História O verdadeiro Izaya por trás de tudo - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Durarara!!
Personagens Izaya Orihara, Shizuo Heiwajima
Tags Amor, Depressão, Drama, Drrr!, Durarara, Izaya, Izaya Orihara, Sadness, Shizaya, Shizuo, Shizuo Heiwajima, Sonho, Tristeza
Exibições 54
Palavras 1.790
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Leiam, leiam, leiam!! É pra vocês!!

Olha só quem voltou antes do esperado, eu! Grande bosta -.-

É que este capítulo já estava meio pronto, mas eu tinha que terminá-lo, só não postei antes pq não tive tempo. E sobre o final desse capítulo, acho que ficou muito rápido e meio bosta, porém, tem um motivo... quando eu estava escrevendo minha família começou a brigar e meu pai quase bateu num velho, UM VELHO PILANTRA!! Já está tudo bem, eu não ligo muito para as brigas e estou até rindo da situação agora. Escrevi o final rápido pq queria entender o desaforo. Bem, mais um foda-se para a desgraça e vamos ao que interessa...

MEUS DEUSES COMO VCS SÃO LINDOS, FOFOS E MARAVILHOSOS!! Eu venho aqui, bostejo nas notas e vcs me apoiam, seus comentários são de matar, e eu quase choro quando os leio, pq sinceramente, eu achei que minha fic não iria pra frente, no entanto, graças aos meus fantasminhas, consegui!! Sei que só são 27 favoritos, mas eu fico mais do que grata, e vocês sabem disso. Mais uma vez desculpa e mais uma vez, MUITO
OBRIGADA!!

Espero que gostem!!

Capítulo 8 - Confissões - Parte 3


Abri os olhos lentamente; o quarto estava escuro; eu não enxergava absolutamente nada; nem uma luz sequer passava pela fresta por de baixo da porta. Me sentei com dificuldade, minha cabeça latejava muito e eu estava enjoado. Fitei o breu por um bom tempo tentando me localizar, mas nada veio a minha mente. Levantei de vagar e me senti leve, olhei para meu corpo e eu estava sem as minhas roupas, apenas com a minha cueca preta e uma camisa social branca muito maior que eu. Ela possuía um cheiro bom, uma mistura de um perfume qualquer com nicotina. 

Fui dar um passo para frente e acabei chutando algo que estava no caminho. Como o local estava em completo silêncio, o barulho causado pelo objeto foi o dobro, e logo depois passos pesados vieram em direção ao cômodo que eu estava. Vi pela fresta da porta que a luz do corredor se ascendeu, e eu voltei para cama rápido fechando os olhos, fingindo que ainda estava dormindo. 

A porta se abriu violentamente, a luz do quarto se ascendeu e o indivíduo que entrou me ponderou por alguns segundos. Eu podia sentir seus olhos sobre mim. 

- Izaya... - Chamou-me a voz grossa. Permaneci imóvel - Izaya, eu sei que está acordado, que barulho foi esse? 

Como ele sabe o meu nome? Onde eu estou? 

- Izaya... sou eu, e sei que não está dormindo.

Abri os olhos e celeremente olhei para o sujeito; minha palpitação descompassou. 

- Mas o que... S-Shizu-chan?! - Perguntei incrédulo. Aquilo poderia ser uma alucinação, pois por que diabos ele estaria perto de mim? O que estou fazendo aqui? Eu estou muito mal, tem alguma coisa errada. 

- Como está se sentindo? - Ele perguntou com certa preocupação.

- Onde eu estou? Por que você está aqui? Como vim parar aqui? - Precisava saber o que estava aconteceu primeiro, dane-se o meu estado, isso tudo é muito estranho. 

Ele riu e aproximou-se.

- Ué, não se lembra? - Ele arqueou a sobrancelha.

- Ah... não. Eu só lembro de escalar um prédio - Respondi forçando a minha mente a lembrar de algo mais.

- E foi isso que você fez, acho. Veio falar com meu irmão algum tempo depois de ter falado comigo, não é? 

- É... é sim, como sabe disso?

- Quando cheguei, Kasuka não queria me deixar entrar, tinha algo estranho e eu percebi, quando entrei, vi que o sofá dele estava encharcado de sangue; e ele não estava machucado. 

- Entendi. É, acho que lembro disso - Afirmei com a cabeça, tudo agora tinha ficado mais claro. Eu havia adormecido em uma das camas do irmão dele.

