História O vampiro e o Exorcista- JiKook - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 14
Palavras 1.661
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Fanfic nova e antes da hora? exatamente!

Não me batam ><

E que eu to sem internet e to abusando da net da coleguinha


Espero que se divirtam lendo ^3^

Capítulo 1 - As lágrimas de ser imortal


Jimin era o único descendente conhecido de Mircea Tepes, o garoto visto como gentil, doce, e as vezes bobo demais para sua idade não morou muito com o pai, outra parte da sua vida morou com o tio, isso deveria ter durado mais, porém um monstro sádico não permitiu. Jimin acabou terminando sozinho e com um desejo louco pulsando no peito.

Primeiro

Transilvânia

 1435 

Palácio de Vlade terceiro

 

Narrado por Park Jimin

Levantei-me subitamente do chão pondo me em pé, tudo a minha volta parecia ruir o elegante palácio de pedra estava agora em pedaços, suas paredes estavam caídas sobre o solo e alguns tecidos com o enorme emblema da família Tepes estavam todos desgastados pelas chamas, minha mente estava nublada em completa confusão e flashes da noite anterior me atingiam lentamente como flechas em meu peito, o que me levou novamente ao chão, meus joelhos se chocaram com força no chão e as pedras estavam quentes ainda.

“– Jimin! – Eu estava à mesa junto com minha mãe quando ouvi meu nome ser chamado no andar de cima, a voz de meu tio estava alterada de forma que me pareceu bem mais irritada que o de costume, mas não me importei muito pois Vlade só sabia falar assim de forma autoritária e irritadiça, apenas virei meu rosto novamente para a taça que possuía o líquido vermelho.

Olhei para a janela de madeira coberta pela cortina de tecido negro vendo que a luz natural quase não se fazia presente naquele ambiente, a noite estava começando a cair.

— Venha logo! – Voltou a repetir, Tio Vlade é sempre tão impaciente, suspirei recebendo um olhar repreendedor de minha mãe dizendo-me que deveria apressar. Sai do cômodo e subi as escadas de madeira que levavam ao laboratório, aquelas escadas faziam um ranger irritante. Assim que entrei o homem musculoso e de trajes brancos formais me entregou um pote com um liquido amarelo viscoso, eu odiava ter que beber aquilo. – Beba! – Ordenou e eu neguei com a cabeça.

-- Eu estou me sentindo bem – Afirmei e ele apenas tirou o pote da minha mão e levantou meu rosto com a destra virando-o para ele.

-- É o último Jimin – Ele estava estranho – não tenho mais tempo, mas se funcionar agora você vai ficar bem... Para sempre. – Ele disse firme, agora reparei no lugar, iluminado por velas o chão estava coberto por cacos de vidro e mesmo com a luz escassa das velas reparei nos olhos levemente vermelhos de Vlade e talvez seja algum delírio mas pude ver que eles estavam marejados, ele parecia mais abatido do que quando meu pai morreu.

Há dez anos acolheu-nos quando meu pai fora decapitado por um grupo de revoltosos em nosso antigo vilarejo, mesmo que Vlade odiasse seu irmão mais velho, ele ainda salvou a vida da minha mãe e fez de tudo para salvar a minha também a um ano, estamos juntos desde meus sete anos, eu já havia o visto de todos os modos, mas essa foi a primeira vez que ameaçara derramar lágrimas, mesmo quando estava deprimido ele era forte... Bem ao contrário de mim que derramava lágrimas a todo o momento.

Ele virou o pote dentro da minha boca e eu não relutei.

Ouvi baques vindos do andar de baixo e ele me olhou aflito logo após me empurrando para debaixo de uma mesa.

-- Não saia daí! – Ditou correndo para o andar de baixo”

Apertei com força as palmas da minha mão no chão, sentindo a dor no peito se intensificar e não era um mal físico, era a dor das lembranças voltando, eu não as queria.

Quero esquecer!

Quero esquecer!

Não lembre disso Jimin! 

 

“Gritos... Um depois do outro... A voz da minha mãe... A voz do meu tio...

As risadas maléficas se fazendo presente no lugar...

Porquê? Nós não fizemos nada de errado!

Me encolhi onde estava começando a apertar com força minhas próprias pernas.”

Passei minhas mãos sujas pelas cinzas por todo meu pescoço sentindo que não havia absolutamente nada ali.

Eu estou bem... Eles devem estar também!

Corri por entre os escombros e paredes caídas indo até onde deveria ser a sala de jantar.

Sangue, muito sangue, céus como eu odeio sangue!

Havia em todo o chão, Vlade e Nocence – Minha mãe – Tinham seus corpos atirados no chão... Decapitados e repletos de queimaduras.

A luz do sol batia sobre meu corpo mas não doía como Vlade dizia, Deus fazia tanto tempo que eu não sentia a luz do sol, seria bom, mas as pessoas que eu amava estavam mortas bem diante de mim então tudo que podia fazer era correr. E eu corri, corri como nuca havia corrido antes, enquanto sentia as lágrimas quentes molharem meu rosto e eu corri por dias sem parar e adoraria dizer que corri tanto que desmaiei cansado no chão, mas eu não tinha nem esse direito meu corpo não fraquejou. Recostei-me em uma árvore e dormi por alguns minutos, logo percebendo que eu também não poderia dormir tranquilamente nunca mais.

