História O vingador saami e o retorno do dragão. - Capítulo 4


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Categorias Saint Seiya
Personagens Bado de Alcor, Freya, Frodi de Gullinbursti, Hagen de Merak, Hilda de Polaris, Lyfia, Personagens Originais, Shido de Mizar, Siegfried de Doube, Sigmund de Grani
Tags Bado De Alcor, Capitão Planeta, Freya, Hagen De Merak, Hilda De Polaris, Shido De Mizar, Siegfried De Dubhe, Sigmund De Grani, Yasunori Kato
Visualizações 7
Palavras 1.442
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Terror e Horror, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - A volta do dragão.


Fanfic / Fanfiction O vingador saami e o retorno do dragão. - Capítulo 4 - A volta do dragão.

Depois de desabafar para sua irmã e Lyfia, Hilda começou a sentir-se literalmente um lixo, uma sensação que ela não sentia desde o término da batalha contra os santos de Athena. Ao final de sua fala chegou a bradar “se o Siegfried e os outros aqui estivessem, nada disso estaria acontecendo”, denotando um desespero em sua voz. “E agora, o que será que faço para deter esse inimigo?”, ela se questiona. Hilda foi dormir no mesmo dia, sentindo-se um lixo, impotente e com autoestima bem baixa. Ela se pergunta como que vai poder vencer o novo inimigo. Nesse mesmo dia ela teve um sonho um tanto inusitado por um lado e por outro premonitório. Numa floresta ela vê um ovo gigante, e desse ovo surge uma criatura de feição reptiliana e gigantesca, muito poderosa, capaz de soltar fogo de sua boca e que quer tocar o terror e o caos em Asgard. Essa criatura nada mais é que um dragão, a ela um tanto familiar. E esse dragão junto está do onmjodži Leif Fjellheim, o qual por sua vez invoca com seu poder uma armadura e o poder mortífero do Valknut. Os rostos dos dois aparecem sobre uma devastada e em chamas estátua de Odin, com Leif cruzando seus braços e mostrando os dois símbolos da palma de suas duas mãos e ao seu lado a figura reptiliana em questão, que parece ser imensa e de cor verde. Mas, ao final do mesmo sonho, mais uma vez aparece Siegfried, pedindo para Hilda não se desesperar. “Hilda, você é uma mulher forte e determinada. Não é a toa que por você eu me apaixonei há muito tempo e que você muito bem governou Asgard por muitos anos. Só lhe peço duas coisas: não se desespere, não se intimide com o poder dos novos inimigos e espere um pouco”. Hilda em seguida pergunta “como não se desesperar sendo que o inimigo novo é muito poderoso e me venceu sem muito esforço com uma magia, uma tal de onmjodō, que é desconhecida aqui em Asgard? Me diga, Siegfried?!”. “Hilda, levante-se. No pico das chamas ardentes você irá encontrar a resposta”. E assim mais um sonho com o Guerreiro Deus de Dubhe chega ao fim.

Ante o impasse em que se encontra e pressentindo o perigo vindouro, Hilda resolve tomar uma atitude um tanto drástica. Um péssimo presságio a acompanha. Ela sente que uma fera terrível está por vir a Asgard e muita morte e destruição causar. E não é apenas isso: essa fera terrível virá acompanhada de um aliado poderoso e que juntos os dois vão trazer muito transtorno para toda Asgard. Entretanto, um herói haverá de aparecer para vencê-los. Esse herói, pelo que Hilda pode ver em seu presságio, traja uma armadura um tanto similar a da armadura de Odin, empunha uma espada de lâmina dupla e monta em um belo e portentoso tigre de pele alaranjada e listrada. “Espero que esse herói seja meu querido e amado Siegfried, de quem tanta saudade sinto desde que ele deixou este mundo após aquela luta, há meia década”. E logo a imagem de Siegfried vem a sua mente, no grande e vasto céu azul de Asgard. Ao mesmo tempo, nela cresce a fé e a esperança de que um dia o irmão de Sigmund voltará do mundo dos mortos. Ela, que tanto leu as poesias e eddas de teor profético de Snorri Eriksen. “Acho que a mim só me resta fazer isso”, ela disse, com uma lágrima saindo de seus cerúleos olhos. Ela, junto de Lyfia, se dirige até a estátua de Odin e mais uma vez tenta ressuscitar Siegfried. Freja logo em seguida se junta as duas para isso.

