História O Vestiário Masculino - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Laxus Dreyar, Lucy Heartfilia
Tags Lalu, Laxlu
Exibições 224
Palavras 2.514
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente essa e minha primeira fic
então por favor comentem e me
digam se esta bom se esta ruim
me digam se eu posso continuar
ou desistir.

~~~~ Boa Leitura ~~~~

Capítulo 1 - O Desafio


Fanfic / Fanfiction O Vestiário Masculino - Capítulo 1 - O Desafio

Uma conversa que tinha começado inocente foi o suficiente para Lucy e Cana começarem uma discussão sobre como deveria ser o novo vestiário masculino,eu achava que seria igual o feminino porem Cana discordou e logo estávamos discutindo feito duas crianças birrentas para ver quem estava certa.E depois de beber algumas bebidas,de alguma forma fomos parar na frente dos vestiário dos homens.

- Te desafio entrar lá - disse Cana rindo e derramando um pouco de cerveja no chão.

Eu ri, cobrindo rapidamente minha boca e apontei pesadamente contra ela.

- De jeito nenhum!E se alguém entrar lá dentro?

- Eu não estou escutando nada. Vamos lá Lucy! - Cana falou me empurrando e pegando a caneca da minha mão.

- Eu não posso - disse soluçando e rindo tanto, que quase tropecei quando dei um passo em direção à porta de entrada para o vestuário.Talvez tivesse bebido demais.

Cana agarrou meus ombros e me empurro pra frente.”Faça isso!Vamos!”

Eu cobri minha boca com a mão,tentando controlar meus risos que pareciam não querer parar.

- Mas…e se…

- Vou gritar se alguém vier! - Cana disse rapidamente e me empurrou para dentro, quase fazendo-me cair de bunda no chão.Por sorte consegui me segurar em um banco de madeira que estava por perto e consegui - com muita dificuldade vale resaltar - me equilibrar.

Quando eu finalmente me recompus, levantei minha cabeça e comecei a observar a sala. Ao que parece a parede foi revestida com grandes armários e alguns suportes para toalhas pendurados ao lado dos mesmos. Porem a maior parte - até onde conseguia ver - parecia com o vestiário feminino, apenas algumas pequenas diferenças. Eu sabia que tinha razão!!

Eu lentamente atravessei a pequena sala, indo para uma porta de entrada direta que se encontrava aberta e por sua vez me levou à grande área de banho, bom pelo menos é o que eu acho já que a nossa era para a esquerda, a área tinha vários azulejos do chão ao teto e vários possuía vários chuveiros em uma das paredes, e na parede oposta tinha vários cubículos fechados com cortinas provavelmente para quem não gosta de se expor em frente aos outros.

Depois de observar a área de banho e ver que ela era parecida com a nossa, e as poucas diferenças que existiam eram as cores e as posições da coisa. Decidi que já estava na hora de sair dali e passar na cara da Cana que eu estava certa. Eu me virei e me pus a andar de volta para a porta por onde entrei, quando estava próxima da porta paralisei onde estava.  

Alguém estava chegando, pude ouvir passos ecoando pela sala do armários desesperada   corri sorrateiramente de volta  para a área de banho e me escondi em um dos cubículos com cortinas. “Droga Cana!! você deveria me manter alerta se alguém vinhesse para cá!”. Passei meus olhos pelo pequeno lugar onde me encontrava tinha um chuveiro uma prateleira com alguns frascos e um banquinho de madeira que ao que parece era usado para dar banho nos feridos.

Corri para que banco e sentei-me, levantando os pés do chão e dobrando os joelhos contra o peito para não verem meus pés por baixo da cortina. E comecei a orar, quem quer que fosse não podia me ver aqui ou concerteza viraria piada na Guilda.

