História O valor da vida - Wincest - Mpreg - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Dean Winchester, Gadreel, Jo Harvelle, Jody Mills, John Winchester, Rafael, Sam Winchester
Tags Depressão, Drama, Gravidez Masculina, Homossexualismo, Lemon, Mpreg, Tragedia, Vicios, Wincest
Visualizações 1.272
Palavras 6.301
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amigos,

Segue mais um capítulo,
e esse tem lemon, além de um bebê fofo.

Ah sim, antes de mais nada me perdoem por utilizar
fotos dos filhos dos lindos, afinal tinha que se parecer com eles.

Desculpem os erros.

Ótima leitura !!!

Capítulo 14 - O reencontro dos amores


Fanfic / Fanfiction O valor da vida - Wincest - Mpreg - Capítulo 14 - O reencontro dos amores

 

Diante do berço de seu filho, Dean surgiu e o envolveu em seu cobertorzinho para pegá-lo no colo, meio sem jeito, num abraço cuidadoso, cheio de amor, o embalou de um lado para outro, o admirando.

Dean: Eu vim te ver, meu amorzinho.....(Sorriu feliz).....Você é tão lindo que parece um príncipe...um anjinho de Deus.

O bebê estava todo enrolado no seu pequeno cobertor azul claro, exalando o cheiro de talco próprio de recém nascidos, e Dean, finalmente, pode notar com muita atenção toda a aparência de seu filho, que tinha o mesmo tom de pele de Sam, de um bege clarinho, mesmo tendo em seu rostinho, pequeninas sardas, como as dele, seus olhinhos entreabertos de sono constante, tinham a mesma cor dos olhos de Sam, um verde azulado, bem diferentes do verde definido dos olhos dele mesmo, já o seu ralo cabelo era bem clarinho, de um loiro palha e sua boca era desenhada como a dele. Dean era só emoção, ao olhar, tão próximo e por tanto tempo, como seu pequeno filho era realmente lindo, e os traços finos de seu rosto denunciavam a fusão perfeita dele com Sam, o que o deixava maravilhado, e sorrindo sem parar para aquele pequeno ser.

Dean se sentou na poltrona com seu filho em seu braços, e Bobby, Rafael, Hannah e Jody de testemunhas de sua imensa felicidade. De repente, o bebê abriu bem os olhinhos para fitar seu pai, e simplesmente sorriu, e como se um milagre maior do que o seu próprio nascimento tivesse ocorrido, Dean fez cara de espanto, sorriu abertamente e ao mesmo tempo iniciou um choro de emoção, que ninguém entendeu, até ele mesmo dizer, chamando Bobby ao seu lado.

Dean: Bobby, vem cá, rápido...olha, olha para ele.....ele sorriu...(Bobby olhando para o bebê, também sorriu, ainda sem entender, quando Dean reparou na dúvida dele)....Bobby, ele tem covinhas.....não é a coisa mais linda....são iguais a do Sammy.

Assim permaneceram por longas horas, Dean com seu filho em seus braços, o admirando sem parar, ora rindo alto de alguma expressão que o pequeno fazia, ora sorrindo com lágrimas de emoção presas em seus olhos.

Sentia saudade de Sam, pelo tempo que ficaram separados, apesar de morarem juntos e compartilharem todos os momentos da gravidez, não era a mesma coisa, a saudade de Dean era da liberdade de poder fazer carinho, de o tocar, de poder lhe beijar, de poder dizer o quanto o amava todos os dias. Agora tudo que mais queria em sua vida era ter a presença dele ao seu lado naqueles momentos de pequenas descobertas, para trocarem sorrisos e sentirem juntos a felicidade que os completavam, como nunca em sua vida imaginou sentir. A única e fundamental peça que faltava naquele quadro perfeito de sua vida, era justamente Sam. Pensar nele, lhe trazia a sensação de complementação e união, e a saudade, lhe torturava e comprimia o seu coração como se fosse um mão que adentrasse em seu peito e o espremesse com força, sentia mesmo um dor física que chegava o sufocar, o deixava completamente sem ar por uns segundos, até se acalmar novamente, e só conseguia ao se esforçar em pensar em alguma coisa aleatória, que não fosse nenhuma lembrança dele, ou deles juntos.

Dean sentia saudade daquilo que ainda não tinha vivido com Sam, e isso só aumentava a sensação da falta dele em sua vida.

Dean foi tirado de seus pensamentos quando percebeu seu filho dormir tranquilo em seus braços, e se dar conta que deveria ser a hora dele se alimentar. Todos os que tinham estado presentes no quarto, foram se retirando aos poucos, sem Dean notar, para que ele pudesse curtir o seu primeiro grande encontro com o filho. Ficou somente Jody que arrumava as roupinhas do bebê e já lhe preparava uma troca de fraudas.

Dean: (Se virou para Jody)...Jody, está na hora dele tomar a mamadeira?

Jody: Sim, a Hannah vai trazer, ele vai trocar a fraldinha, mamar e depois o colocaremos para dormir...(Disse, já pegando o menino dos braços de Dean, que sorria do jeito carinhoso dela)....e esse tesourinho vai deixar o papai descansar um pouco agora, né mesmo, heinnnn!!! (Ficou fazendo gracinhas para o bebê, enquanto lhe trocava a frauda).

