História O vilarejo. - Capítulo 3


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Categorias Cúmplices de um Resgate
Personagens Mateus Jardim, Téo Cavichioli
Exibições 116
Palavras 804
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse capítulo terá como enfoque o personagem Mateus.

Capítulo 3 - Primeiro contato sexual - Parte 2


Eu estava encarando seu membro e nem percebi que o meu próprio criava um volume sob a toalha, mas essa impercepção não durou muito, eu notei que estava excitado novamente, e com o pênis dele a poucos centímetros de mim, eu não conseguia reagir para tentar me repor, em seguida, acabei criando uma coragem de arriscar e fiz aquilo.

Eu rapidamente segurei o pênis do Téo e o levei até a minha boca, mas eu mal pude tê-lo em minha boca que o Téo rapidamente o tirou de lá.

Téo: M-Mateus?! O que você está fazendo?!

Mateus: Desculpa Téo, mas não pude mais resistir, estou com muito tesão, nunca senti isso antes quando estávamos juntos, mas agora...

Téo: Mateus! Sabe que eu não me sinto bem com o nosso namoro às vezes, e isso já seria demais!

Eu contestava aquilo, mas seu corpo reagia de outro jeito, eu notava seu pênis semi-ereto.

Mateus: Tem certeza que você não quer isso Téo? – Eu segurei seu pênis que começou a crescer em minha mão – Pois não é isso que parece.

Téo: Meu corpo pode querer – disse ele tirando minha mão dali com um tapa – Mas sei que isso não é o certo.

Mateus: Qual é Téo? Esquece isso...

Téo: Não consigo...

Mateus: Bem, se você não quiser ir muito ale, mas por que não fazemos um simples sexo oral? – Dito isso, o puxei para perto de mim.

Téo: Eu ainda... Não concordo com essa ideia... – Ele queria sim, e dessa vez não era só o seu corpo que queria isso – É que...

Nem deixei que terminasse e então abocanhei seu pênis, Téo arfou simplesmente.

Eu chupava seu pênis com enorme prazer, eu desejava muito aquilo, era o primeiro contato sexual que eu tinha na minha vida.

Eu ia e vinha com minha boca, minha língua passeava e esfregava por seu pênis, e já podia sentir o gosto diferente em minha boca enquanto o pênis do Téo pulsava em minha boca.

Téo: Mateus... Hmf... Ahh...

Tudo o que Téo fazia era gemer e suspirar de prazer, ele estava estático na minha frente enquanto eu dava esse prazer a ele. Eu olhava para cima para ver a expressão facial do Téo e podia ver seu rosto vermelho de tesão, mesmo assim uma expressão de confuso não saia de seu rosto, ele era tão fofo, e ainda é, fofo e excitante.

Alguns minutinhos depois e Téo pareceu se incomodar com algo.

Téo: M-Mateus... Hm... Pare por fa-favor... Estou sen-sentindo algo es-estranho...

Eu ignorei e continuei, ele estava perto de gozar, eu preferiria não queria que ele gozasse na minha boca, mas não me importaria se aquilo acontecesse, eu só queria continuar com aquilo mais um pouco.

Téo: M-Mateus!...

Foi quando senti o primeiro jato de esperma dentro da minha boca quando eu já estava retirando, o segundo e o terceiro vieram no meu rosto, e ainda escorria um pouco em seu pênis.

Ele suspirou ofegante três vezes antes de falar.

Téo: Puxa Mateus!... – ainda estava ofegante – Isso foi... ótimo... E-Eu ejaculei em vo-você... Não foi?

Mateus: Sim, mas não tem problema, eu adorei.

Téo: Então tá, m-mas e-eu queria saber se e-eu p-poderia fazer em vo-você?

Mateus: Claro que pode – Esso era o momento que eu estava esperando.

Téo se ajoelhou na minha frente e rapidamente encontrou meu pênis pelo tato, e quando o encontrou foi lentamente se aproximando sua boca dele, aquilo me provocava, mas ele nem sabia. Então começou a chupá-lo lentamente.

Téo: Nossa Mateus, está tão quente... – Dizia ele em uma pequena pausa.

Eu também não conseguia conter os meus gemidos de prazer assim como foi com ele.

Eu olhava para ele que fazia aquilo de forma tão inocente, no início parecia meio constrangido, mas depois essa sensação pareceu deixá-lo

Sua língua era tão delicada, assim como seus lábios, mesmo ele indo “rápido” às vezes. Eu sabia que não ia resistir a aquilo por muito tempo, e que logo iria gozar, e eu tinha que ter cuidado para não melar a blusa do Téo.

Eu estava certo, não demorou muito e senti que estava prestes a gozar, fui tentado o dia todo e masturbação dentro do algo não foi o suficiente.

Mateus: Téo... Po-pode parar...

E ele parou, puxei meu pênis para mais próximo de mim, para não gozar nele, o que resultou somente em um pouquinho de esperma pelo rosto dele, resultado do primeiro jato, e a maior parte sobre mim mesmo.

Depois disso fomos tomar banho juntos, e novamente estávamos molhados, mas dessa vez nos enxugamos e vestimos nossas roupas sem interrupções e dessa vez eu anão tive problema em ajudar o Téo a se vestir, finalmente eu estava saciado naquele dia.

Realmente aquele dia foi incrível, e repetimos o ato mais algumas vezes, mas em certo tempo, aquilo avançou para um outro nível...


Notas Finais


Em breve novos capítulos.
Espero que tenho gostado deste.


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