Parei meu desespero interno para ouvi o que acontecia do lado de fora, o som vinha da área dos armários e em seguida ouvi se mover para a área de banho."Oh, por favor, por favor, não venha … MERDA!”. Eu quase xinguei em voz alta,quando ouvi os passos entrar na área do banho. Eu não ousava me mover, todo o meu corpo estava tenso e imóvel. Silenciosamente eu rezava para quem quer fosse não escolhesse o cubículo em que eu estava.

Os pés descalços de quem quer que fosse se arrastavam pelo chão de ladrilhos em minha direção, quanto mais perto chegava mais eu me encolhia, fiquei esperando o momento em que a cortina seria aberta e eu seria descoberta. Rezei para que fosse alguém como Natsu ou Gray assim não seria tão ruim seria um pouco embaraçoso, mas pelo menos eu poderia fazer eles ficarem calados e sair sem fazer um total um papel de idiota.

Os passos pararam, fechei meus olhos me preparando mentalmente e o som da cortina que está sendo puxado encheu a sala, abri um olho e quando olhei para frente quase deixei um suspiro de alivio se desprender dos meus lábios, pois quem quer fosse foi para o cubículo a o lado do meu.

Eu ouvi ele colocar  algo no banco e em seguida os passos mais uma vez indo para os chuveiros em frente a os cubículos, liberei pesadamente o ar que nem sabia que estava segurando, espiei pela pequena fresta da cortina e vi uma figura passar rapidamente não deu para reconhecer já que só dei uma espiada rápida, pouco depois ouviu um rangido e depois o son de água caindo de um dos chuveiros.

“Parabéns Lucy, agora você esta presa aqui até quem quer que seja terminar seu banho” – pensei enquanto me batia mentalmente por ter aceitado fazer essa loucura.

Suspirei e inclinei minha cabeça para trás rolando-a contra a parede, o pensamento de ver quem era passou pela minha mente, mas eu imediatamente chutei essa ideia para longe e me repreendi mentalmente por ter bebido aqueles canecas de cerveja que agora estão me fazendo ter alguns pensamentos nada puros.

Escutei a respingos de água contra pele e depois o chão e depois um gemido ocasional, lentamente a minha curiosidade começou a crescer, ele definitivamente não soava como Natsu ou Gray a voz era muito baixa para ser de um deles.

Um suspiro escapou dos lábios da pessoa e comecei a reconhecer a voz, uma imagem tentou formular na minha cabeça porem não ficou muito nítida “Droga de álcool!!”.

A tentação de deslizar apenas alguns centímetros da cortina para o lado e apaziguar a minha curiosidade aumentou fazendo-me morder o lábio inferior, devo ou não devo? Era a pergunta rodava em minha cabeça tudo que eu tinha que fazer era afastar um pouquinho a cortina.

Finalmente depois de uma discussão interna que deve ter levado 30 segundos minha curiosidade venceu minha razão, então delicadamente tomando cuidado para não fazer barulho movi um pouco da cortina para o lado, e quando meus olhos se focaram no homem a minha frente eles imediatamente se arregalaram e meu queixo despencou no chão, “POR MAVIS QUE VISÃO E ESSA” ,eu nem sei como não cai do banco, a cena a minha frente era tão …tão ... quente que por um momento me perguntei se não fui para no inferno.

Admirava agora abertamente o homem de pé sob o fluxo constante de água, ele era muito lindo, seu corpo musculoso parecia brilhar com a água que caia de forma constante e abundante sobre ele, os músculos em suas costas flexionado enquanto esfregava a mão pelo cabelo loiro brilhante, seu corpo fazendo uma perfeita forma em V profundo, dobrando deliciosamente os ombros incrivelmente largos para quadris estreitos tentadores.Inconscientemente lambi meus lábios e me inclinei um pouco mais para frente, querendo ver melhor.

Suaves e redondas nádegas que flexionavam sempre que mudava o peso pé para o outro, continuei minha jornada pelo seu corpo, desfrutando de suas coxas musculosas e monstruosamente tonificadas.Meus olhos jamais tinham visto nada tão lindo e tão esculturalmente perfeito quanto corpo nu do meu colega de Guilda e mago classe S Laxus Dreyar.