Dean: Acho que você será um vovó muito boazinha. (Brincou com Jody, a observando).

Jody: Vovó? Nem tinha me dado conta disso, mas é mesmo, serei sua vovozinha....(Virando para o bebê)....afinal quem namora com o seu vovô rabugento....né meu amorzinho.

Dean assistiu a tudo, sorrindo, e aproveitando o momento para tomar um banho, pelo qual  todo o seu corpo reclamava, e assim que o fez, vestindo uma roupa confortável em seguida, nem se dando conta de que se sentou na cama para sentir um pouco do cheiro de Sam, como sempre costumava fazer quando ele não estava junto dele, se agarrando ao travesseiro dele, onde adormeceu, de tão cansado que estava. Sendo vigiado e protegido por Bobby, que acompanhava sua amada Jody em dar mamadeira para o netinho, no outro lado do quarto, no cantinho do bebê.

 

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Dean acordou no fim da tarde, e meio sobressaltado, se levantou, achando errado ter dormido tanto tempo, sendo que mesmo esgotado física e emocionalmente, queria voltar ao hospital para passar a noite com Sam, se levantando rápido e trocando de roupa.

Minutos depois estava novamente diante de Sam no quarto do hospital, após ter dado um longo beijo de boa noite em seu pequeno, e pedir para Rafael levá-lo.

Castiel estava sentado na cadeira ao lado da cama de Sam, a mesma que antes tinha ocupado, porém, agora estava um pouco distante da cama, para não invadir o espaço pessoal de Sam ou tocar nele sem a presença de Dean, que sabia que ele não gostava. Jeliel continuava no quarto, em pé no mesmo local, mas agora estava de olhos fechados segurando um terço de prata nas mãos, balbuciando orações em latim, que Dean conhecia muito bem.

Dean: Cass...como ele está? (Se colocando ao lado da cabeceira da cama de Sam, em pé próximo a Castiel).

Castiel: (Se levantou e andou até a janela)...Ele ainda dorme, Dean, ele não está mais sedado pelo medicamento humano, mas ainda dorme profundamente. Jeliel está com ele em outro plano, no céu, onde ele também está dormindo. Ele precisa muito descansar, o corpo dele está se recuperando, e precisa desse tempo.

Dean olhou com amor para Sam, e reparou que haviam retirado a bolsa de sangue e que somente o soro era mantido, sentiu um certo alívio, em ver que os médicos o tinham liberado, e isso significava que seu corpo não precisava mais de sangue, já tinha reposto o que perdeu.

Dean: Cass, ele consegue me ouvir ?

Castiel: Sim, Dean, pode ser que ele pense que é somente um sonho, e nem vá se lembrar depois que acordar, mas ele consegue te ouvir nesse momento, e irá entender e vivenciar tudo que falar com ele. (Sorriu, vendo a ansiedade do amigo em estar perto de todo jeito de Sam).

Dean se sentou na cadeira, se aproximou de Sam, e ficou com a boca bem perto do ouvido dele para poder falar o que seu coração mandava.

Dean: Oi Sammy, acho que posso voltar a te chamar assim, né?....(Sorriu de si mesmo)...eu sei que pode me ouvir e mesmo que não se lembre depois, eu vou falar assim mesmo... (Respirou fundo)....Eu sinto sua falta...(Segurou na mão de Sam, entre suas duas mãos)....hoje foi o primeiro dia de vida do nosso menininho....e ele é tão lindo, Sammy, eu não me canso de repetir isso....(Notou os lábios de Sam se apertarem um pouco e confirmou que ele estava ouvindo)...sabe, meu amor, nós estamos esperando por você, para podermos começar nossa vida....(Respirou fundo).....Eu estou doido para ver você com nosso filho...imagina quando você estiver junto de nós, imagina nós três dormindo na mesma cama...vai ser bem legal...poder curtir nosso bebezinho juntos...é tudo que eu mais quero...(Pausou, olhou para Sam, e o viu numa expressão de um quase sorriso em seu rosto).

Castiel: (Interrompendo o momento)...Vamos, continue Dean, ele está ouvindo você e reagindo.....(Notando o leve sorriso no rosto de Sam e ele mesmo sorrindo ao ver a comoção em Dean).

Castiel e Jeliel se entreolharam, sorrindo, ambos sendo observados, momentaneamente por Dean, que olhava para eles, para alertar, de forma muda, o que estava acontecendo, com um sorriso bobo no rosto também, querendo mostrar que Sam estava realmente lhe ouvindo, confirmando o que Castiel tinha dito. A alegria tomou conta do coração de Dean, que não se continha de tanto amor naquele momento.