- Enfim... como está se sentindo? - Ele questionou novamente.

- Enjoado, minha cabeça dói - Contestei sentindo uma dor surgir atrás dos olhos. 

- Deixa eu ver como está seu curativo.

- Hã? Curativo, que curativo? 

- Na sua cabeça, oras. Não percebeu?

Levei a mão ao lado direito onde eu sabia que estava aquele corte, e senti a facha enrolada. 

- Foi você que colocou isto? - Apontei para a bandagem.

- Sim - Confirmou ele desenrolando-a - É não está tão ruim quanto eu pensei que estivesse.

- Que bom, né - Fiz questão de enfatizar, a culpa era dele. 

Ele bufou e me encarou.

- Se for começar com os sarcasmos e com as suas piadas idiotas eu te jogo da janela, seu maldito - Ameaçou ele apertando a facha na minha cabeça.

- Aí, ei, tá doendo, sabia? 

- Estou tentando deixá-la presa a sua cabeça.

- Quem mandou tirar? 

Shizuo se levantou bruscamente, e notei algo que não havia notado antes; estava sem camisa, só com a calça preta de barman com o cinto aberto e sem seus sapatos. Não consegui não reparar no seu abdômen, ele ficava muito melhor sem aquela roupa. 

- Eu estou te esperando lá na sala para jantar - Avisou indo em direção a porta. 

- Mas eu estou sem calça!

- Está com a camisa, certo?

- Mas... aliás, essa camisa é sua, Shizu-chan? - Perguntei malicioso. 

Ele nada disse e saiu do quarto. 

- Shizu... chan...

É, a camisa era dele sim, só acho que ele ficou desconfortável com a pergunta que fiz. 

Levantei novamente e sai do quarto. Fui em direção a sala andando vagarosamente como se estivesse tendo cuidado para não acordar alguém que dormia. 

O corredor era extenso, esse apartamento deve ter uns oito quartos; não que o meu não fosse assim. Entrei em um dos banheiros - Que ficava no meio do claustro - a procura de um espelho para checar a minha aparecia, e puta merda, eu estava horrível, parecia um cachorro molhado, que foi atropelado, e que estava sendo comido vivo pelos vermes. 

Fui até a sala e me deparei com ele tirando a comida de plásticos.

- Sinto muito, Shizu-chan, mas eu não como comida pronta. É nojento. 

- Pare de frescura, pulga, é comida da boa, meu irmão não come porcaria - Informou irritado.

- Então, sem problemas - Aproximei-me da mesa. 

- É mesmo que tivesse problemas, ia comer do mesmo jeito, você precisa. Senta! - Ordenou puxando a cadeira para eu sentar. 

Obedeci e sentei, ele ficou me observando.

- Tem algo de errado comigo, Shizu-chan? - Perguntei receoso.

- Por que tá todo encolhido? 

- Encolhido? - Olhei para minhas pernas e elas estavam juntas ao meu tronco; e de fato, eu estava envergonhado.

- Fica a vontade, Izaya - Disse irônico.

Coloquei meus pés no chão, ficando em uma posição mais confortável, porém, eu ainda estava constrangido, pelo fato de estar só de cueca, vestindo a camisa do inimigo que eu amava, na casa de alguém que eu mal conhecia. 

- Pare de olhar pra mim, por favor - Pedi fitando meus pés brancos que se moviam em baixo da mesa.

- Você pode observar os outros, mas os outros não podem te observar - Constatou ele meio nervoso.

- Eu não disse isso. 

- É a mesma coisa, seu bosta.

- Você não precisa ser grosso, eu estou sendo educado.

- Puff, tá bom; agora come - Ele tacou o prato na mesa. 

- Calma. 

- Calma o caralho - Sentou na minha frente e começou a comer. 

- Precisamos conversar sobre nós dois.

- Não existe nós dois, Izaya!

Já chega.

- Olha... te agradeço por ter cuidado de mim, mas não estou muito bem para aguentar essa situação, ainda mais com você aqui, então... eu vou para casa, com licença - Me levantei e fui rápido para o quarto pegar minhas roupas. 

Eu queria poder conversar com Shizuo, no entanto, ele não me dá uma única chance de transformar a nossa relação de ódio em uma relação de amor. E não, eu não estou desistindo, só não tenho forças para enfrentar a grosseria dele hoje, sem contar que estou desnorteado. 