Meu lado racional sabia que não deveria estar fazendo isso que era errado e eu deveria parar, porem Lucy não conseguia ouvir esse lado racional, mais também que garota de 17 anos virgem e levemente alcoolizada conseguiria fazer isso ainda mais com esse Deus grego na sua frente?

Depois de algum tempo só se molhando, Laxus pegou um frasco - do aparentemente era shampoo - de uma prateleira próxima esguichando um pouco do liquido em sua mão,o observei esfregar as mãos umas nas outras e depois em seu cabelo enquanto inclinava a cabeça para trás deixando assim seu peitoral ser atingido pela água, engoli em seco o corpo dele era incrível, enquanto ele ensaboava seus cabelos seus grandes bíceps flexionavam de forma hipnotizante, quando ele terminou de lavar os cabelos e começou se virar e …Oh Meu Deus!

Meu corpo inundado por um calor tão grande que me senti derreter por dentro ,senti meu rosto se tingir de um carmesim tão forte que passaria por um tomate facilmente, senti meu baixo ventre ficar quente e formigando. Eu queria me afastar, porem eu simplesmente não podia, era como se uma força magnética estivesse guiando meus olhos, fazendo-me olhar abertamente e até salivar com a figura completamente nua de Laxus parado lá.

Sua cabeça estava inclinada para trás de olhos fechados e os braços erguidos enxaguando seu cabelo, enquanto eu admirava seu tórax grosso os gominhos de sua barriga e sua tatuagem que serpenteava de forma majestosa por sua pele, inevitavelmente meu olhar foi atraído para baixo enquanto eu me contorcia desconfortavelmente no banco. Engoli em seco, nervosa e continuei meu caminho o observando direcionando meu olhar para baixo, encontrando seu pênis grande e grosso que pesava entre suas coxas musculosas. Meu corpo teve uma reação imediata e surpreendente, o calor em meu corpo aumentou e se concentrou na área entre minhas pernas, enquanto eu sinto um estranho líquido molhar minha calcinha e escorrer por minhas coxas.

Eu não entendo o que esta acontecendo com meu corpo, e uma estranha vibração pulsante entre as minhas coxas, então eu apertei e esfreguei minhas coxas com força uma na outra na tentativa de aliviar a pulsação.

Meus olhos foram atraídos de volta ao seu pescoço, que arqueou para trás deixando a água cair sobre sua testa e costas. Seus olhos continuavam fechados, pude ouvi um rosnado baixo de deleite que retumbou em sua garganta, trazendo um arrepio por toda minha espinha. Meu Deus, ele era tão musculoso! Claro que eu tinha notado antes, você teria que ser cego para não notar, um homem grande e musculoso desse fazer cair o queixo de qualquer uma. Mas agora, vê-lo em toda a sua glória, seu corpo molhado e completamente à vontade … esta me fazendo sentir um calor que eu nuca senti antes.

Ele estendeu a mão e pegou outro frasco da prateleira e começou a derramar o conteúdo em suas mãos, em seguida começou a esfregar sobre seu corpo. Começando por seus peitorais definidos e seguindo para seus braços grossos. Eu já estava com a mente tão presa naquilo que já me imaginava esfregando o sabonete por todo o seu corpo, oh! Eu tremia só de imaginar isso. Eu me contorcia sobre o banco observando-o atentamente, seguindo o caminho de suas mãos enquanto viajavam sobre sua barriga passando por seus gominhos da barriga e seguindo para sua área privada, acho que parei de respirar enquanto o observava.

Sua mão lentamente acariciou seu pênis flácido, parecia estar mais acariciando-o do que lavando-o. Nesse momento eu estava com a respiração travada e sentia pulsações bem mais fortes entre minhas coxas. Eu estava tão concentrada no que ele fazia e nas minhas sensações, que tenho certeza que mesmo se toda a Guilda tivesse pegando fogo neste exato momento, eu acho que não seria capaz de desviar o meu olhar do Laxus.

