História O vilarejo. - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cúmplices de um Resgate
Personagens Mateus Jardim, Téo Cavichioli
Exibições 87
Palavras 700
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse capítulo terá como enfoque o personagem Mateus.

Capítulo 4 - Depois de muito tempo.


Às vezes eu me sinto culpado por isso, faço o Téo ultrapassar seus próprios extremos, isso porque sempre no início ele fica se flagelando, sendo que aquilo era injusto de se fazer consigo mesmo, eu que o levei a fazer isso, se bem que... Eu começava... Mas não podia fazer todo o resto sozinho obviamente... O Téo gostava, mas não queria gostar. Quando fizemos sexo oral pela primeira vez, Téo passou a não se incomodar com o nosso namoro, e só foi necessário repetir o ato mais umas quatro ou cinco vezes e o Téo já não se sentia mais mal por fazer aquilo, o que me alegrava muito, odiava vê-lo assim se culpando, e claro... Assim ele ficava mais apto a fazer isso mais vezes...

Sempre na primeira vez que eu dava ideias a ele, mostrava os meus desejos, ele resistia, mas aceitava ainda nessa primeira vez, mas havia algo que não foi de primeira que ele aceitou, algo que eu já tinha falado a ele quatro vezes e em todas as vezes o resultado foi uma discussão, e é fácil de se imaginar o que é.

Mas teve um dia que isso mudou...

Estávamos sozinhos no haras, a maioria de nossos encontros aconteciam nessas circunstâncias, nem mesmo o Manteguinha estava lá, Téo nunca o trazia quando ele vinha na minha casa para ficarmos namorando. Nós dois estávamos no meu quarto, conversando, beijando e trocando carícias, até que, eu mal percebi, mas já estávamos nós agarrando intensamente, e logo em seguida, eu já estava prestes a tirar a calça do Téo.

Nós dois tiramos as roupas um do outro, estávamos totalmente pelados, como de costume, eu que fazia sexo oral nele primeiro, e depois ele em mim.

Téo se sentou na minha cama, recostando-se na cabeceira da mesma, com as pernas dobradas, com os joelhos para cima. Eu fiquei de quatro na cama, e me aproximei dele até que meu rosto se alinhasse ao seu pênis pulsante.

Logo, eu comecei a chupá-lo, Téo fazia caretas que mostravam o prazer que sentia e sua respiração ofegante também revelava isso, e acima de tudo, sua pele rosada.

Enquanto o abocanhava, notei que Téo parecia estar mais inquieto que o normal, mas ignorei isso e continuei até que ele meu deu sinal que estava prestes a gozar, me afastei dele e ele gozou em si mesmo. Agora era hora e invertermos os papéis.

Eu me sentei na borda da cama, e Téo ficou ajoelhado bem na minha frente, eu poderia ajudá-lo a “chegar ao seu destino”, mas descobri que era mais gostoso ter ele me tateando a procura do meu pênis.

Não demorou muito, infelizmente, e o encontrou. Quando estávamos bem no meio do processo, o Téo parou e direcionou seu rosto para mim, eu estranhei.

Téo: Mateus?

Mateus: Que foi Téo?

Téo: E-Eu n-não me im-importo... Se nós prosseguíssemos... Daqui pra frente.

Mal acreditei que ele realmente queria aquilo, eu nem quis questioná-lo para que ele não mudasse de ideia.

Mateus: Tudo bem, vamos em frente então.

Eu coloquei o Téo deitado sobre a cama, abri um pouco as suas pernas e me deitei sobre ele também, então comecei a penetrá-lo. Que sensação maravilhosa, isso era o que mais desejava há anos, desde aquela vez no lago quando tínhamos 13 anos, e só agora com 14 que estou realizando esse desejo.

Eu comecei devagar para não machucá-lo, mas mesmo de início o Téo já gemia, e como eu adorava ouvi-lo gemer. Quando enfiei meu pênis por inteiro dentro dele, Téo gemeu como nunca havia gemido antes, eu também gemia de prazer ao adentrar ele. Seu cuzinho era tão quente e apertado, e além disso, também era tão bom sentir nossos corpos colados sentindo um ao outro por inteiro, vez ou outra nos beijávamos, o que me deixava com mais falta de ar do que já estava, e acho que a sensação do Téo era a mesma.

Meu garotinho parecia não aguentar mais, mas eu já estava quase terminando. Por fim ejaculei fora dele, estávamos sem ar e demoramos um pouco para recobrá-lo.

Foi uma excelente primeira vez, nunca irei me esquecer. E a partir daí muitas coisas mudaram em nossas vidas.


Notas Finais


Em breve um novo capítulo.
Espero que tenho gostado deste.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...