Enquanto isso, muito longe dali, o ritual transcorre e continua. “Você, na condição de descendente do povo dos gigantes, o povo ao qual Fafner originalmente pertence, é a hospedeira ideal para que Fafner volte a esse mundo após um milênio e meio de descanso, garota insolente”, respondeu Leif. “O que, não me diga que você está falando de Fafner, o gigante que em dragão se transformou por meio da magia do elmo de Tarn e que o Siegfried lendário matou com suas próprias mãos?”, retrucou Anja. “Há, não me diga que você quer me usar para revivê-lo? Que coisa mais ridícula”. Leif responde a uma um tanto assustada Anja, a paralisa e a deixa inconsciente com seu poder mágico, fazendo surgir embaixo dela o pentagrama dos cinco elementos (também conhecido no Japão como Seiman) e acima dela o Valknut. Muito sangue escorre do corpo de Anja, o qual por sua vez banha os restos mortais do dragão. Leif utiliza muitos dos mantras que aprendeu no Oriente e uma série de movimentos com as mãos, além é claro seu poder mágico baseado no Valknut e no pentagrama dos cinco elementos. Os restos mortais de Fafner reagem ao sangue de Anja e aos encantamentos, e assim Leif faz sair um ovo de dragão. Um ovo tão grande que é consideravelmente maior que o ovo de avestruz. Logo em seguida o ovo começa a rachar, e dele saiu uma criatura dracônica, corpulenta e dotada de asas. Sim, estamos falando de Fafner. Fafner voltou a viver e acordou de seu longo sono de um milênio e meio! Assim, Leif Fjellheim conseguiu o que seu mestre Kato não conseguiu com Masakado.

“Acorde de seu milenar sono, ó grande e poderoso dragão!”. Assim Leif recepciona o recém-revivido Fafner. “Aonde é que estou? O que aqui faço? E quem que me reviveu?”, se pergunta um confuso e sonolento Fafner logo após voltar do mundo dos mortos. “Ó grande dragão Fafner! Até que enfim. Fiz um grande esforço, mas enfim você despertou de seu milenar sono! Sinto dentro de você muito ódio e rancor por tudo o que te fizeram em vida!”, diz o onmjodži ao dragão. “Mas é claro, ó feiticeiro demoníaco”, e a vida pregressa de Fafner passa em sua mente como se fosse um filme. “Mas não há nada mais que me causa mais ódio que a pessoa que me matou. Siegfried. Sim, aquele maldito irá pagar muito caro pela ousadia que há muito tempo teve! Dele irei me vingar e depois disso tomarei o tesouro dos Nibelungos para mim!”, diz um enraivecido Fafner, o qual sente em seu íntimo que a reencarnação do Siegfried lendário está viva. E Leif em seguida conta a respeito de seu desejo de vingança contra Asgard e seu povo pelo que aconteceu aos saamis que viviam em Asgard há muitos séculos. Assim, uma aliança mortal entre homem e dragão foi selada.

Na biblioteca do Palácio Valhalla, Freja consulta vários livros e bem por acaso encontra um livro que fala a respeito de práticas mágicas de diversas partes do mundo escrita no idioma de Asgard. Freja dá uma folheada no livro e encontra em uma das páginas uma passagem falando sobre a arte do onmjodō. Rapidamente, ela procura sua irmã e Lyfia e a elas mostra seu achado. “Hilda, Lyfia, vejam só o que encontrei! Você me contou que o novo inimigo é um praticante da arte do onmjodō, uma arte ocultista japonesa que existe desde o século VI. Acho que seria bom você dar uma lida nisso para melhor conhecer nosso inimigo”, diz Freja a sua irmã e a Lyfia. Hilda fica curiosa a respeito do achado de sua irmã mais nova. “Aqui diz que no nosso idioma onmjodō significa o ensino sobre o jin e o jang, a luz e a sombra”, diz Freja. “Por um acaso não é aquele símbolo de origem chinesa que simboliza o equilíbrio de todas as coisas e que possui dois elementos que são opostos entre si, mas que ao mesmo tempo se completam entre si a ponto de um não existir sem o outro?”, responde Lyfia. “Esse mesmo. E em japonês jin e jang é onmjo, pelo que aqui consta”, respondeu Freja.

Após ler a respeito do onmjodō no livro que sua irmã encontrou, Hilda ficou impressionada com o fato de o seu inimigo utilizar-se de uma arte mágica que no Japão é proibida desde a Restauração Meidži. O livro em questão também menciona o nome Jasunori Kato e seu esforço de vingança contra o Japão. “Jasunori Kato! Se bem me lembro, o Fjellheim me disse que aprendeu a arte do onmjodō com esse mesmo sujeito”, no que deixa Hilda muito surpresa. “Quem é esse tal de Kato, Hilda?”, perguntou Freja. Em seguida Hilda conta toda a história que ouviu falar a respeito de Jasunori Kato, e que o que Fjellheim quer fazer em Asgard agora é o mesmo que Kato empreendeu contra o Japão há muitos anos.



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