Logo suas mãos rumarão para suas pernas as lavando, o assento de madeira começou a ficar desconfortável, e eu não parava de me contorcer um pouco, tentando encontrar uma maneira melhor de me sentar sem deixar os meus pés tocarem o chão. Quando finalmente fui capaz de dobrar as pernas debaixo de mim, e voltei a olhar para cima, a mão de Laxus já estava na maçaneta chuveiro desligando a água.

Fiz uma careta quando ele pegou uma toalha e começou a secar seu corpo, ele começou secando seu cabelo primeiro, o deixando espetado e saindo em alguns ângulos estranhos,  então ele esfregou a toalha sobre seu corpo, cuidadosamente secava cada centímetro de sua pele descendo por todo seu corpo. A súbita vontade de perguntar-lhe se ele queria que eu secasse suas costas impregnou os meus pensamentos e eu balancei a cabeça rapidamente e me repreendi mentalmente.

Logo Laxus enrolou a toalha ao redor de seus quadris estreitos, o tecido estava pendurado perigosamente baixo e pudesse ver o V dos seus músculos que levam a seu eixo. Ele ainda era uma visão incrível e minha cabeça tombou para o lado quando ele deu um passo adiante, em direção a o cubículo ao meu lado, onde ele tinha deixado suas roupas antes, então como se tivesse tomado um choque realidade fechei rapidamente a brecha da cortina, e me encolhi no meu canto tentando acalmar meu corpo, porem para o meu total desespero a cortina voou para o lado me fazendo levantar rapidamente o rosto assustada, então vi o homem que eu tinha acabado de espiar durante seu banho parado na entrada do meu cubículo.

Meu queixo caiu meus olhos arregalados e minha respiração travou, tentei dizer alguma coisa, qualquer coisa para explicar a minha presença ali, minha boca se movia mais não conseguia falar nada. Laxus por sua vez observou minuciosamente a loira a sua frente, e assim que percebeu a situação que ela se encontrava, lambeu os lábios de uma forma um tanto erótica e mostrou um sorriso malicioso.

- Apreciando a vista Loirinha? - perguntou ele, encostando-se na parede do cubículo ainda segurando a cortina.

De alguma forma Lucy consegui fazer um som porem saiu mais como um gemido, tapou inutilmente a boca baixando a cabeça enquanto corava mais ainda - se e que e possível -  Ele riu do estado da moça e deu um passo para a frente, chegando a uma distância perigosa da mesma.

- Muda? - ele perguntou, cruzando os grandes braços sobre o peito.

- Há quanto tempo você sabia – murmurou ela incoerentemente num fio de voz, enquanto levantava a cabeça.

Ele riu novamente

- Há quanto tempo eu sabia? - o som que saio em um tom tão profundo e rouco que fez a Loira se arrepiar inteira.

Lucy balançou a cabeça para os lados, incapaz de parar de olhar para ele, que ainda estava quase nu na sua frente, e querendo ou não seu corpo atraia sempre seu olhar para ele era quase como magnetismo.

-Vamos apenas dizer que você tem um aroma muito distinto.

Oh Deus! Será que isso quer dizer … merda! Ele sabia o tempo todo! O sangue correu para o meu rosto .Eu precisava sair de lá, agora!

Desdobrei minhas pernas e levantei-me e sai passando correndo por ele, para fora do cubículo. Eu podia ouvir sua risada atrás de mim e, em seguida, ele gritou: “Espere!”

Porem continuei correndo só escutando o som da minha respiração pesada, e sentindo meu rosto vermelho como um tomate, e o meu único pensamento era em sumir e nunca mais aparecer na frente dele novamente.

“Ou pelo menos foi o que pensei que conseguiria fazer”


Notas Finais


Eu sei que não ficou
muito boa mais foi o melhor
que eu consegui desenvolver
por favor me digam o que acham
a opinião de vocês e o que vai me
fazer decidir se continuo ou não.
Estou aceitando sugestões


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