História O vilarejo. - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Cúmplices de um Resgate
Personagens Mateus Jardim, Téo Cavichioli
Exibições 110
Palavras 1.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse capítulo terá como enfoque o personagem Mateus.

Capítulo 2 - Primeiro contato sexual - Parte 1



Se eu não consigo me esquecer daquele dia, do dia do nosso primeiro beijo, o mesmo dia que marcou o início do nosso relacionamento, claro que eu não conseguiria esquecer aquele outro dia...

Já estávamos namorando em segredo por cerca de quatro meses e enfim o verão havia chegado, e com isso, logicamente, os dias quentes, e depois de tanto tempo sem tomar banho no lago do haras, o clima estava me obrigando a isso. Como disse, antes mesmo do nosso namoro, eu e o Téo estávamos bem próximos, tanto que algumas vezes íamos no ao lago para tomar banho só nós dois, quase como no dia em que nos beijamos, já que naquele dia nem pretendíamos entrar na água.

Como dizia, fazia tempo que eu não entrava no lago, e para o Téo também, então eu o convidei para vir ao haras para tomarmos banho no lago, eu fui até a casa dele e então viemos juntos no caminho. Então, enfim chegamos ao nosso destino, estávamos frente ao lago.

Téo: Mateus, tem alguém aí?

Mateus: Não Téo, o haras está vazio – disse isso e então o beijei de leve em sua boca.

Téo: Ah que ótimo.

Nós começamos a tirar as roupas, Téo se despia mais lentamente, já que ele não era rápido para desabotoar os botões de sua camisa, mas ele não precisava de minha ajuda, ele podia fazer isso sozinho.

Eu já estava sem roupas, somente de sunga, que eu já estava vestindo, e Téo ainda estava prestes a tirar as calças. Eu resolvo saltar na água sem ele, e depois do meu mergulho, quando eu submergi, eu me voltei para trás e vi o Téo de cueca, não era pra menos, eu o peguei de surpresa e ele nem teve tempo de se ajeitar, então achei que ele entraria de cueca mesmo, já que isso não tinha a menor importância, só que ao invés disso ele a tirou também.

Téo não tinha isso de se constranger por ficar pelado ou semi-nu, ele já tinha ficado de cueca na frente das garotas algumas vezes, poucas, mas de fato aconteceram, e quando estávamos somente eu e ele, Téo chegava a ficar pelado algumas vezes, mas isso de ficar totalmente nu só aconteceram antes de nosso namoro e eu não me importava com isso, achei que ainda não me importaria, mas estava errado.

Os poucos momentos em que ele estava fora da água eu o observei atentamente, seu pênis, que aparentava ser de igual tamanho ao meu, seus pêlos pubianos que eram enroladinhos como o seu cabelo, e sua bunda, que me chamou bastante atenção, era branca, redonda, parecia tão lisa como a de um bebê, agora, essas partes que antes me passavam tão despercebidas se juntavam ao seu corpo magro que já conhecia.

Somente depois que ele entrou na água que eu percebi que estava excitado, meu pênis pulsava dentro de minha sunga, eu queria me controlar, mas não conseguia, eu conversava com o Téo para tentar esquecer a excitação, mas não conseguia, principalmente, porque o Téo frequentemente ficava boiando ou nadando seja de costas ou não expondo seu pênis ou sua bunda fora d’água .

Eu já não estava suportando mais, então resolvi fazer algo inimaginável, eu tirei minha sunga e a pus perto de minhas roupas, e então... Comecei a me masturbar, ali mesmo, dentro da água com o Téo logo ali.

Não demorou muito e o Téo percebeu que havia alguma coisa errada.

Téo: Mateus, aconteceu alguma coisa? Você ficou mudo de repente...

Mateus: Hmf...  Não... está tudo bem... Hmf...

Téo: Tem certeza? Porque parece até que você gemeu...

Mateus: Eu estou bem... É sério...

Téo: Tudo bem, se você está dizendo...

Por fim acabei gozando. Não foi a primeira vez que havia me masturbado, mas foi a primeira de muito tempo, desde quando eu comecei a namorar o Téo para ser exato. Quando ficamos juntos, prometi a mim mesmo que eu pararia com isso... Não consegui. Antes do namoro, eu me masturbava pensando em homens, detesto admitir isso, sempre me sentia culpado, mas não conseguia resistir, e por isso também eu já sabia que eu era gay, coisas que eu detestava admitir a mim mesmo antes de beijar o Téo. Eu nunca me masturbei pensando no Téo antes, eu nunca consegui pensar nele de um jeito tão sexual quando éramos somente amigos, e até mesmo depois que começamos a namorar... Até esse dia.

Depois de terminar, ainda passamos um tempo na água até que resolvemos sair, mas antes.

Téo: Mateus, tem alguém aí?

Mateus: Não Téo, não vi ninguém chegado.

Saímos da água, e eu vesti a minha sunga, o Téo continuava nu, mas eu evitava olhar.

Mateus: Por que está aí parado Téo? – Ele estava parado segurando suas roupas e parecia esperar algo – Por que não está se vestindo?

Téo: É que a mama já se cansou de me ver chegar em casa com roupas molhadas, mesmo que faça um tempo que isso não aconteça, então será que você poderia me emprestar um toalha para que eu pudesse me enxugar?

Mateus: Claro! Vamos para minha casa.

Ele segurava as roupas e sua bengala em uma das mãos, a outra eu segurava e o guiava até minha casa, era incrível como ele não se incomodava em ficar nu. Eu seguia um pouco mais a frente para evitar olhá-lo, eu permanecia de sunga, molhar as minhas roupas seria uma coisa que minha mãe também não gostaria ainda mais por morar justamente no haras.

Chegamos na minha casa pelos fundos, onde havia o varal e onde tinha algumas toalhas peguei uma para mim e outra para Téo, e ali mesmo tirei minha sunga e coloquei para secar. Nós dois só nos enxugamos o suficiente para poder entrar e nos vestirmos lá dentro, coloquei minha toalha na cintura e Téo fez o mesmo, pediu para que eu segurasse suas coisas e fez isso sozinho.

Entramos no meu quarto, eu procurei por alguma cueca e não havia nenhuma em minha gaveta, falei para o Téo que sairia para procurar uma e que ele, assim que terminasse de se enxugar por completo, poderia por a toalha na cabeceira da cama. Então eu fui até o cesto de roupas limpas e encontrei uma, voltei para o quarto, mas antes mesmo de começar a me vestir me sentei na cama ainda terminando de enxugar me cabelo e foi somente então que percebi aquela cena.

Geralmente as pessoas começam a se vestir por suas roupas íntimas, mas parecia que o Téo não, sua toalha estava na cabeceira, como eu havia dito para ele deixar, estava nu da cintura para baixo, já que estava vestindo sua camisa primeiro, o fato é que ele demorava para vestir aquela camisa cheia de botões, eu poderia ajudá-lo, mas fiquei paralisado, eu estava sentado na cama e a alguns centímetros a minha frente estava o seu pênis.


Notas Finais


Veja a continuação logo a seguir


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