Dean: (Feliz)...Ah Sammy, esqueci de falar, o Bobby e a Jody já estão dizendo que são os avós do nosso filho...vê se pode....(Riu da lembrança)....eles ficaram o dia todo encima dele, só paparicando...assim ele vai ficar mimado...(Sam se remexeu na cama e apertou a mão de Dean)...Hei, eu sei que pode me ouvir....(Estava se animando mais ainda com a reação de Sam)....tem outra coisa que eu quero muito falar...você tem que acordar logo, para podermos escolher o nome do nosso pequeno...eu não sei qual nome dá a ele, e eu sei que você gostaria de poder escolher junto comigo....eu...(Sentiu um apertou mais forte em sua mão e parou de falar).

Sam: Adam. (Sussurrou sem força na voz).

Dean olhou no mesmo momento para Sam, que acabava de acordar com um sorriso suave nos lábios, em seu rosto cansado e pálido, e entrelaçou seus dedos na mão de Dean.

Sam: O nome dele vai ser Adam...meu amor. (Disse baixinho).

Dean se levantou rápido da cadeira e sem largar a mão de Sam, o abraçou meio desajeitado, quase o sufocando, chorando de alegria e emoção.

Dean: Sammy, graças a Deus !!! Que bom que acordou...nossa...Sammy! (Não conseguia nem falar de tanta emoção).

Castiel se aproximou e puxou Dean levemente pelos ombros, sorrindo.

Castiel: Dean, assim você vai matar ele sufocado, deixa ele respirar.

Dean se afastou um pouco, sorria e chorava ao mesmo tempo, olhou para Sam que também sorria fraco para ele.

Dean: Tem razão, Cass...eu só não me contive, desculpa Sammy.....mas é que estou tão feliz. (Se colocou ao lado de Sam, em pé com os dedos entrelaçados na mão de Sam ainda).

Sam: Eu estava com saudade de você, sabia ? (Apertou a mão de Dean, se esforçando para passar verdade do que dizia, ainda se sentia muito fraco e não conseguia falar direito, estava quase sussurrando).

Dean: Também, senti sua falta...muito mesmo.....(Passou a mão no rosto de Sam)...eu achei que iria te perder....eu fiquei com medo de você me deixar pra sempre.

Sam: Tá tudo bem agora. (Tentando passar segurança para Dean).

Dean: (Com medo ainda)....Sammy, você lembra o que disse antes de desmaiar, antes do nosso filho nascer, lembra ?

Castiel sorriu, rolou os olhos e balançou a cabeça, não acreditando que Dean estava perguntando aquilo, naquele momento, estava achando engraçado o quanto seu protegido estava sendo infantil, parecendo uma criança pedindo atenção. Tinha tanta coisa para dizer um para o outro, e Dean não contendo sua insegurança, parecia algo inacreditável, até para Sam, que teve que rir baixinho dele.

Sam: Lembro sim, Dean...não se preocupe....(Riu baixinho)....Nós vamos ficar juntos.

Dean abriu um grande sorriso e beijou Sam no rosto várias vezes e depois na boca, o sufocando novamente. Castiel, novamente, se aproximou o segurou nos ombros, suspendendo seu corpo curvado sobre  Sam.

Castiel: Nossa Dean, chega...você está deixando o Sam sem ar, se controla...(Disse rindo, vendo o amigo ficar corado e se ajeitar em pé, se afastando de Sam, que sorria).

Dean: É que eu tinha que ter certeza...eu .....estava com medo de ter entendido errado, sabe? (Aquelas palavras cortaram o coração de Sam).

Sam: Senta aqui, Dean. (Bateu de leve com sua mão no colchão da maca).

Dean se sentou na beirada, ficando de frente para Sam, ainda segurando forte em sua mão, que não largava.

Sam: (Sorrindo e falando calmamente)...Dean, não precisa ter medo, você não entendeu nada errado dessa vez...(Suspirou cansado)...eu amo você....e nós vamos recuperar o nosso amor...vamos reconstruir tudo o que sentimos um pelo outro....eu não vou mais fugir ou me isolar...de agora em diante...ficaremos juntos...eu vou ficar com você e com nosso pequeno.

Dean: Tudo bem Sammy, eu entendi...descansa um pouco, você ainda está num hospital...não quero que se canse mais... (o beijou com um selinho, e quando fez menção de se levantar, Sam o impediu com a mão em sua coxa).

Sam: Dean, e o nosso filho, ele está bem ? Com quem ele está? (Sam estava preocupado e se via as rugas de preocupação em sua testa).

Dean: Eu sei que você este preocupado, mas ele está bem, ele está com Bobby, a Jody, a Hannah, o Gadreel e mais um monte de anjos...estão cuidando muito bem dele, fica tranquilo, e tenta dormir agora, você ainda está fraco.

Sam: Que bom, Dean, eu quero muito ver ele....(Bocejou)....nosso menininho...nosso Adam...você gostou do nome...amor?

Dizendo isso, antes mesmo de responder, Dean viu Sam fechar os olhos e se entregar ao sono novamente, seu corpo ainda precisava se recuperar, e não conseguia se manter acordado muito mais tempo. Dean devolveu a mão de Sam sobre o seu peito, a qual manteve junto a sua, desde que ele havia acordado. Sorriu ternamente para o seu amor adormecido, se lembrando do nome que ele havia dado ao filho, e nem sequer conseguiram continuar naquele assunto.