- Onde estão as minhas roupas?! - Gritei para que ele escutasse.

- Não grite, eu estou aqui - Avisou ele encostando-se na batente da porta - E eu as coloquei pra lavar.

- O que?! Por que?!

- Elas estavam fedendo a sangue.

- Ah, que merda, como eu vou para casa agora?

- Quem disse que você vai para casa, não consegue nem andar direito. 

- Me empresta uma roupa, Shizu-chan.

- Infelizmente, só tem essa aí. 

- E as roupas do seu irmão? - As roupas daquele moleque caberiam em mim, com certeza. 

- Não toque nelas. 

- Eu quero ir pra casa! - Berrei batendo o pé como uma criança. Queria sair o mais rápido possível dali, estava me sentindo pressionado e um tanto violado. Ele tirou minhas roupas enquanto eu dormia.

- Pode ir, mas vai para casa só de cueca.

A dor de cabeça começou a voltar ainda mais forte, minhas pernas ficaram bambas e eu senti uma ânsia muito forte. Não esperei para sujar o chão; corri ao banheiro do aposento e ele veio junto, mas não consegui segurar até vaso sanitário, vomitei no meio do banheiro.

- Droga - Limpei meus lábios com as costas da mão - Desculpa, foi sem querer.

- Relaxa - Shizuo pousou sua mão em meu ombro direito.

- E-Eu fiquei nervoso - Minha boca e minhas mãos estavam trêmulas.

- Ei, deixa eu te limpar - Com um pedaço de papel ele pegou o meu rosto e começou a limpar meus lábios. 

Olhei em seus olhos; como ele era bonito, seus fios loiros espalhados pelo rosto o deixavam tão... Shizu-chan. 
 
Ele riu.

- Por que está olhando nos meus olhos com essa cara, Izaya? - Perguntou ele com um leve sorriso.

- Você é tão lindo - Já não sabia mais o que estava dizendo, só dele tomar conta de mim perdi o senso. 

- O que você quer comigo? 

- Você sabe...

- Izaya, eu não sei se isso vai dar certo.

- Nós nem tentamos, como pode dizer que vai dar errado? - Questionei indignado. 

- Eu não consigo acreditar em você.

- E por que não?!

- Sempre quisemos nos matar, principalmente você, como vou saber que não está brincando comigo?

- Ah, convenhamos, nós nunca quisemos nos matar de verdade.

- Tem razão... Shinra estava certo - Disse olhando para o teto e colocando as mãos na cintura. 

- Sobre o que? - Franzi a testa curioso.

- Sobre a tensão sexual - Completou simplesmente.

- E a gente vai ficar parado sem fazer nada?

- Puta que me pariu, Izaya, como você é chato - Reclamou ele e me puxou pela cintura me beijando desesperadamente. 

Coloquei meus braços em volta do seu pescoço. 

- Eu acabei... de vomitar - O lembrei entre os beijos. 

- Foda-se - Ele me beijava cada vez mais forte, e já estava ficando tonto por falta de ar, além disso, eu estava todo dolorido. 

- Shizu-ch... Tá tudo doendo... ei! - Me afastei fazendo força para desgrudar minha boca da dele.

- O que foi?! - Perguntou irritado. Ele pareceu chateado com o término do beijo. 

- Eu estou machucado e minha cabeça dói mais - Expliquei, massageando o corte por cima da facha.

Ele suspirou - Deita lá na cama que eu vou 
pegar um remédio para você. 

- Tá bem - Fui para cama e me acomodei debaixo dos cobertores grossos. 

Tudo aconteceu tão rápido e eu achava que isso nunca daria certo. Eu ainda não acredito que beijei a pessoas que mais amava e que mais precisava. Sinto que o fundo do poço está mais longe agora. O peso saiu das minhas costas, eu me sinto tão leve. 

Quando eu digo que consigo tudo, vocês sabem... eu não estou blefando. 


Notas Finais


Bom, acredito que depois desse capítulo eu vou ficar um tempo sem postar, pois eu tive uma brecha na correria.

Desculpa pelos erros. Acredito que tenham muitos pois hoje o negócio foi mó loco e eu nem devo ter prestado atenção, então me deem um desconto.

Gente, escutem a música Idfc - Blackbear, me lembra o nosso Orihara, sei lá. Se já escutaram, deixem pra lá kkk

Milhares de beijos e abraços da fantasma pra vocês!!
Ass: Observerghost


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