rejubilando-se com a chuva fina que caía.

Bobby e Rafael, algum tempo depois, adentraram ao quarto, vendo o mesmo quadro de antes, e Dean na mesmo posição, cochilando ao toque suave da mão que segurava em seu próprio rosto. Bobby se aproximou, com os olhos marejados, e tocando em seu ombro.

Bobby: Dean !

Dean: Oi Bobby.

Bobby: Vem, filho, vamos para casa.

Dean: Eu não posso deixar ele aqui, Bobby.

Bobby: Ele não vai ficar sozinho, filho, Castiel e os outros vão ficar com ele, nós não podemos fazer nada por ele mais, teremos que esperar ele acordar.

Dean: Não, eu não quero sair daqui. Eu não consigo me separar dele de novo......sabe, agora, nós estamos juntos, ele me aceitou de volta na vida dele e ele não vai mais embora, ele disse isso, não foi, Bobby?

Bobby vendo Dean tão fragilizado, que perguntava com ar quase infantil, se ainda podia sonhar com Sam perto dele, se ainda podia sonhar com a família que tanto queria para si. Aquele mesmo exímio e voraz caçador que tantas vezes viu lutar e exterminar criaturas assassinas, estava ali, diante dele, sem forças para lutar nem mesmo contra sua própria realidade. Para Bobby, era como se visse a fortaleza se ruir, e o homem se tornar menino, o seu pequeno menino, que tinha por seu filho, que ajudou a criar e que teve debaixo de suas asas por quase toda sua jovem vida. Diante dele eram aqueles mesmos olhos verdes, que tantas vezes viu escurecer rapidamente quando empunhava armas mortais contra vis criaturas, agora, estavam, límpidos como a água, claros e transparentes de medo, do puro e único medo que sempre teve na vida, desde quando ainda era aquele pequeno menino, medo de perder Sam.

Naquele momento, Bobby entendeu perfeitamente o amor de seus filhos, e não soube mais precisar, se algum dia chegou a duvidar se eles não ficariam juntos naquela vida. Olhou mais uma vez nos olhos amedrontados e duvidosos a sua frente.

Bobby: Disse sim, filho. Ele nunca mais vai embora.

Dean deu o seu melhor sorriso, que conseguia no momento, para aquele velho coração de pai, e abaixou a cabeça no mesmo lugar, beijou a mão de Sam e a colocou de volta em peito, unindo a outra, se levantou e simplesmente abraçou Bobby, que o apertou com orgulho para junto de si.

Bobby: Vamos garoto, vamos ver seu filho, ele também precisa de você.

Dito isso, Dean não relutou mais, porque o seu pai Bobby, confirmou que Sam não iria mais embora, e ele confiando plenamente nisso, beijou carinhosamente o rosto de Sam.

Dean: Eu vou cuidar do nosso milagre...e volto para te buscar, meu amor. (Sorriu ternamente para Sam que dormia profundamente, se ergueu, olhando para Castiel).

Dean: Toma conta dele, Cass...por favor.

Castiel: Pode ir, não sairei do lado dele nem um minuto. (Dean fez sinal positivo com a cabeça para Castiel).

Bobby segurou forte na mão de Dean, e, Rafael abraçou a ambos.

 

CONTINUA...


Notas Finais


Obrigada o carinho de todos,
os comentários fofos e lindos,
que eu amo e me levam a continuar sempre.

Como todo mundo sabe, eu escrevo a fic inteira e depois
faço a divisão em capítulos e a revisão de cada um.

Assim, já existe uma nova FIC surgindo, logo após O valor da Vida.


BJSSSSSS !!!!!!!


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