Dean gostou muito do nome do filho, soava como uma pessoa de personalidade forte e leal, qualidades que ele mesmo tinha, e que Sam, em homenagem a ele, havia pesquisado muito e escolhido, com base justamente nessas duas qualidades, e é claro, sem Dean saber de nada, de suas pesquisas de nome.

Castiel que até então ficou em pé admirando a cena de amor dos dois se reencontrando, se sentou no pequeno sofá no canto do quarto, orando e agradecendo a Deus pelo triunfo do amor sobre o medo e o orgulho. Seu coração estava sossegado agora, não havia mais a aflição de antes.

Jeliel, o mensageiro de Deus que estava em oração, ao lado da cama o tempo todo, sorriu ao ver o semblante de seu irmão Castiel.

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Dois dias depois, Sam saiu do hospital, onde só permaneceu mesmo por orientação dos médicos e por ter que ficar em observação. Sam, felizmente, estava se recuperando e passou esses dois dias muito bem no hospital, ansioso ao extremo para ver o filho logo, tanto que Dean ficava fazendo pequenos vídeos no celular e levando para Sam, do bebê sorrindo, do bebê mamando, do bebê tomando banho, dentre outros momentos, e assim Sam sempre chorava de emoção e tinha que ser confortado por Dean.

Dean ficou se dividindo o tempo todo, ficava em casa na maior parte da dia, para curtir e cuidar de seu filho, vê-lo acordado, e, no fim da tarde ficava com Sam no hospital e dormia com ele, sempre com o coração apertado com um ou com o outro, quando estava com seu bebê, ficava pensando em Sam o tempo todo, sonhando em poder estar junto dele, e poderem juntos curtir o filho, e quando estava com o Sam, morria de preocupação de saudade de seu filho sempre sorridente e com covinhas.

No dia que Sam voltou para casa, assim que foi liberado do hospital e transportado por Castiel, que não saiu do seu lado nem um minuto, como tinha prometido a Dean, ele foi direto no bercinho onde Adam acompanhava o movimentos dos bichinhos do móbile. Sam segurou o seu filho com muito cuidado sendo apoiado por Dean, pois ainda não conseguia ficar muito tempo de pé, afinal tinha ficado dias sem andar, após o parto, e ainda sentia um pouco de dor e fraqueza em seu corpo, que recolocava os órgãos internos em seus lugares, após darem espaço ao útero com o bebê, ficando comprimidos, durante meses.

 Sam sentou na poltrona, vigiado por Dean, que sorria, incontrolavelmente, vendo sua família reunida pela primeira vez, realizando seu sonho, há tanto tempo adiado, sentado no braço da poltrona, de onde passou a mexer os dedos na frente do rostinho do bebê que os tentava segurar, e sorria, para emoção e deleite de Sam, que olhava Dean e o bebê naquela cena tão terna e tão sonhada, longe de ser como na visão que Jeliel lhe mostrou, agora ele estava presente, e podia tocar em seu filho, podia estar com ele nos braços e se emocionar livremente com Dean lhe envolvendo com sua presença, lhe dando segurança e amor, como sempre sonhou. Era muita felicidade para Dean e Sam.

Sam: (Com a voz embargada pelo choro de emoção)...Meu Deus, como você é lindo, meu pequeno...você é um milagre, sabia?....Amo você...(o abraçou recostando o filho em seu peito bem suavemente)...Amo muito você...muito mais do que a mim mesmo....minha luz. Eu nunca vou me separar de você, nunca mesmo...nós seremos uma família...(Virou seu rosto e beijou Dean, que sorria, muito feliz)....Nosso filho Adam.

Ficaram os três unidos durante muito tempo, somente na presença de Castiel, que  aguardava os outros anjos que ficaram apagando as mentes do pessoal do hospital e fazendo a ronda em torno da casa de Bobby, por segurança, e se permitiu a presenciar aquele momento de tanto amor.

As pessoas da casa, Bobby, Jody, e, o novo morador, Benny, estavam na sala dando privacidade ao momento dos dois. Os anjos que ajudavam a cuidar de Adam também estavam fora da casa ajudando na segurança.

Bobby estava preparando uma pequena surpresa para Dean e Sam, com um almoço especial para aquele dia do retorno de Sam a casa, e quando acabou a ronda do anjos, esses se juntaram a Bobby para ajudar.

Somente quando Adam adormeceu no peito de Sam, que ele foi recolocado no berço por Dean, que logo em seguida ajudou Sam a tomar banho, e o levou para dormir na cama, para descansar um pouco.

Sam: (Ao se deitar)...Dean, fica aqui comigo.

Dean: Vou ficar meu amor, me dá um minuto só. (Estava nas nuvens com Sam lhe pedindo para ficar perto dele).

Dean trocou de roupa rapidamente e voltou para cama, se aconchegando nas costas de Sam, o abraçando por trás, como fazia quando ele estava grávido.

Sam: Hummm....que gostoso poder ficar com você assim...eu estava com muita saudade.

Dean: Também estava com saudade do seu corpo e do seu cheiro nessa cama. Eu sonhava com você todas noites. Eu tive tanto medo de te perder que eu só dormia depois de chorar muito.