As pessoas próximas a mim sempre disseram que eu era uma pessoa doce, e eu me orgulhava muito disso, ser gentil era uma qualidade minha, mas naquele dia eu quis matar o monstro que havia destruído tudo que eu tinha.

 

Transilvânia

 1453

Uma taberna qualquer nas proximidades do porto

“-- Você viu? Conde Hellsing se casou!

-- Sim, com uma exorcista ainda! Agora estaremos mais seguros que nunca.

-- Apesar que graças ao conde não a mais nenhum tipo de besta por aqui mais”

Eu estava encolhido sob meu manto, meus fios ruivos estavam longos e cobriam parte da minha visão que já embasava com as lagrimas. Aquelas pessoas cruéis, nós não fizemos nada e mesmo assim elas ainda comemoram nosso sumiço, eu queria que todas desaparecessem! Terminei minha caneca de leite. E fiquei analisando meus braços, finos pela desnutrição, há última vez que provei sangue animal eu tinha 17 anos e agora eu já tinha 36, meu corpo não havia mudado por conta da minha maldita imortalidade os anos passariam e eu permaneceria o mesmo, nem minha abstinência por sangue tirava a minha vida, meu corpo que sempre fora pequeno agora era também esquelético e repleto de amarguras e dores.

Odeio estar vivo.

Só isso manchava minha mente sofrida.

Eu nunca achei o monstro eu apenas escuto os boatos e os sigo, é sempre assim, mesmo procurando por anos sempre que estou perto de alcança-lo ele escapa por entre meus dedos fracos.

Do lado de fora estava chovendo forte, e o vento batia com força contra a janela e mesmo com o barulho externo alto e as conversas desordenadas dentro do ambiente, por conta dos meus sentidos aguçados ouvi algum cliente dizer com o dono do estabelecimento algo sobre Van Hellsing, eu me irritei com todo barulho, e mais ainda com eles falando com uma voz tão contente sobre aquele monstro. Tirei do bolso exatamente a quantia para pagar pela minha bebida e pus as moedas sobre a bancada, eles ainda falavam alto sobre o quão incrível o caçador era, se eles falam tanto devem saber de algo.

Tirei o capuz do rosto e apoiei minhas mãos sobre o balcão.

-- ONDE ABRAHAM VAN HELLSING ESTÁ? – Gritei, sem intensão, fazendo todos se calarem assustados, olhei para a janela atrás do homem e no intervalo entre dois relâmpagos vi meu reflexo. A pele pálida, o rosto magro marcando os ossos da face, as presas a mostra, a íris dos olhos em um vermelho escarlate.

Se eu pareço um monstro agora a culpa e do herói de vocês. Senti meus olhos esquentarem.

Uma risada ecoou do fundo do bar levando-me a virar o corpo em sua direção, aquela pessoa, eu não a conhecia mas era familiar e senti meus olhos arderem e uma vontade enorme de baixar a cabeça, mas continuei olhando firme os olhos que tinham uma cor amarela incomum e vibrante.

-- Ele está indo embora com sua esposa – Ele tinha um semblante sorridente – Estão indo para fora do país... Para bem... bem... Longe. – Rangi os dentes e apertei os dedos nas palmas da minha mão sentindo as unhas perfurarem a carne tamanha era minha força, mas o ferimento se fechou em poucos segundos nem dando tempo de sentir a dor direito. – O Navio já vai sair -  Notando minha irritação a pessoa de cabelos negros apenas abriu mais ainda o sorriso – Se você quiser pega-lo, vai ter que correr...

Antes dele terminar de falar eu já corri para fora, em direção ao porto, sentindo a chuva me encharcar e as moedas do meu bolso caírem, mas eu não me importei, eu precisava chegar até ele, era tudo que importava, esbarrei em algumas pessoas pedindo perdão em seguida e então quando cheguei à beira do mar avistei o navio já bem longe.

-- Não! Não! Não! Não! Você não pode... Não pode fugir de novo! – Me ajoelhei no chão sentindo as lagrimas se misturarem com a chuva. – Eu não vou deixar você fugir de novo! Maldito! – Me atirei contra o mar gritando, e nadando com todas as minhas forças.

Nadei por dias e noites, e não consegui alcança-lo e as ondas me levaram para as areias de um lugar qualquer.

- Eu sou tão inútil! – Berrei olhando o céu – Além de não conseguir alcançar eu nem sequer morri afogado! – Esperneei com o corpo estendido na areia branquinha – Que droga! Que droga! – Joguei areia pra cima fazendo com que a mesma caísse em meus olhos, era desconfortável. – Argh! Que irritante... – Suspirei irritado enquanto coçava os olhos logo voltando a olhar para cima – E você! – Falei apontando para o sol – Você mesmo! Bola de chamas maldita, eu sei que está rindo de mim ai de cima, mas você é tão inútil quanto eu, não serve nem pra me queimar... – Suspirei me levantando e tirando o excesso de areia da roupa ainda úmida. – E além de tudo fiquei louco. – esfreguei a têmpora dos meus olhos já quase chorando.


Notas Finais


deixem comentario >< isso ajuda muito sabe... saber se vocês estão gostando


:3 tixiau


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...