Sam: Oh, meu amor...me perdoa por isso...eu não vou a lugar algum, eu sempre vou estar aqui...eu nunca mais quero ver você sofrer, nunca mais...(Se agarrou mais em Dean, apertando suas mãos que o abraçavam).

Dean não disse nada, somente sorriu e enfiou seu rosto no cabelo de Sam, como costumava fazer, e dormiu, quase imediatamente de tão exausto que estava, e foi acompanhado de Sam, que ouvido a respiração e o ressonar baixinho de Dean em seu ouvido, dormiu também, ambos em paz, com os corações repletos de amor.

Os dois estavam tão agarrados que de longe parecia somente um, assim pensou Bobby, ao ver seu meninos dormirem tão profundamente. O velho caçador estava muito aliviado de estarem saudáveis e protegidos naquela casa, ainda mais, sob seus olhos e suas asas. Sorriu como um pai orgulhoso e voltou para os preparativos do almoço especial daquele dia, levando a babá eletrônica para a vovó Jody, de modo que nada atrapalhasse o descanso de suas crianças grandes.

Na cozinha, Rafael, Gadreel e Hannah ajudavam a Jody, enquanto Benny arrumava a mesa colocando mais cadeiras em volta, os pratos e talheres.

Jeliel voltou ao céu para junto de Deus, deixando suas bênçãos num sutil toque no rosto de Sam, Dean e de Adam.

Castiel se manteve no quarto, vigiando os três, não poderiam baixar a guarda com as criaturas e com Crowley, e não admitia reviver o pesadelo de ter Sam raptado novamente, ou que o mal se aproximasse deles, enquanto estava sob sua guarda. O elo da missão designada por Deus, de proteger Sam enquanto estava grávido, não tinha sido desfeito, e assim Castiel se considerava em missão ainda.

Já na parte da tarde, Dean acordou ao ser chamado por Bobby, para almoçarem juntos com todos os demais. Sam foi chamado por Dean, e logo em seguida, ajudado por ele e acompanhado de Castiel, que trazia Adam no carrinho, desceu as escadas para a cozinha, onde todos estavam reunidos esperando os dois, que adoraram a surpresa do almoço em família.

Durante o almoço, Sam olhava a tudo com muita alegria, de poder ver reunidos os amigos mais improváveis, que comiam e conversavam alegremente, mesmo sendo, um arcanjo, anjos, um vampiro, caçadores, uma xerife e um bebê.

Pouco mais de um mês se passou na maior paz possível, com Sam, já recuperado, aprendendo como cuidar do próprio filho, e adorando cada experiência com ele, que muitas vezes eram divididas animadamente com Dean.

Sam e Dean realizaram suas vontades de vivenciarem momentos diferentes com o filho, e assim, não se desgrudavam, e o bebê passou muitas noites dormindo na cama no meio deles dois, como Dean queria, e todas as tarefas de cuidar do bebê foram compartilhadas pelos dois, como Sam queria, pois adorava ver Dean dando banho, trocando fraudas e dando mamadeira para o pequeno Adam.

Castiel passou a vigiar a casa junto com os outros, permanecendo juntos, além dele, somente Rafael, Gadreel e Hannah. Que mantinham sempre a vigilância, entre suas visitas ao quarto dos meninos para ficarem paparicando Adam, assim como fazia Benny, que conquistou a paz dentro da casa, não tendo mais que fugir ou caçar os outros vampiros, e se sentia realmente acolhido pelos amigos Dean, Sam e até Bobby, que com o tempo deixou de olhá-lo com desconfiança, e lhe deu de presente uma geladeira pequena, a colocando no porão, onde Benny passou a morar, para ele armazenar suas bolsas de sangue sem problemas. Em um ato claro de amizade, muito bem recebida pelo vampiro.

Sam e Dean eram sempre auxiliados por Jody e Bobby, quando precisavam, na hora de cuidar de Adam, e ainda, podiam contar com os anjos, para tomar conta e brincar com ele, pois sempre brigavam para ficar algumas horas com o pequeno.

Sam e Dean mantiveram a independência no quarto deles, que cada dia mais, mantinha a privacidade de ambos, sem um monte de olhos sobre eles, assim conseguiam dormir abraçados e até a trocarem alguns beijos e carinhos, mas sem avançarem o sinal, enquanto Sam se recuperava, e apesar do médico Castiel dizer que Sam estava bem, Dean continuava o respeitando como se ele fosse uma figura divina, sempre muito carinhoso e cuidadoso com ele.

Dean estava sempre alertando para os horários das refeições e obrigando Sam a se alimentar direito, também o obrigava a dormir cedo e continuava fazendo massagens nele, agora em suas costas e em seus pés, sempre que Sam estava cansado, e precisava relaxar. Além de outros pequenos cuidados do dia a dia.

Sam estava com o seu corpo recuperado, incluindo todos os seus hormônios, só não tinha restabelecido ainda sua forma corporal antiga, mas internamente estava totalmente restaurado, como bem garantiu Castiel, em seu último exame completo em Sam.

Mesmo assim, Dean não tinha nenhum contato íntimo com Sam, preferindo dar um tempo maior para ele, sem querer forçar nada. E mesmo o desejando muito, não passava dos beijos castos e abraços nada demorados, e na hora de dormir, o abraçava sempre mantendo uma distância segura para não ficar excitado, e quando Sam se encostava demais nele, se concentrava em pensamentos que eram verdadeiros banhos de água fria, como por exemplo, lembrar dos monstros desfigurados que caçava, como wendigos ou bruxas velhas.

Sam morria de desejo e se arrepiava cada vez que Dean o abraçava para dormir, ou quando fazia carinho e massagens nele, mas ficava tímido de falar abertamente com Dean sobre isso e mais ainda de parecer atirado demais, e ficava sempre esperando Dean tomar a iniciativa. Enquanto isso cada vez que ficava excitado, tomava banho frio ou ficava repassando a oração em latim de despossessão na cabeça.

Passaram os últimos dias, mantendo um auto controle invejável de seus corpos, até aquela noite.

Bobby e Jody foram passar o fim de semana juntos na casa dela, e depois de muita insistência de Sam, que queria dar um descanso tão merecido a eles.

Castiel e Hannah estavam, aos poucos, se acertando, e resolveram tirar a noite para juntos vigiarem o lado de fora da casa, com uma noite estrelada e bem romântica sobre suas cabeças angelicais, que não precisavam de mais nada para se jogarem um nos braços do outro.

Rafael e Gadreel ficaram na sala, e cada dia mais, se encantavam com tudo que passava na tv, pois não conheciam o aparelho no céu, e como era a noite de tomarem conta de Adam, depois que ficaram horas pedindo isso para Dean, resolveram fazer pipoca e assistirem milhões de desenhos, que adoravam, e morriam de rir de tudo, junto com Adam que ria de vê-los rindo, o que fazia os anjos babarem nele a cada cinco minutos. Já Benny estava no seu quarto, no porão estudando, porque havia declarado sua intenção de virar caçador para Bobby, que lhe encheu de livros de encantamentos e feitiços.

Assim, Sam e Dean, após o jantar, ficaram sozinhos no quarto. Ambos estavam na cama. Sam, sentado com o notebook em seu colo, pesquisava algumas faculdades para Adam, e comentava sobre tudo com Dean, que estava deitado ao seu lado querendo dormir, após um dia de trabalho na oficina, na qual voltou a trabalhar.

Sam: Dean, já pensou se o Adam não quiser morar conosco quando for para a faculdade, eu não vou gostar dele ficar em alojamentos, concorda ?

Dean: Sammy, quando Adam tiver na primeira série, ele já não vai querer a gente por perto, para não queimar o filme dele...e porque você está pensando nessas coisas agora...ele nem completou dois meses ainda...(Riu alto de Sam).

Sam: Ah, Dean, porque sim, você disse que não quer que ele seja caçador, quer que ele estude, então, já devemos nos programar. (Fez cara de indignado para Dean).

Dean: Olha, se você fizer esse bico de raivinha de novo eu juro que vou jogar esse computador longe....(Riu)...e te agarrar.

Sam querendo provocar, fez bico olhando para Dean, e ainda apertou os olhos felinos, do jeito que Dean amava. Dean se levantou em um pulo, pegou o computador do colo de Sam, e colocou no chão, depois puxou suas pernas para o deitar na cama, deslizando seu corpo no lençol, fazendo Sam rir, e se deitou encima dele com cara de malvado, assistindo ele rir mais ainda.

Dean: Você gosta de me provocar né, sempre foi assim, vê se cresce, Sammyboy, senão eu vou ter que criar dois, você e o Adam.

Sam continuou rindo daquele jeito meio inocente, e Dean não aguentou tanto contato do seu corpo com ele, e aqueles olhos e sorrisinhos de Sam, e o beijou.

Sam continuou sorrindo no meio do beijo, até então, somente um selinho demorado, mas Dean percebeu que aos poucos, Sam foi querendo avançar no beijo, abrindo um pouco sua boca, fechando seus olhos, e se abraçando ao corpo de Dean sobre o seu.

Dean resolveu continuar, diante da entrega de Sam, e o beijou bem devagar, sentindo todo o sabor de sua boca, passando sua língua sobre seus lábios, sugando-os em seguida levemente, e voltando a beijá-lo delicadamente, acarinhando a língua de Sam.

Dean deixou a boca de Sam, e afundando seu rosto no pescoço dele, beijando e lambendo sua pele, fazendo um caminho com sua respiração ofegante e sua saliva quente até o peito de Sam, enquanto desabotoava sua camisa.

Sam: Que saudade...meu amor...saudade do seu beijo.

Dean puxou a camisa de Sam o ajudando a retirá-la, deslizando por seus braços, que apertou sentindo seus músculos, despertando ainda mais seu desejo pelo corpo de Sam.

Dean: Eu te quero tanto, eu preciso de você.

Dean segurou na mão de Sam e a levou para a barra de sua própria calça, querendo que ele lhe desse logo o alívio da roupa apertada. Sam habilmente abaixou a calça de pijama de Dean, adentrando sua mão quente por cima da cueca de Dean, e contornando seu pênis duro com os dedos, no pouco espaço que tinha. Dean gemeu alto, em meios a suas carícias com a língua nos mamilos de Sam.

Lentamente Dean foi puxando a calça de Sam para baixo junto com sua cueca, enquanto se curvava ajoelhado na cama, para buscar a boca de Sam, em beijos ardentes, com línguas entrelaçadas e sugadas.

Dean: Você me quer, amor? Tem certeza que já posso fazer amor com você ? (Sussurrou no ouvido de Sam, muito excitado e arfante, continuou a tirar a roupa do corpo dele).

Sam: Dean me faz seu agora, eu não aguento mais esperar nem um dia.

Dean, ergueu seu corpo e olhou Sam completamente nú, olhou em seu olhos e voltou a descer beijos e lambidas por todo seu peito, mordiscando e sugando sua pele, deixando marcas vermelhas na mesma, ouvindo os gemidos roucos de excitação que Sam deixava escapar, chupou e lambeu mais uma vez seus mamilos rijos, seguiu pela barriga de Sam, ainda sem músculos definidos com a cintura arredondada, mas que estava linda com a pele macia, que tinha sido diariamente cuidado por ele com óleos e hidratantes durante a gravidez, beijou toda ela, circulando seu umbigo com a língua, e apertando as laterais do corpo de Sam, explorando com as mãos, do peito até as coxas de Sam, enquanto dava beijos molhados, das laterais de seu quadril até seu ventre, ainda um pouco distendido na pele, fazendo Sam, internamente, se envergonhar um pouco do seu corpo fora da forma antiga, e se retrair.

Sam: Amor, aí não.

Dean: Você é tão lindo...todo o seu corpo é lindo...me deixa te tocar por inteiro.

Dean pouco se importou quando notou esse certo incômodo em Sam naquele momento, e o tentou acalmar com aquelas palavras e continuou a beijar seu ventre até sua virilha, passando a acariciar suas pernas e as abrindo para ele, lentamente.

Dean suspendeu seu tronco, retirou sua camisa pela cabeça, olhando Sam, que estava lindo, com seu olhar escurecido pelo desejo, e suas feições felinas destacadas, com a cabeça afundada no travesseiro, e os cabelos bagunçados. Dean se sentou na cama retirou sua calça e cueca, se posicionando entre as longas pernas de Sam, beijou a parte de dentro das coxas de Sam, subindo novamente até sua virilha, onde rodeou o pênis ereto dele, molhando a pele toda em volta com longas lambidas, fazendo Sam se arquear na cama, de prazer.

Sam: Deannn....hummmm.

De uma única vez, Dean tomou o pênis de Sam na boca até onde conseguiu, e sugou forte, subindo com lambidas em volta, fazendo Sam apertar seus dedos nos lençóis com toda força, e urrar de prazer. Dean continuou chupando a glande rosada do pênis de Sam, recolhendo o líquido que vertia na ponta, sentindo o gosto adocicado dele, lambeu freneticamente em volta, e colocou o pênis toda em sua boca, fazendo movimentos de sobe e desce com a cabeça várias vezes, retornando a glande que chupou com sua boa vermelha, sendo observado por Sam, encontrando os olhos dele em si, suspendeu o seu corpo, e se deitou todo sobre ele, tomando sua boca em vários beijos quentes, passando seu gosto para ele, ondulando e se esfregando em seu corpo, entre as pernas abertas de Sam, apertando sua ereção junto a dele, esfregando as peles tão sensíveis ao toque uma na outra.

Sam alisava as costas de Dean e apertava seu corpo para se colar mais nele ainda, Dean se abraçava a Sam, para lhe dar apoio nos movimentos sobre o corpo dele, parando os beijos para recobrar o fôlego, falando em seu ouvido.

Dean: Você gosta assim amor ? (Ondulando mais ainda em Sam).

Sam: Que delícia...ahhhhhhhhh........você é perfeito.....Dean.

Dean não aguentando mais, pegou o lubrificante na gaveta da mesinha ao lado, e passou na entrada de Sam, enquanto voltava a beijá-lo, e introduziu um dedo nele, que gemeu no meio do beijo, sentindo a invasão.

Dean: (Acariciou seu rosto com a outra mão)....Calma...meu amor...eu não vou te machucar...tenta relaxar um pouco... eu vou esperar por você .

Sam concordou com a cabeça e se agarrou no pescoço de Dean, se remexendo embaixo dele, buscando mais contato, Dean introduziu o segundo dedo, e começou a entrar e sair com seus dedos do interior de Sam, bem devagar, deslizando-os com o líquido oleoso. Sam já estava sentindo somente prazer com Dean buscando tocá-lo na próstata com a ponta de seus dedos, toda vez que o penetrava.

Sam: Eu quero você agora Dean.....vem. (Disse arfando na boca de Dean enquanto ele lhe beijava sem parar).

Dean se ergueu, e passou o lubrificante em seu próprio pênis e o encaixou na entrada de Sam, o segurando pela base, deitou novamente sobre ele, o olhando nos olhos, e beijando seu rosto, enquanto empurrava seu quadril contra o de Sam, e iniciava a penetração da glande nele, o vendo apertar os olhos de dor.

Dean: Olha para mim, Sammy, eu estou te machucando ? Quer que eu pare...fala para mim, meu doce.

Sam: Não pára Dean, só doí no início, mas já vai passar...(beijou Dean).....eu te quero muito...quero você todo dentro de mim...não pára por favor. (Estava alucinado de desejo).

Dean: Você é minha vida...eu te amo tanto Sammy.

Sam: Também te amo, Dean....eu sonhei todos esses meses com esse momento...vem...eu preciso de você agora....(Disse abraçando o corpo de Dean com suas pernas).

Sam se empurrou contra Dean, o fazendo penetrar seu membro quase até a base, sem controlar mais sua excitação, o que levou a Dean ir no céu de tanto prazer que sentiu, em ser engolido pelo corpo de Sam. Sentindo seu pênis no interior apertado e muito quente, entrar quase todo de uma vez só.

Dean: (Fechou os olhos e suspendeu sua cabeça).....Hummmmm.

Sam mesmo tendo sentido dor, ficou satisfeito vendo a expressão de puro prazer no rosto de Dean, e estava com tanta saudade de ser possuído por ele, e sentir o peso do corpo dele sobre si, que nem se importou com nada, e passou a se forçar contra o pênis de Dean cada vez mais, forçando ele a se mexer, ansioso.

Dean: (Segurando no rosto afogueado de Sam)....Calma, meu doce. (Sorriu do jeito de Sam).

Dean começou a se mexer, entrando e saindo de Sam de forma cadenciada, ditando um ritmo calmo que foi se tornando mais frenético conforme a excitação estava aumentando, sentindo o corpo todo quente de Sam embaixo do seu, e se sentindo realizado de estar fazendo amor com seu Sammy, sua única paixão, durante toda sua vida. Descobrindo mais uma vez, o quanto era louco por ele, e como faria de tudo no mundo para vê-lo sempre feliz. Permaneceu beijando incessantemente a Sam, enquanto buscava o orgasmo dentro do seu corpo, sem parar com os movimentos.

Sam forçou seu corpo para cima e se agarrou forte em Dean, rodou com ele na cama, invertendo a posição, e sentando sobre o corpo de Dean que ficou em contato com a cama. Sam se sentou, com uma perna de cada lado do corpo de Dean, e começou a se remexer com o pênis dele dentro de si, subindo e descendo seu corpo sobre ele. Dean segurou em uma das mãos de Sam que estava sobre seu peito, e a levou para o pênis dele mesmo.

Dean: Se toca para mim, amor...eu quero ver.

Sam sorriu, e fez o que Dean pediu, o olhando nos olhos, fechou a mão em torno do próprio membro e se masturbou lentamente, sentindo intensamente os movimentos em torno da glande inchada, enquanto se empalava em Dean, subindo e descendo em seu pênis. Para Dean não podia haver visão mais excitante e erótica que aquela, de Sam cavalgando nele e se masturbando com olhar sedutor para ele. Não se aguentou por mais tempo e assim que viu que Sam iria gozar, se sentou e o abraçou com força, colocando sua mão sobre a dele, tomando juntos o pênis de Sam, e o masturbando com rapidez enquanto se derramava dentro dele, e logo em seguida, Sam gozou na mão de Dean e também na sua. Ficaram abraçados e sentados, esperando se acalmarem. Dean com todo cuidado, deitou Sam na cama e se retirou de dentro dele, se deitando ao seu lado e o puxando sobre o seu peito, com pequenos beijos dengosos em sua boca, que sorria abertamente.

Sam: Dean....isso foi demais....(Ainda meio sem ar).

Dean: Demais foi você....parecia um furacão....eu amei, pode continuar assim muitas vezes. (Sorriu de lado, daquele jeito mais safado que ele conseguia).

Sam: (Riu)...Era muita saudade acumulada.

Dean: Imagino mesmo, eu também estava com saudade desse seu cheiro....(Se deitou de lado rapidamente e cheirou o pescoço de Sam, o vendo se arrepiar todo).

Sam: Também estava com muita saudade de tudo em você. (Disse meio tímido).

Dean: Sabe, Sam, eu percebi que você estava com vergonha de mim, porque, você ficou assim?

Sam: É o meu corpo....(Olhou para baixo sem conseguir encarar Dean)...eu estou assim....(Apontou para sua barriga e passou as mãos em sua cintura).

Dean: (Riu e o beijou, colando seu peito no dele)....Ah, Sammy, você está lindo, mais lindo ainda....eu amo o seu corpo do jeitinho que está....você é delicioso...todo quente e apertado....só do jeito que você consegue....(Começou a se esfregar em Sam).

Sam: Nossa....mas já ? (Riu).

Dean: Como você disse, é muita saudade, meu amor.

Se amaram mais vez durante aquela noite, matando a saudade do corpo de um e de outro.

 

CONTINUA...


Notas Finais


Espero que tenham curtido.

Muito obrigada por comentários tão lindos e preciosos.

MILHÕES DE BJS NO CORAÇÃO DE VOCÊS.


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